Jornal Domingo em Casa 31 edio

Download Jornal Domingo em Casa 31 edio

Post on 25-Mar-2016

234 views

Category:

Documents

6 download

DESCRIPTION

Jornal Domingo em Casa 31 edio

TRANSCRIPT

  • PLaNO diReTORMais uma vez, Sete Lagoas sai na frente e trabalha no processo de reviso das normas da ordenao urbana. Pg. 3

    diSTRiBUiO gRaTUiTa NaS ReSidNciaS. NaS BaNcaS R$ 0,50

    dOMiNgO eM caSaGErLICE

    rO

    SA

    SEtE-LAGOANOS DA GEMA

    ANO 1 | EDIO 31 | SEtE LAGOAS | 19 A 25 DE FEVEREIRO DE 2012

    Arquelogos descobrem vestgios que recopem o passado da cidade e afirmam que outras surpresas podem surgir. Pg. 5

    8.000EXEMPLARES

    Na grutinha, na Gruta Rei do Mato, est a rplica do xenorinoterio baiense, feita de resina pelo professor Carteli

  • 2 OPiNiO Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    Sobre saias e batonsDonas de mais de 60% dos

    votos no pas, segundo o TSE, as mulheres ainda no con-seguiram refletir em cadeiras nos poderes legislativos a su-premacia que ostentam entre a populao nacional. No nosso municpio, elas tambm so maioria entre o eleitorado 52,52%, contra 47,38% para ns homens. E esto na dian-teira em praticamente todas as faixas etrias, excetuando-se apenas quando se analisa o eleitorado mais jovem entre 16 e 20 anos de idade.

    O caso de Sete Lagoas par-ticularmente intrigante. Na atu-al legislatura, nem sequer uma representante feminina conse-guiu se eleger para a Cmara de Vereadores. E apenas uma fi-gurou, no pleito de 2008, entre os 20 mais votados. O quadro, pelo visto, tende a se manter inalterado, a se considerar a inapetncia que as mulheres parecem nutrir pelas questes polticas. O que uma pena, haja vista estar comprovado o quanto a sensibilidade e o sen-so de lisura das mulheres tm a contribuir para o correto trato com a coisa pblica.

    Parece estar no DNA femi-nino o respeito ao diferente, o senso de justia e a sensibi-lidade caracterstica do antigo sexo frgil.

    por isso que este jornal noticiou com destaque na l-tima semana o movimento Mulheres na Poltica, que se pretende suprapartidrio.

    De acordo com sua fundadora, a militante do Partido Verde Maria das Graas Mendes de Almeida, o grupo vem se reu-nindo h algum tempo e tem conseguido atrair a ateno de um nmero crescente de inte-ressadas em discutir um tema que, entre ns, parecia ser pri-mazia masculina.

    O movimento ainda in-cipiente levando-se em conta o pequeno nmero de partici-pantes que tem atrado aos en-contros que promove. Porm, mais que volume, o que impor-ta a existncia pura e simples de mulheres dispostas a deba-ter o rido tema da poltica.

    Se conseguirem imprimir poltica um pouco da leveza que costumam levar s demais atividades s quais se dedi-cam, estas mulheres e aquelas que conseguirem contaminar com seu trabalho e entusias-mo podero legar avanos poltica partidria de Sete Lagoas. E da regio tambm, j que, segundo a fundadora, o Mulheres na Poltica tem ramificaes em cidades das imediaes.

    Se depender dessas deste-midas senhoras quando forem s urnas em outubro prximo, os mais de 150 mil eleitores sete-lagoanos tero sua es-colha um cardpio bem mais leve de nomes para sufragar. o velho e sutil jeito da mulher se impor ao homem. Ou seja: saia, urna e batom combinam perfeitamente!

    Almerindo Camiloalmerindo@domingoemcasa.com.br

    duke

    O lado imoral da piratariaO Brasil acusado de ser

    o quinto pas que mais conso-me produtos piratas no mun-do. Mas, como toda histria de piratas, existem os que fazem pilhagem por questes morais. No Brasil, o consu-mo pirata a nica opo do povo para fugir dos preos exorbitantes, que apesar de legais, beiram a imoralidade.

    Afinal, o que mais imo-ral? O consumo de produtos piratas pelo preo de merca-do, ou produtos legalizados a preos escorchantes?

    Os editores reclamam das xerocpias de livros didticos. Mas a verdadeira falta de educa-o so os preos desses livros. Hollywood reclama dos DVDs pi-ratas. Mas, vende na China DVDs legalizados ao preo equivalente a r$ 2,90, ao mesmo tempo em que cobra dos brasileiros vinte vezes mais. A Globo vai utilizar a mesma ttica, planeja vender pay-per-view do Campeonato Brasileiro aos chineses ao preo de um dlar por ms.

    Os brasileiros no precisam ter vergonha moral pela posio no ranking. Durante a histria, os

    pases que hoje queixam da pira-taria internacional, so os mes-mos que se enriqueceram com a pilhagem de ouro, prata e dia-mantes extrados do Brasil, rou-bados enquanto eram levados de navio para Portugal. O lado bom da histria que esse tesouro ajudou a financiar a revoluo industrial ocorrida na Inglaterra.

