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Jornal local de Valongo, com noticias das freguesias de Valongo, Ermesinde, Alfena, Campo e Sobrado.

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  • N 14 - Maro/Abril 2012 Mensal - Director: Agostinho Ribeiro

    ASSINE O JORNAL NOVO DE VALONGOCOLABORE E ESCOLHA UMA DAS DUAS OFERTAS QUE TEMOS PARA SI.

    Leia tudo nas pginas 4

    J abriu na

    Campo contra fim de freguesias

    Dois autocarros idos da freguesia de Campo marcaram presena em Lisboa na manifestao contra a extino de fre-guesias. No dia anterior, na sede de Junta, a au-tarquia organizou um debate sobre a reforma administrativa.

    Na prxima edio vamos abordar o tema na perspectiva do que pode acontecer em Va-longo.

    Presidente do Ermesinde quer relvado novo

    Limpar Sobrado

    A iniciativa Limpar Sobrado voltou a acontecer este ano. Objetivo: sensibilizar para a necessidade de defender o ambiente

    Marco Antnio Costa inaugura Loja Social em Ermesinde

    Afonso Lobo diz que fora que

    governa Cmara de Valongo muito frgil

    Senhor Empresrio de ValongoPea oramento para divulgar a sua empresa no nosso jornal

    Contacte geral@jnvalongo.com

    Visite todos os dias www.jnvalongo.com

  • Pgina

    Maro/Abril 2012

    FICHA TCNICA: Jornal Novo de Valongo - Nmero 14 - Maro/Abril de 2012 - Propriedade, Edio e Direco de A. Castro Ribeiro Administrao Comercial: Andr Santos; Colaboradores: Jos Pedro Loureiro, Carlos Silva, Abel Sousa, Francisca Costa

    Paginao e Grafismo: PGM Registos: Titulo: 125820 Endereo Postal: Apartado 22 4440-999 Valongo emails geral@jnvalongo.com jornaldevalongo@sapo.pt Telm 91 1116453

    EDITORIAL

    2

    Nunca como hoje se falou de crise. Pelo menos nas ltimas dcadas. O consumo cada vez menos, a produo idem aspas, mas o pior que no se vislumbra uma luz ao fundo do tnel.Os analistas da economia mundial dividem-se entre aqueles que defendem que Por-

    tugal vai precisar de mais ajuda da Troika e aqueles que dizem que no, no senhor, vamos conseguir vencer este desafio e regressar aos mercados na data prevista.

    Por Valongo continua sem haver Plano e Oramento para 2012, mas poder estar por poucas semanas a resoluo do problema do financiamento. Com o problema resolvido a governao da autarquia poder ficar algo facilitada

    Uma vez mais as noticias das associaes merecem relevo, embora tambm, desta vez, abordemos a poltica local. Damos voz a Afonso Lobo, vereador do PS, para um balano de pouco mais de dois anos de mandato. No prximo nmero ouviremos um dos vereadores do movimento Coragem de Mudar.

    O JNV continua a lutar para levar o barco a bom porto. Sabendo de antemo que a receita das assinaturas nunca ser a fonte de rendimento principal (ser sempre a publi-cidade), continuamos a apelar para que se crie um elo de ligao entre o leitor e o jornal mais forte: Havendo um pagamento, pequeno que seja, o leitor tem direito de sentir o jornal como seu. Veja na pgina 4 a campanha de assinaturas deste ms.

    Apelamos tambm aos empresrios do concelho, ou com interesses no concelho, para que apostem no JNV para a divulgao da sua empresa, marca ou produto. Com a co-laborao de todos, hoje uns, amanh outros, ser mais fcil cumprir com aquilo que as pessoas esperam de ns.

    Vem a a poca alta de eventos das associaes e colectividades. Queremos dar noticia de todas elas por isso prescisamos que nos faam chegar os dados dessas aces com algum tempo de antecedncia (quanto antes melhor). Podem faz-lo para geral@jnva-longo.com

    A forma como cumprimos o nosso dever tambm depende da forma como a sociedade nos apoia.

    A Direo

    Diversos

    A Associao de Coleti-vidades do concelho de Va-longo reuniu recentemente para eleger alguns elementos dos corpos gerentes que es-tavam em falta. Na oportuni-dade foi dito que no dia 2 de Junho, a ACCV vai levar a cabo o Dia do Associativis-mo no distrito do Porto. Na prxima edio revelaremos o programa.

    Associao de Coletividades

    Inaugurou no passado dia 16 e prolonga-se at dia 20 de Abril, a exposio de trabalhos realizados pelos alunos do Agrupamento Vallis Longus. Esta exposi-o insere-se no mbito da atividade Descoberta da Artista Joana Vascon-celos e envolve as disci-plinas de EVT, Educao

    Visual, Educao Tecno-lgica, Artes da Ardsia e CEF de Fotografia Artes Visuais e divide-se em dois ncleos, um no Museu Mu-nicipal e outro na Escola Bsica Vallis Longus.

    A exposio pode ser visitada todos os dias teis entre as 9h-12.30h e as 14-17.30h at ao dia 20

    de Abril. O Museu esta-r aberto no domingo 15 de Abril, entre as 15h e as 18h. Podero ser realizadas visitas guiadas e oficinas sob marcao prvia para o Museu atravs do telefone 932 292 705

    Fotos: CMV

    Descobrir Joana Vasconcelos

    A Junta de Fregue-sia de Ermesinde or-ganiza dias 12 e 13 de Abril, a primeira Feira de Sade da Cidade de Ermesinde. Participam vrias entidades p-blicas e privadas, que vo abranger vrias reas da prestao de cuidados de sade.

