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Edição de 16 de janeiro de 2015.

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  • ITAJA NAVEGANTES BALNERIO CAMBORI | 16 DE JANEIRO DE 2015 | ANO XV | N 725

    Univali oferece 2.214 vagas para ingresso sem vestibular

    Escolas da Rede Municipal recebero novas quadras poliesportivas

    Balco de empregos oferece mais de 400 vagas de emprego

    Vigilncia Epidemiolgica de Itaja pede maior cuidado para evitar dengue no vero

    Beah Rugby movimentar a Praia Brava neste fim de semana

    Mfia das PrtesesMinistrio Pblico vai apurar

    denncias do uso de stents vencidos

    Itaja recebe R$276,6 milhes de ICMS do Estado

    PGINA 3

    PGINA 7

    PGINA 7

    PGINA 4

    PGINA 4

    PGINA 8

    PGINA 5

  • Entrevista: Marcos Antnio Zordan, presidente da OCESC

    A notcia que voc l aqui, mais de 800 mil pessoas tambm leem em toda Santa Catarina SC

    www.adjorisc.com.brEdio de Janeiro 2015 . Semana III rcn@adjorisc.com.br www.adjorisc.com.br

    adjorisc

    adjori

    Oce

    sc/D

    ivul

    ga

    o

    Agncia Adjori de Jor-

    nalismo Como foi o

    ano de 2014 para o coo-

    perativismo catarinen-

    se, na sua avaliao?

    Marcos Antnio Zor-

    dan Basicamente foi

    um ano normal. O cresci-

    PHQWRGHYHUFDUHQWUH12 e 15%, um pouco me-

    nor do que o ano passa-

    do, principalmente, pela

    queda dos preos dos

    produtos nas cooperati-

    vas agropecurias, que

    representam em torno

    de 65% das receitas to-

    tais do cooperativismo

    barriga-verde.

    ns. Outra conquista que

    no podemos deixar pas-

    sar em branco foi de que

    a primeira empresa a ex-

    portar carne suna para

    os Estados Unidos uma

    cooperativa, a Cooper-

    central Aurora Alimen-

    tos, de Chapec.

    Adjori Quais foram as principais derrotas, na avaliao do senhor?Zordan Acreditamos que a maior derrota do

    setor em 2014 foi no

    conseguirmos, mais uma

    vez, sucesso na aprova-

    o da nossa lei estadual

    do cooperativismo. Mas,

    graas a Deus e aos co-

    operativistas catarinen-

    ses, temos mais vitrias

    do que derrotas para se-

    rem contabilizadas.

    pre reservando a condi-

    o de que a autogesto,

    a participao efetiva do

    scio e uma boa gover-

    nana so prerrogativas

    bsicas para que isso

    acontea.

    Adjori Quais os desa-RV TXH R FRRSHUDWLYLV-mo enfrentar em 2015?Zordan Acreditamos TXHVHUGHVDDGRUno s para o cooperati-

    vismo, mas para ns, bra-

    sileiros, que trabalhamos

    honestamente. Teremos

    PDLV GLFXOGDGHV QR FU-dito, concorrncia mais

    acirrada pela provvel so-

    bra de produo causada

    pelo baixo consumo. Te-

    remos que ser mais geis,

    avaliarmos cada passo a

    ser dado. Isso tudo por-

    O ano ser de ajustes, cortes, queda de consumo e perda de dinamismo econmico. Mesmo assim, as cooperativas catarinenses crescero entre 10% e 12% em 2015, de acordo com a previso do presidente da Organizao das Cooperativas do Esta-do de Santa Catarina (OCESC), Marcos Antnio Zordan, em entrevista Agncia Adjori de Jornalismo. Diretor de agropecuria da Coopercentral Aurora (Chapec), Zordan tem 32 anos de vivncia no cooperativismo. Aos 60 anos, casado com Dalva Maria Zordan, com quem tem trs filhos (Marcos Jnior, Matheus e Thas). Gacho de Lagoa Vermelha, vive em Santa Catarina h 35 anos. Presidiu a Fede-rao das Cooperativas Agropecurias de SC (Fecoagro) e participou da adminis-trao da Cooperleite, da Creditaipu, da Agromilk, da Ocesc e comandou por duas gestes a Creditaipu, entre outras entidades cooperativistas.

    Adjori Quais foram as SULQFLSDLVFRQTXLVWDV"Zordan O cooperati-vismo catarinense vem

    numa crescente, tanto

    nos resultados econmi-

    cos quanto nos resulta-

    dos sociais. Acreditamos

    que a conquista maior foi

    a aplicao prtica dos

    princpios cooperativos,

    em especial o quinto, que

    trata da educao, for-

    mao e informao; e o

    stimo, que o interesse

    pela comunidade. No

    menos importante foi o

    nmero de associados,

    dirigentes e colaborado-

    res de cooperativas que

    se propuseram a se pre-

    parar por meio de trei-

    namentos patrocinados

    pelo Servio Nacional de

    Aprendizagem do Coo-

    perativismo (SESCOOP).

