jornal sincor ceara - setembro 2012

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Jornal Sincor Ceara - Setembro 2012

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  • N 188 - SETEMBRO DE 2012

    8 Ciclo de Palestras

    A Seguridade Social:

    Previdncia Publica e

    Previdncia PrivadaA palestra sobre Seguridade Social trouxe

    para o debate dos corretores de seguro, a

    importncia e responsabilidade da Previdncia

    Privada, pois uma forma de lidar diretamente com

    valores que dizem respeito a dignidade humana.

    Para o palestrante Hilrio Bocchi Jnior, que

    Graduado em Cincias Contbeis e Especialista em

    Previdncia Social, nesse tipo de seguro h uma

    maior necessidade de ateno e sensibilidade.

    (Pgina 10)

    O estgio um processo de

    aprendizagem indispensvel aos jovens

    que desejam se tornar profissionais

    preparados para enfrentar os

    desafios de uma carreira. Est no

    estgio a oportunidade de assimilar

    a teoria e a prtica, conhecer a

    realidade do dia-a-dia no ambiente

    d e t r a b a l h o , a p r e n d e r a s

    PROGRAMA AMIGO DO SEGURO 2012

    peculiaridades da profisso que o

    jovem escolheu para exercer.

    medida que ele tem contato com as

    t a r e f a s que o e s t g io l he

    proporciona, comea ento a

    assimilar tudo aquilo que tem

    aprendido e at mesmo aquilo que

    ainda vai aprender, ao menos

    teoricamente. (Pgina 3)

    Supersimples: Armando Vergilio

    participa de Audincia Pblica

    A C o m i s s o d e

    D e s e n v o l v i m e n t o

    Econmico, Indstria e

    Comrcio discutiu a incluso

    d e n o v a s a t i v i d a d e s

    econmicas no Simples

    Nacional (ou Supersimples).

    (Veja pgina 2)

    Susep publica mais

    duas resolues

    sobre Microsseguro

    (Pgina 9)

    DPVAT UM SEGURO DE ALCANCE SOCIALSaiba o que o Projeto DPVAT Corretores da Centauro

    Contribuies do

    INSS em atraso.

    Devo pagar?

    (Pgina 4)

    Aposentadoria:

    qual o valor mnimo e o mximo?O sonho de quem contribui para a previdncia social obter uma

    aposentadoria cujo valor seja igual ao da contribuio. Este anseio

    est cada vez mais difcil de ser alcanado em razo da sistemtica de

    clculo imposta pela legislao previdenciria. (Pgina 4)

    Susep aumenta em 84% ao

    fiscalizatria no Mercado de SegurosB a l a n o r e a l i z a d o p e l a

    Coordenao Geral de Fiscalizao

    Direta (CGFIS), que analisa o

    desempenho do setor, aponta que a

    Superintendncia de Seguros

    Privados (Susep) apresentou

    resultados positivos no ltimo ano

    (2011) e nmeros crescentes, se

    comparados ao mesmo perodo do

    ano anterior (2010). Em relao ao

    nmero de fiscalizaes realizadas,

    o resultado surpreendente: houve

    cresc imento de 84 ,67%. O

    coordenador de Fiscalizao Direta,

    Bensio Jos, explica como o atual

    planejamento, realizado junto ao

    superintendente Luciano Portal

    Santanna, levou a autarquia aos

    nmeros positivos. (veja mais

    detalhes dessa matria na pgina 9)

    Armando Verglio

    Palestrante Hilrio Bocchi Jnior

    (Pgina 5)

    Formandos da Turma de 2012

  • Setembro de 2012

    Nsio Sousa

    EDIO: EDITORA J. COMRCIO

    3067.9770 - 8762.4422 - 9674.5167

    TABELA DE PRMIOS E GARANTIAS VIGENTE NO MS DE SETEMBRO DE 2012 NOS TERMOS

    DA RESOLUO N 215 DE 6 DE DEZEMBRO DE 2010 DO CNSP DO MINISTRIO DA FAZENDA

    A vez e a hora dos Corretores de Seguros Supersimples: Armando Vergilio

    participa de Audincia PblicaA C o m i s s o d e

    Desenvolvimento Econmico,

    Indstria e Comrcio discutiu

    a incluso de novas atividades

    econmicas no Simples

    Nacional (ou Supersimples).

    A Lei Complementar

    1 2 3 / 0 6 , q u e c r i a o

    Supersimples, exclui algumas

    atividades desse sistema de

    tributao, como empresas de

    transporte interestadual, de

    arquitetura, consultrios

    mdicos e odontolgicos,

    fisioterapeutas, corretoras de

    seguros e de imve i s ,

    academias de ginstica e

    representantes comerciais.

    Entre os participantes

    estava o deputado federal e

    p res idente da Fenacor,

    Armando Verglio dos Santos

    Jr.

