jornal dos bairros 07 junho 2013

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Jornal dos Bairros 07 Junho 2013

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  • Prefeitos da Amfri debatem repasse para o Hospital Pequeno Anjo

    ITAJA NAVEGANTES BALNERIO CAMBORI | 7 DE JUNHO DE 2013 | ANO XII | N 653

    Safra da tainha frustra pescadores

    industriais

    PGINA 4

    PGINA 5

    Mais de 80 casais dizem sim

    neste sbado

    Univali promove campanha do

    agasalho

    Ministra Ideli anuncia investimento de mais de

    R$ 200 milhes para Porto de Itaja

    Apae realiza pedgio deste sbado e pede ajuda de voluntrios

    Loteamento Portal II ganha

    nova crechePGINA 7

    5 5

    5

    4

    Divulgao

    PGINA 4

    Comemoraes do aniversrio de

    Itaja comeam nesta sexta-feira

    Nelson Robledo

    Divulgao

    Jorn

    al d

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    os

  • Jornal dos Bairros - ITAJA/SC - Edio N 653 - 7 de JUNHO de 2013 | Ano XII | Pgina 2

  • WWW.JORNALDOSBAIRROS.TV

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    Jornal dos Bairros - ITAJA/SC - Edio N 653 - 7 de JUNHO de 2013 | Ano XII | Pgina 3

    O Jornal do Bairros uma publicao da empresa Letras Editora Ltda. (ME), com sede na Rua Jorge Mattos, 15 Centro Itaja SC.Telefone: (47) 3344.8600 Site: www.jornaldosbairros.tv | Twitter: @jornalbairros

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    direcao@bteditora.com.br | jornalismo@jornaldosbairros.tvO Jornal dos Bairros no se responsabiliza pelos artigos assinados pelos seus colaboradores ou de matrias oriundas de assessorias de imprensa de rgos oficiais ou empresas particulares.

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    A TRANSPARNCIA ATIVA DE QUEM SERVE

    SANTA REELEIO Colombo vai encerrando seu terceiro ano de man-

    dato to apagado e sem sal de como quando ele entrou no governo. Ao longo desses anos Colombo no con-seguiu se entender com a Educao e pesa contra ele o maior tempo em que os professores mantiveram os braos cruzados, ou seja, mais de 40 dias.

    Tem deixado a desejar no quesito Segurana e est literalmente apanhando da criminalidade. S que quem paga essa fatura a populao, que necessita se des-locar do trabalho para casa/trabalho usa os transportes pblicos e ficam a merc das mudanas de humor da marginalidade e a qualquer momento uma pira pode ser acesa. As SDRs que ele as apelidou de cabide de empregos, nada mudaram na sua gesto.

    Agora visando a reeleio e sabendo da sua to-tal falta de empatia com a populao ele cria a Santa Renda, isto , um programa assistencialista que ir dis-tribuir dinheiro entre as camadas sociais mais carentes. Este programa est mais para Santa Reeleio. Colom-bo criou uma dependncia que ser usada em prol a sua reeleio. Como diz a propaganda de governo, so muitos os catarinenses que vivem em situaes prec-rias. Precrias de renda, precrias de conhecimento e precrias no que se diz respeito a perceber uma arma-dilha.

    DEVEDORES: R$ 5 BILHES Os mil maiores devedores de tributos de Santa Ca-

    tarina esto recebendo ateno especial por parte da Procuradoria Geral do Estado (PGE). Objetivo inten-sificar a cobrana de cerca de R$ 5 bilhes, atravs de aes judiciais que permitam, principalmente, a penhora de parte do pagamento recebido por meio de cartes de crdito e dbito. Esta iniciativa inovadora

    vem sendo admitida pelo Judicirio como uma forma de combater a inadimplncia, explica o chefe da Pro-curadoria Fiscal (Profis), Juliano Dossena, que ressalta que a medida um grande avano da Justia no marco do progresso tecnolgico do comrcio na atualidade.

    CADEIA DE EXPORTAO Raimundo Colombo participou em Braslia de au-

    dincia na Agncia Nacional de Transportes Aquavi-rios (Antaq), destacando a importncia dos investimen-tos nos portos do Estado no cenrio atual, favorecido pela abertura do mercado japons para a carne suna catarinense. No encontro, representantes da Antaq pro-meteram agilidade no processo de regularizao do ter-minal porturio da Seara Braskarne, localizado junto ao Porto de Itaja e importante engrenagem na cadeia da exportao de carne catarinense.

    SDRs NA MIRA DO PT Aps eleger as secretarias regionais como o alvo

    da vez, a bancada do PT na Assembleia est propondo a realizao de uma consulta pblica para ouvir enti-dades e populao acerca da atuao e da necessidade das 36 SDRs. A matemtica do PT essa: Com a ex-tino das 36 secretarias regionais sob o argumento, entre outros, de que, este ano, o custeio de R$ 336,7 milhes e os salrios R$ 101,6 milhes superaro os investimentos, previstos em R$ 268,7 milhes.

