Jornal O Coletivo edição 103

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Jornal O Coletivo edio 103, novembro/2010

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<p>Confira mais de 50 ofertas de emprego</p> <p>Campinas novembro 2010</p> <p>51 novos nibus so entregues populao</p> <p>O Coletivo</p> <p>Alguns dos novos veculos estacionados na garagem da VB Transportes</p> <p>s empresas VB Transportes e Turismo e Coletivos Pdova, concessionrias do transporte coletivo urbano de Campinas, e o Consrcio UrbCamp investiram mais R$</p> <p>A</p> <p>16,6 milhes na aquisio de 41 nibus convencionais e 10 articulados. Todos os novos veculos esto adequados s normas de acessibilidade determinadas pelo Inmetro, e contam com elevadores que</p> <p>facilitam o embarque e desembarque de pessoas com dificuldade de mobilidade. Com isso, 37% da frota operante na cidade composta por veculos acessveis. Pgina 7</p> <p>Comea Campanha de Natal TransurcAssociao das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), em parceria com o Grupo Bandeirantes de Comunicao e a Federao das Entidades Assistenciais de Campinas (Feac), deu incio Campanha de Natal Transurc 2010. O diferencial da campanha deste ano a arrecadao de produtos de limpeza, uma necessidade constante das entidades assistenciais que receberam as doaes. Alm disso, brinquedos em bom estado e alimentos noperecveis podem ser entregues em qualquer um dos 13 postos de doao espalhados pela cidade. Pgina 6</p> <p>A</p> <p>Ano 9 N0 103</p> <p>Campinas enfrenta segunda pior crise de dengue da histriaSecretaria de Sade j confirmou 2.563 casos da doena na cidade, segundo maior surto da histria. A quantidade de pessoas infectadas em 2010 de 242,6 doentes para 100 mil habitantes. Pgina 9</p> <p>Assaltos nos nibus crescem mais de 80%No ms de setembro foram contabilizados 46 assaltos aos nibus do sistema de transporte coletivo urbano de Campinas. Este nmero representa um aumento de 84% em relao ao ms anterior e uma mdia de 1,5 assalto por dia. Somente nos nove primeiros meses deste ano, as concessionrias registraram 400 ocorrncias. Pgina 12</p> <p>Pense verde!Recicle a informao: passe este jornal para outro leitor. Recicle o papel: no jogue este impresso em vias pblicas.</p> <p>Cresce o nmero de assaltosMemria afro ganha exposioO Centro Campineiro da Memria AfroBrasileira abre suas portas para receber uma nova exposio: Herana tnica espaos e lugares histricos da memria afro-brasileira em Campinas. Ao todo so 21 banners com imagens dos acervos dos museus da Cidade, da Imagem e do Som de Campinas (MIS), do Departamento de Comunicao da Prefeitura e de Jos Luis de Oliveira (Zllus) que apresentam a memria da populao afrodescendente. Alm disso, a exposio inclui duas obras novas que homenageiam negros ilustres como o professor Milton Santos e Nelson Mandela. A exposio ficar aberta visitao at o dia 12 de novembro, com abertura s 8h e fechamento s 17h, no Centro Campineiro da Memria Afro-Brasileira, que fica no Palcio da Mogiana, Rua Visconde do Rio Branco, 468, no Centro, com entrada pela Avenida Campos Sales, 427. nmero de roubos a coletivos pertencentes s frotas das concessionrias VB Transportes e Turismo, Itaja Transportes Coletivos, Expresso Campibus e Onicamp Transporte Coletivo, empresas associadas Transurc, aumentou de forma significativa de agosto para setembro deste ano. Em agosto, foram 25 assaltos contra 46, em setembro, ou seja, houve um aumento de 84%. As regies de maior incidncia de assaltos so Vila Unio, Jardim Itatinga, Jardim So Marcos, Jardim San Martin, Jardim Santa Mnica, Jardim Satlite Iris, distrito de Nova Aparecida, Vila Campos Sales e Parque Itaja. Mensalmente, os nmeros so repassados Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), o rgo gestor do sistema de transporte coletivo, Policia Militar (8 e 