Justiça Federal Digital | Ano nº9 | Janeiro 2016 Justiça ... ?· de Janeiro: Forense; São Paulo:…

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<ul><li><p>Justia Federal Digital | Ano n9 | Janeiro 2016</p><p>Justia FederalDigital</p><p>332</p><p>JFES abre 2016 em clima de conciliao</p></li><li><p>2</p><p>JFES promove primeiras conciliaes pr-processuais do ano</p><p>A Justia Federal do Esprito Santo realizou na sexta-feira, 15, em parceria com a Caixa, as primeiras audincias de conciliao pr--processual de 2016. Das sete audincias rea-lizadas, cinco resultaram em acordos, no valor total de R$ 7.550,00.</p><p>Implantadas em 2014 na Seo Judiciria do Esprito Santo, as audincias pr-processuais so realizadas toda sexta-feira pela equipe do Cescon, buscando a soluo dos conflitos an-tes que se transformem em processos. </p><p>Supervisionado pela servidora Maristher de Souza Lima Siqueira, o Cescon tem como co-</p><p>ordenador o juiz federal Paulo Gonalves de Oliveira Filho, titular do 1 Juizado Especial Federal de Vitria, e atua em parceria com o Ncleo Permanente de Mtodos Consensuais de Soluo de Conflitos do TRF da 2 Regio, que conta com o auxlio da juza federal Cristiane Conde Chmatalik.</p><p>Qualquer pessoa que desejar uma audincia de conciliao (processual ou pr-processual) na Justia Federal pode solici-t-la por meio do endereo eletrnico conciliar@jfes.jus.br ou telefone (27) 3183-5015.</p><p>OAB/ES participa de mutiro em fevereiro Entre os dias 16 e 19 de fevereiro o Centro Judicirio de Soluo de Conflitos e Cidadania (Cescon) realizar seu primeiro mutiro de audincias de conciliao processual do ano. </p><p>Em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil, Seo Esprito Santo (OAB-ES), o mutiro negociar processos en-volvendo cobrana de anuidades. </p><p>Cerca de 250 audincias sero realizadas, na sede da JFES em Vitria.</p><p>Cescon faz 642 acordos em 2015</p><p>Os mutires de audincias de conciliao e as audincias de conciliao pr-processuais realizadas pelo Centro Judi-cirio de Soluo de Conflitos e Cidadania (Cescon), da Justia Federal capixaba, alcanaram, em valores conciliados, R$ 1.749.354,51 em 2015. </p><p>Entre abril e dezembro, foram realizadas ao todo 852 audincias e, destas, 642 foram finalizadas em acordos. Na conci-liao pr-processual, o ndice mdio de acordos no ano superou os 80%. </p></li><li><p>3</p><p>Turmas Recursais divulgam calendrio de sesses</p><p>As Turmas Recursais dos Juizados Especiais Federais do Esprito Santo (TR/ES) divulgaram na tarde de sexta-feira, 15/1, o calendrio de sesses programadas para o ano de 2016 (ressalvadas outras datas para apreciar decises referendadas e processos em mesa, mediante intimao apenas da data da sesso). </p><p>Abertas ao pblico, as sesses so realizadas na Sala de Sesses das Turmas Recursais, quarto andar da sede da Justia Federal, em Vitria (Av. Marechal Mascarenhas de Moraes, 1877, Monte Belo).</p><p>Confira o calendrio, sujeito a alteraes:</p></li><li><p>4</p><p>Biblioteca da JFES disponibiliza exemplares sobre o Novo CPC</p><p>A biblioteca Juiz Federal Oswaldo Horta Aguirre, da JFES, dispe de exemplares sobre o novo Cdigo de Processo Civil, para consulta. </p><p>So eles:</p><p>CONCEIO, Maria Lcia Lins; RI-BEIRO, Leonardo Ferres da Silva; MELLO, Rogrio Licastro Torres de. Primeiros comentrios ao novo cdi-go de processo civil: artigo por arti-go: Lei 13.105, de 16 de maro de 2015. 3. tiragem. So Paulo: Revista dos Tribunais, 2015. 1566 p. Inclui bi-bliografia. ISBN 978-85-203-6072-9.</p><p>DIDIER JNIOR, Fredie; PEIXOTO, Ravi. Novo cdigo de processo civil: comparativo com o cdigo de 1973. 4. tiragem. Salvador: JusPODIVM, 2015. 880 p ISBN 978-85-442-0412-2. </p><p>FUX, Luiz (Coord.); NEVES, Daniel Amorim Assumpo (Org.). Novo cdigo de processo civil: comparado. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense; So Paulo: Mtodo, 2015. 889 p. ISBN 978-85-309-6424-5.