jornal inconfidência nº232

Download Jornal Inconfidência nº232

Post on 10-Jan-2017

87 views

Category:

News & Politics

6 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • BELO HORIZONTE, 31 DE OUTUBRO DE 2016 - ANO XXII - N 232

    AS FORAS ARMADAS TM O DEVER SAGRADO DE IMPEDIR,A QUALQUER CUSTO, A IMPLANTAO DO COMUNISMO NO BRASIL.

    Site: www.jornalinconfidencia.com.brE-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br

    COLGIOS MILITARES

    PGINA 3

    PGINA 25

    PGINA 4

    PGINA 24

    FEBFORA EXPEDICIONRIA BRASILEIRA

    INTENT NA C MUNISTA / 1935

    NUMEROAVULSO: 200RIS BELLOHORIZONTE QUARTA-FEIRA, 27DENOVEMBRODE1935 ANNOVNMERO1.457

    Fuzilado pelos rebeldes o 1. tenenteBenedicto Lopes Bragana

    Segundo communicaes recebidas hoje pela famlia Bragrana o 1. tenente Benedicto LopesBragana foi fuziladopelos rebeldes por no ter querido adherir aomovimentoda insurreionaEscola de Aviao, na qual commandava um corpo de instruco.

    O malogrado official era relacionadissimo, em Bello Horizonte, aqui tendo servido no10. R.I, e aqui feito o seu curso de humanidade.

    O corpo do tenente Bragana chegar amanh nesta capital.

    EDIOHISTRICAREMEMORATIVADOS 81 ANOS DAINTENTONACOMUNISTA

    NONONONONO PRXIMOPRXIMOPRXIMOPRXIMOPRXIMO NMERONMERONMERONMERONMERO

    DIADOAVIADOR23 DE OUTUBRO

    Em 23 de outubro de1906,emParis,obrasileiroAlbertoSantos=Dumont,

    maravilhava omundorealizando com seu"14Bis", oprimeiro

    vo do "mais-pesado-do-que-o-ar".LEIA A ORDEM DODIA NA PGINA 12

    ConviteConviteConviteConviteConviteOs presidentes do Grupo Inconfidncia, do Crculo Militar de Belo Horizonte,da AOR-EB - Associao dos Oficiais da Reserva, da ANVFEB/BH - AssociaoNacional dos Veteranos da FEB, da ABEMIFA - Associao Beneficente dos Militares dasForas Armadas, Clube de Subtenentes e Sargentos do Exrcito / BH, da Associao dosEx-combatentes do Brasil/BH, da AREB/BH - Associao dos Reservistas do Brasil, daABMIGAer - AssociaoBeneficente dosMilitares Inativos e Graduados da Aeronuticae doCrculoMonrquico/MG, tm a honra de convidar seus associados e familiares paraa solenidade cvico-militar, em homenagem ao capito Benedicto Lopes Bragana,assassinado na Intentona Comunista de 27 de novembro de 1935, no Rio de Janeiro.

    Intentona Comunista

    COMPAREA E CONVIDE

    SEUS PARENTES E AMIGOS.

    Data: 27 de novembro - Domingo -Hora: 10:00Local: Cemitrio do Bonfim - Belo Horizonte

    ESQUECER, TAMBM TRAIR!

    ANOSSA

    BANDEIRA

    ANOSSA

    BANDEIRA

    AGUERRILHADOARAGUAIA

    2 sgt BARROS naBase de Bacaba

    orientando o pousodoHelicopteroUH-1H da FAB

    Leia napgina 14

    FORA, RENAN!OS REGRESSISTAS

  • 8N 232 - Outubro/2016 2

    * A. C. PortinariGreggio

    * Economista

    Este o ltimo artigoda srie emque com-parei a nossa operaoLava Jato com sua prede-cessora, a operao Mos

    Limpas, levada a efeito na Itlia vinte anosatrs.

