Jornal Voz do Itapocu - 37ª Edição - 25/01/2014

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37 Edio do Jornal Voz do Itapocu, com circulao nas cidades de Barra Velha, Araquari, Balnerio Piarras, So Joo do Itaperi e Balnerio Barra do Sul, em Santa Catarina. Distribuio gratuita nos pontos parceiros de distribuio. Acompanhe pelo Facebook: www.facebook.com/vozdoitapocu

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<ul><li><p>CASA DE PALMITOPRIMEIRO TOMBAMENTO DE IMVEL DA HISTRIA DE BARRA VELHA CONCRETIZADO</p><p>JORNAL</p><p>SBADO, 25 DE JANEIRO DE 2014. ANO 1 - EDIO 037 - DISTRIBUIO GRATUITACirculao: Araquari, Balnerio Barra do Sul, Barra Velha, So Joo do Itaperi e Balnerio Piarras</p><p>ESPORTEFINAL DE SEMANA DE TRAVESSIAS E MUAY THAI</p><p>PG 5 PG 16</p><p>Evento ocorreu com a presena da ministra Ideli Salvatti. Balnerio Barra do Sul e Araquari sero as principais cidades bene cia-das, com a pavimentao da estrada que liga os municpios diretamente BR-101</p><p>CAIXA ECONMICA FEDERAL ASSINA R$19 MILHES EM INVESTIMENTOS NA REGIO</p><p>ESTADO DE EMERGNCIACOM FALTA DE GUA, ARAQUARI COBRA OBRAS URGENTES DA CASAN </p><p>POLTICAHLIO BEDUCHI O NOVO SECRETRIO DE OBRAS DE BALNERIO PIARRAS</p><p>PG 11</p><p>PG 5</p><p>PG 4</p><p>das, com a pavimentao da estrada que liga os municpios diretamente BR-101</p><p>Balnerio Barra do Sul</p><p>6.096.864,01</p><p>AraquariR$ 10.949.489,80</p><p>Balnerio PiarrasR$1.048.465,39</p><p>Barra VelhaR$501.000,00</p><p>Verocultural</p><p>Atraes culturais abrem espao para artistas da regio</p></li><li><p>Depois do anuncio na ltima semana da empresa respons-vel pela licitao da duplicao da BR-280, entre So Francis-co do Sul e a BR-101, a comuni-dade da regio recebeu nesta semana outra grande notcia: a pavimentao das estradas que ligam a BR-101 a Araquari e Balnerio Barra do Sul, pas-sando por regies como Morro Grande, Barra do Itapocu e Sa-linas. Sem dvida, a dita Costa do En-canto, ser uma obra muito im-portante para a circulao de veculos entre os municpios, em especial na poca de tem-porada. Oferecer infraestrutura e comodidade aos visitantes </p><p>um dos princpios do turismo. Ter aquela estrada pavimenta-da dar ao visitante que vem pela BR-101 uma opo alm BR-280, j comprometida com um grande uxo de veculos </p><p>nas quatro estaes do ano.Outras obras tambm foram contempladas com os recursos da Caixa Econmica Federal, a </p><p>grande maioria que visam fa-vorecer o turismo das cidades. Revitalizaes das orlas das praias e tambm da lagoa de Barra Velha esto no pacote, e vm para incrementar a infra-estrutura turstica que os muni-cpios da regio tm a oferecer.Algumas obras j esto enca-minhadas, mas outras ainda </p><p>necessitam de projeto. Por isso importante que a populao tome cincia de que os recur-sos esto garantidos, mas pre-cisam da competncia dos po-deres municipais para que eles se transformem em obras, de preferncia com a agilidade da iniciativa privada. Assinar um contrato funda-mental. o primeiro passo. Porm, designar pro ssionais </p><p>competentes que assegurem que as benfeitorias se concreti-zem e cheguem a populao, o dever dos prefeitos de todas as cidades contempladas. Va-mos acompanhar.</p><p>2 EDITORIAL Sbado, 25 de janeiro de 2014.</p><p>Recursos so importantes, mas preciso competncia</p><p>PREVISO DO TEMPOEXPEDIENTE</p><p>Tiragem: 5 mil exemplares / distribuio gratuita / semanrio Circulao: Araquari, Balnerio Barra do Sul, Balnerio Piar-</p><p>ras, Barra Velha e So Joo do Itaperi</p><p>Reportagem Carolina Nunes</p><p>Alan Willian</p><p>Edio Anderson Davi</p><p>ColaboradoresAngelita Borba de Souza</p><p>Lgia Delazzeri R. BalbinottDaniela Censi</p><p>Marcos Zaleski de MatosVolnei Antnio de Souza</p><p>Jornalista Responsvel Flvio Roberto DRT: 02494 JP </p><p>UMA PUBLICAO REDAOAv Santa Catarina, 1192 - SobrelojaCentro - Barra Velha - SCCEP: 88390-000</p><p>Colunas, artigos, cartas, e-mails enviados e assinados so de inteira responsabilidade de seus autores. O contedo no </p><p>expressa, necessariamente, a opinio do jornal.