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iridologia

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    Torti Di Spazio

    O TERRENO DIATSICO EM IRIDOLOGIA

    TRATADO DE IRIDOLOGIA CLNICA

    E OLIGOTERAPIA INTEGRADA

    (Reviso e Traduo: Dr. Clodoaldo Pacheco) www.havid.com.br

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    Alfredo Torti, nascido em Treviglio, na provncia de Brgamo em 1929, formou-se primeiro em qumica na Universidade La Sapienza de Roma e posteriormente em farmcia na Universidade dos Estudos de Urbino. O seu percurso profissional caracterizado em uma primeira fase como pesquisador de qumica orgnica Farmacutica junto a FARMEDI (Instituto Farmacoterpico do mediterrneo) e progressivamente foi consolidando-se na funo de gerente em uma importante indstria farmacutica internacional. H aproximadamente 10 anos trabalha como consultor cientfico no setor de produtos naturais, onde adquiriu uma experincia especfica que o classifica como um dos maiores especialistas de oligoterapia na Itlia. autor do volume Os Oligoelementos no Futuro Teraputico, um volume j considerado um ponto de referncia para todos os estudiosos da medicina no convencional. diretor da revista mensal: Natureza - Cincia. Aos meus filhos Marco e Roberto com muito amor Alfredo Torti A Siegriefid Rizzi professor de cincia e vida Enzo Di Spazio

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    APRESENTAO

    No mbito de uma crescente e cada vez maior necessidade de uma atividade preventiva em relao s numerosas e, s vezes, graves patologias que afligem o homem moderno, a Iridologia ou Iridoscopia ou Iridodiagnose, se coloca em uma posio totalmente particular e, diria tambm, preferencial. Isto por se tratar de um mtodo diagnstico novo, e fortemente sustentado pelos seus adeptos, mas infelizmente, ainda difamado por muitos que possuem um conhecimento meramente superficial ou que ignoram tambm as suas bases fundamentais; preferencialmente se trata de um mtodo de diagnstico rpido, inofensivo, analtico e sinttico, referindo-se no aos clssicos sistemas patolgicos da assim chamada medicina oficial, mas sim aos terrenos, s constituies, s tendncias, s reas de debilidade e, portanto tambm de fora do indivduo examinado. Tal mtodo diagnstico est apto a enderear a linha de pesquisa da patologia, apropriando-se de mtodos semiticos e instrumentais adequados, ao invs de esvair-se em mil possibilidades dispendiosas, longas e, s vezes, sem lgica. O trabalho de Enzo Di Spazio, iridlogo j de destacada fama, mdico cirurgio, por mim conhecido na Escola de Iridologia do nosso municpio, (e, infelizmente tambm o saudoso grande professor Siegfried Rizzi, em Laces), atinge especialmente o pice numa das numerosas lacunas ainda existentes no mbito da iridlogia. Precisamente o significado e a interpretao ao atribuir-se a Orla Pupilar Interna (O.P.I.), Orla Pupilar que se apresenta ao observador, munido de Iridoscopio com uma ampliao de pelo menos 25 vezes, nas suas mais variadas formas como: Paliada (estaqueada), Drage, Hipertrfica, Carente ou Ausente, cada uma das formas apresenta-se, portanto, com um bem definido significado tendecial ou patolgico.

    Esta pesquisa, avaliando a ris na sua globalidade, revela a grande experincia e capacidade de observao do Autor. De Alfredo Torti, conhecido autor dos principais textos presentes na Editoria Italiana no campo dos Oligoelementos, no se pode negar que ele perseguiu com fora um objetivo combatido por muitos, s vezes de maneira feroz, de se fazer conhecer tambm na Itlia as teorias do Dr. Mntrier. Teorias que se bem ressaltam, sustentadas por milhares de casos clnicos confrontados e geralmente resolvidos com xito. O Selnio, o Mangans, o Cobalto, o Zinco, aparecem nas suas pginas com as fantsticas funes de Coenzimas Metlicas, de aceleradores de reaes bioqumicas, de bio-reguladores, de estimulantes de funes orgnicas mais ou menos importantes. Alm de coligar o possvel uso de um Oligo Elemento a um dado iridolgico, representa uma absoluta novidade no panorama cientfico e editorial da modernidade. Saber que a uma determinada constituio iridolgica, a uma estrutura iridea de uma certa classe, a um conjunto de lacunas ou de pigmentos, possa se afrontar tambm com um uso apropriado de oligoelementos proporciona uma arma a mais ao terapeuta, e pode confort-lo na sua sempre difcil e apurada busca de um tratamento apropriado. Ns, a partir da leitura de uma obra deste gnero, no podemos conclu-la sem ser enriquecidos e estimulados a novas e contnuas pesquisas e aplicaes. Prof. Dr. Danilo Dentali, Ph. D Prof. Associado de Fitoterapia e Iridologia. La Jolla Universitu Califrnia Campus Europeu de Lugano