</p><p>MARINONI, Luiz Guilherme; ARENHART, Srgio Cruz; MITIDIERO, Daniel Francisco. Novo cdigo de processo civil: comentado. So Paulo: Revista dos Tribunais, 2015. 1145 p. ISBN 978-85-203-5933-4.</p><p>MEDINA, Jos Miguel Garcia. Novo cdigo de processo civil comentado: com remisses e notas comparativas ao CPC/1973. 3. ed. da obra cdigo de processo civil comentado, reescrita de acordo com a Lei 13.105, de 16.03.2015; 2. tiragem. So Paulo: Revista dos Tribunais, 2015. 1583 p. Inclui bibliografia. ISBN 978-85-203-5952-5.</p><p>NERY JNIOR, Nelson; NERY, Rosa Maria de Andrade. Comentrios ao cdigo de processo civil. 2. tiragem. So Paulo: Revista dos Tribunais, 2015. 2843 p., ISBN 978-85-203-5940-2.</p><p>WAMBIER, Teresa Arruda Alvim; WAMBIER, Luiz Rodrigues (Coord.). Novo cdigo de processo civil comparado: artigo por artigo. So Paulo: Revista dos Tribunais, 2015. 570 p. ISBN 978-85-203-5950-1.</p><p>A biblioteca funciona no 8 andar da sede da JFES (Av. Marechal Mascarenhas de Moraes, 1.877, Monte Belo, Vitria - ES).</p></li><li><p>5</p><p>Paralisao de sistemas no sbado, 23/01, das 12 s 20h Conforme despacho N TRF2-DES-2016/00542, a Justia Federal informa que, por motivos de manuteno, os sistemas processuais eletrnicos (petio, intimao, consulta, certido) da Seo Judiciria do Esprito Santo, bem como sua pgina na internet e a intercomunicao entre os bancos de dados desta Seo, do Tribunal e da Seo Judiciria do Rio de Janeiro, ficaro indisponveis neste sbado, 23/01, das 12 s 20 horas. Agradecemos a compreenso. </p></li><li><p>Resoluo do TRF2 garante celeridade nas audincias de custdia de presos do Rio e do Esprito Santo*</p><p>Cobrana indevida anula ao penal contra no pagamento*</p><p>O TRF2 expediu ato que garante aos presos provisrios o direito ter realizada a audincia de custdia com rapidez. A norma vale para as Sees Judicirias do Rio de Janeiro e do Esprito Santo e foi assinada no dia 18 de dezembro pelo presidente do TRF2, desembargador fede-ral Poul Erik Dyrlund, e pelo corregedor regional da Justia Federal da 2 Regio, desembargador federal Guilherme Couto de Castro. </p><p>A publicao da Resoluo TRF2-RSP-2015/00031 est prevista para a prxima tera-feira, 22 de dezembro. O documento define o rito a ser seguido pelos juzes que conduzirem as audincias. Alm disso, a reso-luo determina que as audincias de custdia sejam realizadas, sem-pre que possvel, no prazo de 24 horas contadas da priso em flagrante. Antes, o preso ter direito a contato prvio, e por tempo razovel, com seu advogado ou com um defensor. </p><p>Ainda, o ato do TRF2 cria a Central de Audincias de Custdia na Justia Federal do Rio de Janeiro, que dever ser implan-tada em 30 dias a partir da publicao da resoluo, para analisar os autos de priso em flagrante e realizar as audincias referentes a custodiados da capital. No interior fluminense e no Esprito Santo, os procedimentos ficaro a cargo das Varas Federais Criminais locais. </p><p>Em suas consideraes, a Resoluo TRF2-RSP-2015/00031 esclarece que, entre outros motivos, as regras foram estabele-cidas com a finalidade de dar cumprimento s normas previstas em pactos e tratados internacionais assinados pelo Bra-sil, como o Pacto Internacional de Direitos Civis e Polticos e a Conveno Interamericana de Direitos Humanos, conhecida como Pacto de San Jose da Costa Rica. Alm disso, ela destaca a necessidade de se evitar o ingresso e a permanncia de presos provisrios no sistema penitencirio quando no seja caso de priso cautelar, os quais representam parcela significativa do contingente dos estabelecimentos prisionais. *Fonte: Acoi/TRF2</p><p>A Sexta Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2 Regio (TRF2) decidiu, por unanimidade, negar provimen-to apelao movida pelo Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (COREN-RJ) contra a deciso da 1 Vara Federal de Barra do Pira de extinguir, sem resoluo de mrito, o processo de execuo fiscal movido