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Publicação de março de 2011

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  • Informativo Mensal da Parquia So Cristvo | Ano 3 | N 38 | MARO de 2011

    VariedadesPgina 14

    O dzimo deve serum sinal de f Pag 3

    A bno dagarganta Pag 4

    Comunidade Paroquial So

    Cristvo se alegra com

    a Ordenao Diaconal de

    Elizandro

    DEDICAO E CONFIANA

  • ::EditorialProclamas deCasamentos

    MARO/2011

    2 Parquia So Cristvo | MARO | 2011

    O Jornal Parquia So Cristvo uma publicao mensal feita pela Letras Editora para a Parquia So Cristvo.Endereo: Rua Anita Garibaldi, 87 - Centro - Itaja - SC / Fone/Fax: (47) 3348.3040 Contato Comercial: Snia Bittencourt / Fone: (47) 8405.9681Colaboradores: Dom Murilo S. R. Krieger, Mrcio Antnio Reiser, Dicono Vital Feller, Pe. Silvano Joo da Costa, Agnes Maria, Paulo Cardoso, Vili Maschio, Roberto Martins (RCC) e Nahor Lopes de Souza Jnior.

    Organizao: Pe. Nelson Tachini - Proco | Rita de Cssia dos Santos SilvaDiretor: Carlos Bittencourt Diagramao: Solange Maria Pereira Alves

    EXPEDIENTE Parquia So Cristvo: Rua Odlio Garcia, 445 - Cordeiros -

    Itaja / Fone: 47 3341.1408

    O Nubente:Marcirio de Oliveira, casado, filho de Joo de Jesus de Oliveira e de Amlia Terezinha de Oliveira, residente na rua Mrio Bento dos Passos, 221 no bairro Cordeiros, em Itaja-SC com 40 anos;

    A Nubente:Mrcia Maria da Silva de Oliveira, ca-sada, filha de Osair Loureno da Silva e de Fausta Silveira da Silva, residente na rua Mrio Bento dos Passos, 221 no bairro Cordeiros em Itaja-SC com 32 anos;Casam-se em Maro/2011

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    O Nubente:Leonardo Maurcio dos Santos, soltei-ro, filho de Pedro Maurcio dos Santos e de Salete Delfino, residente na rua Ver. Nestor dos Santos, 738 no bairro Cordeiros, em Itaja-SC com 26 anos;

    A Nubente:Juliana Rosa, solteira, filha de Osmar Rosa e de Jocelina dos Santos Rosa re-sidente na rua Ver. Nestor dos Santos, 738 no bairro Cordeiros, com

    Casam-se em Maro/2011

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    O Nubente:Roberto Nascimento Oliveira, solteiro, filho de Valmir Oliveira e de Olinda Nascimento Oliveira, residente na rua Henrique Bianchini, 255 no bairro Cor-deiros, em Itaja-SC com 33 anos;

    A Nubente:Daniela Alvarez, solteira, filha de Mar-lon Alvarez e de Solange Gottschalk residente na rua Henrique Bianchini, 25538 no bairro Cordeiros, com Casam-se em Maro/2011

    O Jornal Informativo da Parquia est chegando em suas mos. Ele quer ser um instrumento de comunicao da vida pastoral da Parquia, de unidade da comunidade e fonte de inspirao no seguimento de Jesus Cristo. Por isso receba-o bem, leia-o e agradea ao Senhor pelo que contm de aes na construo do Reino de Deus.

    No ms de maro d-se incio de forma geral, grande parte das aes promotoras da vida religiosa e espiritual da Parquia e da Igreja catlica.

    Dia 9, abre-se mais um tempo litrgico muito forte para os cristos. Tempo de preparao para a Pscoa. Dentre as maneiras de preparao a Igreja prope uma atenta e prolongada escuta da Palavra de Deus; a orao como um exerccio pessoal e comunitrio da pessoa se dispor s iniciativas da ao de Deus; o jejum e a abstinncia como auxiliar no exerccio da vontade e da liberdade; a esmola como expresso de nossa solidariedade. A Campanha da Fraternidade iniciada no Brasil h algu-mas dcadas, neste ano nos indica que a Fraternidade tem muito a ver com o planeta onde habitamos. Com o tema Fraternidade e a Vida do Planeta e o lema A criao geme em dores de parto, nos faz sentir que o Planeta criado por Deus e deixado para a humanidade e demais seres ocupar se no receber maiores cuidados da criatura humana sofrer s-rias consequncias.

    No ms de maro muitas atividades pastorais tm seu incio oficial. Ao final de fevereiro e a partir deste ms dedicaremos mais ateno pas-toral ao loteamento Santa Regina.

    Desde fevereiro e ao longo deste ano a comunidade paroquial tam-bm mantm uma expectativa quanto presena e ao dos padres do Sagrado Corao de Jesus, aqui representados pelo proco e vigrios pa-roquiais, no que se refere ao modo da prtica pastoral e seu carisma.

    A partir deste ms a Parquia continuar os encaminhamentos para fortalecer as coordenaes pastorais paroquiais visando a unidade Paro-quial, a valorizao de todos os agentes de pastoral e o fortalecimento das aes pastorais, tendo em vista sua eficcia.

    Pe. Nelson Tachini scj

  • Parquia So Cristvo | MARO | 2011 3

    Palavra do PastorQUARESMA:

    Tempo de Amor

    Dom Murilo S.R. Krieger, scjAdministrador Apostlico de Florianpolis e

    Arcebispo eleito de So Salvador da Bahia

    O DZIMO DEVE SER UM SINAL DE F

    Professores universitrios e adolescen-tes, comercirios e executivos, favela-dos e cobradores de nibus que ontem, Quarta-Feira de Cinzas, dirigiram-se igreja, ouviram todos a mesma advertncia: Lembra-te que s p, e ao p hs de voltar! Quantos meditaram, depois, nessa profunda verdade, outro problema. Sentimos em ns um dese-jo to grande de viver que procuramos abafar todo e qualquer pensamento ligado idia de destruio, de sofrimento ou de morte.

