Jornal Paróquia São Cristóvão

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Edio do Ms de Setembro

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<ul><li><p>Informativo Mensal da Parquia de So Cristvo | Ano 2 | N 32 | Setembro de 2010</p><p>VariedadesPgina 14</p><p>Renovao das Promessas do Batismo Pginas 8 e 9 </p><p>Dia do CatequistaPgina 4</p><p>Deus no escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos. </p><p>O Retiro Espiritual dos Catequistas aconteceu nos dias 30/31 de julho e 1 de agosto, na Casa de Retiros de Rio dos Cedros, do qual participaram sessenta catequistas, e que teve como Orientador Espiritual o Padre Marcelo Telles, </p><p>Proco da Parquia Nossa Senhora Aparecida, do bairro Procasa, de So Jos. Pgina 15</p></li><li><p>2 Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010</p><p>Editorial</p><p>Exp</p><p>edie</p><p>nte O Jornal Parquia So Cristvo uma publicao mensal feita pela Letras Editora para Parquia So Cristvo. Endereo: Rua Anita Garibaldi, 87 - Centro - Itaja - SC / Fone/Fax: (47) 3348.3040 </p><p>Contato Comercial: Snia Bittencourt / Fone: (47) 8405.9681</p><p>Colaboradores: Dom Murilo S. R. Krieger, Leandro Jos Monteiro, Mrcio Antnio Reiser, Dicono Vital Feller, Setor da Juventude, Jos Hermnio de SantAnna, Pe. Silvano Joo da Costa, Agnes Maria e Paulo Cardoso.</p><p>Organizao: Proco: Pe. David Antnio Coelho Rita de Cssia dos Santos Silva</p><p>Diretor: Carlos Bittencourt</p><p>Parquia So Cristvo: Rua Odlio Garcia, 445 - Cordeiros - Itaja /</p><p> Fone: 47 3341-1408</p><p>Diagramao: Solange Alves (solange@bteditora.com.br)</p><p>PROCLAMAS DE CASAMENTOSSETEMBRO/2010</p><p>Jornalista Responsvel: Paulo Henrique de Moura - DRT SC 03432JP</p><p>Na edio do Jornal da Parquia do ms de setembro de 2009, como editorial fizemos um comentrio enfocando a importncia da gua. Foi dito que muito mais im-portante do que alimento, vesturio e outros modernos benefcios coloca-dos disposio do ser humano para que vivam dias melhores. Assistindo o Jornal da Manh do ltimo dia 19 de agosto, chamou minha ateno a colocao de um grupo de cientistas reunidos em congresso, tratando so-bre o problema da desertificao de muitas reas do planeta, enfocando em especial a regio norte e nordeste do Brasil, que sofrem srias agresses por causa do desmatamento e quei-madas praticadas, cujas conseqn-cias esto levando para uma situao irreversvel: vai virar deserto. Quanto tempo levar para isso acontecer no se sabe, mas o quadro da desolao aumenta dia-a-dia, ano-a-ano.</p><p>Pensando na terra, na gua, nas questes graves das queimadas e dos desmatamentos lembrei que o dia 21 de setembro, quando comea-r a primavera, o dia da rvore. O que representa a rvore para voc? a madeira do bero das crianas. A cama sobre a qual nos deitamos para dormir e descansar. A mesa em que nos sentamos ao redor para fazer re-</p><p>feio. a sombra que nos abriga do calor do sol. refgio para os animais e para os pssaros que vivem nas in-tempries. alegria da paisagem. a cabeleira das montanhas, o marco do caminho. o papel dos nossos livros, cadernos, jornais... Exala perfumes segundo sua espcie. Torna o ar res-pirvel, alegra nossos olhos com suas cores e sacia nossa fome com seus frutos.</p><p>Bem cuidada e respeitada im-pede o avano do deserto, a eroso das encostas de rios e de montanhas. A poluio do ar evita enchentes, a seca e ameniza a fria do vento. No seu mundo, a floresta gigante inve-jvel. Nos descampados sombreiros procurados. Nas cidades so coisas raras e onde existem pouco valori-zadas. Se tem vida ser vivente. Se tivesse o dom da fala iria agradecer os que a protegem e cultivam, os que impedem que mos utilizem macha-dos e outros instrumentos cortantes impunemente, sem planejamento para reflorestamento. A rvore faz parte de nossa vida do comeo at o fim. Quando aqui chegamos foi nos-so bero. Na nossa partida ser nosso caixo. Por tudo que representa em benefcios, no seu dia, se possvel for, plante uma nova rvore. </p><p>Ela agradece.