    Foram convidados para

    participar da audincia a

    presidente da Associao

    Comercial do Distrito Federal,

    Danielle Bastos Moreira; o

    presidente da Federao

    Nacional dos Corretores de

    Imveis (Fenaci), Carlos

    Alberto Schmitt de Azevedo; o

    d i r e t o r - p r e s i d e n t e d o

    C o n s e l h o F e d e r a l d o s

    Representantes Comerciais

    (Confere), Manoel Affonso

    Mendes de Farias Mello; a

    conselheira do Conselho

    Federal de Fisioterapia e

    Terapia Ocupacional da 8

    Regio (Coffito), Marlene

    Izidro Vieira; o presidente do

    Conselho Federal de Educao

    F s i ca (Confe f ) , Jo rge

    Steinhilber; o representante

    nacional para Relaes

    Institucionais da Associao

    Brasileira das Academias

    ( A c a d ) , J o s G i l b e r t o

    Bertevello.

    A Cmara analisa vrias

    propostas que incluem novas

    atividades no Supersimples,

    entre elas, o PLP 399/08, ao

    qual tramitam apensados

    outros 30 projetos.

    Armando Verglio

    Uma classe organizada pelos nossos sindicatos e pela nossa Federao Nacional de Corretores de Seguros Fenacor. Profissionais que exercem uma atividade de largo alcance em qualquer pas do mundo, seja desenvolvido, emergente e mesmo em desenvolvimento. Em sntese, estamos falando do Corretor Profissional de Seguros, que em nosso pas so mais de 70 mil atuantes em todos os tipos de seguros nos ramos de benefcios e de bens.

    No Brasil, no processo de qualificao dos profissionais corretores de seguros se destaca a Funenseg Fundao Escola Nacional de Seguros que exerce um papel mpar nesse processo de registro e de insero dos profissionais nas suas diversas atividades, como consultores de pessoas

    fsicas e jurdicas na hora de contratar um seguro. A nossa escola nacional de seguros Funenseg atualmente tem renome internacional e hoje j modelo em outros pases, como instituio que sabe desenvolver com muita experincia o ensino de seguros.

    Na histrica experincia de atividades da Funenseg, se destacam os seus tcnicos, professores, consultores e dirigentes, equipe de renome internacional bem preparada para ensinar e qualificar os entes do mercado e mostrar sociedade o que seguro e suas diversas importncias para o desenvolvimento de um pas. Uma sociedade no cresce sem o mercado de seguros. So dois os ramos bsicos de seguros: Seguro de bens patrimoniais (mveis e imveis) e de benefcios (vida, acidentes pessoais, previdncia e capitalizao). Ambos so importantes para as pessoas e instituies.

    A famlia, as empresas, o Estado, enfim, o seguro importante para todos, pois mantm o patrimnio pessoal e empresarial aps as catstrofes, os acidentes, as doenas e os sinistros em geral. Por conta disso, os corretores de seguros so profissionais altamente valorizados pela sociedade, do ponto de vista social, poltico e econmico. Vale ressaltar que a profisso do corretor de seguros organizada, normatizada e fiscalizada por duas legislaes bsicas: A Lei n 4594/64 e o Decreto Lei 73/66, isto sem falar em nosso cdigo de tica.

    A Superintendncia de Seguros Privados Susep a entidade que regula as atividades de seguros no Brasil. Entidade tambm com extensa folha de servios prestados ao mundo dos seguros, pois a Susep, a exemplo da Funenseg, como j falamos, tem destaque internacional devido ao trabalho que vem realizando no Brasil principalmente nos ltimos anos, na criao de novos seguros para atender as camadas de menor poder aquisitivo da populao, fiscalizao das atividades tanto no mbito das empresas seguradoras e dos corretores de seguros, atuando nos processos de denncias dos segurados, enfim, um exemplo de administrao que tambm vem sendo espelho para, inclusive, pases do primeiro mundo.

    O Brasil nos dias atuais visto como um grande mercado mundial de seguros no s pelo volume de negcios que so feitos aqui, destaca-se tambm pelos novos negcios que nos ltimos anos vem crescendo em percentuais importantes nas classes C e D, mas tambm pela organizao dos corretores de seguros em torno dos seus sindicatos em todos os estados e sob a coordenao da Fenacor, e a gesto atual, moderna, do rgo regulador, a Susep.

    O processo de globalizao da economia moderna na era atual transformou os corretores e as empresas corretoras de seguros em um servio internacional e ns, corretores profissionais de seguros tivemos que nos adaptar nesses novos padres de qualidade. Assim sendo, como os mercados so dinmicos e as economias sofrem mudanas devido a essa dinmica global de mercado, a nossa profisso uma atividade tambm extremamente aquecida, e somos obrigados a enfrentar esse intenso aquecimento. Foi assim na primeira dcada do terceiro milnio, est sendo assim em 2012 e no ser diferente no ano de 2013. Intensas mudanas e aperfeioamento das funes de assessoramento do segurado j despontam no horizonte.

    Junte-se a esse processo de destaque internacional que v o Brasil como um dos maiores mercados do planeta, a organizao e qualificao dos mais de 70 mil corretores. Hoje mais de 90% dos corretores brasileiros possui o ensino bsico completo e, em alguns estados como So Paulo e Rio de Janeiro, mais da metade tem nvel superior. A Funenseg vem exercendo um importante papel nesse aspecto realizando cursos, seminrios e incentivando a categoria a se manter em um processo permanente de aprendizado.

    importante tambm lembrar que, na profisso de corretor de seguros no Brasil, atuam profissionais de nvel universitr