jornal sincor março 2012

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Jornal Sincor Março 2012

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  • N 182 - MARO DE 2012

    Seguro de Responsabilidade Civil8 Ciclo de Palestras

    A Doutora em Direito poltico e econmico, ngelica Carlini falou sobre os seguros de responsabilidade civil. Para ela, no mundo inteiro esse tipo de

    seguro uma forma de manter a paz social. No Brasil qualquer incidente se transforma em tragdia, primeiro porque h um alarde da mdia e segundo

    porque no h uma cultura de seguro como existe na Europa, Afirmou. (Pgina 6)

    Presidente da SulAmrica faz visita

    corretores de seguros em Fortaleza

    No dia 12 de maro o presidente da SulAmrica, Thomaz Cabral de Menezes,

    esteve em Fortaleza. Foi o incio de uma srie de visitas programas para algumas

    cidades do Nordeste na semana de 12 a 16 de maro. ( Pgina 3)

    Eduardo Fazio assume o cargo de Diretor Comercial para o Norte e Nordeste.

    Zurich

    A Zurich multinacional de

    origem sua, um dos maiores

    grupos seguradores no mundo,

    comunicou a promoo do

    Eduardo Fazio para o cargo de

    Diretor Comercial para o Norte e

    Nordeste.

    Alm do reconhecimento pelo

    excelente trabalho que o Eduardo

    vem realizando, esse mais um

    importante passo no sentido de

    reforar a presena da Zurich

    Brasil Seguros nas regies Norte e

    Nordeste do Brasil. ( Pgina 2)

    A indstria de seguros

    funciona de acordo com a

    mentalidade do corretor

    (Pgina 2)

    Nsio Sousa

    Fenacor esclarece

    fim do convnio de

    cadastramento e

    recadastramento

    de Corretores

    (Pgina 4)

    Promovem o 8 Ciclo de

    palestras para corretores

    (Pgina 8)

    SINCOR/CE.,

    FUNENSEG

    E FENACOR

    2012: DPVAT DE

    CARA NOVA?

    Mal comeou o ano de 2012, um

    tema amplamente discutido em 2011

    voltou a ser discutido de modo

    enrgico: A proposta que prev o

    reajuste das indenizaes pagas pelo

    Seguro DPVAT e descontos no valor

    do prmio do seguro aos proprietrios

    de veculos que no se envolverem em

    qualquer acidente de trnsito que

    poderia gerar indenizao do DPVAT.

    (Pgina 10).

    Previdncia complementar

    aberta inicia o ano com

    crescimento de 19,27%

    (Pgina 11)

    Emerson Braga, assessor do DPVAT

  • Maro de 2012

    TABELA DE PRMIOS E GARANTIAS VIGENTE NO MS DE MARO DE 2012, NOS TERMOS

    DA RESOLUO N 192 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2008 DO CNSP DO MINISTRIO DA FAZENDA

    Nsio Sousa

    Senhores corretores de seguros;

    Hoje, faz-se mister que nossa categoria seja mais profissional e ntegra pois, tanto o mercado de seguros quanto a indstria do seguro, dependem de ns corretores para que suas atividades sejam executadas com maestria.

    Atualmente, os corretores insistem em trabalhar apenas com automvel, descartam a possibilidade de enveredar por outros ramos, mesmo quando em sua maioria so conhecedores do gerenciamento de risco. O bom corretor sabe quando uma residncia, um prdio comercial, uma construo superior ou slida e se a fiao eltrica embutida ou aparente. O bom corretor reconhece quando uma indstria um galpo de

    cimento armado ou se uma estrutura metlica. Mesmo que seja bvio que a prpria Seguradora realizar uma inspeo de risco, cabe a cada um de ns corretores conhecer o tipo de construo.

    Agora, mais que em qualquer poca de nosso passado recente ou remoto, o corretor precisa ser tico, um profissional de boa-f e, como apenas ele conhece intimamente o tipo de seguro que cada segurado precisa, ele quem deve formatar a aplice e no pode se deixar questionar pela Seguradora. O segurado quem paga nossas comisses e, por esta razo, temos o dever de proporcionar-lhe um seguro bem feito, onde haja conhecimento do risco. Afinal, o fato de o segurado nos pagar comisso no justifica que venhamos a fazer vista grossa ou defender um risco ruim. As Companhias continuam analisando os riscos, mas, caso no realizem a inspeo, solicite que o faam.

    No presente momento, praticamente no existem mais diretores de Seguradora que nos conheam ou assumam um compromisso com o corretor. E os gerentes jnior no fazem questo de restabelecer estes laos de outros tempos, alegam que os acionistas visam apenas lucro e nos pressionam no sentido de que faamos seguros de outros ramos. Porm, como acontece com frequncia, ao levarmos o seguro pronto, o funcionrio da Seguradora declina do risco, para logo em seguida o seguro aparecer feito na matriz. Assim, perde o corretor um trabalho de meses e meses.

