jornal dos bairros verão 2015

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Edição conjunta de janeiro e fevereiro de 2015. Caxias do Sul RS Brasil Movimento Comunitário UAB - União das Associações de Bairros

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  • Ano 19 N 01

    Jornaldos

    BairrosJaneiro e

    Fevereiro 2015

    Publicao da Unio das Associaes de Bairros de Caxias do Sul - Filiada FRACAB e CONAM

    Ouro Verde tambm quer regularizaoFoto: Karine Endres

    Agenda

    A tragdia da habitao caxiense atinge tambm os moradores do loteamento Ouro Verde. Lotes sem infraestrutra, vendidos de forma irregular

    comprometem a segurana e sade dos moradores de Caxias. Pg. 11

    Assembleia Geral - 07/03 - 14h

    Rstica Comunitria - 08/03 - 09h

    Mateada pelo 8 de Maro - 22/03 - 14h

    Agenda Comunitria Inscries abertas!

    Campeonato Interbairros Srie Ouro e Feminino - at 28/02

    Rstica Comunitria - at 04/03

    Mais Bela da Melhor Idade - at 31 de maro

  • Jornal dos Bairros

    Janeiro e Fevereiro 2015Opinio 02

    Editorial

    Jornal dos BairrosExpediente: Veculo da Unio das Associaes de Bairros de Caxias do Sul UAB - Rua Luiz Antunes, 80, Bairro Panazzolo Cep: 95080-000 - Caxias do SulFiliada Federao Riograndense de Associaes Comunitrias e de Moradores de Bairros (FRA-CAB) e a Confederao Nacional de Associaes de Moradores (CONAM) Presidente: Valdir Walter

    Diretor de Imprensa e Comunicao: Cludio Teixeira - claudiosteixeira@gmail.comEditora: Karine Endres - MTb. 12.764 - karine.endres@gmail.comReportagem: Karine EndresEditorao e Design Grfico: Karine Endres

    E-mail: jornaldosbairroscx@gmail.com Telefone: 3238.5348Tiragem: 10.000 exemplares

    Conselho Editorial:Antonio Pacheco de Oliveira, Cludio Teixeira, Flvio Fernandes, Karine Endres, Paulo Saussen e Valdir WalterEmail: uabcaxias@gmail.comComercial: 3219.4281Os textos assinados so de inteira responsabilidade de seus autores.

    O x da questo da Petrobras gua ter reajuste de 7,76%

    Edital de Comunicao e Convocao

    Eleies da diretoria da Associao Cultural Germnica de Caxias do Sul (Alles Gut)

    A Associao Cultural Germnica de Caxias do Sul, Alles Gut, informa a todos os seus scios que esto abertas as inscries para a eleio da sua nova diretoria, gesto 2015/2016. O perodo de registro para as chapas se en-cerra no dia 5 de maro de 2015.

    A Associao Germnica de Caxias do Sul tambm convoca todos os seus scios quites com a tesouraria a participaram da Assembleia Geral Eleitoral, que eleger a nova diretoria para gesto 2015/2016.

    A citada Assembleia ser realizada no dia 5 de maro, com primeira cha-mada s 19h30min e segunda chamada s 20h, com qualquer nmero de s-cios quites com a tesouraria.

    A Assembleia acontecer na Casa das Etnias, Avenida Independncia, n 2542, Bairro Panazzolo.

    Caxias do Sul, 16 de fevereiro de 2015.Diretoria da Associao Cultural

    Germnica de Caxias do Sul

    Os caxienses iro pagar um pouco a mais pela gua, a partir de 1 de maro.

    A prefeitura municipal de Caxias do Sul e o Samae informam que, de acordo com o decreto 17.288 de 2014, o per-centual de reajuste na Tarifa de gua de 7,76% passa a vigorar nas contas que possuem vencimento a partir do dia 1 de maro de 2015.

    Segundo a prefeitura, o clculo cor-responde mdia histrica projetada das despesas correntes, acrescida de valores necessrios para realizao dos investimentos planejados e pagamen-tos de juros e amortizao das opera-es de crdito contradas para realiza-o de obras.

    A Autarquia destaca que para con-sumidores em situao de vulnerabilida-de j vigora a Tarifa Social de gua e Es-goto, que prev descontos de 30%, 40% e 50% para famlias inscritas no Cadastro nico da Fundao de Assistncia Social (FAS). O percentual de desconto varia da seguinte forma: 30% para consumo entre 11m e 15m, 40% para consumo entre 6m e 10m e 50% para consumo at 5m. Para a tarifa de esgotamento sanitrio, o desconto ser de 50% para at 15m. Estima-se que 12 mil famlias do Cadastro nico da FAS sejam aten-

    didas com o benefcio.Para ter direito ao benefcio, ne-

    cessrio residir em moradia de carter unifamiliar (no mximo trs economias), apresentar contas anteriores de gua nas quais o nome do requerente aparea como proprietrio/usurio e usufruir de renda familiar de at trs salrios mni-mos ou meio salrio mnimo por pessoa/ms. Para os aposentados, pensionistas e pessoas com deficincia que residam sozinhas, a renda mensal deve ser de at um salrio mnimo.

    Aps a comprovao de enquadra-mento nesses critrios, o consumidor dever encaminhar ao SAMAE a solici-tao de Tarifa Social, juntamente com o comprovante emitido pela FAS. neces-srio comprovar a cada dois anos, junto ao SAMAE, a regularidade da inscrio no Cadastro nico da FAS.