</p><p>O Nubente:Marlon Poli, solteiro, filho de Vilmar Poli e de Joceli Justino Poli, residente na rua Maringela Fabeni, 130 bairro Espinheiros, em Itaja-SC com 23 anos; A Nubente:Alice Maria do Esprito Santo Neta, solteira, filha de Valmir Manoel do Esprito Santo e de Regina Santos Esprito Santo, residente na rua Maringela Fabeni, 130 no bairro Espinheiros em Itaja-SC com 36 anosCasam-se em setembro/2010</p><p>x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x</p><p>O Nubente:Robson Costa Jos, solteiro, filho de Ailton Jos e de Jucelia Costa Jos, residente na rua Arnaldo Emilio Daloquio, 310 em Cordeiros, Itaja-SC com 26 anos; A Nubente:Francielle Priscila Feller, solteira, filha de Jos Carlos Feller e de Roseli Santana Feller, residente na rua Francisco Olegrio dos Santos, 231 em Cordeiros Itaja-SC, com 24 anosCasam-se em setembro/2010</p><p>x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x</p><p>O Nubente:Mayckon Vieira, solteiro, filho de Godoberto Vieira e de Terezinha Doraci Linhares, residente em Gensio Vieira, 150 Espinheiros Itaja-SC, com 19 anos;A Nubente:Francielle Gardini, solteira, filha de Jose Amaro Gardini e de Claudia Cardoso, residente na rua Gensio Vieira, 150 Espinheiros - Itaja-SC, com 16 anos;Casam-se em setembro/2010.</p><p>x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x</p><p>O Nubente:Valdeir Lucati Martins, solteiro, filho de Juventino Martins e de Emilia Lucati Martins, residente na rua Csar Augusto Daloquio, 3310 fundos, em Salseiros Itaja-SC, com 30 anos;Nubente:Sandra Mara Reicharts, solteira, filha de Cirineu Reicharts e Marilene Miranda Reicharts, residen-te na rua Jose Francisco Laurindo, 2020 apto 02 So Domingos - Navegantes-SC, com 30 anos;Casam-se em setembro/2010</p></li><li><p>Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010 | 3 </p><p>Palavra do Pastor</p><p>Dom Murilo S.R. Krieger, scjArcebispo de Florianpolis</p><p>Temos necessidade de Ti</p><p>Jesus escandalizou os fariseus ao comer com os publicanos e os pecadores com a mes-ma familiaridade com que comia com eles. Contra os que, dentre os fariseus, estavam convencidos de serem justos e desprezavam os outros (Lc 18,9), Jesus afirmou: Eu no vim chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento (Lc 5,32). Foi mais longe ao proclamar diante dos fariseus que, sendo o pecado universal, os que pretendem no necessitar de salvao esto cegos para sua prpria cegueira. Assim o Catecismo da Igre-ja Catlica resume a necessidade que temos de Jesus Cristo, o Filho de Deus e Salvador (n. 588). Mas, quem Jesus Cristo, esse dom do Pai? uma pergunta que nunca ser res-pondida satisfatoriamente, por dois motivos: dada a riqueza de nosso Senhor e Salvador, quando pensamos ter uma idia clara a seu respeito, nos lembramos de uma palavra sua, de um milagre que fez, de uma graa que re-cebemos... E isso nos faz descobrir que co-nhecemos pouco, muito pouco, da riqueza de seu Corao. Um outro motivo: desde que ele prprio levantou algumas perguntas a seu respeito - Quem dizem que eu sou? E vs, o que dizeis de mim? -, muitos descobriram que responder-lhe posicionar-se, revelar o prprio corao, e nem todos gostam de co-nhecer a prpria verdade.</p><p>Telogos, escritores, artistas e poetas po-dem ajudar-nos a responder quem Jesus Cristo. o caso do literato italiano Giovanni Pa-pini (1881-1956), que na primeira fase de sua vida era um escritor anti-religioso, anticristo e confessadamente ateu. Tendo se convertido ao catolicismo em 1920, conservou sempre um estilo polmico e arrebatado. Em 1921, escreveu um livro sobre Jesus Histria de Cristo-, que termina com a seguinte orao: </p><p> Cristo, temos necessidade de ti, s de ti e de ningum mais. S tu, que nos amas, podes </p><p>ter por ns, sofredores, a piedade que cada um no sente por si mesmo. S tu podes sen-tir quo grande, quo imensamente grande, a necessidade que temos de ti neste mundo, nesta hora do mundo...