Jornal Domingo em Casa edição 29

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Jornal Domingo em Casa edio 29

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<ul><li><p>PLANEJAMENTOImplantao de uma Plataforma Logstica Intermodal na cidade tema de discusso entre empresrios e polticos. Pg. 3</p><p>ROMNTICAAps trs anos, Camila Rodrigues est de volta TV como a Merabe em Rei Davi, minissrie da TV Record. Pg. 13</p><p>DISTRIBUIO GRATUITA NAS RESIDNCIAS. NAS BANCAS R$ 0,50</p><p>GER</p><p>LICE</p><p> RO</p><p>SA</p><p> ANO 1 | EDIO 29 | SETE LAGOAS | 5 A 11 DE FEVEREIRO DE 2012 ANO 1 | EDIO 29 | SETE LAGOAS | 5 A 11 DE FEVEREIRO DE 2012ANO 1 | EDIO 29 | SETE LAGOAS | 5 A 11 DE FEVEREIRO DE 2012ANO 1 | EDIO 29 | SETE LAGOAS | 5 A 11 DE FEVEREIRO DE 2012ANO 1 | EDIO 29 | SETE LAGOAS | 5 A 11 DE FEVEREIRO DE 2012ANO 1 | EDIO 29 | SETE LAGOAS | 5 A 11 DE FEVEREIRO DE 2012DOMINGO EM CASA</p><p>EUTANSIA CANINAEmbora legal, sacrifcio de animais sadios recolhidos nas ruas questionado. Pg. 5EUTANSIA CANINAPOLMICA</p><p>Canil do Centro de Controle de Zoonoses fica na zona rural de Sete Lagoas</p></li><li><p>2 oPiNio Domingo em Casa 5 a 11 De fevereiro De 2012</p><p>Publicao da AC&amp;S Mdia Ltda CNPJ - 05.373.616/0001-21Rua Luiz do Carmo, 39Bairro Jardim Arizona - Sete Lagoas-MG - CEP 35700-374 - (31) 3775-0629Diretor geral e editor responsvel - Almerindo Camilo (2709/MG)Coordenador comercial - Sidney Duarte (comercial@domingoemcasa.com.br)Coordenador de eventos - Herivelton Moreira da CostaCoordenador de distribuio - Rafael MelgaoEditora - Marina AlvesReportagem - Jos Vtor Camilo e Cris DuarteDiagramao - Antonio Dias e Wanderson Fernando DiasTiragem - 10.000 exemplaresImpresso - O Tempo Servios grficos (Contagem-MG)Contato comercial em BH - AC&amp;S Mdia Ltda (31) 2551-7797Representante comercial SP, Rio e Braslia - Screanmedia (11) 3451-0012 e (11) 9141-2938</p><p>OS ARTIGOS ASSINADOS NO EXPRESSAM NECESSARIAMENTEA OPINIO DESTE JORNAL.</p><p>domiNgo em caSa</p><p>Uma questo socialum assustador tema tem to-</p><p>mado o imaginrio popular: as chamadas cracolndias, presen-tes principalmente nas grandes cidades. Por atual, o tema tem sobressaltado coraes e ocupado mentes brasileiras do Oiapoque ao Chu. E lgico pginas e mais pginas de jornais e grades intei-ras das rdios e TVs. O que, no entanto, preocupa, a forma como o Estado no caso o de So Paulo tem enfrentado a questo.</p><p> Mas o mal social chama-do crack est presente em todo o pas, inclusive aqui, em nosso meio, razo porque oportuno debat-lo.</p><p> Combater as drogas, em geral, e o crack, em particular, problema de polcia. Os usurios viciados, porm, so questo so-cial. Retirar fora os chamados zumbis das reas onde se entor-pecem dia e noite no vai resolver a questo. No se pode perder de vista que, se inevitvel, a deso-cupao das reas por si s no resolve o problema. A questo en-volve seres humanos, que como tal devem ser tratados. Portanto, tirar estes pobres coitados das ruas, ainda que fora, apenas um passo na enorme caminhada que cabe ao Estado dar, em todas as suas instncias Municipal, Estadual e Federal. O passo se-guinte mais importante: ofere-cer condies de tratamento. Nin-</p><p>gum doente por que quer. E os viciados so doentes.</p><p>O problema das drogas hoje mais que nunca ultrapassa a mera esfera do drama social. No se tra-ta de simples infrao ao cdigo penal. As leis contra traficantes e vendedores de drogas, se aplica-das, resolveriam o problema do trfico, mas a vida dos depen-dentes requer polticas sociais especficas, polticas em que no cabem cassetetes e viaturas.</p><p>Para muita gente, infelizmente, o viciado o nico culpado de seu vcio. Para estas pessoas, portanto, o Estado est cumprindo brilhante-mente seu papel ao retirar das ruas, a cacetadas, os infortunados. Certa-mente no admitiro, mas o que lhes passa pela cabea que esta higieni-zao mais que justificvel.