Jornal Domingo em Casa 3ª edição

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Jornal Domingo em Casa 3 edio

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  • correnDo aS Sete lagoaSFranck Caldeira fala sobre novo recorde, a carreira e o orgulho da terra onde nasceu. Pgs. 11 e 12

    Domingo em caSa

    tuDo Sobre aS novelaSA partir desta edio, leitores podero conferir todos os captulos da semana. Pg. 8

    ANO 1 | EDIO 3 | 24 A 30 DE JULHO DE 2011

    DiStribuio gratuita naS reSiDnciaS. naS bancaS r$ 0,50

    Caetanpolis homenageia Clara Nunes na sexta edio do Festival Cultural, que comea no prximo dia 7 e promete agitar a regio. Pgs. 4 e 5?

    TRIBUTO guerreira

  • 2 oPinio Domingo em Casa 24 a 30 De julho De 2011

    Fiscalizar sem escandalizarNa Faculdade Bezerra de

    Menezes em Curitiba, onde es-tudei Parapsicologia, tnhamos um professor de Psicologia que alertava sobre a grande doena do terceiro milnio. Tratava-se, dizia ele, da doena psicolgi-ca motivada pelo stress dirio. Acertou o professor. As pessoas no tm mais pacincia.

    Semana passada um amigo narrou um fato: determinado abrigo de crianas da cidade, existente h quase 70 anos, recebeu visita de um fiscal da Prefeitura que, ao ver um fogo lenha ali instalado desde a construo do prdio, determi-nou que fosse desativado e des-trudo alegando que a fumaa pode contaminar as crianas. Logo pensei: Meu Deus, quem vive nas comunidades rurais est condenado. Mas nunca fi-quei sabendo de morte por cau-sa de fumaa de fogo lenha. J ouvi sim, e muito, atravs do Corpo de Bombeiros, sobre mor-tes por asfixia causada pelo gs de cozinha.

    Ao saber do caso esse meu amigo procurou os chefes do fis-cal e o assunto foi encerrado. O fogo no foi destrudo. Perma-

    nece l garantindo diariamente comida saudvel para as crian-as, alm de manter quente a serpentina que aquece o banho dos pequeninos. Assunto re-solvido ficou o trauma da igno-rncia e hipocrisia de um fiscal despreparado e mal orientado que, com certeza, alm de no possuir bom senso em sua vida cotidiana, deve estar por a es-palhando desavenas com sua mente doentia. Esta , pois, a doena do nosso milnio de que falava o professor. Casos pareci-dos so vivenciados no dia a dia de Sete Lagoas. Relatar os ab-surdos chegaria a ser montono.

    Propomos um pacto por Sete Lagoas. Cobrar do executivo municipal mais rigor na seleo desses profissionais. Se estiver-mos pensando na Copa do Mun-do para recebermos turistas de uma maneira corts e respons-vel, devemos qualificar os servi-dores, principalmente a Guarda Municipal, que tambm j apon-ta erros de comportamento e abuso de autoridade. Educao e respeito ao cidado devem ser a palavra de ordem do dia a dia. Esse deve ser o nosso compro-misso com Sete Lagoas.

    Marclio Maran

    Publicao do Consrcio Domingo em Casa Sete Lagoas Ltda

    CNPJ - 13.807.194/0001-83

    Rua Santa Catarina 1713-A

    Bairro Boa Vista - Sete Lagoas-MG (31) 3026-1700

    CEP 35700-086

    Diretor excutivo e comercial - Marclio Maran

    Diretor de redao/editor responsvel - Almerindo Camilo (2709/MG)

    Coordenador de eventos - Herivelton Moreira da Costa

    Diagramao - Antonio Dias e wanderson Dias

    Tiragem - 10.000 exemplares

    Impresso - O Tempo Servios grficos (Contagem-MG)

    Representante comercial BH - AC&S Mdia Ltda (31) 2551-7797

    Representante comercial Sete Lagoas - Agncia guia (31) 3775-1909

    Representante comercial SP, Rio e Braslia - Screanmedia

    (11) 3451-0012 e (11) 9141-2938

    OS ARTIGOS ASSINADOS NO EXPRESSAM NECESSARIAMENTE

    A OPINIO DESTE JORNAL.

    Domingo em caSa

    A psicologia do caroPor que o povo bra-

    sileiro aceita pagar caro por produtos e servios? Nas relaes comerciais, o componente psicolgico decisivo para a percepo de valor do custo/benef-cio. Em funo disto, cada mercado tem sua prpria cultura de preos.

    Os fencios (1500 - 300 a.C.), os maiores mercadores globais em sua poca, iam de pas em pas, expunham seus produtos e deixavam os clien-

    tes locais proporem a oferta inicial. S depois de identi-ficada a reao psicolgica daquele povo com o caro ou barato que iniciavam a ne-gociao.

    O brasileiro, aps dca-das convivendo com a infla-o, perdeu a noo do valor real dos preos. Para conter a inflao, o governo detm o controle do mpeto do con-sumo. Psicologicamente, tudo o que reprimido gera efeito colateral. Consequn-

    cia: para o brasileiro, caro ou barato uma questo se-cundria, o importante ter a oportunidade de comprar.

    A arenga repetitiva de que o Custo Brasil encarece nos-sos preos em relao a ou-tros pases, alm de servir de desculpa oficial, deixa o con-sumidor brasileiro alienado.

    Nossa alienao re-corrente. Vale lembrar que j aceitamos pagar mais caro por um veculo usado do que um zero.