25 Batalhes) e Secretaria Municipal de Cooperao nos Assuntos de Segurana Pblica, que de posse dos relatrios podem tomar as providncias necessrias para coibir a insegurana dentro dos veculos. A Transurc e associadas sabem que, por mais que as autoridades policiais queiram coibir a ao dos assaltantes, no h efetivo suficiente para colocar um policial dentro de cada veculo do transporte coletivo, j que so mais de 1.100 veculos operando diariamente em Campinas. E</p> <p>O</p> <p>que teria de ser o dobro dessa quantidade, j que os nibus e micronibus operam durante todo o dia, ou seja, teria de contar pelo menos dois policiais por veculo, fazendo revezamento. Algumas cidades como Piracicaba e Itu, prximas a Campinas, criaram um sistema de cobrana diferenciada de tarifa. Em sntese, as pessoas que pagam em dinheiro tm um preo maior em relao s que usam o carto de passe. Em Piracicaba, por exemplo, apenas 0,34% do total mensal arrecadado em dinheiro, ou seja, 99,66% do movimento ocorre com o uso do carto. Bem simples e eficaz, digase de passagem. E o melhor de tudo que as autoridades policiais podem concentrar seus esforos e efetivos em outros setores, dando maior cobertura populao campineira. Usar o Bilhete nico passou a ser uma questo de cidadania e a sua confeco gratuita. Hoje, tanto nos terminais quanto na sede da Transurc, fazer o cadastramento fcil e rpido. O usurio pode carregar qualquer valor e ainda por cima, alm dos pontos de recarga tradicionais que existem nos terminais, Poupatempo Centro e sede da Transurc, existe a Rede Credenciada Transurc com cerca de 300 pontos espalhados por todas as regies da cidade. Tudo sem fila e sem burocracia. Pense nisso e evite fazer o pagamento em dinheiro.</p> <p>Lixo eletrnico problemaAs dezenas de aparelhos de videocassete empilhadas e sem uso so retrato de um dos problemas mais graves decorrentes do avano tecnolgico. O lixo eletrnico traz srios riscos para o meio ambiente, pois possui em sua composio metais pesados que quando atingem o solo, contaminam o lenol fretico e causam doenas s pessoas que entram em contato com a gua.</p> <p>Um oferecimento:</p> <p>Conselho Editorial: Belarmino da Asceno Marta Jnior, Joubert Beluomini, Jos Roberto Iasbek Felcio, Hlio Bortolotto Jnior, Armando Corra Damaceno, Ennio Viegas de Oliveira Paes Jnior, Haroldo Bola Borges, Antonio Donizeti Turchette, Gerson Rossi e Gian Carlo Muniz Coordenao e edio: Paulo Barddal e Euro Dante</p> <p>Textos: Euro Dante Projeto grfico: Ricardo Cruzeiro Fotos: Gustavo Magnusson Reviso: Marco Antonio Storani Editorao: Euro Dante Jornalista responsvel: Paulo Barddal (MTb 20.856) Visite nosso site: www.transurc.com.br</p> <p>Redao: Rua 11 de Agosto, 757, Centro. CEP 13013-101 - Campinas-SP Telefone para contato: (19) 3731-2645 Publicao mensal para distribuio gratuita entre clientes e colaboradores da Associao das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc). T iragem: 45,5 mil exemplares Impresso: GrafCorp</p> <p>Campinas, novembro de 2010</p> <p>3</p> <p>O Coletivo traz mudanas grficas</p> <p>O</p> <p>jornal O Coletivo, publicao mensal de distribuio gratuita com tiragem aproximada de 50 mil exemplares, traz a seus leitores algumas novidades grficas que tornam sua leitura mais fcil e agradvel. A primeira mudana ocorreu quando o jornal comemorou a impresso de sua edio nmero 100. Os ttulos esto mais diretos e sempre</p> <p>escritos com a mesma cor de fonte, dando um visual mais limpo publicao. Alm disso, os vrios detalhes coloridos, tanto da capa quanto da parte interna, ganharam tonalidades verdes, que remetem importncia do cuidado e da preservao da natureza. A capa ganhou um selo de reciclagem e uma mensagem especial, pedindo aos leitores que repassem o jornal a outras</p> <p>pessoas e no joguem o impresso em vias pblicas. Por fim, O Coletivo teve aumentado o tamanho da fonte usada em seus textos. Esta uma tendncia mundial, observada por especialistas de comunicao e da rea da sade, e que tem como objetivo facilitar ainda mais a leitura e causar menos cansao aos olhos dos leitores, principalmente os mais idosos.