    Deveramos nos recusar a produzir para este tipo de gerente. Muitos deles visitam pouqussimas corretoras e, mesmo assim, acreditam que isto seja uma perda de tempo. No fazem relaes pblicas a fim de demonstrarem os produtos que suas respectivas Seguradoras tm a oferecer. Ora, se a Seguradora almeja que eu produza para ela, ela deve me visitar, demonstrar simpatia, me ensinar o caminho das pedras, apresentar confiana, discutir onde estou sendo ineficiente e o que preciso fazer para produzir de modo satisfatrio, conhecer os ramos com os quais gosto de trabalhar e qual o meu pblico alvo. Quando temos um nicho onde produzimos bem, somos mais focados como profissionais e atingimos com maior facilidade o sucesso.

    Corretor, no entre em atrito com uma Seguradora que no colabora com seu crescimento e nem o respeita como profissional, apenas deixe de produzir para ela. Afinal, h no mercado Seguradoras ticas, que trabalham em parceria com os corretores de seguros, em verdadeira relao sinestsica.

    Infelizmente, h Seguradoras que se comportam como se os corretores de seguros fssemos seus empregados, nos ignorando quando chegamos em seus sales, permanecendo seus funcionrios indiferentes em suas escrivaninhas como se fssemos invisveis. O que lamentvel e demonstra o despreparo e falta de viso de algumas Companhias.

    Caso todos ns, corretores de seguros, nos juntemos a fim de defender com intrepidez nossa categoria, teremos nossos direitos assegurados e seremos uma fora, uma potncia. Juntos sim, e unidos nunca, pois somos concorrentes, desejamos o mesmo negcio, possumos as mesmas pretenses e aspiraes. Mas nem por isso, por competirmos em nosso prprio meio, devemos diminuir nossas comisses, oferecer bnus onde ele no exista, aumentar a idade de algum para que se obtenha um custo menor, atribuir matrimnio a uma pessoa que na verdade no casada, tudo isso caracteriza fraude, e estes vcios que somente visam o lucro ilcito empobrecem e comprometem a viso do segurado sobre a figura do corretor.

    Reitero: Para sobrevivermos, devemos estar juntos. Somos uma categoria de elite, formadores de opinio e bem remunerados. Pertencemos s classes sociais mais privilegiadas e nossos filhos tm acesso ao que h de melhor na educao do pas. Somos profissionais, mas tambm somos pessoas de famlia, o que nos torna felizes e, consequentemente, bem sucedidos.

    Meus companheiros corretores de seguros, precisamos estar juntos a fim de que se opere uma sensvel mudana no mercado. Deste modo, seremos parte de uma classe que sempre se destacar pela busca incansvel daquilo que melhor, justo, e humano para nossa categoria e para a sociedade em geral.

    A indstria de seguros

    funciona de acordo com a

    mentalidade do corretor

    A Zurich multinacional de origem sua, um dos

    maiores grupos seguradores no mundo, comunicou a

    promoo do Eduardo Fazio para o cargo de Diretor

    Comercial para o Norte e Nordeste.

    Alm do reconhecimento pelo excelente trabalho que

    o Eduardo vem realizando, esse mais um importante

    passo no sentido de reforar a presena da Zurich Brasil

    Seguros nas regies Norte e Nordeste do Brasil.

    Formado em Administrao de Empresas e com 16

    anos de experincia no mercado segurador, Eduardo

    desenvolveu sua carreira em diversas regies do Pas

    sendo boa parte desse tempo dedicado a regio Nordeste.

    " Vou usar a minha experincia para estruturar nossos

    negcios na regio Norte e Nordeste em prol do projeto

    de crescimento da Zurich", af irma Fazio.

    Em sua trajetria, o profissional adquiriu grande

    experincia na rea comercial, liderana de equipes de

    venda e no atendimento e desenvolvimento de negcios

    com corretores de pequeno, mdio e grande porte.

    Eduardo Fazio assume o cargo de Diretor Comercial para o Norte e Nordeste.

    A Zurich

  • Maro de 2012

    Presidente da SulAmrica faz visita

    corretores de seguros em Fortaleza No dia 12 de maro o presidente da SulAmrica, Thomaz

    Cabral de Menezes, esteve em Fortaleza. Foi o incio de uma srie

    de visitas programas para algumas cidades do Nordeste na semana

    de 12 a 16 de maro.

    Com o objetivo de manter a proximidade e ampliar o

    relacionamento com os corretores de seguros, Menezes comandou

    o coquetel, realizado no Gran Marquise Hotel, que contou com a

    participao de aproximadamente 100 corretores. Aps o

    coquetel, o presidente da companhia e o vice-presidente

    Comercial, Matias de vila, apresentaram aos corretores locais os

    resultados da companhia e os rumos para 2012. Buscamos

    reforar para os corretores como a SulAmrica est posicionada

    no mercado e qual a importncia destes profissionais para que

    possamos atingir nossos resultados, destaca Menezes, que

    completa: Estamos abertos para ouvir seus questionamentos,

    dvidas e anseios e mostrar o que estamos fazendo para tornar a

    companhia a preferida de clientes e corretores.

    vila tambm fez questo de parabenizar os corretores que

    superaram seus resultados em 2011. Fechamos a campanha PRA

    Campees de 2011 e diversos corretores ganharo alguns dias de

    descanso no Club Med Trancoso. Os melhores co