</p><p>Todos necessitam de ti, mesmo os que te ignoram. O esfaimado julga procurar po e tem fome de ti. O que tem sede imagina que quer gua, e tem sede de ti. O enfermo tem iluso de desejar a sade, e seu mal tua au-sncia. Todo aquele que no mundo procura o belo, procura-te sem o saber, pois tu s a beleza ntegra e perfeita. Aquele que nos seus pensamentos investiga a verdade digna de conhecimento, busca a ti. Quem estende os braos para a paz, estende os braos para ti, que s a nica paz onde os coraes podem repousar. H os que te chamam, sem o saber que a ti que chamam, e o seu clamor indi-zivelmente mais doloroso que o nosso...</p><p>Sabes quo grande , nos tempos em que vivemos, a necessidade de teu olhar e de tua palavra. Sabes que um s de teus olhares pode transformar nossas almas; que tua voz pode arrancar-nos do lixo das nossas misrias. Sa-bes, melhor e mais profundamente que ns, que tua presena urgente nestes tempos que te desconhecem. Vieste da primeira vez para salvar; nasceste para salvar; falaste para salvar; foste crucificado para salvar. Tua arte, tua obra, tua misso, tua vida salvar. E temos hoje, nestes dias sombrios e malignos, nestes anos que so um amontoado de horror e de dor, temos necessidade, sem demora, de ser salvos...</p><p>Esperamos-te. Esperamos-te cada dia, apesar de nossa indignidade. Todo amor que pudermos espremer de nossos coraes sofri-dos ser para ti, Crucificado, que foste tortu-rado pelo amor que tens por ns, e que agora nos torturas com a violncia de teu amor um amor que ningum pode abafar. </p><p> medida que tomamos cons-cincia de que somos Igreja, que professamos a mesma f em Jesus Cristo, medida que queremos per-manecer unidos a Jesus Cristo pela prtica do amor fraterno, tambm vamos nos sentindo responsveis uns pelos outros.</p><p>Esta co-responsabilidade nos ajuda compreender que alm da Famlia de Sangue fazemos parte da Famlia Divina, a Igreja, que nos aju-da ser mais comungantes da vonta-de do Esprito Santo.</p><p>Ao reconhecermos este paren-tesco, cuja compreenso torna-se cada vez mais esclarecida sempre que mantermo-nos unidos, deve-mos reconhecer tambm que a oferta do dzimo est intimamente ligada a este compromisso, e que pelo dzimo expressamos concreta-mente nossa preocupao com as necessidades da comunidade que costumeiramente participamos dos servios religiosos e de pastorais. </p><p>A oferta do dzimo s tem sen-tido se o fim ltimo o bem espi-ritual, pastoral e social de todos que fazem parte da comunidade. A oferta do dzimo no deve ser direcionada para investimentos lu-crativos. Sua principal finalidade manter o patrimnio religioso da(s) comunidade(s). Quanto as pessoas que prestam servios permanente nas comunidades, e que so regis-tradas como funcionrios(as), tm direito a remunerao. O que no pode, e por isso no correto, to-mar do valor arrecadado, e que ex-pressa sacrifcio de muitos, para se obter vantagens.</p><p>Nossas comunidades, graas ao bom Deus, tem demonstrado boa conscincia com o que recebem dos(a) nossos(as) amados(as) dizi-mistas. Estamos reformando nossos </p><p>Templos de Orao, construindo salas que se destinam a formao catequtica, adequando nossos equipamentos de acordo com as orientaes litrgicas e pastorais, e muito mais. O objetivo deve ser sempre a total realizao dos paro-quianos. </p><p>Estas consideraes mostram como o dzimo assume uma dimen-so privilegiada dos nossos compro-missos financeiros. Ao reconhecer o senhorio de Deus com o olhar vol-tado para a comunidade, tornamo-nos mais do que coadjuvantes, tor-namo-nos agentes providentes que ajudam acontecer a evangelizao.