jornal ensantidade edição 4

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  • O ms de junho chegou. oms do Sagrado Corao de Jesus. o ms dos santos populares: San-to Antonio, So Joo e So Pedro.

    Aprendei que sou manso e hu-milde de corao disse Jesus.

    Neste mundo cheio de desi-gualdades e competies, temosque procurar seguir o exemplo deJesus. A humildade a formulamais eficaz no nosso processo deconverso, em nossa caminhadarumo Santidade. No vim paraser servido, mas para servir e oservio e o amor ao prximo, oque mais nos aproxima dele.

    Os nossos santos homenagea-dos neste ms so um verdadeiroexemplo de humildade, Santo An-tonio deixa sua vida de monge pa-ra ser simples franciscano pregadoritinerante a servio da evangeliza-o. So Joo o precursor omaior profeta entre todos os quesurgiram, e So Pedro discpulode Jesus, aps renegar o mestre so-fre por sua fraqueza e perdoadopor sua humildade.

    Portanto se procurarmos viverintensamente essa virtude, pode-remos nos aproximar mais do co-rao de Jesus rico em amor e mi-sericrdia.

    Gostaramos de lembrar tam-bm que muitos saem de frias noprximo ms. No vamos deixar delevar conosco todos os ensina-mentos recebidos pelo nosso mes-tre Jesus atravs de sua palavra etambm deixar de lado a prticados pontos concretos, como se ti-vssemos que tomar um remedi-nho para o resto da vida e quandovamos viajar deixamos os remedi-nhos em casa.

    Que todos desfrutem das leitu-ras de nosso jornal ENSantidade,pois esse veculo de comunicaode nossa Regio feito por todosns, e que ele venha proporcionarcrescimento em nossa caminhadaequipista.

    Um grande e fraterno abrao atodos.

    Lu e Nelson Casal Responsvel Regio Gois Centro

    Nada acrescenteis, nada tireis, palavra que vos digo: mas guardaisos mandamentos do Senhor:

    O deuteronmio um conjuntode estatutos e normas que visa levara pessoa a uma pratica de vida con-forme a aliana feita com Deus.

    Trata-se, portanto de uma novaconstituio. Com ela Israel viversegundo a sabedoria e a justia, isto: segundo o projeto de Deus. Osmandamentos so preceitos divinos,perfeitos em si, nada est faltando,nada est sobrando. O problema noest nos mandamentos, mas como seinterpretam e como se ensinam taismandamentos.

    O livro do Deuteronmio mandano colocar outro mandamento (Dt4,2), mas no se toma conhecimentopois a tradio pesa mais. o mesmoque vemos tambm na Igreja, muitasvezes damos mais valor aos ritos e s

    normas secundrias do que aquilo que fundamental. muito comum agente ouvir que sempre se fez assim.

    A moral que Jesus apresenta op-o por Ele e no por ritos que estofora da Palavra dele. No evangelhoJesus desmascara o que est por traz

    de algumas praticas ditas religiosas.Que se preocupam meramente como cumprimento da lei, e no com suapratica para que ela gere vida.

    Jesus deixa claro que ele se preo-cupa com a vida, e no fica preso asquestes secundrias e insignifican-tes, mas convida a todos a viver oamor, a Justia e a caridade. Por issoTiago vai reforar o convite dizendoque a verdadeira religio no a doritualismo que acalma nossa cons-cincia mas no pe em prtica a Pa-lavra de Deus. A verdadeira religioconsiste em: Assistir ao rfo e a vi-va e no se deixar contaminar pelomundo.

    Por isso, aproximando-nos da ce-lebrao de pentecostes clamamosao Esprito Santo para que nos auxi-lie na vivencia familiar dos manda-mentos proposto a ns pelo evange-lho de Jesus Cristo.