</p> <p>Supermercado o rei da sucataO Supermercado de Sucatas Bim tem tradio de 25 anos trabalhando com sobras industriais como ferragens, sucatas eletrnicas e eltricas. Para manter o grande estoque, ele dispe de mais de 30 containers espalhados por diversas indstrias e empresas da cidade, que destinam seu lixo eletrnico para a reciclagem. Para Andr Luis Mendona, responsvel setor financeiro e Recursos Humanos do supermercado, fundamental que as empresas pensem no meio-ambiente e na destinao de produtos que podem contaminar o solo. Outra preocupao de Mendona com a qualidade do transporte que d aos funcionrios do Bim. Os 11 funcionrios que l trabalham recebem o Bilhete nico VT. a forma mais rpida e prtica de garantir economia para a empresa e</p> <p>segurana para o trabalhador, explica Mendona, que ressalta tambm a segurana que a empresa tem ao disponibilizar o VT a seus funcionrios. Quando fao a recarga, o sistema emite um recibo que comprova o pagamento do Vale-Transporte. Se voc empresrio e tambm deseja dar esse benefcio para seus funcionrios, preencha o formulrio</p> <p>de inteno no site da Transurc (www.transurc.com.br) ou agende uma visita com um de nossos representantes comerciais por meio dos telefones 0800 014 02 04 ou (19) 3731-2612, ou pelo e-mail comercial@transurc.com.br. O cadastro fcil e em pouco tempo a empresa j poder cadastrar seus funcionrios para que eles recebam o Bilhete nico VT personalizado.</p> <p>NOSSA OPINIO</p> <p>RTIG</p> <p>37%da frota operante das concessionrias do transporte coletivo urbano de Campinas acessvel, ou seja, tem lugares especialmente demarcados para acomodar pessoas com dificuldades de locomoo, alm de elevadores ou piso baixo para facilitar o embarque e o desembarque.</p> <p>Ausncia de valores gera violnciaverbais, ameaas, brigas, chantagens, apelidos, trotes, roubo, racismo, xenofobias averso a tudo aquilo que vem de outras culturas e nacionalidades , intimidaes, piadinhas, assdios, xingamentos, alienaes, abusos, discriminaes e vrias outras formas de se ridicularizar uma pessoa. Na maioria das vezes a vtima aceita todo o seu sofrimento sem dizer nada a ningum, porm se transforma em uma pessoa triste, constantemente deprimida e sem perspectivas de lutar pelos seus direitos nesse caso ela poder at optar pelo suicdio. Talvez guarde essa mgoa durante anos e de repente, em um momento de exploso, invada sua escola atire nos colegas e em quem atravessar seu caminho, passando da condio de vtima para agressor todavia sempre que a vtima opta por matar, ela pratica o suicdio em seguida. Pode ser tambm que a vtima no consiga reproduzir seus maus-tratos contra o seu agressor, mas o far assim que encontrar uma pessoa mais fraca do que ela, estabelecendo assim o to temido crculo vicioso do bullying. importante ressaltar que o bullying no praticado apenas por alunos e entre alunos. Conforme foi dito anteriormente, ele se traduz em todas as relaes desiguais de poder em que um dos agentes seja ridicularizado ou sofra qualquer tipo de agresso. Portanto, no ambiente escolar, pode acontecer tambm entre alunos e professores inclusive alguns alunos, alm de agredir fsica e verbalmente seus professores na escola, criam perfis em sites de relacionamentos visando a ridicularizlos ainda mais. Em contrapartida alguns professores utilizam o recurso da avaliao para punir e alienar seus alunos; abusam de seus conhecimentos e "poder" para humilh-los. A partir do momento em que o bullying comea a ser praticado independentemente de quem sejam seus protagonistas , ele gera situaes de violncia que podem se estender por toda a sociedade. necessrio que todos os envolvidos no processo educacional estejam atentos a este vilo que permeia a educao do sculo XXI e elaborem planos de ao em que valores como o respeito, o amor, o companheirismo e a cidadania sejam constantemente abordados. Consequentemente os ambientes escolares que investirem nesses valores, to esquecidos em tempos atuais, estaro contribuindo para que a prtica do bullying venha a se extinguir de nossas escolas.