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Jornal da semana do dia 26 de Março a 1º de Abril de 2010

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  • O SudoesteWWW.OSUDOESTE.COM Ano VII - Edio 346 - R$ 2,50Semanal, 26 de Maro a 1 de Abril de 2010

    FRANCISCO BELTRO

    Mecnica Wande est em novo endereo

    A Mecnica Wande est com mais espao para melhor atender os seus clientes, agora, na Rua Porto Alegre, 620 no bairro Alvorada. Pag.5

    Marcelo Almeida justifi ca voto contra Emenda IbsenDeputado federal pelo PMDB foi o nico do Paran a

    votar contra proposta. Pag.5

    Agricultores do Sudoeste participam de seminrio em Curitiba

    Um grupo de agricultores de Nova Prata do Iguau, Salto do Lontra Nova Esperana do Sudoeste, Enas Marque e Francisco Beltro participou em Curiti-ba Capital do Estado de um Seminrio no dia 18 de maro de 2010. Pag.5

    Objetivando de contribuir com o aprendizado dos alu-nos que freqentam a Escola Municipal Carmelo Scotton do Bairro Itaipu, ensino fundamental de 1 a 4 srie, na tarde de quarta-feira a ASR Associao de Senhoras de Rotaria-nos fez a entrega de dezenas de livros para a instituio.

    Os livros, de vrias colees, foram adquiridos por um preo de custo junto ao Bazar Lize.

    Na entrega estiveram presentes a presidente da ASR, Diane Reda e outras mulheres da associao, alm da diretora da escola, professora Vera de Ges Bonin, a bibliotecria, Adelaide Wessling e alguns alunos que j tiveram a oportunidade de conhecer os novos livros.

    SALTO DO LONTRAASR doa livros a Escola Carmelo

    Scott on do Bairro Itaipu

    FRANCISCO BELTRODepto. de Cultura lana Caderno

    Cultural Feiras e Exposies

    Diretora de Cultura Tnia P. Ghedin, Prefeito Wilmar Reichem-bach e a primeira dama Mara Reichembach. Pag.5

    MMMOOMMMMEENNNTTTOOO.CCOOMM

    No desistir Jamais

    Pag.2OOOOPPINNNIIOO

    O direito e o direito a burrice

    Pag.2EECCCOONNNOOMMMIAAA

    Dfi cit comercial chins pode

    tertardar valorizao da

    moedaPag.2

    CCOOOOLLUUNNNAAA EESPPPOORRTTEE

    Brasileiro Amauri na

    seleo da ItliaPag.5

    EEEVVVEENNNTTOOOOSS

    Projeto e-music my soul estria

    amanhPag.6

    NNNOOVVVVEELLLAA

    No centenrio de Chico Xavier,

    Globo ter novela e srie com tema

    espritaPag.7

    RRREECCCEEIITTTAA

    Curau, sobremesa a moda antiga

    Pag.7

  • Semanal, 26 de Maro a 1 de Abril de 2010O Sudoeste - Ano VII - Edio 3462 EDITORIAL

    H seis anos integrando o sudoeste do Paran pela informao e formando conhecimento.

    *Os artigos e colunas publicados(as) so de responsabilidade de seus autores e no representam necessariamente a opinio deste jornal.

    Rua Maranho, 375B - CentroFrancisco Beltro - Paran - CEP 85601-310

    Fone/Fax: (46) 3055 4488

    Diretor Geral: Cludio ngelo PeruffoDiretor de Redao: Carlos Eduardo PeruffoDiretor de Marketing: Lucas Augusto Peruffo

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    Sudoeste Negcios: classifi cados@osudoeste.comwww.osudoeste.com

    www.momento.com.br

    Centro Esprita Mensageiros da PazReunies Pblicas

    Quarta-feira18:30h Atendimento Fraterno20:00h Palestra e FluidoterapiaQuinta-feira08:30h Palestra e FluidoterapiaSexta-feira18:30h Atendimento fraterno

    20:00h Palestra e FluidoterapiaSbados14:00h Evangelizao Infantil - Musicalizao / Estudo Sistema-tizado15:00h Juventude Eprita / Estu-do sistematizado

    Rua Antnio Carneiro Neto, 1212 - Francisco BeltroFone: 46 3524 6934

    26 Dia do Cacau27 Dia do Circo28 Dia do Diagramador; Dia do Revisor30 . Dia Mundial da Juventu-

    de31 Dia da Integrao Nacio-nal; Dia da Sade e Nutrio31 . Aniversrio do Golpe Mi-litar - 1964

    Datas Comemorativas

    Charge

    No desistir jamais!Voc j pensou em abandonar algum compromis-

    so, alguma atividade antes de acab-la, s porque esta-va difcil demais?

    J se viu desistindo de resolver um grande proble-ma, porque ele se mostrou maior do que voc estava disposto a solucionar?

    Talvez muitos de ns j tenhamos passado por al-guma dessas situaes. O de desistir de algo, de algum intento, de algo previamente planejado.

    Algumas vezes o motivo o cansao, outros o de-sestmulo, ainda pode ser a falta de perspectiva... Seja qual for a causa, o resultado sempre o mesmo: tarefa inacabada, tarefa adiada.

    Nosso livre-arbtrio nos permite tal ao, mas a resposta da vida ser sempre a mesma: em algum mo-mento, nos encontraremos novamente com o com-promisso, a fi m de conclu-lo.

    Quanto mais importante for o compromisso adia-do, mais tormentos e difi culdades, e mais energia vai-nos exigir para a sua continuidade.