</p><p>No fundo pouco lhes importa que destino tero os zumbis de-pois que forem removidos de suas vistas. Por isto apiam quando vem os incmodos usurios se-rem removidos na marra. Mas na marra deveria ser a ao do Esta-do no sentido de tratar as pessoas doentes que por a se drogam. </p><p>Infelizmente, porm, ano eleitoral, e todos que querem se eleger, ou reeleger. E poucos tero disposio para enfrentar esta questo, to pouco ren-tvel em termos eleitorais. Quem sabe em 2013...</p><p>Almerindo Camiloalmerindo@domingoemcasa.com.br</p><p>duke</p><p>A previdncia e a felicidadeA educao previdenciria </p><p>ainda no mereceu a devida importncia, mas os efeitos de no pratic-la j so percebidos em vrios pases. Na contabili-dade pblica, baseada na ca-pacidade do povo em produzir, consumir e pagar impostos, historicamente, os inativos so classificados como passivo e engrossam o dficit da previ-dncia. A sociedade quer mu-dar essa histria.</p><p>Na pedagogia previdenci-ria, a moral humana difere da moral dos animais descrita na fbula de La Fontaine - A Ci-garra e a Formiga. Enquanto crianas, somos ldicos assim como as cigarras. Nas idades produtivas, trabalhamos como as formigas. Porm, quando idosos, embora o sistema nos d o mesmo destino das cigar-ras, continuamos produtivos atravs do cio criativo. </p><p>O pacto previdencirio existe para equalizar o bem--estar social durante todas as fases da vida. Atravs da edu-cao previdenciria, apren-de-se equilibrar trabalho, con-sumo e cio, sem gerar passivo algum. Acredita-se que esse </p><p>equilbrio a base da felicida-de geral de um povo.</p><p>O rei do Buto, pequeno pas localizado nas cordilheiras do Himalaia, questionado por-que o PIB - Produto Interno Bru-to - de seu pas baixo, refletiu se seus sditos deveriam pro-duzir sem satisfao pessoal. Inovou ao criar a FIB Felicida-de Interna Bruta, um conceito que mescla trabalho, produo e consumo, com qualidade de vida e sustentabilidade (suprir as necessidades atuais, sem prejudicar as geraes futuras). </p><p>Em 2011, a Assemblia Geral da ONu aprovou uma diretriz que reconhece que o PIB (a soma de tudo que o pas produz econo-micamente) no reflete o bem--estar do povo. Reconhecendo a felicidade como uma aspirao universal, a ONu encoraja as na-es adotarem a FIB como mtri-ca da satisfao de seus povos.</p><p>Ser o incio do fim do homo economicus? Desde os tempos imemoriais, vive-se para produzir por produzir, con-sumir por consumir, e dar a Ce-sar o que de Cesar, num ciclo repetitivo. Esta ciranda econ-mica e social resulta em dficits </p><p>previdencirios que cada gera-o empurra para a seguinte. </p><p>Porm, estamos vivendo mais. Nos pases onde existem mais aposentados que traba-lhadores, chegou o momento da conta ser paga. Na Europa, a conta j est sendo da juven-tude. Nos EuA, a meca do trin-mio produzir-consumir-pagar impostos, o movimento ocupe Wall Street traduz o inconfor-mismo civil com esta ciranda.</p><p>No Brasil, o rombo da pre-vidncia social uma bomba prestes a explodir. J nas prxi-mas dcadas, a quantidade de aposentados igualar a de tra-balhadores. Inevitavelmente, o passivo previdencirio ter que ser pago. No h cidado que seja feliz hoje, sabendo que deixar a dvida como herana para os netos.</p><p>Somente com a viso de estadista, que pensa nas gera-es futuras, seremos capazes de desarmar a bomba previ-denciria. Falta-nos um rei de Buto que decrete a felicidade geral da nao, sem esquecer as futuras geraes. A educa-o previdenciria o passa-porte para esses novos tempos.