    Jos Luiz Almeida CostaConsultor em inovaes

    Duke

    Famlia, nosso maior patrimnioA famlia o bem mais

    precioso que possumos, o laboratrio do amor. A insti-tuio mais antiga do mundo de origem divina. Deus de-seja que cada famlia alcance a verdadeira felicidade, porm, existem alguns princpios que devem ser observados. Esses princpios so os pilares que sustentam uma famlia bem sucedida. So eles: amor e perdo. O lar no deve ser um campo de batalha, um Viet-n. Deve ser um pequeno cu na terra onde se cultiva o amor e se desenvolve a prtica do

    perdo, fatores importantes para a unio e a felicidade.

    O corao da sociedade o lar. Quando o lar edfico refle-te diretamente em toda nossa vida, quer seja no trabalho, na escola, nas principais decises da vida. Ningum pode dizer ser uma pessoa realizada, se no tiver uma famlia ajustada. Nenhum sucesso no mundo pode compensar o fracaso na famlia.

    Para que se tenha uma famlia abenoada acredite! preciso haver por parte de todos os membros que a cons-

    tituem o partilhar das respon-sabilidades e respeito mtuo de um para com o outro. Vale lembrar ainda o ditado popu-lar, segundo qual a famlia que ora unida permanece unida. Sim, isso verdade. A vitria de uma famlia est em reconhecer em Deus a onipo-tncia de realizar. Em orao, devemos apresentar a Ele to-das as necessidades do lar.

    FL. 4:19 diz: O mei Deus, segundo as suas riquezas su-prir todas as vossas neces-sidades em glria por Cristo Jesus.

    Geraldo A. P. Simo MoreiraPastor

    maran@domingoemcasa.com.br

  • 3motoboy Domingo em Casa 24 a 30 De julho De 2011

    Duas rodas numa boa

    Pioneirismo na cidade Desde que a regula-

    mentao da profisso de mototaxista foi aprovada por meio de lei federal, em 2009, Sete Lagoas tem sido uma cidade pionei-ra na regio em cumprir a legislao. que a deci-so federal determina que cada municpio crie sua lei municipal para a im-plementao do servio, o que j est sendo feito na cidade e ainda est em dis-cusso, por exemplo, em grandes cidades como Belo Horizonte e So Paulo.

    um servio essencial sociedade hoje em dia, feito com maior rapidez e menos transtornos no trn-

    sito, frisa Evaldo Cruz, presidente do Sindimotos de Sete Lagoas. Segundo ele, a tarifa cobrada por mototaxistas varia de R$ 4 a R$ 5 na regio central da cidade e pode chegar a R$ 12 no transporte para bair-ros distantes.

    A lei foi sancionada pelo presidente Luiz Incio Lula da Silva em julho de 2009. O projeto colocado em vota-o na Cmara e no Senado foi elaborado pelo Conse-lho Nacional de Trnsito (Contran) depois que o r-go detectou que o servio existia, informalmente, em pelo menos 3.500 cidades brasileiras.

    Por Sandra Carvalho

    Est prevista para o pr-ximo ms de agosto a licita-o de 535 concesses para o servio de mototaxista em Sete Lagoas. O edital elabo-rado pela prefeitura da ci-dade junto ao Sindicato dos Mototaxistas (Sindimoto) de Sete Lagoas est na fase de finalizao. O procedimento tornar o mototaxista um mi-croempreendedor individual e garantir benefcios ao pro-fissional, que estar protegi-do, por exemplo, pelo seguro social. Os usurios tambm sero beneficiados com ga-rantia de maior segurana no servio prestado.

    A licitao vai acontecer quase um ano depois de o servio de mototxi ser re-gulamentado por meio de

    decreto municipal na cidade. De acordo com o presidente do Sindimoto de Sete Lagoas, Evaldo Cruz, atualmente cerca de 700 profissionais atuam nessa rea no municpio.

    Com a concesso, sero excludos aqueles profissio-nais que trabalham ilegalmen-te, sem carteira, com veculos em ms condies. S ficaro aqueles que estiverem devida-mente preparados, nas condi-es, garantindo a maior segu-rana do usurio, afirmou.

    De acordo com ele, os mo-totaxistas tero de passar por cursos do Conselho Nacional de Trnsito (Contran) e os ve-culos sero sempre vistoria-dos e tero placas vermelhas, que caracterizam veculos de transporte de passageiros. Alm disso, haver um segu-ro que cobrir mototaxista e

    passageiro. Todos os profis-sionais vo trabalhar com um colete exclusivo, padroniza-do, mostrando que aquele um mototaxista regulariza-do, completa.

    Para Evaldo Cruz, a regu-lamentao um marco na vida dos trabalhadores do setor. Todos vo recolher os devidos impostos e podero sonhar, por exemplo, com a aposentadoria. Tambm vo poder ter a tranquilidade de se inscrever no INSS como microempreendedor individu-al e, caso se acidentem, tero o benefcio da renda, quando estiverem parados, explicou. Segundo ele, o valor recolhi-do pelo INSS ser em torno de R$ 5 por ms. Isso vai fazer uma grande diferena na nos-sa vida, acrescenta Cruz que est no ramo h nove anos.

    Concesses para o servio de mototaxistas vo garantir benefcios aos profissionais, como seguro social e maior segurana ao servio prestado

    microemPreenDeDor inDiviDual Com a regulamentao, cada um dos 535 mototaxistas que forem selcionados na concesso tero o status de empresas e benefcios de trabalhadores

    ROBERTA LANZA

  • 4 ciDaDe e regio Domingo em Casa 24 a 30 De julho De 2011

    eStmulo Histria de Clara Nunes importante para o desenvolvimento de Caetanpolis,