    Fazem parte deste evento vrias aes re-lacionadas com o tema como, seja: Recolha de Doadores de Me-dula ssea Rastreios Gratuitos - Visual, Au-ditivo, Pneumolgico, Podologia infantil, Aces sensibilizao - Higiene oral e cor-poral; Confererncias Temticas; Preven-

    o Acidentes domsticos - Fazer inscrio na Sede JFE; Aceitando as diferenas; Podologia infantil; Planeamen-to Familiar; Para Alm dos 65...- Fazer inscrio na Sede JFE;; Workshop; Alimentao saudvel e econmica- Fazer inscrio na Sede JFE; Msica e movimento; Ao Sensi-bilizao Higiene Oral; Higienizao Corporal; Unidade Mvel Sade - Cuida-te; Aula de Ritmo e yoga; Demonstrao HipHop por crianas.

    Veja Programa completo em www.jf-ermesinde.pt

    Feira de Sade

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    Maro/Abril 2012 Entrevista

    3

    Afonso Lobo diz que fora que governa Cmara muito frgil

    J com mais de meio mandato autrquico cum-prido, o Jornal Novo de Valongo quis ouvir os vereadores da autarquia valonguense. Comeamos por Afonso Lobo, do Par-tido Socialista. Em pr-ximas edies ouviremos eleitos de outras foras partidrias.

    Diz o eleito do PS que fazemos um balano nega-tivo desta primeira parte do mandato. A fora poltica que hoje governa a Cma-ra, que minoritria como se sabe, muito frgil. O exemplo est na recente re-tirada de poderes a um ve-reador, que por sua vez re-nunciou a todos os poderes que lhe estavam delegados. Falo de Arnaldo Soares que era tido como uma pea importante da Cmara. De-pois temos um presidente de Cmara ausente. Para alm das questes politi-cas, temos dvidas sobre se h capacidade de ges-to de uma autarquia, que vive grandes dificuldades, por dois nicos elementos. Outro factor negativo tem a ver com a constatao, que de repente a Cmara teve, das dificuldades fi-nanceiras que a autarquia atravessava. Partimos para uma campanha eleitoral em que denuncivamos a m gesto dos dinheiros polticos, mas nunca pen-samos que a dimenso da divida fosse naqueles ter-mos. Isso obrigou a que, por proposta da oposio, fosse aprovado um Plano de Saneamento Financeiro (PSF) para evitar que os desmandos continuassem. Tnhamos grande expec-tativa que esse PSF fosse para a frente, e como se sabe suportado por um em-prstimo que iria viabilizar o funcionamento da au-tarquia durante estes anos todos, pagando aos forne-cedores e s associaes, mas at agora, a montanha pariu um rato e continua a no haver o emprstimo nem to pouco o Plano de Actividades e Oramento. Originalidades..

    O vereador socialista critica a falta de aposta da Cmara quanto Zona In-dustrial de Campo. Ape-

    sar de ter investido ao lon-go dos anos bastante nos acessos, nas infra-estrutu-ras, etc, a chamada ZIC um nado morto, apesar de ter todas as condies para servir os investidores. uma excelente plataforma. No passado e actualmente a Cmara no soube criar condies para captar in-vestidores necessrios criao de emprego, diz Afonso Lobo que defende um plano estratgico que defina uma orientao.

    lidade do servio prestado que chegam at ns, mas perante a realidade econ-mico-financeira da autar-quia, a Cmara tem de re-flectir sobre que caminhos seguir. E a as concesses tero que ser reavaliadas. As auditorias pedidas pela oposio a alguns Servios podero ser, logo que con-cludas, preciosos instru-mentos para essa reflexo. H que reformular tudo isto e h que tomar opes polticas. O PS um parti-do do poder e se ambiciona um dia gerir a Cmara no pode dizer hoje uma coisa aqui e depois quando es-tiver l no o fazer, mas a minha opinio que esse debate sobre as concesses deve comear j. No po-demos esquecer que as me-didas previstas para as au-tarquias e o prprio plano de saneamento financeiro condicionaro nos prxi-mos anos os investimentos no concelho.

    Sobre de um dos temas mais polmicos dos ltimos tempos, a alterao pon-tual do PDM em Alfena, Afonso Lobo justificou a alterao de posio do PS sobre o relatrio. Numa primeira altura votaram contra e numa segunda fase a favor. Refere o vereador que ns temos de ter uma preocupao com o nme-ro crescente de famlias desempregadas no nosso concelho. O desemprego cresceu muito e h sete ou oito mil famlias que vivem do apoio do Rendimen-

    to Social de Insero e de outras prestaes sociais e temos de estar atentos a esta realidade. Por princ-pio sou contra alteraes pontuais, est a decorrer uma reviso do PDM e nesse enquadramento fa-am-se as alteraes jul-gadas necessrias. Por via disso, aprovamos o relat-rio porque acreditamos que vo ser criados empregos, mas fizemos aprovar uma recomendao para que a Cmara faa uma opo pela criao de uma nova zona industrial. uma op-o mais transparente, se a Cmara constata que a ZI Campo est bloqueada, seja por razes de taxas, especulao de terrenos ou dificuldades em encontrar investidores, preciso que se encontre uma zona alter-nativa que faa baixar os preos em Campo. E nela a Cmara deve possuir uma bolsa de terreno que evite a especulao.

    Acerca da polmica com a transaco, o verea-dor defe