Jornal Voz do Itapocu - 49ª Edição - 26/04/2014

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49 Edio do Jornal Voz do Itapocu, com circulao nas cidades de Barra Velha, Araquari, Balnerio Piarras, So Joo do Itaperi e Balnerio Barra do Sul, em Santa Catarina. Distribuio gratuita nos pontos parceiros de distribuio. Acompanhe pelo Facebook: www.facebook.com/vozdoitapocu

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<ul><li><p>BALNERIO BARRA DO SULINCNDIO COLOCA EM PAUTA ESTRUTURA DOS BOMBEIROS VOLUNTRIOS</p><p>SADEHOJE O DIA D DE VACINAO CONTRA A GRIPE INFLUENZA</p><p>REAJUSTEAUMENTO DE 6% PARA OS PROFESSORES DE BARRA VELHA DEVE PASSAR EM BREVE PELA CMARA DE VEREADORES</p><p>ESPORTESCOMEA NESTE DOMINGO O CAMPEONATO DE FUTEBOL DE CAMPO DE BARRA VELHA</p><p>JORNAL</p><p>SBADO, 26 DE ABRIL DE 2014. ANO 1 - EDIO 049 - DISTRIBUIO GRATUITACirculao: Araquari, Balnerio Barra do Sul, Barra Velha, So Joo do Itaperi e Balnerio Piarras</p><p>PG 11</p><p>PGs 8 e 9</p><p>CERVEJAS ESPECIAISINAUGURADA EM ARAQUARI PRIMEIRA FBRICA DE CERVEJA ARTESANAL DA REGIO</p><p>PG 7CULTURAFESTIVAL DE TEATRO ENCERRA NESTE SBADO EM BALNERIO PIARRAS</p><p>PG 16</p><p>PG. 3</p><p>PG 4</p><p>Falta recursos para a compra de equipamento respi-ratrio que prejudicou ao dos bombeiros. Garoto de dois anos morreu no incndio e famlia protesta.</p><p>CONTRAPrefeitura, vereadores, produto-res e polticos da regio Norte </p><p>desaprovam medidas do Governo Federal que abrem portas para o produto equatoriano. Alm da </p><p>concorrncia de preo, a entrada de novas pragas no pas tambm </p><p>preocupa.</p><p>A IMPORTAO DABANANA EQUATORIANA</p><p>SO JOO DO ITAPERI</p></li><li><p>Neste sbado, se encerra o Festival de Teatro de Balnerio Piarras. Durante os dias do evento, a cidade teve a opor-tunidade de assistir a diversas peas e debater a arte com atores, crticos e entusiastas da rea. O que houve de mais espeta-cular no Festival, no entanto, no foram as encenaes. No foram as presenas ilustres. No foi nem a participao do pblico. Foi a preocupao em oferecer s pessoas algo muito alm de um simples passatem-po: Balnerio Piarras ofereceu aos muncipes um contato pro-fundo com a experincia tea-tral, um incentivo real ao fazer artstico. uma grande tristeza perceber que os municpios da regio entendem cultura e lazer como sinnimos. claro que a diver-so indispensvel para au-mentar o turismo, que grandes eventos aumentam os lucros do comrcio local e que todos ns precisamos nos divertir. Mas pensar cultura apenas como shows musicais espo-rdicos e festas tradicionais triste. Cultura (do latim Colere, que significa cultivar) no um </p><p>produto pronto: muito mais uma semente que um buqu de flores. No adianta exigir </p><p>das pessoas que dem flores </p><p>quando no lhes foram dadas as sementes. A cultura, o con-</p><p>junto das diversas manifesta-es artsticas desenvolvidas por uma sociedade, tem seu sentido muito mais prximo da educao que do lazer. A cultura, no entanto, faz com que as pessoas enxerguem alm do que a cincia, trans-mitida atravs da educao, lhes permite: elas passam a ver possibilidades onde antes haviam impasses. E o que era baguna, como acontece em algumas peas de teatro expe-rimental, vira arte.Temos um bom exemplo ocor-rendo em Barra Velha: durante as noites, a avenida Beira-Mar vira uma verdadeira pista de skates. Jovens e adolescentes usam o espao, de trnsito tranqilo durante os dias da semana, para fazer manobras e se divertir sobre as rodinhas. A cidade, no entanto, tentou impedir com que os skatistas continuassem a usar a aveni-da e recomendou que fossem para a pista, que se encontra do outro lado da cidade, no bairro de So Cristvo. O que ningum enxergou foi a possibilidade de incluir a pr-tica do skate na vida da cida-de: por que que, ao invs de desestimular este esporte e toda a cultura que o envolve, ns dispensamos os skatis-tas para longe? Por que no se organizou essas pessoas, cedeu-lhes o espao em troca de responsabilidades, como </p><p>um