    Para aquelas famlias que esto dentro do critrio de renda, mas no es-to inscritas no Cadastro nico, ne-cessrio que o titular da conta de gua procure a FAS para se inscrever no ca-dastro. Isto pode ser feito de segunda a sexta, das 8h s 14h (sem fechar ao meio-dia). A FAS atende na Rua Bento Gonalves, n 1253, Centro. O telefone (54) 3220-8700.

    Por Emir Sader

    Estava tudo pronto. A pantomima parecia funcionar conforme o desenha-do. Cada ator cumpria perfeitamente o seu papel. Tudo parecia indicar o final sonhado.

    Primeiro criou-se a imagem do caos da Petrobras, apesar da empresa bater recordes de produo. Mas o monop-lio privado da mdia encarregou-se de reverter o nome publico da empresa. O fundamental parecia ter sido feito: a re-verso da imagem da empresa de orgulho nacional para problema nacional.

    A se passou segunda fase da ope-rao. Empresa falida, solues: abertu-ra do capital estrangeiro no Pr-sal (lgi-co), contra o regime de partilha, fim dos componentes nacionais, vender o que d prejuzo, baixar o perfil da empresa ao mnimo. Solues e agentes: abriu-se o lbum de figurinhas e se colocou a cir-cular os novos heris da direita, que iam resgatar a Petrobras das garras estatizan-tes do PT e jog-la no colo do mercado. De Paulo Lehman a Henrique Meirelles, no faltou nenhum.

    Soltar periodicamente boatos para que a bolsa e as prprias aes da Petro-bras disparassem o preferido era que o Meirelles ja estaria assumindo -, para de-sovar aes compradas na baixa. E pre-parar as manchetes: Dilma se rende ao mercado, nomeia tal ou qual, mercado adora e Bolsa dispara.

    Corriam soltas as salivaes , orgas-mos mltiplos se multiplicavam pelas re-daes. Quando, de repente, s que no. Deu zebra. Dilma nomeia o presidente do Banco do Brasil.

    A acionou-se o plano B: Mercado se decepciona e Bolsa despenca! Onde est o dossi de denuncias do cara nomea-do? O que fazer agora? Dizer que a Dil-ma tentou todos os da lista do mercado

    e nenhum aceitou? Ou que o vicio esta-tizante dela prevaleceu? Dizer que houve muita divergncia dentro do governo, na Petrobras e no prprio PT.

    Passar a tomar o Bendine como v-tima privilegiada, para tentar que no se fortalea, que no se estabilize, que no dirija um processo de resgate e de forta-lecimento da Petrobras.

    A pantomima deu errado, essa que a verdade, quando at alguns no campo da esquerda davam a batalha por perdi-da. Os nomes no eram apenas nomes, representavam interesses radicalmente distintos. A grande maioria, do merca-do, que que jogou pesado contra a Pe-trobras, cuja simpatia haveria que recon-quistar, ento nada melhor que algum do mercado, para que o mercado fi-casse contente.

    S que essa conquista significaria atentar centralmente contra o carter pblico da Petrobras e entreg-la esfera mercantil, aos interesses privatistas. Os mesmos que chegaram a fazer com que ela se chamasse, por um dia, Petrobrax. Esse o x da questo. Quem resgata a Pe-trobras o mercado ou a esfera publi-ca? Depende do diagnstico que se faa. O da direita o de que os problemas da empresa vem do seu carter estatizante. O diagnstico da esquerda de que os problemas vieram da penetrao de inte-resses e comportamentos privatizantes no seio da empresa.

    No primeiro caso, se trataria de avanar na direo da privatizao da empresa, da sua imerso na dinmica do mercado. No segundo, de restabele-cer plenamente seu carter pblico, eli-minando interesses mercantis de dentro da empresa. Esse o x da questo da Pe-trobras, o mesmo x que o governo FHC quis introduzir no nome da empresa, mas a opinio pblica impediu.

  • Jornal dos Bairros

    Janeiro e Fevereiro 2015

    Assembleia discute servios da RGE

    Movimento 03

    Presidentes querem soluo para postes inseguros

    Foto: Karine EndresNo dia 10

    de janeiro, os comunitaristas se reuniram em

    Assembleia Geral para apontar melhorias e reivindicar

    demandas quanto ao servio prestado pela Rio Grande Energia (RGE), concessionria de energia eltrica na

    regio.

    Prestao de contas

    No dia 7 de fevereiro, os comunita-ristas que participaram da AG tomaram conhecimento de alguns servios que po-dem ser prestados nos bairros, em parce-rias com outras instituies. Entre estas possibilidades est a presena da Linha da Pequena Empresa e atividades de sa-de em cooperao com o S.E.R Caxias.

    A AG tambm foi o momento dos comunitaristas colocarem em pauta as questes de cultura, j que a reunio contou com a presena da secretaria municipal da pasta, Rbia Frizzo.

    Rbia apresentou algumas mudan-as, como a do local do Carnaval de Rua, com os desfiles sendo realizados na Pl-cido de Castro, ao invs da Sinimb. Ela tambm falou da mudana prevista para a Feira do Livro de 2015, que dever ser realizada no Largo da Estao Frrea, e no mais na Praa Dante Alighieri.

    O Gerente de Rela-cionamento Poder Pbli-co e Grupo A da RGE, Joo Pedro de Quadros, repre-sentou a empresa na As-sembleia. Daniel Dalsoto, presidente do Petrpolis, falou sobre um poste na sua rua, que estaria incli-nado e colocando em ris-co a vida dos moradores. O presidente da Amob Con-quista, Valdoir Vidalechs, relata que na sua comunidade h problemas com pos-tes que foram trocados, mas esto sem luminria. Segundo ele, tambm existem coisas a serem solucionadas na rua Cas-siano Pasuch. Tem um poste