    A operao Mos Limpas, como ve-rificamos em artigos anteriores, destruiu osprincipais partidos polticos e deixou a Itliasem governo. Os atuais dirigentes, eleitospor meio de campanhas conduzidas pelasredes sociais, so incompetentes, inexpe-rientes e bitolados na sua formao acad-mica. Por azar, chegaram ao poder numa dasfases mais difceis que a Itlia j atravessou,na qual ter de lutar pela sua sobrevivnciacomo nao. Poucas vezes na Histria acon-teceu tamanha desproporo entre a mag-nitude da misso e a insignificncia dos en-carregados de cumpri-la.

    A Itlia, assim como o Brasil, temtrs problemas: o poltico, o econmico eo moral. Quando falamos do moral, nonos referimos moral, sinnimo de tica,e sim ao moral, substantivo masculino,termomilitar.

    J falamos bastante das crises polti-ca e econmica nos ltimos artigos. Con-centremo-nos na crise moral, que a pior.No ltimo artigo dizamos: A Itlia pareceestar em profunda crise de identidade. Cri-ses de identidade so sintomas da morte daNao. Um povo cujas classes educadas pa-raram de se reproduzir h duas ou trsdcadas, cuja juventude narcotizada nasuniversidades desde a dcada de 1970, emque a originalidade de pensamento su-focada desde a II Guerra Mundial, um povocom essas caractersticas se autocondenaao desaparecimento.

    No exagero. Os demgrafos con-cordam em que, para que uma populao semantenha estvel, necessrio que cadamulher tenha 2,11 filhos. Ou, para no falarem fraes de crianas: que cada grupo de100 mulheres tenha, ao longo da vidafrtil, 211 filhos. Na Itlia, essamdia vem

    A FRMULA PERFEITA DO SUICDIOA crise mundial no econmica nem poltica: moral.

    caindo h dcadas e em 2015 baixou para1,35 crianas por mulher.

    Quais as causas desse fenmeno?Para o governo italiano e a mdia chapabranca, a razo parece simples: as mulheresno tm filhos porque no querem, ponto.Emprincpio, nasmentesdaelitegovernante,essa escolha no seria to problemtica. Seas italianas no geram italianinhos e italia-ninhas, basta importar imigrantes para subs-titu-los. Afinal, no jargo dos socilogos,povos e naes no passam de construtossociais, ou seja, de coisas cole-tivamente inventadas pela soci-edade. Ora, se o mundo ao nos-so redor inteiramente imagin-rio, bvio que naes, histri-as, tradies, tudo isso pode sertransformado ou descartado.Portanto, para suprir a baixa na-talidade na Itlia, basta trazergente de fora. Com isso as elitesresolvem dois problemas: o dapopulao, e tambm o mais im-portante, que o sutil e silenci-oso genocdio das populaeseuropeias e sua substituio poruma mistura de gente estranha,necessitada, perdida, portantomais fcil de manipular.

    Infelizmente para as elites o projetono funcionou como previsto. As popula-es tm reagido contra as invases, apesarde toda a presso de cima. E os invasoresapresentam dois defeitos. Primeiro, no tmcapacidade nem vontade de integrar-se aosistema produtivo; preferem encostar-secomo bolsas-famlias ou refugiados. Se-gundo, no so fceis de manipular, nosentem gratido e no pretendem integrar-se; ao contrrio, comportam-se como con-quistadores vitoriosos, embora tenham che-gado como mendigos.

    Mas para os governantes europeus apior consequncia dessas invases temsido o crescimento dos partidos nacionalis-tas de Direita.

    Por isso, aMinistra da Sade da Itlia,

    importante lder duma coisa chamada CincoEstrelas... no, caro leitor, no estou falan-do dum hotel ou restaurante. Cinco Estre-las o nome do pseudo-partido que ora do-mina o Parlamento italiano. Pois . Comodizamos, a Ministra Beatrice Lorenzini re-solveu lanar campanha para encorajaras mulheres a engravidar e a parir. im-portante mencionar as duas etapas porque,na Itlia, grande parte das gestaes ter-minam em abortos.