    Ainda, a busca de sobras

    (lucros) com bons ndices

    de aproveitamento para

    cumprir rigorosamente

    com a parte social. Por

    isso que acreditamos no

    cooperativismo catari-

    nense, porque a busca do

    melhor constante, dan-

    do exemplo de persistn-

    cia, seriedade e resulta-

    do. Essas so as maiores

    conquistas, acreditamos

    Dois mil e quinze ser, mais uma vez, um ano-teste para todos ns

    A primeira empresa a exportar carne suna para os Estados Unidos uma cooperativa: a Coopercentral Aurora Alimen-tos, de Chapec

    Temos mais vitrias do que der-rotas para contabilizar

    Teremos que ser mais geis, avaliarmos cada passo a ser dado

    O cooperativismo sempre tem crescido acima de todos os n-GLFHVRFLDLV

    Adjori O senhor est otimista ou pessimista FRP"3RUTX"Zordan O ano de 2015 ser, mais uma vez, um

    ano-teste para todos ns,

    brasileiros, independen-

    temente de ser coopera-

    tiva ou no. Precisamos

    estar preparados para o

    pior. Quanto a ser pes-

    simista ou otimista, de-

    pende do ramo em que

    atuamos. Para alguns

    ramos, como das carnes,

    no dever ser to ruim.

    Mas, certamente, o co-

    operativismo cresce na

    GLFXOGDGHHVHRHVSUL-to da cooperao estiver

    SUHVHQWHDVGLFXOGDGHVsero amenizadas. As

    cooperativas em geral

    esto preparadas e seus

    dirigentes tambm, sem-

    que o governo dever

    ajustar suas contas aper-

    tando todos ns para pa-

    JDUHVVHGFLW

    Adjori O senhor acre-GLWD TXH VHU SRVVYHOcontinuar crescendo en-tre 15% e 20% ao ano? 3RUTX"Zordan Claro que o crescimento depende da

    conjuntura econmica

    do pas. O cooperativis-

    mo sempre tem crescido

    acima de todos os ndices

    RFLDLV 3RUWDQWR DFUHGL-tamos em um crescimen-

    WR VLP TXH GHYHU FDUentre 10 e 12% ao ano na

    rea do cooperativismo.

    A presso nos preos de-

    ver ser forte e os custos

    devero subir acima do

    normal.

  • WWW.JORNALDOSBAIRROS.TV

    Jornal dos Bairros - ITAJA/SC - Edio N 725 - 16 DE JANEIRO de 2015 | Ano XV | Pgina 3

    O Jornal do Bairros uma publicao da empresa Letras Editora Ltda. (ME), com sede na Rua Jorge Mattos, 15 Centro Itaja SC.Telefone: (47) 3344.8600 Site: www.jornaldosbairros.tv | Twitter: @jornalbairros

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    A promotora substituta da 13 Pro-motoria de Justia de Itaja, San-dra Faitlowicz Sachs, instaurou na quinta-feira (15) abertura de inqurito para apurar denncias sobre o uso de stents vencidos em cirurgias cardiovas-culares, realizadas no Hospital Marieta Konder Bornhausen. Uma sindicncia interna do hospital apurou que no ano de 2008 houve dois casos de utilizao de stents, com o perodo de 5 e 7 dias alm do prazo de vencimento.

    Consta no Dirio Oficial do Minis-trio Pblico de Santa Catarina que sero apuradas possveis colocaes de stents irregulares, desnecessrias ou em quanti-dade diversa da devida, bem como a uti-lizao de stents com prazo de validade vencido, em procedimentos cirrgicos realizados no Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, mediante a obteno ou no de lucro ou vantagens indevidas de qualquer espcie por mdi-cos, outros funcionrios do hospital, dis-tribuidores, fabricantes ou terceiros.

    Aps a apurao, o prximo passo ser a instaurao da Ao Civil Pblica, uma investigao judicial.

    Ministrio Pblico vai apurar denncias do uso de stents vencidos

    apuraram a cobrana de repasse irregu-lar de um fornecedor de materiais cirr-gicos-ortopdicos. A prova o prprio contrato firmado entre a fornecedora e o HMKB, que continha uma clusula na qual a empresa se comprometia a repas-sar ao hospital 10% sobre o valor total dos materiais cirrgicos adquiridos.

    Alm desta cobrana, a CPE que foi presidida pelo vereador Laudelino Lamim (PMDB) e resultou em um relatrio de 492 pginas, apurou tambm denncias de cirurgias que no estariam sendo re-alizadas mesmo com o repasse do SUS; denncias de que a estrutura do hospital no atendia os requisitos legais para re-ceber determinados tipos de verbas do Governo do Estado e de que o atendi-mento prestado a pacientes era inade-quado e no obedecia a legislao.

    O vereador Laudelino Lamin ga-rantiu que a Cmara no teve nenhum retorno por parte do MP em relao ao relatrio da CPE. O que lamentvel, porque no documento havia provas con-tundentes a respeito dessas irregularida-des, completa Lam