horrio para comear e terminar a prtica? Mas no. menos trabalhoso destruir uma estrutura de madeira velha que era a diverso desses jovens e dispens-los. Qual a ligao desta situao com a cultura? Explicamos: a cultura um lao capaz de unir geraes. um meio onde o di-logo se torna criativo, aberto. E, numa cidade onde se alega a falta de recursos, a criativida-de precisa ser um meio de so-lucionar problemas, principal-mente os mais simples, como o caso do skate.Para no se tornar uma critica vazia, aqui vai uma sugesto: por que no se convida os ska-tistas para a elaborao de um campeonato? Para isso, se for-maria uma comisso dos pra-ticantes, responsvel pelas re-gras do evento, pelo convite de atletas de outras cidades e at pela busca de patrocinadores. O municpio s precisaria fornecer a estrutura fsica e, talvez, uma ambulncia de planto. Mas o que a cidade </p><p>ganha com isso? Ganha pes-soas que aprendem a lutar por aquilo que querem (a prtica do skate, nesse caso). Ganha </p><p>gente que se une em prol de uma causa. Ganha maneiras </p><p>diferentes de lidar com o que hoje chamamos de problema. E assim plantaramos cida-dos que aprendem a pensar em coletividade. </p><p>2 EDITORIAL Sbado, 26 de abril de 2014.</p><p>Cultura: muito alm do lazer</p><p>PREVISO DO TEMPOSBADO (26/04)</p><p>MX: 24 MN: 16</p><p>DOMINGO (27/04)</p><p>MX: 22 MN: 16</p><p>SEGUNDA-FEIRA(28/04)</p><p>MX: 22 MN: 16</p><p>Informaes do Centro de Informaes de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram) da Epagri</p><p>Tiragem: 5 mil exemplares / distribuio gratuita / semanrio Circulao: Araquari, Balnerio Barra do Sul, Balnerio Piar-</p><p>ras, Barra Velha e So Joo do Itaperi</p><p>Reportagem Carolina Nunes</p><p>Daniel SchiavoniDiagramao</p><p>Germana SouzaEdio </p><p>Anderson Davi</p><p>ColaboradoresAngelita Borba de Souza</p><p>Lgia Delazzeri R. BalbinottDaniela Censi</p><p>Volnei Antnio de SouzaJornalista Responsvel </p><p>Flvio Roberto DRT: 02494 JP </p><p>UMA PUBLICAO REDAOAv Santa Catarina, 1192 - SobrelojaCentro - Barra Velha - SCCEP: 88390-000</p><p>Colunas, artigos, cartas, e-mails enviados e assinados so de inteira responsabilidade de seus autores. O contedo no </p><p>expressa, necessariamente, a opinio do jornal.</p><p>Nebulosidade varivel e chuva isolada</p><p>Sol com chuva no incio e final do dia</p><p>Sol com chuva no incio e final do dia</p><p>EXPEDIENTE</p><p>CONTATOS</p><p>(47) 3456 1194</p><p>Reportagem - jornalismo@vozdoitapocu.com.brComercial - comercial@vozdoitapocu.com.brColunistas - colunas@vozdoitapocu.com.brColuna Social - social@vozdoitapocu.com.br</p></li><li><p>3GERALSbado, 26 de abril de 2014.Hoje o Dia D de vacinao contra a gripe Influenza</p><p> neste sbado, dia 26, o Dia D de vacinao contra a gripe Influenza. As unidades de sa-de de todos os municpios da regio estaro abertas das 8h s 17h para atender a popu-lao que deve ser vacinada. Iniciada na ltima tera-feira, dia 22, a campanha nacional de vacinao vai at o dia 9 de maio. Nas cidades de abran-gncia do Voz do Itapocu - Araquari, Balnerio Barra do Sul, So Joo do Itaperi, Bar-ra Velha e Balnerio Piarras fazem parte do pblico alvo de vacinao 13.381 pessoas.A novidade para este ano a ampliao da faixa etria para crianas de seis meses a me-nores de cinco anos. No ano passado, o pblico infantil que recebeu a vacina foi de crian-as de 6 meses at 2 anos.Alm das crianas, integram o pblico-alvo da campa-nha pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores de sade, povos indgenas, gestantes, purperas (at 45 dias aps o parto), populao privada de liberdade e os funcionrios do </p><p>sistema prisional. As pessoas portadoras de doenas cr-nicas no-transmissveis ou com outras condies clnicas especiais tambm devem se vacinar, porm para esse gru-po no h meta especfica de vacinao.Em Santa Catarina a meta vacinar 1,4 milho de pessoas, de acordo com a secretaria de Sade do Estado. O objetivo imunizar 80% da populao--alvo at o ltimo dia da cam-panha. O tema deste ano Vacinao </p><p>contra a gripe: voc no pode faltar. A campanha realizada em conjunto entre o Minist-rio da Sade e as secretarias estaduais e municipais de todo o pas. O principal obje-tivo da campanha reduzir a mortalidade, as complicaes e as internaes que ocorrem em consequncia das infec-es pelo vrus da gripe, que mais circularam no inverno passado, que so: Influenza A (H1N1); Influenza A (H3N2) e Influenza B.