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    INTRODUO

    Quando nos encontramos para decidir que estilo dar ao presente volume, nos demos conta que paralelamente s novidades da obra, deveramos ter que repetir necessariamente alguns conceitos j notrios e publicados. Isto serviria para tornar a obra mais lgica e orgnica. O verdadeiro objetivo do livro seria, de qualquer forma, o seguinte: realizar um sinttico tratado, no qual se anexariam organicamente as pesquisas iridolgicas dos terrenos diatsicos e de algumas entre as mais notveis patologias, com os mais modernos e racionais esquemas oligoterapicos integrados com os fitoderivados. Esta ligao, que representa a verdadeira novidade da obra, se traduz como um verdadeiro e prprio manual, acreditamos que possa ser til ao mesmo iridlogo e, de qualquer forma, a todos os naturopatas que se interessam por iridologia. O texto consentir o confronto da anlise dietsica e do estado patolgico com a referncia iridolgica, enriquecido por uma original iconografia de fcil interpretao. Os esquemas teraputicos, contextuais parte diagnstica, so frutos de uma obstinada pesquisa intencionada a revelar o quanto recentemente tenha sido experimentado no campo dos oligoelementos catalticos e dos fitoterpicos de vanguarda. Ao liberar esta obra imprensa desejamos agradecer vivamente:

    - Ao engenheiro Nino Sala, de Milo pela sua insubstituvel e preciosa colaborao cientfica, sem a qual no teria sido possvel realizar a rica iconografia publicada no presente volume.

    - Ao professor Danilo Dentali pela sua notvel apresentao. - Ao editor Giuseppe Maria Ricchiuto pela sua corts e generosa disponibilidade

    que tornou possvel a publicao da obra. Com este volume pensamos de ter dado uma grande contribuio difuso dos princpios da iridologia e da Oligoterapia integrada com os fitoderivados, com a esperana que sempre mais numerosos sejam os mdicos interessados nestes mtodos da medicina no convencional. Verona, setembro de 1990.

    Alfredo Torti - Enzo Di Spazio

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    CAPTULO I

    ACENOS HISTRICOS SOBRE A IRIDOLOGIA

    A cincia iridolgica estuda a morfologia e as alteraes cromticas da ris indicando as tendncias patolgicas do organismo ou revelando fenmenos morbosos em ao. A sua histria fixa as razes num passado remoto, visto que os chineses, j h dois mil anos antes de Cristo e os sacerdotes caldeus tinham considerado a importncia do olho nos seus escritos de cincia. A iridologia na Antigidade e no Renascimento: os princpios de uma grande aventura da medicina. Hipcrates, clebre mdico grego, disse, com razo: Tais so olhos, tal o corpo. O perodo renascentista conheceu o esplendor das artes italianas, mas tambm o gnio de um grande mdico e pesquisador, Teophrast Bombast Von Honheim, chamado Paracelsus. Cientista de notvel fama mesmo se divergido pelo mundo acadmico e pela Igreja, professor de medicina fsica na universidade di Basilea. Ele soube revolucionar as bases tericas e pragmticas da medicina do seu tempo, condicionando o pensamento cientfico e a abordagem patologia mdica, terapia, qumica e biologia. L-se em um dos seus 364 livros: Considerem o olho na cabea, com qual arte construdo e como o corpo imprimiu to maravilhosamente a sua anatomia na sua imagem. Em 1670 o fisiologista Meyens descreve pela primeira vez na sua obra intitulada Physignomia Medica uma subdiviso da ris correspondente s diversas reas anatmicas do corpo humano. Ignaz Von Peczely, pai da moderna cincia iridolgica. Mas somente no sculo XIX que a iridologia encontra no mdico hngaro Ignaz Von Peczely, o primeiro entre os verdadeiros e apaixonados estudiosos desta particular disciplina cientfica. Em 1881 publicou: Preparao ao estudo da diagnose ocular. Desenvolveu, de maneira original, um mapa topogrfico dos campos de reao iridolgica. Doze anos mais tarde na Sucia, o pastor Niels Liljequist manda imprensa uma obra intitulada Om Oegendiagnoses, na qual, usufruindo inteligentemente da experincia pessoal (tinha estado doente por muitos anos depois de uma crnica intoxicao idica e com quinino), descreve detalhadamente a influncia de substncias como arsnico, chumbo, quinino, ferro, mercrio e cido acetilsaliclico sobre a pigmentao da ris. Lon Vannier e Fortier Bernoville, a abordagem francesa a iridologia.

    Nos incios deste sculo se observa em toda a Europa um renovado interesse em relao cincia iridolgica. Na Frana, o Mdico homeopata Lon Vannier publica em

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    1923 um texto cientfico com o ttulo: Le Diagnostic des Maladies Par Les Yeux. (O Diagnstico das Doenas atravs dos Olhos). Dois anos depois o segue seu colega Lon Walter com o texto: Le Diagnostic Des Maladies Par La Vue. O Doutor Fortier-Benoville, renomado mdico homeopata lana, por sua vez, Introduction LIridologie Scientifique (A Introduo a Iridologia Cientfica). Este grande fermento cientfico encontra nos estudiosos alemes como Schnabel, Deck, Kriege, Maubach, e mais recentemente Angerer, o terreno ideal para expandir-se e enriquecer-se de novas brilhantes intuies. Grande pesquisador o norte americano prof. Bernard Jensen, que com a obra The Science and Practice of Iridology (Cincia e prtica da Iridologia vol. I), deixou um grande marco neste cam

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