</p><p>CONTATOS</p><p>(47) 3456 1194</p><p>Reportagem - jornalismo@vozdoitapocu.com.brComercial - comercial@vozdoitapocu.com.brColunistas - colunas@vozdoitapocu.com.brColuna Social - social@vozdoitapocu.com.br</p><p>VEJA ONDE ENCONTRAR O JORNAL DE FORMA GRATUITA TODOS OS SBADOS:www.vozdoitapocu.com.br</p><p>FACEBOOK</p><p>NOTCIAS DIRIAS DA NOSSA REGIO.</p><p>No leu as edies anteriores do Voz do Itapocu?</p><p>Acesse:www.issuu.com/vozdoitapocu e leia na ntegra a edio virtual do jornal, de forma interativa e prtica.</p><p>No leu as edies anteriores do Voz do Itapocu?</p><p>Acesse:www.issuu.com/vozdoitapocu e leia na ntegra a edio virtual do jornal, de forma interativa e prtica.</p><p>Con ra a previso na pgina 08 desta edio</p><p>Faleceu na ltima sexta-feira, dia 24, a popular dona Rosinha, de Balnerio Piarras, que prestou grandes servios ao muni-cpio, considerada a professora mais antiga da cidade. Nossas condolncias a famlia.</p><p>Foto: Cida Souza</p><p>Nota de falecimento</p></li><li><p>Quanto mais conhecemos e entramos em contato com a sabedoria do yoga, mais per-cebemos que somos peque-nos aprendizes neste cami-nho do conhecimento. Ns, praticantes e aprendizes, avistamos apenas a ponta do iceberg sem perceber a gran-diosidades que existe sob as guas. E quando comeamos a perceber e tomar conheci-mento da sua profundidade e extenso, camos maravilha-dos com tanta beleza. Assim o yoga. Quanto mais entra-mos em contato com esta sa-bedoria milenar, mais somos arremessados em um mar de auto conhecimento, amor e plenitude. Tudo teve incio com a tradi-o Vdica, esta que uma das tradies mais antigas que se tem conhecimento. Esta cultura trouxe os princi-pais textos para estudos, que so os Vedas, e que foram es-critos h mais de 5 mil anos. Na viso vdica, no existe um m e um incio, mas sim um movimento cclico. Os Vedas so divididos em quatro livros: Brahmanas (direcionados a cultura sa-cerdotal), Samhitas (hinos e cnticos), Aranyakas (tratado cultural aceta) e Upanisads (conhecimento espiritual). Para o yoga, os Upanisads so os textos mais importan-tes pois tratam da relao entre aluno e mestre, onde o primeiro est sentado a seus </p><p>ps para ouvir os ensinamen-tos. As Upanisads revelam a parte do conhecimento espi-ritual e apresentam vrios te-mas relacionados s duvidas do ser humano em relao ao universo. No perodo em que Buddha esteve no planeta, os mestres escreveram os Sutras, que so os textos clssicos sobre a teoria e prtica do yoga e que possuem todo o conheci-mento para ser passado aos discpulos. O Yoga Sutra foi codi cado por Patanjali, onde tenta-se descrever e estudar a mente humana.Os sutras foram escritos para que no fossem lidos sozi-nhos, mas estudados em gru-pos para poder compreend--los melhor. Os sutras so pequenas frmulas que sin-tetizam todo o conhecimento.Todo conhecimento do yoga est alicerado em eliminar o sofrimento e buscar a liber-dade do ser humano. A partir do Yoga Sutra, o yoga passou a ser uma cincia bem es-truturada. A experincia da clareza profunda que gera a liberdade, e isto estado de yoga, de conscincia am-pliada.Estar podendo vivenciar o yoga nesta vida grati can-te, e mais que isso, ter a oportunidade de sentir-se pleno, de estar em contato com a nossa essncia divina, com nosso ser interno, poder sentir-se um com o todo.</p><p>YogaInstrutora de Yoga Lgia Delazzeri Rodrigues Balbinotti e-mail: ligiadelazzeri@yahoo.com.br</p><p>3GERALSbado, 25 de janeiro de 2014.