</p> <p>Angela Adriana de Almeida Lima formada em Pedagogia com habilitao em Superviso Escolar e ps-graduada nas reas de Psicopedagogia Institucional, Docncia Universitria e Inspeo Escolar.</p> <p>Coleta seletivaSou dona de casa e sempre fao de tudo para preservar a natureza. Tenho uma pequena horta em casa, mas no uso agrotxicos. No jogo o leo das frituras na pia nem na privada. Obrigo meus filhos e meu marido a fazerem a coleta seletiva e, depois, jogo cada tipo de lixo nas caambas determinadas. Achei muito importante a matria sobre preservao que foi publicada no ltimo exemplar de O Coletivo e espero que toda a populao tome conscincia da importncia destes pequenos atos. Maria Auxiliadora C. dos Santos, dona de casa</p> <p>E</p> <p>Vans do PAIEu j tinha visto algumas vans do PAI andando pelas ruas de Campinas, mas no sabia como funcionava este programa. A matria publicada em O Coletivo de outubro mostrou a importncia desse programa para os portadores de necessidades especiais e tirou as dvidas de pessoas que, assim como eu, no sabiam como ele funciona. Carlos Eduardo Bueno, universitrio</p> <p>FALE CONOSCO! Envie comentrios, crticas e sugestes para o jornal O Coletivo: Rua 11 de Agosto, 757, Centro. CEP 13013-101. Ou envie e-mail para jornal@transurc.com.br.</p> <p>m todos os ambientes onde pessoas se encontram, sejam eles de trabalho, famlia, igreja, tribos, estabelecimentos comerciais, hospitais e demais lugares, acontecem relaes interpessoais. Nas instituies escolares elas tambm se evidenciam e originam, muitas vezes, certos dissabores entre seus agentes. Acontece que nessas relaes h sempre um mais forte ou que pelo menos demonstra ser assim e, nessa nsia pelo poder, o suposto mais forte busca sua(s) vtima(s), por intermdio das quais seu domnio ser exercido. Uma vez escolhida a vtima, o agressor ir maltrat-la, visando a ridiculariz-la perante os demais colegas. Algumas pessoas acham por bem assistir a tudo como se nada estivesse ocorrendo so os chamados espectadores. Neste contexto se estabelece o bullying, que tem como protagonistas a vtima, o agressor, o espectador e seu crculo vicioso. A vtima sempre humilhada, "perde" seus pertences constantemente, falta s aulas sem motivo, apresenta baixo rendimento escolar, demonstra insegurana ao se manifestar em pblico, apresenta manchas e arranhes pelo corpo nem sempre as consegue justificar e prefere se manter afastada dos demais colegas. O agressor temido pelos demais, manipula seus espectadores que o auxiliam em suas prticas , anda sempre em grupos, no suporta ser contrariado, apresenta atitudes agressivas por qualquer motivo, seu tom de voz grosseiro, aparece com pertences e lanches de suas vtimas alegando ter sido presenteado por elas. O espectador assiste a tudo na maioria das vezes sem se manifestar, em alguns casos participa como cmplice das agresses, temendo contrariar o agressor, que por sua vez se voltar contra ele. As formas de bullying mais comuns em ambientes escolares so: agresses fsicas e</p> <p>Campinas, novembro de 2010</p> <p>5</p> <p>Almoxarifado da Itaja tem profissional com muita rodagem</p> <p>Cuidadoso, organizado e com boa memria, a forma como Donizete Dias da Silva descreve um profissional que trabalha no Almoxarifado. Para ele, que responsvel por este setor na garagem da Itaja Transportes Coletivo...</p>