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Edição 2 032, quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

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  • Ano ix N. 2 037 DirioPreo: 0,50 Euros (iVA includo)

    fEVErEiroquinta-feira7

    Diretor:

    jornalincentivo@gmail.com

    rui Gonalvesincentivowww.jornalincentivo.com

    dirio do Faial

    Desporto

    poltica

    GD Feteira aposta no ciclismo

    o ciclismo passou a fazer parte das modalidades praticadas pelo Grupo Desportivo da feteira > 4

    No mbito do projeto Presentes no Concelho a Cmara visitou o incentivo > 2

    Souto Gonalves

    cmara da Horta no incentivo

    CArloS fErrEirA

    a necessidade de afecto do ser humano, mais exteriorizada pelas crianas e idosos, -nos lembrada > 3

    opinio

    No vale dizer que o Governo da repblica no aumenta os salrios, o Governo regional tem oportunidade para dar um sinal

    Fernando lemos

    ArmNio CArloS

    aumentar salrio mnimonaregioa ideia defendida pelo secretrio-geral da CGTP

    armnio carlos. impostos aumentaram significativamente nos ltimos 5 anos

    o secretrio-geral da CGTP-iN, armnio Carlos, est de visita aos aores. ontem visitou tra-balhadores e organizaes da ilha do Faial e do Pico, depois de j ter estado na ilha das Flores.

    Uma das visitas foi aos traba-lhadores do Hospital da Horta com a inteno de auscultar e falar sobre as funes sociais

    do Estado e daquilo que diz ser uma ataque contra o Servio Nacional de Sade, Educao e Segurana Social. Um ataque que, afirma, s pode ter por par-te dos trabalhadores da funo pblica e da prpria populao uma forte rejeio por se tratar de uma ofensiva que procura condicionar o acesso ao Servio Nacional de Sade.

    armnio Carlos afirma que os impostos aumentaram sig-nificativamente durantes os ltimos cinco anos enquanto

    as condies de acesso a reas fundamentais como a sade, a educao e segurana social foram reduzidas.

    o sindicalista salienta que o objetivo devia passar por haver um Servio Nacional de Sade com qualidade e com uma res-posta que no deve ser apenas na parte curativa mas, sobretu-do, na parte preventiva.

    a preveno na sade in-dispensvel para a qualidade de vida das pessoas mas tambm para o desenvolvimento eco-

    acra pode sair da Hortaa associao dos Consumido-res da regio aores (aCra) continua a ter dvidas sobre a continuidade da instituio na ilha do Faial, uma vez que a quantidade de associados reduzida.

    o secretrio-geral da aC ra, Mrio reis, salientou aps uma reunio com o vice-presidente do Governo regio-nal dos aores que est por decidir o futuro da delegao da Horta, devido a razes in-ternas, tendo em conta a falta de adeso dos consumidores.

    Em relao delegao de angra do Herosmo, para j est afastado o risco de fe-char a delegao, uma vez que esta deciso estava relaciona-da com questes financeiras.

    Mrio reis considerou que no ser possvel um ora-mento ideal, que andaria volta dos 150 mil euros, mas disse esperar que os atuais 90 mil euros possam ser refor-ados, lembrando que cor-respondem a um rcio de 36 cntimos por consumidor.

    Srgio vila, a propsito desta reunio, afirmou que foi feito um esforo para que fos-se mantido o apoio financeiro do ano anterior associao, tendo pedido um reforo da ateno da direo aos casos de famlias sobre endivida-das.

    regista-se um acrscimo de famlias com problemas de endividamento, no s face aos compromissos assumidos, mas tambm face perda de rendimento, afirmou Sr-gio vila, para quem muito importante todo o apoio que possa ser prestado por enti-dades como a associao dos Consumidores. n

    rui Gonalves

    APROVEITE!AINDA PODE GANHAR

    1 VIAGEM A LISBOA1 telemvel (Blackberry 9220)

    FAA O PAGAMENTO ANUAL DA ASSINATURA DO JORNAL INCENTIVORECEBA AS EDIES IMPRESSA E ONLINE

    = 10 / MS =

    nmico e social do pas, diz, considerando que quanto mais se apostar na preveno menos se gasta na doena.

    Esta uma das questo que, segundo armnio Carlos, o Go-verno da repblica no quer ver, mas pela qual a CGTP est disposta a lutar, afirmando-se convencido que a populao portuguesa no dia 16 de feve-reiro em todo o pas vai dar uma resposta de grande dimenso.

    Para o secretrio-geral da CGTP, os aorianos tem mes-mas razes de queixa do que as pessoas do Continente ou da Madeira, considerando que os complementos do Governo regional atenuam mas no re-solvem os problemas.

    Fala da necessidade de se au-mentar os salrios, em parti-cular o salrio mnimo, e aqui, afirma armnio Carlos, no vale dizer que o Governo da repblica no aumenta os salrios, o Governo regional tem uma oportunidade para dar, aqui sim, um sinal para minimizar os impactos nega-tivos que as polticas nacionais esto a ter, aumentando o sa-lrio mnimo, lembrando que existe mesmo uma proposta da CGPT aores no sentido de se aumentar em 7,5 por cento o salrio mnimo nos aores em relao ao salrio mnimo no Continente. n

  • 2 incentivo 7-2-2013

    a abrir

    leonarda Dias

    Bolseiros de bolso vazio?

    a investigao cientfica universitria esteve nos ltimos dias em rebulio quando se levantaram dvidas sobre a continuao das bolsas. Mas os problemas so anteriores, pois j h alguns meses, o reitor da Universidade dos aores anda alertando para os problemas financeiros da academia que consequentemente afetar a investigao.