</p><p>De acordo com a Lei Federal 12.886/2013, as instituies de ensino (pblicas e privadas) esto proibidas de pedir aos pais, nas listas de mat-rias escolares, produtos de uso coletivo como itens de escritrio, de limpeza e materiais usados pela rea administrativa.O coordenador do Procon em Barra Velha, Anto-nioni Lucas Costa Magalhes, ressalva que os pais podem se negar a comprar um material que ser usado de forma coletiva e no individual. Eles podem procurar o rgo de defesa do consu-midor para formalizar a reclamao ou denncia. </p><p>Produtos que no precisam mais ser fornecidos s escolas: papel ofcio em grandes quantidades (50 ou 100 ou mais folhas), papel higinico, algo-do, lcool, anela, ta adesiva de qualquer tipo, CDs, giz para quadro negro, cartolina, estncil, grampeador e grampos, papel para impressora, esponja para loua, material de limpeza, mate-rial para xrox, verniz, papel toalha, clips, gram-po, percevejo, barbante, giz, fsforo, pincel para quadro branco, dentre outros produtos que no sejam utilizados exclusivamente pelo aluno.</p><p>As aulas acontecem segunda e quarta-feira em dois horrios: s 16:30h e as 18h. Estamos no centro de Barra Velha, na Av. Santa Catarina, 1192 Sobreloja (Em cima da pizzaria Forno Lenha).</p><p>A GRANDIOSIDADE DO YOGA</p><p>Procon de Barra Velha divulga pesquisa de preos de materiais escolares A volta as aulas em fevereiro j levam vrias famlias a pa-pelarias e outros comrcios da regio para a compra do mate-rial escolar para o ano letivo. Visando auxiliar os pais a eco-nomizarem nos gastos com os materiais para os lhos, a coordenadoria municipal de Proteo e Defesa do Consu-midor de Barra Velha (Pro-con) divulgou nesta semana uma pesquisa de preo de 32 itens. A pesquisa foi realizada em seis estabelecimentos comer-ciais de trs bairros do muni-cpio: Itajuba, So Cristvo e Centro.A diferena de preos entre um mesmo item da lista chega a 483%. O produto que apre-sentou a maior diferena de preo foi a rgua de plstico transparente de 30 cm. Em uma loja no Centro e no bair-</p><p>ro So Cristvo, ela encon-trada por R$ 1,75. J em outra loja do Centro, o mesmo pro-duto custa R$ 0,30. O Procon no leva em considerao a marca do produto.J a segunda maior diferena, 152%, foi encontrada no ca-derno universitrio com capa dura, espiral e 200 folhas. Este produto variou R$8,40. Em um local da cidade ele ven-dido por R$ 13,90, em quanto que, em uma loja de depar-tamentos foi encontrado por </p><p>R$5,50.A pesquisa de material escolar foi realizada pela equipe do Procon entre os dias 10 e 15 de janeiro deste ano. Os produtos pesquisados so especi cados por cor, tipo, peso e outras ca-ractersticas, independente de marcas. A lista completa pode ser adquirida atravs do site da prefeitura (www.barravelha.sc.gov.br) ou na sede do Pro-con, na rua Pedro Gasino de Borba Coelho, 119, no Centro. </p><p>Foto: internet</p><p>Fique atento</p><p>Na tarde de tera-feira, dia 21, integrantes da loja de departamentos Havan foram at a Casa de Passagem de Barra Velha realizar a entrega de um cheque simblico no valor de R$22 mil. A quantia resultado da campanha Troco Solid-rio, com arrecadaes feitas de julho a dezembro de 2013 nas lojas da rede.O Troco Solidrio Havan foi criado em 2011. Ao </p><p>pagar suas compras com dinheiro nas lojas fsi-cas, os clientes so convidados a doar centavos do troco para a iniciativa. No ato da doao, en-tregue um comprovante com o nome da entidade bene ciada. A soma das doaes do segundo se-mestre de 2013 ultrapassaram a marca de R$ 1 milho de reais, o que vai bene ciar 46 entida-des assistenciais em regies onde a Havan atua.</p><p>Casa de Passagem recebe R$22 mil do Troco Solidrio da Havan</p></li><li><p>4 GERAL Sbado, 25 de janeiro de 2014.</p><p>Casa do Palmito o primeiro imvel tombado em Barra Velha</p><p>Programao da semana de Nossa Senhora da Paz encerra neste domingo em Balnerio Piarras</p><p>Casa guarda histria de amor</p><p>Os apoiadores da preserva-o do patrimnio cultural e arquitetnico em Barra Velha tiveram o que pode ser consi-derada uma vitria importan-te. Isso porque foi decretado o primeiro tombamento de imvel da histria do muni-cpio. A tradicional Casa de Palmitos, construda entre as dcadas de 1930 e 1940, re-cebeu na ltima quinta-feira a cerimnia o cial para ho-mologao do decreto de seu tombamento e assinatura do livro tombo. Juliano Bernardes, presiden-te do Conselho Municipal do Patrimnio Cultural (Com-pac) e diretor de cultura