Jornal edição 4 copy

Download Jornal edição 4 copy

Post on 23-Jun-2015

201 views

Category:

Documents

1 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

<ul><li> 1. Jornal elaborado pelos alunos do Programa Mais Educao- Oficinas jornal escolar e letramento Novembro- 2013- N04DIA DA CONSCIENCIA NEGRAE.E PROFESSORA MARIA CLIA FALCO RODRIGUESEditorial Queridos leitores, com muita satisfao que apresentamos a nossa ultima edio 2013. No inicio tudo se resumia em duvidas, dificuldades , e expectativas, hoje tudo isso se sintetiza em trabalho, construo, compromisso, respeito e aprendizagem. Com a sensao de dever cumprido agradeo a todos que de uma forma direta ou indireta fizeram parte dessa histria e que esse Jornal continue sendo o sucesso que sempre foi. Feliz 2014 para todos e uma excelente frias para cada um de vocs. Um forte abrao, Sheila Monteiro Coordenadora do Jornal. Diga no ao Preconceito Maxuel Marlon. Tente ser feliz ao invs de ser preconceituoso Thainara Pereira. Uma pessoa no deve ser julgada pela sua aparncia e sim pelo seu carter- Carla Oliveira. No discrimine, pois assim, sua vida voc previne - Kau Gonalves. Seja legal e no uma pessoa preconceituosa- Bianca Mayara. Se voc uma pessoa preconceituosa, reflita sobre sua aesLarissa de Sousa. No interessa a raa que somos, todos ns somos iguais por dentro Othon Augusto. Preconceito gera + preconceito - Eduardo Soares. Frases dos Alunos da 6 Srie I.O que preconceito e onde ele est? Preconceito no se refere somente pela intolerncia da cor da pele, mas a outras diversas ignorncias. Por exemplo: a NO aceitao das pessoas que tm sua condio sexual diferente da maioria , a forma de se vestir, de se comportar, quando essas diferenas no so aceitas, isso se torna um preconceito. Todos ns podemos ter um pr conceito sobre algo, mas devemos respeitar o outro sempre. A discriminao e o preconceito est na maneira de falar, no tratar as pessoas , no olhar . Est na sociedade que no aceita o que diferente. Concluso: Voc pode no concordar , mas tem que respeitar. Texto: Elaine Lopes7 Srie C Tarde</li></ul> <p> 2. Pgina 2DIA DA CONSCIENCIA NEGRA1888 Assinada a Lei urea Fim da escravido no Brasil urea Durante mais de trezentos anos, os negros africanos trabalharam como escravos no Brasil. Eles eram trazidos da frica nos navios negreiros e aqui vendidos para trabalhar nas lavouras , nas minas de ouro e nas casas dos fazendeiros. A maioria dos escravos levavam uma vida muito sacrificada: vivia em casas muito podres, chamadas senzalas, sofriam maus-tratos e no tinham nenhum direito. Quando compravam um escravo, o patro passava a ser dono dele, nada pagando pelo trabalho que ele fazia. Muitas pessoas no concordavam com tratamento que os escravos recebiam . Por esse motivo, surgiram movimentos contrrios escravido. No ano de 1850 foi assinada uma lei que proibia a entrada de escravos nonosso pas. A partir dessa conquista tornou se mais intensa a campanha pela libertao dos negros. Finalmente , no dia 13 de maio de 1888, a princesa Isabel, filha de . Pedro II , assinou a Lei urea, que terminou com a escravido Negra no Brasil. Texto pesquisado por: Ana Carla N. Oliveira. 6 Srie I Ilustrao: Jonanthan Avelino da Sila 8F Fonte de pesquisa:DIA DA CONSCIENCIA NEGRAMscaras Africanas20 de novembro foi escolhido para celebrar o dia da conscincia negra. A data foi escolhida por ser o dia da morte de Zumbi dos Palmares, grande lder do quilombo dos Palmares, respeitado heri da resistncia antiescravagista. Este dia dedicado reflexo sobre a situao do negro na sociedade brasileira, sua luta pela liberdade e participao na construo do pas. Os africanos contriburam para a cultura brasileira em uma enormidade de aspectos: dana, msica , religio e idioma. Considerado a maior identidade musical brasileira, o samba , tem origem na cultura africana, assim como , a capoeira. Na culinria as influencias esto em pratos como: Vatap, caruru, acaraj, e bob , com largo uso de azeite-de-dend, leite de coco e pimenta. A feijoada carioca , de origem negra, o mais tipicamente brasileiro dos pratos. Muitos vocbulos que usamos com frequncia vieram de idiomas africanos. Quer exemplos? Baguna, curinga, moleque, dengo, gangorra, cachimbo, fub, macaco, quitanda, cafun, cachaa, bafaf, batucada, corcunda, zabumba, quiabo....As mscaras sempre foram protagonistas indiscutveis da arte africana. Para os africanos, a mscara representava um disfarce mstico com o qual poderiam absorver foras mgicas dos espritos e assim utiliz-las na cura de doentes, em rituais fnebres, cerimonias de iniciao, casamentos e nascimentos. O material mais utilizado a madeira, embora tambm existam peas singulares de marfim, bronze e terracota. Texto pesquisado por :Jonanthan Avelino da Sila 8F Oficina Letramento Ilustraes de : Nicole P. dos Santos e Jonanthan Avelino da Sila 8FTexto pesquisado por :Marcos Souza de Matos 8A Oficina Letramento. Ilustraes de : Renilson Rodrigues 6E. 3. VOLUME 1, EDIO 4Pgina 3HISTRIAS EM QUADRINHOS DIGA NO DISCRIMINAO Por: 4. ENTERTENIMENTO CAA PALAVRASDESCUBRA OS QUATRO ERROSENCONTRE AS PALAVRAS QUE PROMOVEM A IGUALDADE ENTRE AS PESSOAS RESPEITO AMOR SOLIDARIEDADE-DIGNIDADE-ESPERANA IGUALDADERECADINHOS Para uma amiga muito especial... Paola voc a melhor amiga que eu j tive, voc est nas horas que mais preciso, confiou de mais em ti. Voc linda por dentro e por fora. No quero nunca a nossa amizade. Te amo!!!! De : Elaine 7CPara minha famlia ... Pai, me, meus irmos queridos... Amoooo Muitoooo todos vocs! Um beijo de sua filha , irm querida. ElaineMAIS EDUCAO 2013 preciso estimular os nossos alunos a cultura e arte . Mais educao no s trazer o aluno a escola , mas preparar artistas e atletas para o futuro. Professora Sheila Monteiro</p>