    PCE

    Caminhar com Jesus aprofunda o dever de sentar-seOs discpulos de Emas cansa-

    dos e desanimados voltam para ca-sa: sonhos e esperanas que deuma hora para outra acabam e afrustrao os remetem para ondenunca deveriam ter sado. bemverdade que a histria vivida fas-cinante e est sempre pronta a serrelatada a qualquer estrangeiroque desconhecia tamanha aventu-ra. Mal sabiam que esse tal desco-nhecido seria o prprio autor dorelato que os interpelaria a fixaremo olhar muito alm dos fatos parapoder perceber, na mstica dosacontecimentos, a prpria vontadedo Pai (Lc 24,13-35).

    As Escrituras escutadas comateno e o partir do Po, abrem osolhos e fazem perceber aquilo queest frente e se REVELA como oSenhor. a prpria morte vencidapela contagiante fora da Ressurrei-o: Realmente, o Senhor Ressus-citou! (Lc 24,34).

    Quando o casal aprofunda naescuta da Palavra e na Meditaocolocam-se a caminho e, pela aodo Esprito Santo, o prprio Jesusvem ocupar o Seu lugar nesse dilo-go de amor: relao respeitosa deum para com o outro; onde a sere-nidade faz com que o corao ar-da (como se tivessem um s cora-

    o) na busca de um conhecimentomtuo, na celebrao do perdo ena realizao dos sonhos: comoeternos namorados que queremsempre ser.

    A prtica do DEVER DE SEN-TAR-SE torna a vida conjugal capazde testemunhar o sagrado matri-mnio com jovialidade e viva espe-rana. Porque permite que cadaum seja reconhecido na sua indivi-dualidade e, ao mesmo tempo, con-templa o outro no prprio esforode compreenso, ternura e amor.

    Disse-me um equipista sobreesta experincia: Entendo que omaior desafio dos casais seja deconversar sobre pontos divergentese torn-los convergentes. No de-vemos permitir que a individuali-dade sobressaia como se a verdadeestivesse apenas de um s lado.No isso que o dever de sentar-sequer propor; e sim que situaes ouatitudes de ambos, precisam ser en-tendidas, respeitadas e resolvidas. Aexperincia percorre entre a Ten-so inicial e a Leveza posterior aoexerccio.

    O olhar de ternura, a escutaatenta e o tempo dedicado ao cn-juge, so para as ENS como ele-mentos constitutivos de um amorque jamais vai se acabar; pois nelesresidem a garantia de uma chamaque sempre permanecer acesa.

    Quem fez a experincia sabe doque estou falando e tambm sabeque na vida conjugal, esse exerccio para que Cristo habite pela f emvossos coraes, de sorte que arrai-gados e fundados na caridade, pos-sais compreender, com todos ossantos, qual seja a largura, o compri-mento, a altura e a profundidade doamor de Cristo, que excede todacincia, para que sejais cheios de to-da a Plenitude de Deus (Ef 3,17-19).

    Queridos amigos, com grande alegria quenos dirigimos a vocsmais uma vez atravs denosso informativo.