da Fundao Municipal de Tu-rismo, Esporte e Cultura diz que a partir de agora, a famlia proprietria da casa no po-der mais fazer alteraes na residncia sem antes consultar o conselho. Bernardes lembra ainda que em casos de tombamento, as famlias no so indenizadas e por isso podem continuar morando no local. O tomba-mento j foi um grande passo. Futuramente pretendemos indenizar a famlia, restau-rar o local sem que ele perca sua identidade e construir um museu para a cidade, diz ele.H dcadas existe a tentativa de tombamento do imvel. Desde 1988 h registros na imprensa tratando do assun-</p><p>to. Historiadores, jornalistas, pesquisadores, moradores, au-toridades e visitantes sempre defenderam a preservao do local.Para Juliano, a falta de interes-se do Poder Pblico at ento foi um dos motivos pela demo-ra pelo tombamento da casa. Outra razo que fez com que a Casa levasse dcadas para ser tombada foi a inativao do Compac e a carncia de uma Lei e ciente que amparasse o decreto de tombamento. A situao comeou a mudar com a Lei 930/2010, que foi alterada pela Lei 1296/2013, e trata a Preservao do Pa-trimnio Natural e Cultural do Municpio de Barra Velha, criando o Conselho Municipal do Patrimnio Cultural e re-gulamentando o processo de tombamento.A partir deste feito, em 2013, o Compac recebeu o ofcio do poder Executivo, solicitando </p><p>o tombamento, o qual passou pela aprovao unnime do Conselho. O memorial descri-tivo do imvel foi elaborado, noti cao dos proprietrios, publicao do edital de tom-bamento no Dirio O cial da Unio e na imprensa local e regional, como no prprio Voz do Itapocu.O tombamento da Casa de Palmitos representa a pre-servao de uma parte da histria de Barra Velha. Que consigamos ir adiante, reali-zando o tombamento de bens materiais e registro de bens imateriais, que representem a trajetria da cidade, diz ele. O presidente destaca ainda que o Conselho j tenha em vista outros imveis para ser tombado, mas que o prximo passo tombar os portos de pesca artesanais do Centro e da Itajuba.</p><p>A Casa de Palmitos a pri-meira residncia do Costo, datada de 1940 a 1944, e pos-sua na poca uma das mais belas vistas panormicas da praia central de Barra Velha. O mestre de obras Ananias Crispim foi o responsvel pela edi cao do imvel e lixou os caules de palmito, um por um, para conseguir xar todos na mesma posio. Os troncos de palmitos foram extrados na mata da prpria cidade. Atualmente a casa pertence a dona Erna Bisewvski, que chegou a cidade em 1948, de-pois do falecimento do seu em Joinville. Neste perodo, conheceu Augusto Teodoro Wald Becker, um industrial paranaense, que costumava veranear nas praias de Santa Catarina.O romance do casal, que durou at 1955, quando Augusto faleceu, uma das </p><p>marcas da Casa de Palmito.Juliano Bernardes revela que o tombamento histrico era o grande desejo da senhora Erna. Hoje ela est com pro-blemas de sade devido a ida-de e a preocupao dela era conseguir esse tombamento antes que fosse tarde. Posso dizer com toda certeza, o que mantm ela viva a casa, dis-se o presidente.A casa car como herana dos familiares de dona Erna aps o seu falecimento, por isso uma grande preocupao com o futuro que os herdeiros dariam para o imvel. Eles j declararam que no preten-diam manter casa e sim derru-bar para construir uma nova residncia. Por esse motivo foi muito importante esse tomba-mento ter ocorrido a tempo, naliza Bernardes.</p><p>As comemoraes em homenagem a padroeira de Balnerio Piarras, Nossa Senhora da Paz, encerram neste do-mingo com vrias atividades na igreja Matriz do municpio, que leva o nome da padroeira. O feriado municipal foi co-memorado ontem, dia 24, e neste sba-do h atividades ao meio-dia e a noite. Amanh a tarde, o evento encerra com </p><p>o tradicional bingo. A programao de novenas iniciou na ltima quarta-feira, dia 22. Neste sba-do, dia 25, ao meio-dia ocorre o almo-o com churrasco. A noite, s 20h, a vez da missa festiva. Aps a cerimnia religiosa, have...</p></li></ul>