</p><p>Campanha: Ministrio da SadeJunto com a campanha, o Ministrio da Sade divulgou no seu site oficial (www.saude.gov.br) um in-forme com as respostas para as perguntas mais frequen-tes com relao vacina-o. Confira alguns dos itens mais relevantes:</p><p>H alguma contraindicao da vacina?A vacina s no recomen-dada para quem tem alergia protena do ovo usada na sua fabricao.</p><p>A vacina contra a gripe cau-sa algum efeito colateral?No. A vacina usada na cam-panha contra a gripe segura e bem tolerada. Em poucos casos, podem ocorrer mani-festaes de dor no local da injeo ou endurecimento. Isso pode ser associado a erro tcnico de aplicao.Alm disso, as pessoas que no tiveram contato anterior com os antgenos substn-cias que provocam a forma-o de anticorpos especficos podem apresentar mal--estar, mialgia ou febre. Todas estas ocorrncias tendem a desaparecer em 48 horas.</p><p>Quem est dentro do grupo de doentes crnicos?O grupo formado por pes-soas: que tenham HIV/Aids; transplantados de rgos slidos e medula ssea; do-adores de rgos slidos e medula ssea devidamente cadastrados nos programas de doao; imunodeficincias congnitas; imunodepresso devido a cncer ou imunossu-</p><p>presso teraputica; comuni-cantes domiciliares de imuno-deprimidos; profissionais de sade; cardiopatias; pneumo-patias; asplenia anatmica ou funcional e doenas rela-cionadas; diabetes mellitus; fibrose cstica; trissomias; implante de cclea; doenas neurolgicas crnicas inca-pacitantes; usurios crnicos de cido acetilsaliclico; ne-fropatia crnica/sndrome ne-frtica; asma e hepatopatias crnicas.</p><p>Por que crianas com menos de seis meses no sero va-cinadas?A vacina disponvel atualmen-te no recomendada para o grupo de menores de seis meses em razo de no haver estudos que demonstrem a qualidade da resposta imu-nolgica, ou seja, a proteo no garantida.</p><p>Quanto tempo leva para a va-cina fazer efeito?Em adultos saudveis, a de-teco de anticorpos prote-tores se d entre duas e trs semanas aps a vacinao, e apresenta, geralmente, dura-o de 6 a 12 meses. O pico mximo de anticorpos ocorre aps quatro a seis semanas aps a vacinao.</p><p>Quem se vacinou no ano pas-sado, precisa se imunizar de novo?Sim, a imunidade dura aps a vacina de 6 a 12 meses. A composio da vacina e pro-duo anual, e pode mudar conforme os vrus que circula-ram no ano anterior.</p><p>Mais de 13 mil pessoas devem ser vacinadas na regio at o dia 9 de maio</p><p>Tire suas dvidas sobre a vacinao contra a gripe</p><p>Nmeros da vacinao em cada cidadeBalnerio Barra do SulCrianas: 158Trabalhadoresde sade: 137Gestantes: 79 Purperas: 13 Indgenas: 67 Idosos: 1679 Total: 2133 </p><p>AraquariCrianas: 662Trabalhadoresde sade: 240Gestantes: 331 Purperas: 54 Indgenas: 216 Idosos: 1908 Total: 3411 </p><p>Barra VelhaCrianas: 564Trabalhadoresde sade: 287Gestantes: 282 Purperas: 46 Indgenas: 0 Idosos: 3003 Total: 4182 </p><p>So Joo do ItaperiCrianas: 69Trabalhadoresde sade: 59Gestantes: 35 Purperas: 6 Indgenas: 0 Idosos: 411 Total: 580 </p><p>Balnerio PiarrasCrianas: 407Trabalhadoresde sade: 409Gestantes: 203 Purperas: 33 Indgenas: 0 Idosos: 2023 Total: 3075 </p><p>Dados do Ministrio da Sade</p><p>Araquari adquire mais de 700 livros para a rede municipal de ensinoMais de 700 livros foram adquiridos pela prefeitura de Araquari chegaram nesta semana no mu-nicpio. Atravs da Secretaria da Educao, eles foram distribudos nas bibliotecas das nove esco-las municipais de Araquari. Os novos livros foram adquiridos com recursos prprios e custaram R$7.900.Clssicos da literatura como O Cortio de Alusio Azevedo e histrias infantis como O Gato de Botas e A Branca de Neve, esto na seleo que seguir para as bibliotecas ficando disposio dos alunos.