    ENSANTIDADEAno 2, Edio 4 Abril/Maio/Junho 2011

    ESTE UM VECULO DE INFORMAES DAS EQUIPES DE NOSSA SENHORA DA REGIO GOIS CENTRO

    Palavra do Regional

    A vivncia dos mandamentos

    na prtica familiar

    Pe. Luilton Pouso

    Frei Junio Cesar Roza

  • Estudiosos negam a etimolo-gia que remete a Jlio Cesar onome da operao cesariana.O historiador Plutarco d comobom pressgio o fato de que o ven-tre de Aurlia, Me daquele Impe-rador, teria sido aberto e que, por-tanto, o nascimento de Cesar coin-cidira com a morte da Me. SoRaimundo Nonato foi, sim, real-mente, extrado vivo do ventre desua Me cadver. Antusa, a Me deSo Joo Crisstomo, viva aos 20anos, recusou segundas npcias afim de dedicar-se exclusivamente educao do filho. Zlia Guerin,Me de Santa Teresinha do MeninoJesus e da Sagrada Face, orou as-sim: Meu Jesus, j que no soudigna de ser vossa Esposa como Ir-m Religiosa, abraarei o estadomatrimonial para cumprir VossaVontade. Peo-Vos, porm, encare-cidamente, conceder-me muitosfilhos e que Vos sejam consagra-dos. Dona Margarida, Me de SoJoo Bosco, disse ao filho: nasci napobreza, vivi sempre na pobreza equero morrer pobre; se voc desejaser Padre para ficar rico, no meprocure mais porque no vou que-rer v-lo nunca mais. No leito emque agonizava, depois que o mdi-co saiu dizendo que mais nada sepodia fazer, Santa Maria Goretti re-cebera os ltimos Sacramentos;ento sua Me, dona Assunta, p-de entrar. Foi logo perguntando:minha filha, voc perdoa de todocorao o assassino? A Virgem eMrtir respondeu: Sim, Mama,perdo... L no Cu, rogarei paraele se arrepender. Ainda mais: que-ro que ele esteja junto comigo naGlria Eterna. Santo Agostinho es-creveu sobre sua Me Santa Mni-

    ca: devo tudo a ela: pela carneconcebeu-me para a vida temporale pela F e Orao e muitas lgri-mas me gerou para a Vida Eterna.A Me dos filhos de Zebedeu pediupara cada filho um trono ao lado deJesus no Reino de Deus. Santa Ritade Cssia pediu a Deus a morte deseus dois filhos, contanto que fos-sem para o Cu. Da vida da maioriadas Mes o mundo no sabe nada.Ns, do Movimento das Equipes deNossa Senhora, temos a obrigaoe o dever de conhecer bem muitobem a Nossa Me. Santa Teresi-nha disse que a Santssima Virgemno tinha outra Nossa Senhora pa-ra amar e chamar de Me. que aexpresso nossa senhora amb-gua, pois que a Igreja tambmNossa Senhora e Nossa Me e porisso Maria Santssima ao mesmotempo Me da Igreja e Filha daIgreja. Nossa Senhora nossa Me.A Igreja nossa Me. Devemoshonr-las. Para com Deus, comodisse Nosso Senhor Jesus Cristo aSanta Marta, uma s coisa neces-sria (cf. Lc 10,42): am-LO acimade tudo. Para com nossa Me tam-bm uma s coisa necessria:

    Honr-la (cf. Mt 19,16). Tudo nsdevemos Nossa Senhora, tudons devemos Igreja, tudo ns de-vemos nossa Me. Honramos anossa Me amando-a e respeitan-do-a por amor a Deus. Assim, se forpreciso tratemos de seus interessesneste mundo, devemos ter sempreem vista nica e exclusivamente asalvao eterna da sua Alma. Rezarpara que se salve. E no consentirmorra sem receber os Sacramen-tos. E, depois da morte de nossaMe, continuar rezando por sua Al-ma todos os dias da nossa vida. maravilhoso ter ainda a Me viva

    neste mundo... V-la e ouvi-la re-zando... Saber que ela reza porns todos os dias e todas as noi-tes... Poder ir Santa Missa comela... Rezar o Santo Tero comela... Mas, muito mais maravi-lhoso ter a firme esperana, ba-seada em fatos concretos, de queestamos fazendo tudo, sem omi-tir nada, para salvar a Alma danossa Me. Equipes de Nossa Se-nhora, a Me de um(a) a Me detodos(as). Jesus honra sua Me.Honremos tambm nossa Me.Talvez, pedindo perdo, antes dedizer sim, ou, antes de dizer no.

    Artigo Abril/Maio/Junho 20112

    LOTERIAS, PAGAMENTOS E RECEBIMENTOS

    A SORTE ESPERA POR VOCWAL-MART JARDIM GOIS

    L e Nelson Eq