    Mas, se refletirmos bem, chegaremos uma concluso muito objetiva: pelo fato de nos lembrarmos que somos p, longe de per-dermos o gosto pela vida, teremos, isso sim, uma idia mais exata e real de seu valor.

    Somos p. Essa verdade obriga-nos a ficar com os ps bem firmes no cho. Ajuda-nos, tambm, a olhar o mundo, os homens e os acontecimentos com um olhar mais realista. De nada adianta algum passar a vida procurando enganar-se a si mesmo ou ignorando a prpria verdade. Nem por isso os acontecimentos se transformaro ou a verdade perder sua fora.

    A cerimnia das Cinzas obriga-nos a ser-mos honestos conosco mesmos; ajuda-nos a enfrentar situaes que nem sempre nos agra-dam; e coloca-nos diante da verdade. A im-posio das cinzas um convite a refletirmos especialmente sobre nossa liberdade interior, num mundo e numa poca em que ela dia-riamente ameaada. Segundo o Evangelho, livre quem capaz de amar, quem disponvel, quem sabe servir. A liberdade deve ser cons-tantemente reconquistada e aprofundada por-que no um dom estvel, nem est cercada de garantias ou defendida por armas potentes. Pelo contrrio, frgil, muito frgil. S com o tempo que descobrimos ser ela mais forte do que reinos, do que ideologias e riquezas.

    tempo de Quaresma. No tempo de tristeza ou de angstia. Se verdade que so-mos p, e que ao p voltaremos, no menos verdade que Deus tambm se fez p na pes-soa de Jesus. Por isso mesmo a Igreja insiste em colocar diante de ns o Filho de Deus, que esvaziou-se a si mesmo e assumiu a condio

    de servo... Humilhou-se e foi obediente at morte, e morte de cruz (Fl 2,7-8). Por sua cruz e obedincia, Cristo conquistou-nos a salva-o.

    necessrio, agora, imitarmos nosso Mestre, assumindo a condio de discpulos. Ele quer ser seguido unicamente por pessoas livres. Por isso, as penitncias que a Igreja nos prescreve nesse tempo, tais como o jejum e a abstinncia de carne em certos dias, e as que nosso amor nos levar a fazer, so justamente para que sejamos mais livres, mais desimpedi-dos e generosos.

    Para alguns, tornar-se livre poder signi-ficar uma maior fidelidade a seus deveres na famlia, no trabalho ou na comunidade. Para outros, significar maior preocupao pela jus-tia, na linha do que o Senhor ensina atravs do profeta Isaas: Por acaso no consiste nisto o jejum: pr em liberdade os oprimidos e despe-daar todo o jugo? (Is 58,6). Para um terceiro grupo, poder significar deixar de fumar, de be-ber e de divertir-se, tendo em vista os apelos transmitidos pelo profeta Joel: Agora, retor-nai a mim todo o vosso corao, com jejum, com lgrimas e com lamentao. Rasgai os vos-sos coraes, e no as vossas roupas, retornai ao Senhor, vosso Deus, porque ele bondoso e misericordioso, lento na ira e cheio de amor, e se compadece da desgraa (JI 2,12-13).

    A liberdade que conquistarmos com tais prticas no ser um fim em si mesma. Quanto mais livres formos, melhores condies tere-mos de caminhar ao encontro daquele que, h muito tempo tomou sua cruz e veio em nossa direo. E, por causa dele, repartiremos nosso po com o faminto, recolheremos em nossas casa os desabrigados e vestiremos aqueles que estiverem nus (cf. Is. 58,7). Fazendo isso, nos-sa justia ser como a aurora, a cura de nossas feridas se operar rapidamente, a justia ir nossa frente e a glria do Senhor ir nossa retaguarda. Ento clamaremos por socorro e o Senhor nos responder: Eis-me aqui! (Is 58,9).

    Verdadeiramente, Quaresma no tem-po de tristeza. , antes, tempo de amor.

    No sei se voc dizimista, nem o quanto oferece a Deus como dzi-mo, em resposta a tudo o que Ele tem dado voc e sua famlia. Quando se fala de dzimo e de ser dizimista, sempre um assunto que se torna pesado, cheio de perguntas, de criticas, e porque no dizer de desaforos. Para a gente entender e acei-tar com alegria preciso ouvir a Palavra de Deus. Podemos ouvir quando algum faz a leitura, e tambm lendo a Bblia, que o Livro da Palavra de Deus.

    A Bblia Sagrada nos diz que as pesso-as de f sempre apresentaram como Dzi-mo, os frutos do trabalho. Se o produto fos-se trigo, apresentavam os melhores gros. Se eram animais, o mais cevado. Tudo que era separado como dzimo era levado ao Templo do Senhor. Era apresentado como sinal de agradecimento. O povo fiel, des-de os tempos mais antigos se manifestava agradecido apresentando o seu dzimo com alegria. Fazia parte do grupo que honram o Senhor com o corao e no somente com a devoo ou pela obrigao.

    No tempo do Profeta Malaquias apa-receram alguns membros da comunidade que dominados pela ganncia inverteram as coisas. Ao invs de apresentarem o me-lhor com alegria, comearam a apresen-tar as piores espigas de trigo. Quanto aos animais deixaram de apresentar o sadio. Chegavam ao Templo trazendo poucas vasi-lhas