</p></li><li><p>4 GERAL Sbado, 26 de abril de 2014.</p><p>Reajuste de 6% para os professores de Barra Velha deve ser votado em breve na Cmara de Vereadores</p><p> As negociaes referentes ao reajuste salarial dos funcion-rios da rede de ensino de Bar-ra Velha, resultado da parali-sao ocorrida no ltimo ms, tm avanado: de acordo com o secretrio da Educao, Val-dir Nogueira, deve ser enviado em breve um ofcio Cmara de Vereadores solicitando a reviso da Lei dos planos de cargos e salrios dos professo-res. O aumento nesta primeira re-viso ser de 6%. Alm disso, um contador foi contratado para analisar a possibilidade do aumento de 19% com re-cursos prprios da Educao, para atender a reivindicao de aumento inicial da classe.O secretrio acredita que a possibilidade de uma nova pa-ralisao remota. O sindi-cato ainda no se posicionou, mas as reunies tem andado de maneira satisfatria. O processo est bem acertado, afirmou. Uma comisso com </p><p>membros do Poder Executivo, do Legislativo e do movimen-to tm se reunido para debater a valorizao do magistrio municipal.No entanto, o lder do Sin-dicato dos Trabalhadores do Servio Pblico de Barra Velha (Sintrambav), Jossias Coutinho, se mostrou menos otimista. Estamos aguardan-do apenas a palavra final do prefeito, explica. Para ele, no existe por parte da prefeitura um desejo real de que o au-mento saia. Eles alegaram que todo o di-nheiro do Fundeb era utiliza-do para o pagamento dos pro-fissionais da Educao. Isso mentira, afirmou, com base em relatrio recente enviado pela prefeitura a comisso so-bre o uso do Fundo Nacional da Educao. Segundo o lder sindical, as contas do Fundeb foram rejeitadas por duas ve-zes nos anos anteriores. Jossias lembra tambm de que </p><p>a negociao s est aconte-cendo porque todos os funcio-nrios esto unidos em torno desta causa. Na realidade, o prefeito s sentou para nego-ciar com a gente porque houve uma presso forte por parte dos profissionais da educao, ressalta. Ele ainda lembrou que, caso o reajuste salarial fique apenas na palavra, como em anos an-</p><p>teriores, as escolas iro parar. Dessa vez, se no andar, a greve certa, reforou.O lder sindical ainda criticou o estado em que se encontra a dvida da prefeitura com o Instituto de Previdncia do Estado de Santa Catarina, o Ipreve. A administrao pare-ce no querer negociar esta d-vida: prefere entrar na Justia para anular a dvida. Isto um </p><p>calote no servidor pblico, explica. O prefeito Claudemir Matias afirmou, na quinta-feira, que estava aguardando as defi-nies da comisso formada com os grevistas para decidir a situao. Assim que tudo for averiguado, enviaremos para a Cmara o ofcio, diz, garan-tindo que o aumento decidido ser retroativo ao ms de abril.</p><p>A secretaria de Desenvolvimento Regio-nal (SDR) de Joinville entregou na tarde da ltima tera-feira, dia 22, o Carto de Pagamento do Estado de Santa Catarina (CPESC) a diretores de 58 escolas esta-duais do Norte catarinense. A nova ferramenta servir para o paga-mento de despesas emergenciais e de consumo imediato, auxiliando na manu-teno e conservao das unidades. A primeira parcela do valor estava agenda-da para ser depositada pela secretaria de Estado da Educao na quinta-feira, 24.De acordo com a diretora da escola es-tadual David Pedro Espndola, Elizabeth Nunes Barcelos Giuradelli, o carto ter uma grande utilidade na compra de pro-dutos emergenciais. Durante a semana ela esteve reunida com os professores para tratar das prioridades para a esco-la. Segundo a diretora, os alunos tam-</p><p>bm esto cientes do carto e podero participar na escolha das compras emer-genciais.Cada colgio receber anualmente entre R$ 2 mil e R$ 8 mil, conforme o nme-ro de alunos matriculados, tendo como base os dados do censo escolar do exer-ccio anterior. No caso da escola David Pedro Espndola so 910 alunos, o que d direito a escola...</p></li></ul>