pelo COREN-RJ contra um enfermeiro que no havia quitado sua anuidade junto instituio. </p><p>Em primeira instncia, a extino da execuo fiscal ocorreu porque o Conselho, intimado para retificar a certido da dvida ativa, nos termos do 8, do artigo 2, da Lei 6.830/80, e, assim, adequar os valores cobrados a ttulo de anuidades </p><p>NOTCIAS DO TRF2</p><p>6</p></li><li><p>7</p><p>aos limites legais previstos na Lei 6.994/82, no o fez. </p><p>No TRF2, a relatora do processo, desembargadora federal Salete Maccalz considerou que o Superior Tribunal de Justia (STJ) pacificou o entendimento de que as anuidades dos conselhos profissionais, exceo da OAB, so espcie do gnero contribuies de interesse das categorias profissionais ou econmicas, cuja natureza jurdica tributria, sujeitando--se, por isso, s limitaes ao poder de tributar, dentre elas, ao princpio da legalidade estrita, segundo o qual os valores somente podem ser fixados nos limites estabelecidos em lei.</p><p>A magistrada ressaltou ainda que a Smula 57 do prprio TRF2, diz que so inconstitucionais a expresso fixar, cons-tante do caput, e a integralidade do 1 do artigo 2 da Lei 11.000/04. Com isso, a certido de dvida ativa que embasa a inicial, referente cobrana das parcelas alusivas ao acordo celebrado em mbito administrativo, cujo lanamento ocor-reu em 30/11/2009, nula, diante da ausncia de lei a lastrear a cobrana do tributo. Dessa forma, o acrdo manteve a sentena recorrida. Proc.: 0000775-98.2014.4.02.5119. *Fonte: Acoi/TRF2</p><p>Remunerao dos ocupantes interinos de serventias extrajudiciais est limitado ao teto do funcionalismo pblico*</p><p>A Quinta Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2 Regio (TRF2) manteve, por unanimi-dade, a deciso da Justia Federal de 1 Instncia que negou o pedido de liminar no qual uma tabeli de Vi-tria (ES) pretendia suspender os efeitos da deciso do ento Corregedor Nacional de Justia determi-nando que o teto constitucional (de 90,25% do sub-sdio do ministro do Supremo Tribunal Federal - STF), aplicvel aos desembargadores estaduais, tambm deve incidir sobre os ocupantes interinos designados para atuarem nas serventias extrajudiciais. </p><p>O juzo de primeiro grau negou a liminar com o fun-damento de que a lei veda a concesso de liminares quando esteja em jogo ato de autoridade sujeita competncia originria de Tribunal. Na hiptese dos autos, a au-tora pretende a anulao de ato proferido pelo Corregedor Nacional de Justia e, caso a demanda fosse veiculada em Mandado de Segurana (MS), por decerto a competncia de julgamento seria definida originariamente no STF. Incabvel, portanto, pedido liminar no juzo de primeiro grau, nos termos do art. 1, 1, da Lei n 8.437/92, explicou a sentena. </p><p>Insatisfeita, a autora dirigiu recurso ao TRF2 e baseou seu pedido na ideia de que, sendo a atividade desenvolvida pelo substituto idntica a do titular do cartrio, a remunerao do substituto no deveria sofrer limitao constitucional no </p></li><li><p>8</p><p>TRF2 confirma deciso favorvel a candidato Advocacia da Unio*</p><p>A Unio Federal e a Fundao Universidade de Braslia (FUB) apelaram ao Tribunal Regional da 2 Regio (TRF2) da deciso de primeira instncia que determinou que fosse atribuda a um candidato, excludo do concurso para Advogado da Unio, a pontuao referente a itens de duas questes. Por conter erros de formulao nos enunciados, os itens apre-sentavam opes de respostas equivocadas. A deciso recorrida determinou tambm a restituio ao autor dos pontos descontados em razo das respostas a esses dois itens terem sido computadas como erradas.</p><p>Em suas alegaes recursais, a Unio e a FUB afirmaram que a liminar concedida ao candidato viola os princpios da isonomia entre os concorrentes porque todos os candidatos devem se vincular ao instrumento convocatrio e o da separao dos poderes uma vez que o Judicirio, segundo os apelantes, ao alterar o gabarito das provas objetivas, substituiu a banca examinadora, interferindo no mrito administrativo.