</p><p>Jos Luiz Almeida CostaConsultor em inovaes</p></li><li><p>3cidade e regio Domingo em Casa 5 a 11 De fevereiro De 2012</p><p>QuIN DRuMMOND/COMuNICAO</p><p>Para continuar crescendo Lideranas discutem Plataforma Logstica Intermodal de olho na localizao de Sete Lagoas </p><p>Polo regional para 30 muni-cpios, abrangendo mais de 500 mil habitantes; situada num dos melhores pontos logsticos do Brasil; oitava economia de Minas Gerais; dona de um PIB superior a R$ 5 bilhes e uma das cidades de porte mdio que mais crescem no pas. Com base nesses dados eloquentes, o municpio de Sete Lagoas realizou na ltima quin-ta-feira (2/2) um workshop para discutir a implantao na cida-de, de uma Plataforma Logstica Intermodal, permitindo o esco-amento da produo regional atravs da intermodalidade dos transportes areo, ferrovirio e rodovirio.</p><p>O workshop reuniu autori-dades empresariais e polticas de Sete Lagoas e regio, entre os quais os deputados estaduais Dulio de Castro (PMN) e Dr. Viana (DEM, o deputado federal Eduar-do Azeredo (PSDB), prefeitos de </p><p>PLaNeJameNTo Autoridades polticas e empresariais participaram de workshp para debater a questo logstica do municpio</p><p>cidades vizinhas e o chefe do exe-cutivo sete-lagoano, Mrio Mrcio Maroca (PSDB). Empresrios de diversos setores representados pelo presidente da Associao Comercial de Sete Lagoas, Eduar-do Rocholi, tambm participaram do evento visando debater a via-</p><p>bilizao do projeto. O workshop aconteceu na Gruta Rei do Mato, um dos mais importantes recep-tivos e ponto turstico da cidade.</p><p>Na oportunidade o deputado federal, Eduardo Azeredo, com-parou Sete Lagoas cidade de Campinas, importante plo in-</p><p>dustrial, devido as caractersticas e potencial da cidade. Sete Lago-as hoje se compara a Campinas. Estudiosos temiam que a cidade de So Paulo engoliria Campinas, o que no aconteceu. Temos aqui um potencial enorme e eventos de planejamento como esse mos-</p><p>tram o compromisso da adminis-trao com o desenvolvimento da cidade avaliou o parlamentar.</p><p>Reunimos aqui empresrios de vrios segmentos para que todos tenham conscincia da grandiosidade do projeto. Com a instalao da plataforma logstica intermodal e tambm de um por-to seco na cidade estamos alicer-ando a cidade para um desenvol-vimento ainda maior, detalhou o prefeito Maroca.</p><p>O secretrio de Trnsito e Transporte urbano, Caio Vala-ce, destacou a importncia do workshop que conseguiu reunir lideranas de vrios segmen-tos. Reunimos para a discusso representantes da Assembleia Legislativa, da Cmara Federal e tambm lideranas municipais. A nossa matriz logstica capaz de escoar nossa produo com esse modais. Por isso a importncia a discusso salientou o secretrio. </p></li><li><p>4 cidade e regio Domingo em Casa 5 a 11 De fevereiro De 2012</p><p>Legalizao de imveisMais uma etapa da regularizao fundiria foi realizada para ajudar famlias de baixa renda</p><p>eXPeCTaTiva Cerca de 7.000 famlias aguardam para legalizar seus imveis; algumas esperam h 30 anos</p><p>Na ltima tera-feira, dia 31, mais um passo foi dado para que moradores de baixa renda legalizem seus imveis. Cerca de 7.000 famlias que preencherem requisitos como no ter outra moradia em seu nome, ter renda mxima de cinco salrios mni-mos e o titular residir no local tero seus imveis regularizados na cidade. Alguns moradores es-peram h mais de 30 anos pela regularizao do imvel.</p><p> o caso de Sidnia Cardoso que mora com o pai no bairro Santa Luzia e espera h mais de 30 anos. O projeto est cami-nhando, estamos esperanosos que agora vamos conseguir re-gistrar nossa casa, disse.</p><p>A reunio do Programa de Regularizao Fundiria Im-vel Legal, da Prefeitura de Sete Lagoas, aconteceu no salo da Parquia de Santa Luzia. Parti-ciparam o prefeito Mrio Mr-cio Maroca, representantes da comunidade e a equipe da pro-curadoria, chefiada pela procu-</p><p>radora, Alessandra Lisboa, que coordena os trabalhos.</p><p>A procuradora ressaltou a importncia da reunio. Nes-sa primeira etapa, dividimos o bairro em cinco reas para fa-zermos o levantamento e regis-tro topogrfico; dessa maneira ganharemos agilidade. Essa reunio serve para mostrarmos aos moradores nosso cronogra-ma de ao e apresentar nossa equipe para que todos recebam os tcnicos que faro as medi-es dos terrenos, explica a procuradora Alessandra.