</p><p> importante saber onde est sendo investido o seu dzimo, pois como membro do corpo de Cristo, a Igreja, e responsvel pelo bem deste corpo, voc tm o direito de acom-panhar os projetos que esto sendo executados, e se os valores corres-pondem. </p><p>O dzimo sem uma viso comu-nitria, perde seu sentido. Sem o olhar da comunidade e sem objetivo claro voltado para o bem da mesma, de nada serve. Deus quer nosso d-zimo para que seus filhos possam usufruir de benefcios que favore-am melhor agilizao dos trabalhos das pastorais.</p><p>Voc, querido(a) paroquiano(a) dizimista, est vendo o quanto es-tamos fazendo de bom em favor de sua comunidade. Fique tranqilo(a). Sua oferta, sua doao, est sendo administrada com responsabilida-de.</p><p>Se voc apresenta seu dzimo pelo envelope mensal, no esquea de retir-lo, no 1 Domingo de cada ms, no balco da Pastoral do Dzi-mo, e devolv-lo, com sua oferta, em uma das Celebraes da Eucaris-tia e da Palavra do 2 Domingo.</p><p>DZIMOEXPRESSO FORTE DE COMUNIDADE</p></li><li><p>4 Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010</p><p>Em nossa Parquia foi comemorado na noite do dia 21 de agosto, porque no dia 29 aconteceu uma atividade formativa para os que sero Crismados dia 05 de setembro. </p><p>O importante que nossos catequistas da 1 Eucaristia, da Crisma e do Batismo compareceram em grande nmero para participarem da Santa Missa de Ao de Graas, e depois, no Salo Paroquial, do saboroso jantar que lhes foi oferecido com muito amor, </p><p>como tambm o singelo presente, o qual muitos elogiaram e agradeceram.</p><p>PARQUIA EM AO</p><p>DIA DO CATEQUISTA</p></li><li><p>Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010 | 5</p><p>marcioantonioreiser@gmail.comhttp://marcioreiser.blospot.com</p><p>Marcio Antonio Reiser O.F.S</p><p>A NATIVIDADE DE NOSSA SENHORA</p><p>08 DE SETEMBRO</p><p>PARABNS VIRGEM MARIAHoje o teu dia: Nasceste; Vieste</p><p> sem mancha luz: com teu natal tu nos deste o teu filho Jesus.</p><p>Durante o ano, quando celebramos as festas maria-nas, e cada dia em vrias ocasies, ns, os cristos, pen-samos muitas fezes na Stma. Virgem. Ela a criatura, por excelncia, privilegiada na histria da salvao, porque foi em Maria que o verbo se fez carne e habitou em ns. </p><p>Hoje o dia em que Deus comea a pr em prtica o seu plano eterno, pois era necessrio que se construsse a casa, antes que o rei descesse para habit-la. Uma linda casa, porque, se a sabedoria constri uma casa com sete colunas trabalhadas, este palcio, que Maria, est ali-cerado nos sete dons do Esprito Santo.</p><p>ONDE NASCEU A VIRGEM MARIA?</p><p>A disputa recai sobre trs grandes cidades; Belm, Sforis ou Jerusalm, afinal qual das trs teve a honra de ter sido o local do nascimento. </p><p>A primeira Belm. Deve-se essa tradio ao fato de Nossa Senhora ser da estirpe real, da casa de Davi. Tal hiptese no se sustenta.</p><p>Outra tradio nos diz que ela nasceu em Sforis a poucos quilmetros ao norte de Belm, pois seus pais Ana e Joaquim l residiram. Tambm, s por esse fato, tal hiptese no se sustenta.</p><p>A hiptese mais aceita por um grande nmero de historiadores, a de que a Virgem Maria nasceu em Je-rusalm.</p><p>Uma antiga tradio nos diz que seus pais moravam em Jerusalm, ao lado da piscina de Betesda, onde hoje se ergue a Baslica de Santa Ana, e foi ali que nasceu a </p><p>sempre Virgem Maria.Na Igreja, somente em trs casos comemoramos o </p><p>dia do nascimento: o de Jesus Cristo, o de Nossa Senhora e o de Joo Batista.</p><p>Diz-se que a festa da natividade, teve incio no oci-dente no ano de 430 por iniciativa de So Maurlio. A tradio nos diz que um respeitado senhor de Angers na Frana, encontrava-se na pradaria de Marillais, na noite de 08 de setembro daquele ano, quando ouviu os anjos cantando no cu, perguntou-lhes qual o motivo do cnti-co, responderam-lhe que cantavam em razo do aniver-srio de Nossa Senhora.</p><p>A comemorao espalhou-se rapidamente por toda a Igreja, porm somente no ano de 1245, durante o Con-clio de Lyon que o Papa Inocncio IV estendeu oficial-mente a festividade a toda igreja.</p><p>A pequena...</p></li></ul>