    Raimundo Colombo j as chamou de cabide de emprego e depois teve que engolir o que disse, quando se alinhou a trplice e se curvou a LHS, mentor e criador dessas Secretarias Regionais.

    MAIS UM PARTIDO O partido de Marina Silva (Rede Sustentabilidade)

    precisa de 500 mil assinaturas em nove estados do pas para atingir os 0,5% do eleitorado e pretende fechar a entrega em 15 de junho, o que dar tempo para que o TSE conceda o registro at 30 de setembro, tempo hbil para filiar os novos integrantes e concorrer em 2014.

    JURO ZERO O governador Raimundo Colombo sancionou a

    Lei n 16.006 que institui o Programa Badesc Cidades Juro Zero. Com isso, todos os prefeitos catarinenses podero financiar recursos para investir nos municpios a juro zero. A operao ser feita pela Agncia de Fo-mento do Estado de Santa Catarina - Badesc. um im-portante incentivo, principalmente para os que esto no primeiro mandato.

    O Governo do Estado vai disponibilizar R$ 350 milhes em 2013. O valor financiado para as prefeitu-ras depende da capacidade de endividamento de cada uma. Os projetos devem ser encaminhados para o Ba-desc. Outra vantagem do programa a desburocratiza-o e a agilidade, em virtude do conhecimento e da ex-perincia da equipe que analisa os pedidos. Em 2012, o Badesc financiou R$ 196 milhes para o setor pblico.

    RESULTADO DA PESQUISA A pesquisa do Centro de Cincias da Administra-

    o e Socioeconmicas da Udesc, deu respaldo cient-fico a anlises feitas ao longo dos anos. Considerando os resultados de eleies desde 2000 e informaes so-bre populao e PIB dos municpios, o estudo chegou s seguintes concluses:

    1) PMDB, PSD, PP, PT, PSDB e DEM detiveram em mdia 94,5% do poder poltico em Santa Catarina nos ltimos doze anos;

    2) O PMDB o maior partido no Estado;3)O surgimento do PSD tirou do DEM o status de

    grande partido da poltica catarinense;4) O PT e o PSDB se destacam nas cidades maio-

    res, enquanto os outros quatro predominam em muni-cpios menores.

    Este estudo completo est disponvel no site www.callipolis.org.br.

    Servir um ato nobre, a nobreza de um ato, contudo, proporcional ao tamanho da disponibi-lidade que demonstramos ter ao pratic-lo, j que a virtude da nobreza vai alm dos nossos compor-tamentos ordinrios. Quando falamos em nobre-za da alma, estamos falando de um plus, de algo mais. No dizer do italiano Pietro Ubaldi, o servir uma qualidade superior do poder, o comando su-premo , simplesmente, a suprema obedincia.

    Da mesma forma que a nobreza do servio pblico est na qualidade do servio que se presta, a grandeza de liderar tambm est, justamente, na nobreza de servir, pois, liderar servir, assumir cargo pblico servir.

    Quem presta um servio tem a obrigao de tambm prestar contas do que fez e de como o fez. Prestar contas, portanto, uma decorrncia simples e obrigatria da prestao do servio.

    O Poder Pblico o agente do bem comum, est constitudo para satisfazer as necessidades coletivas. Para isso, claro, tem despesas, que implicam a utilizao de recursos pblicos, arre-cadados dessa mesma populao, para que a ela voltem sob a forma de escolas, segurana, estra-das, sade, etc. O dinheiro que arrecadado pelo Poder Pblico, no lhe pertence e, sim, ao povo; o Poder Pblico , apenas, seu guardio, seu fiel depositrio e seu administrador.

    claro que, se o dinheiro no pertence a quem exerce o Poder Pblico, nasce para os seus titulares o dever de informar ao povo a maneira como os recursos esto sendo empregados. Essa prestao de contas feita perante o Poder Legis-lativo, perante a Cmara de Vereadores de Itaja, que o Poder que, em nome do povo, autoriza as despesas, mediante a aprovao da Lei Oramen-tria Municipal - LOM.

    A obrigatoriedade que tem o administrador da coisa pblica de informar como usou o dinheiro do povo, no representa uma desconfiana em re-lao aos procedimentos por ele adotados, mas, sim, uma oportunidade que tem o povo de conhe-cer a destinao dada ao seu dinheiro, e se esta destinao se pautou pelo que estabelece a Lei e pelos legtimos interesses da comunidade.

    Para haver virtude na transparncia, preciso que ela seja ativa, espontnea e sincera, isto , que no precise ser provocada pelo cidado. Confor-me a Lei de Acesso a Informao, os rgos e en-tidades devem divulgar as informaes, indepen-dentemente de solicitao, no devendo se limitar a publicar dados, mas deve pensar a informao de modo amplo, permitindo que o cidado acesse seus bancos de dados e a partir deles busque sanar suas necessidades, utilizando-os, inclusive, para gerar produtos que agreguem valor sociedade.

    Sem informao no h cidadania.

    Jonas Tadeu NunesCoordenador do Observatri