</p><p>O prefeito Maroca eviden-ciou seu lao afetivo com a lo-calidade. Tenho uma ligao muito grande com o bairro San-ta Luzia, por isso fao questo de participar dessas reunies e acompanhar de perto o desen-volvimento do Imvel Legal. Tenho certeza que no deixarei este mandato sem que a regula-rizao fundiria seja concluda aqui, afirmou o prefeito que foi aplaudido pelos participantes.</p><p>Durante a abertura do ano letivo em Sete Lagoas, a ma-triz curricular foi entregue aos professores da rede pblica municipal. Com esse material, em forma de apostilas, as es-colas vo cumprir determina-das metas, ter uma rotina de trabalho e planificar resulta-dos. Conforme a Secretaria da Educao, antes da matriz, as instituies municipais no dispunham de um norte para a aplicao de contedos, pois os professores no tinham uma orientao uniforme e traada pela prpria secreta-ria. Cada professor, a partir desse norteamento e seguin-do orientaes pedaggicas, poder adapt-lo visando um maior rendimento e melhor compreenso para os alunos.</p><p>No fim do ano letivo, ser feita uma avaliao com os pro-fissionais para que possveis ade-quaes sejam consideradas na matriz curricular do ano seguinte.</p><p>H muitos anos no se im-plementava a matriz no munic-</p><p>Plano de aula para professores da rede municipalQuIN DRuMMOND/COMuNICAO</p><p>QuIN DRuMMOND/COMuNICAO</p><p>pio. Vai nortear o contedo que o professor precisa trabalhar dentro de cada modalidade de ensino, disse Rbia Carla, responsvel pela equipe pedaggica que elaborou a matriz curricular.</p><p>Em evento realizado na noi-te da ltima tera-feira, dia 31, no auditrio da unifemm, o prefeito Maroca e a secretria Rosngela Flister destacaram o pioneirismo e a importncia </p><p>do material. a sinalizao de que estamos no caminho certo e que temos, efetivamente, com-promisso com a educao, res-saltou o prefeito. um marco para a educao de Sete Lago-as, acrescentou a secretria.</p><p>Ao apresentar a matriz curri-cular, o prefeito exaltou o trabalho de Rosngela Flister frente pasta, destacando ainda que o que se faz aqui hoje mostrar a importncia e </p><p>o compromisso com a educao, que a base de tudo.</p><p>Durante a solenidade, que contou com o apoio do Sesc MG, houve apresentaes do ballet do CAIC, a palestra Novos Rumos da Educao, proferida por Jos Carlos Cruz, que bilogo, gradu-ado em histria natural, bacharel licenciado pela uFMG, tambm especializado em administrao de empresas. </p><p>orieNTao Matriz currilar, material com plano de aula, foi entregue aos professores em evento na ltima tera </p><p>rPidaSBiomonitoramento</p><p>O Instituto Mineiro de Gesto das guas (Igam) inicia este ms o pro-cesso de implantao do biomonito-ramento no Rio das Velhas, que ser concludo no segundo semestre deste ano. O objetivo complementar o monitoramento fsico-qumico, que j realizado em todo o Estado desde 1997 pelo Igam, por meio do Projeto guas de Minas. A metodologia mede a resposta de organismos vivos, tam-bm chamados de bioindicadores, que compem o ambiente monitora-do a diferentes tipos de contaminao ou poluio. O Rio das Velhas contar com uma rede de 20 pontos, onde o material ser coletado. </p><p>CartriosOs atos que delegam a 266 novos titulares de cartrios o exerccio da ati-vidade notarial e de registro foram pu-blicados na quinta (2/2) no Minas Ge-rais. Os novos titulares vo se somar aos outros delegatrios que tomaram posse no ano passado e que, tambm, foram aprovados em concurso pblico de provas e ttulos realizado pelo Tri-bunal de Justia do Estado de Minas Gerais. Para tomar posse os nomeados devem entrar em contato com a Supe-rintendncia de Pessoal dos Servios Notariais e de Registro e Concesso Cartorial da Secretaria de Casa Civil e de Relaes Institucionais (Seccri).</p></li><li><p>5cidade e regio Domingo em Casa 5 a 11 De fevereiro De 2012</p><p>Por Gerlice Rosa</p><p>Ba...</p></li></ul>