    Ser sempre mais trabalhoso retomar o compro-misso mais tarde pois, ao abandon-lo, ele no se ex-tingue, apenas continua l, do mesmo tamanho e to desafi ador como sempre.

    Desses compromissos que, algumas vezes pensa-mos em adiar, abandonar, fugir, sem dvida, o maior deles a prpria vida.

    Voc j se deu conta de que viver um grande com-promisso de ns para conosco mesmo e para com Deus?

    Ningum vive por acaso, por obra do acaso e de maneira aleatria.

    A vida de cada um de ns experincia de extrema importncia em nossa histria de Espritos imortais.

    A cada vida, um planejamento, uma programa-o, sob a tutela e os cuidados da Providncia Divina, para que tudo ocorra da melhor maneira possvel.

    Dessa forma, natural que, para nossa vida, tambm estejam programados embates, desafi os, alguns dissabo-res... So os resultados do ontem refl etindo no hoje.

    Mas todas as experincias que a vida nos oportuniza so para aprendizado, nada ao acaso, nada tempo perdido.

    Por isso, evadir-se da vida pelo caminho infeliz do suicdio opo insensata dos que imaginamos que todos os nossos problemas se solucionaro ao darmos as costas para eles.

    Os problemas no s continuaro, como estaro aguardando nossas aes para sua soluo, em mo-mento oportuno.

    iluso imaginar que a morte ir trazer a solu-o dos problemas. Pelos caminhos tristes do suicdio, ela nos trar apenas a decepo para quem se iludiu, imaginando que a vida acaba com a morte do corpo, esquecendo-se que a alma permanece.

    Os nossos problemas so os mais adequados para a nossa estrutura emocional e para nossas capacidades.

    Ningum no mundo est abandonado. Deus, como Pai amantssimo, cuida de cada um de ns, com um desvelo que poucas vezes nos damos conta.

    * * *Se algum dia tal ideia infeliz lhe passou pela cabea,

    liberte-se dessa infame iluso, pois que, por esses caminhos, a morte nada lhe trar a no ser a certeza de que tudo o que voc quer abandonar hoje, ter que ser retomado mais tarde, sob a injuno de maiores difi culdades e dores.

    Sem dvida, o dia de hoje, o momento atual, o mais adequado, favorvel e feliz para a soluo dos seus problemas.

    Redao do Momento Esprita. Em 19.03.2010.

    Por Percival PugginaLonge de mim recusar o direito burrice. O que

    deve ser negado a burrice ao Direito. O Direito afeta o conjunto da sociedade, exigindo, portanto, cuidadosa aplicao da inteligncia no sentido da Razo. preciso proteg-lo da burrice.

    H alguns meses, aps palestra a alunos de uma Fa-culdade de Direito, ouvi de um estudante candente ma-nifestao de apoio invaso de terras e ao do MST. Ora, nos cursos de Direito formam-se profi ssionais cuja atividade mais comum ser a de defender interesses de seus constituintes no contexto do emaranhado legal do pas. Essa e outras atividades que compe o cotidiano dos operadores do Direito se desenvolvem em torno de uma coisa chamada processo. O devido processo. Ele o meio dentro do qual se movem os profi ssionais do Direito e o aparelho judicirio. Sem ele no podem operar as partes nem decidir os magistrados. Portanto, expliquei ao rapaz, a menos que se deseje condenar misria os diplomados nas carreiras jurdicas, transferin-do prestgio e renda para as profi sses de pistoleiro e capanga, seria prudente para dizer o mnimo rever sua posio. Um bom advogado deve ser intransigente defensor do devido processo!

    provvel que de nada tenha adiantado o que eu disse. Certas ideologias envolvem a razo num casulo e obliteram o entendimento. Faa a experincia, entre num site ou blog de esquerda que tenha espao para interatividade e tente argumentar contra alguma ideia ali exposta. Eu fi z isso ontem. Pesquisando sobre o PN-DH-3 (aquele decreto federal sobre direitos humanos para o qual Lula e Dilma fi zeram a maior festa, e de-pois alegaram desconhecer seu contedo) deparei-me com um artigo que me interessou. O autor, formado em Direito, defendia o decreto presidencial e, em par-

    O direito e o direito burriceticular, apoiava aquela mediao que pretende tornar obrigatria a audincia a organizaes da sociedade como condio prvia concesso de liminar para rein-tegrao de posse em casos de invaso de propriedade. O decreto prope que o juiz, quando isso ocorrer, s possa deliberar aps ouvir certas organizaes militan-tes, em reunio conjunta com os invasores e o invadido. Uma zorra na vara!

    Lendo o referido artigo no blog de um advogado, adicionei ali uma observao mostrando que essa exi-gncia cerceava a atividade jurisdicional, colocava em p de igualdade o invadido e o invasor, trazia para dar palpites no processo partes que nada tinham a ver com ele e estabelecia mediao onde no havia o que mediar. Foi o que bastou para que o responsvel pelo blog vies-se em socorro minha ignorncia com um argumento to arrasador que o fez sentir-se autorizado a tirar sarro da minha cara. Disse ele, literalmente: Leia a Consti-tuio. Ela estabelece a funo social da propriedade, hehehe.

    E eu fi quei sem saber hehehe o que uma coisa tinha a ver com a outra. A funo social da propriedade um princpio, no autorizao para que um bem possa ser tomado ao bel-prazer de quem o pretenda ter para si. No entanto, nada h de desmesurado na burrice do cavalheiro esse do hehehe. exatamente assim que pensam os a