    A campanha comeou com dois ann-cios. Num deles aparece, naparte superior, um grupo dejovens italianos saudveis esorridentes, e na inferior ou-tro grupo, fumando e beben-do. A mensagem: abandonaresses hbitos e tratar de ter fi-lhos. O outro anncio mostra-va uma bela mulher maduracom uma ampulheta na mo eo aviso: A beleza no temidade, mas a fertilidade, sim.

    A reao foi imediata,com todos os matizes de estu-pidez. Logo de cara, a mdiaacusou os anncios de ra-cismo, porque excluam afri-

    canos, rabes, chineses e esquims; e desexismo e idadismo, porque envolviaapenas a mulher madura na questo da fer-tilidade. Imediatamente, a Ministra mandouelaborar outro anncio, com uma bananapodre a simbolizar a impotncia senil mas-culina. Mas as crticas continuaram, porquea campanha no se dirigia a pederastas e ls-bicas.

    Alm desses ataques, a campanha foicontestada pelos seus alvos os italianose italianas em idade frtil. Disseram que sim,poderiam ter filhos, desde que o governolhes garanta empregos, creches, sade, edu-cao, moradia e outras formas de ajuda.Disso se conclui que a juventude italianaconsidera que ter filhos favor pelo qualtm o direito exigir vantagens. Como a Itliano tem recursos para banc-las, os jovens

    se condenam a envelhecer sem descenden-tes. Ser lhes ocorre perguntar-se quem vaiampar-los na velhice? Ou como faziamseus antepassados, muito mais pobres, emcircunstncias infinitamente mais difceis,para ter dzias de filhos e ao mesmo tempoconstruir aquela gloriosa civilizao, que osde hoje herdaram sem entender ou merecer?

    Para no dizer que no faz nada, aMinistra prope aumentar as bolsas-famli-as para encorajar a natalidade nas classesde baixa renda, inferior a 25 mil euros porano. As famlias mais pobres recebero entre240 a 400 euros por ms por filho.

    Essa a poltica mais estpida queum governo poderia praticar. A Ministra,prisioneira de iluses igualitaristas, ig-nora ou rejeita dois fatos confirmados portodas as pesquisas honestas sobre acorrelao entre pobreza, baixa intelign-cia e hereditariedade. Ao subsidiar areproduo das classes mais pobres, a Mi-nistra provocar aumento desproporcio-nal da populao com QI mdio maisbaixo. QI baixo significa: baixo rendimen-to escolar, incapacidade de encontrar em-prego, promiscuidade sexual, criminali-dade, baixa produtividade e, claro, depen-dncia de bolsa-famlia

    Enquanto isso a Ministra propor no-vos aumentos de impostos para sustentar oesquema. claro que esses aumentos recai-ro sobre os ricos, os quais se vero aindamais impossibilitados de ter filhos. Com is-so, a Ministra impedir a reproduo da po-pulao mais capaz e produtiva, menos pro-pensa ao crime, capaz de aumentar a riquezae defender a civilizao. No a frmulaperfeita de suicdio nacional? Qualquerpecuarista ou agricultor que adotasse essemtodo no seu negcio descartar as boassementes e os melhores reprodutores e es-timular ervas daninhas e animais doentes iria falncia em pouco tempo. Todos sa-bem disso. Mas a Ministra, meus amigos, mais sabida. tima aluna, aprendeu tudinhona universidade.

    Labellezzanon ha et.La fertilit s.#fertilityday

    PARTIDOS SO OS PIORESFORAS ARMADAS SO INSTITUIO MAIS CONFIVEL, DIZ PESQUISA

    PRESIDNCIA, CONGRESSO E PARTIDOS POLTICOS ESTO NA LANTERNA

    APENAS 29% DA POPULAO CONFIA NO JUDICIRIO, REVELA A PESQUISAFGV REALIZADA EM SETE ESTADOS E NO DISTRITO FEDERAL

    28 de outubro de 2016

    O relatrio ndice de Confia