    Por vrias vezes se ouviram vozes contra a falta de apoio em relao a esta vertente da universidade, uma vez que a investigao assume cada vez mais o papel de parente pobre de todo o sistema.

    Tambm neste jornal o diretor do departamento de oceanografia e Pescas demonstrou a sua preocupao em relao a esta temtica, receando que o plo fique sem mo de obra que d vida instituio.

    H que tomar uma deciso clara. a aposta na investigao ou assumida com frontalidade ou mais vale parar.

    o Governo diz que este ano ir cumprir com os contratos j assinados com os bolseiros da regio mas que os critrios de atribuio sero revistos em breve tendo em conta os trabalhos de excelncia e qualidade.

    S me descansa a campanha eleitoral, onde o atual presidente do Governo regional por vrias vezes salientou a oportunidade que o mar oferecia economia aoriana, que daria alguma estabilidade ao doP. Mas ser que podemos descansar sombra de promessas eleitorais? Esse o meu receio. at porque ouvir um governante do nosso executivo no explicar claramente onde vo arranjar 300 mil euros para cumprir os contratos assinados, uma vez que no oramento apenas se sabe a origem de 900 mil e so necessrios 1,2 milhes de euros, deixa-me a pulga atrs da orelha.

    Para retirar do mar todos os proveitos que ele nos d, a regio ter de ter uma investigao consolidada e forte, e no pessoas que vivem com a corda ao pescoo e que entre cada recolha ou cada anlise temem receber a notcia de que a bolsa vai reduzir ou at acabar.

    o conhecimento pode sair caro regio mas ser que sem ele ser mais barato viver? n

    EDUCAo

    mais de 600 alunos carenciados com refeies gratuitasSo Miguel e Terceira apresentam o maior nmero de casos

    alimentao. os alunos sinalizados com carncias alimentares tm tambm as suas necessidades satisfeitas no perodo de interrupo letiva

    leonarda Dias

    rui Gonalves fotoGrAfiA leonarda Dias tExto

    o Governo dos ao-res apoia mais de 600 alunos na regio que, no mbito do Plano de Com-bate Excluso Social, bene-ficiam de pequenos-almoos escolares, almoos e lanches gratuitos.

    dados da Secretaria regional da Educao, Cincia e Cultura indicam que atualmente be-neficiam de pequeno-almoo escolar gratuito 564 alunos e 70 crianas tm tambm outras refeies gratuitas, nomeada-mente almoos e lanches.

    Segundo os nmeros da tute-la, esses alunos, abrangidos pelo Plano de Combate Excluso Social, so provenientes de fa-mlias sinalizadas com graves carncias econmicas e nas ilhas de S. Miguel e Terceira que aparecem o maior nmero de casos.

    os alunos sinalizados com carncias alimentares tm tambm as suas necessidades satisfeitas no perodo de in-terrupo letiva, j que podem recorrer s valncias sociais das freguesias, onde lhes forne-cida a refeio quente, medida em articulao com os Servios de ao Social, adiantou fonte da Secretaria regional.

    alm disso, e no mbito dos alunos beneficirios de ao Social Escolar (aSE), este ano letivo beneficiam de aSE 25.446 alunos, do i ao iV escales, que recebem uma comparticipa-o na aquisio da refeio, de acordo com o escalo em que esto posicionados.

    os alunos do 1. ciclo e crian-as da educao pr-escolar, deslocados para outro esta-belecimento de ensino por motivo de encerramento de escola, beneficiam tambm de

    iseno na comparticipao da refeio, quando residen-tes a mais de um quilmetro, medida que, segundo a tutela, abrange atualmente cerca de 1.004 alunos.

    alm das refeies, a ao So-cial Escolar abrange iseno em propinas e taxas de inscrio, comparticipaes em manuais e material escolar, alojamento e prteses e ortteses, forneci-mento de leite escolar, trans-porte escolar e cobertura por seguro escolar. n

    ao Social Escolar abrange iseno em propinas e taxas de inscrio

    ArqUiPlAGoneto viveiros congratula-se com aprovao no peo Secretrio regional dos re-cursos Naturais congratulou-se ontem, na Horta, com a apro-vao pelo Parlamento Euro-peu de uma medida tcnica que permitir gerir as pescarias por territrios biogeogrficos mari-nhos diferenciados, no mbito da votao da proposta de re-forma da Poltica Comum das Pescas.

    Esta medida ir permitir aos aores reservar uma zona em torno dos montes submarinos situados fora das 100 milhas da Zona Econmica Exclusiva aoriana para acesso exclusivo frota de pesca dos aores, revelou lus Neto Viveiros.

    lder psD/aores reafirma disponibilidade para dialogaro lder do PSd/aores, du-arte Freitas, afirmou ontem que mais importante do que os nmeros dramticos da Sade no arquiplago so as consequncias para as pesso-as, reafirmando-se disponvel para dialogar com o Governo e encontrar uma soluo.

    Samos daqui de novo com uma enorme preocupa