</p><p>Entretanto, o desembargador federal Ricardo Perlingeiro, relator do processo no TRF2, apesar de reafirmar que as normas do edital devem ser as mesmas para todos os candidatos, ressaltou que o eventual acolhimento da impugnao judicial proposta por um nico candidato no viola o princpio da isonomia. No h como subtrair do cidado o direito de invo-car do Estado a prestao jurisdicional para satisfazer um direito subjetivo pblico qualquer ou, ainda, condicionar essa prestao jurisdicional propositura de uma ao coletiva de iniciativa de terceiros, esclareceu. </p><p>Em relao possibilidade de questionamento em juzo de provas de concurso, Perlingeiro destacou que, recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF), em julgamento com repercusso geral reconhecida, firmou entendimento de que no compete ao Poder Judicirio substituir a banca examinadora para reapreciar o contedo das questes e os critrios de correo utilizados, mas ressalvou a ocorrncia de inconstitucionalidade e ilegalidade (RE 632.853).</p><p>Para o relator, a orientao do STF compatvel com o entendimento doutrinrio, mas se refere a situaes em que o magistrado no tem habilitao ou no tem maior habilitao (em relao s autoridades) para controlar o contedo (de discricionariedade e de apreciao) das decises administrativas. O que no se aplica aos casos em que o pedido de anulao refere-se a questes de concurso pblico realizados na rea jurdica, pois, nesses casos, o juiz tem conhecimento tcnico do assunto, de modo que pode apreciar matria de direito, dispensando, inclusive, a produo de prova pericial.</p><p>imposta ao titular.No TRF2, o desembargador federal Ricardo Perlingeiro, relator do processo, destacou que, tambm o STF, ao julgar o AgR n MS 30.180, decidiu impor aos agentes notariais interinos o mesmo regime remuneratrio previsto aos agentes pblicos detentores de cargos pblicos, impondo-lhes, em consequncia, os limites remuneratrios previstos para os agentes estatais. </p><p>Dessa forma, o magistrado pontuou que no h razes que justifiquem a concesso da liminar uma vez que se trata de recurso jurdico que objetiva prevenir dano irreparvel, o que no o caso. No crvel que a reduo da remunerao da agravante, por fora da limitao imposta pelo teto constitucional, tenha o condo de gerar um desequilbrio financeiro de tamanha grandeza que coloque em risco a sua subsistncia ao ponto de lhe impossibilitar aguardar um provimento jurisdicional definitivo, concluiu o relator. Proc.: 0005126-14.2015.4.02.0000. *Fonte: Acoi/TRF2</p></li><li><p>9</p><p>TRF2 confirma iseno fiscal portadora de neoplasia maligna*</p><p>Dessa forma, os dez itens questionados pelo candidato foram analisados pelo juzo da Oitava Vara Federal do Rio de Janeiro, que acolheu o pedido com relao a dois deles. A anlise foi confirmada no TRF2, bem como, a determinao de que os pontos referentes a esses itens fossem atribudos ao candidato. Feito isso, se o acrscimo fosse suficiente para habilit-lo s fases seguintes do concurso, foi previsto que isso fosse providenciado.</p><p>Assim, a Quinta Turma Especializada do TRF2, por unanimidade, negou a apelao e manteve a deciso da primeira instncia, favorvel ao candidato. O nico reparo sentena foi com relao ao dispositivo da sentena que previa o pagamento retroativo de salrios atrasados, caso o candidato chegasse a assumir o cargo. Segundo o relator, os tribunais superiores j firmaram entendimento em sentido diverso. </p><p>O STJ entende que nas hipteses de nomeao de candidatos aprovados em concurso pblico por fora de deciso ju-dicial, mostra-se invivel a retroao dos efeitos quanto ao perodo compreendido entre a data em que deveriam ter sido nomeados e a efetiva investidura no servio pblico, para fins de pagamento de vencimentos atrasados ou, mesmo, de indenizao (STJ, MS 19.227), destacou o rela...</p></li></ul>