    A biopirataria praticada por missionrios patrocinados por indstrias farmacuticas no folclore. Surrupiam plan-tas do patrimnio natural da Amaznia para fins de explora-o comercial de suas proprie-dades medicinais. Na maior cara de pau, o Japo pirateou vrias palavras criadas por povos in-dgenas amaznicos, tais como aa, cupuau e andiroba. Outra palavra indgena, jaborandi, foi registrada como marca comer-cial na Alemanha.

    A esperteza de registrar como marca privada, pala-vras que seriam de uso uni-versal, uma prtica legali-zada. Mas isso moralmente inaceitvel, tanto que exis-tem pases que ignoram essa reserva de mercado.

    Se os consumidores brasi-leiros pararem de comprar os produtos de marca vendidos pelos paraguaios, a economia do pas quebra. Para garantir a procedncia, nossos vizi-nhos atestam: la garantia soy jo!. No Brasil, quando um produto comprado legalmen-te quebra, a garantia .... melhor comprar uma caixa de comprimidos para dor de ca-bea. Genrico, obviamente.

    As pessoas simpatizam com a moral do capito Jack Sparrow, do filme Os piratas do Caribe. Como se veste com elegncia, se existisse na vida real, o capito usaria a espada para se defender de algumas grifes que cobram o olho da cara, apesar das notcias que utilizam mo de obra barata e exploram o trabalho infantil.

    O Brasil deve combater a pirataria, a lei deve prevale-cer. Mas, por outro lado, as autoridades tm o dever de proteger a populao contra a pior das pilhagens: as prticas imorais de alguns fabricantes de produtos que se dizem le-gais. Alguns produtos podem ser legais, mas so imorais.

    Jos Luiz Almeida CostaConsultor em inovaes

    Publicao da AC&S Mdia Ltda CNPJ - 05.373.616/0001-21rua Luiz do Carmo, 39Bairro Jardim Arizona - Sete Lagoas-MG - CEP 35700-374 - (31) 3775-0629Diretor geral e editor responsvel - Almerindo Camilo (2709/MG)Coordenador comercial - Sidney Duarte (comercial@domingoemcasa.com.br)Coordenador de eventos - Herivelton Moreira da CostaCoordenador de distribuio - rafael MelgaoEditora - Marina AlvesReportagem - Jos Vtor Camilo e Cris DuarteDiagramao - Antonio Dias e Wanderson fernando Diastiragem - 8.000 exemplaresImpresso - O Tempo Servios grficos (Contagem-MG)Contato comercial em BH - AC&S Mdia Ltda (31) 2551-7797Representante comercial SP, Rio e Braslia - Screanmedia (11) 3451-0012 e (11) 9141-2938

    OS ARtIGOS ASSINADOS NO EXPRESSAM NECESSARIAMENtEA OPINIO DEStE JORNAL.

    (31) 3775-0629redacao@domingoemcasa.com.br

    comercial@domingoemcasa.com.br

    dOMiNgO eM caSa

    fale ConosCo

  • 3cidade Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    VALEU A PENA ACREDITAR.

    aumento do nmero de postos de sade com mdicos de 9 para 36;

    duplicao da capacidade de atendimento da UTI no Hospital Municipal;

    construo do Hospital Regional a todo o vapor, que beneficiar cerca de 600 mil pessoas;

    1 tomgrafo da rede de sade pblica da cidade; novos mdicos para atender 128 mil famlias; farmcias populares em vrios pontos da cidade.

    A Prefeitura de Sete Lagoas trabalha para que o atendimento em sade na nossa cidade fique cada dia mais eficiente. Confira as realizaes:

    Busca da sustentabilidade Desenvolvimento sustentado e crescimento ordenado so desafios para o PD de Sete Lagoas

    Pioneira na criao do pla-no diretor municipal, Sete La-goas larga na frente novamen-te, entre as cidades do interior do Estado, no processo de re-viso das normas da ordena-o urbana. Executado por um grupo gestor, o trabalho est sendo coordenado pela Secre-taria Municipal de Planeja-mento. Na ltima quarta-feira (15/2), o grupo apresentou as aes previstas e o cronogra-ma dos trabalhos ao prefeito Mrio Mrcio Maroca (PSDB) e seu secretariado na Casa da Cultura. O processo de elaborao do plano ser for-matado pela empresa Energy Choice, em consonncia com a sociedade civil. Alm das autoridades do governo muni-cipal, a proposta de trabalho tambm ser apresentada a lideranas comunitrias em

    audincias pblicas a serem posteriormente agendadas.

    Quando Sete Lagoas ela-borou seu Plano Diretor ain-da no existia o Estatuto das Cidades, criado apenas em 2001. Tambm ainda no existia o Ministrio das Cida-des, que s virou realidade em 2003, quando iniciou-se o primeiro mandato do ex--presidente Luiz Incio Lula da Silva (PT). Naquela poca tambm no havia a obrigato-riedade de os municpios nor-matizarem seu ordenamento urbano. Mais tarde, em 2006, fora estabelecidas normas obrigando que as leis munici-pais de ocupao do solo le-vassem em conta critrios de sustentabilidade.

    Em funo de todas estas alteraes nas leis que regu-lam o assunto, a reviso do

    Plano Diretor Municipal tor-na-se imperativa. O atual PD foi elaborado na dcada de 70, na gesto do ento prefei-to Afrnio Avelar. O plano foi revisado em 2006, quando se

    abriu a possibilidade de no-vas revises a cada seis anos, razo porque o trabalho de agora est sendo realizado, conforme o cronograma esta-belecido poca.

    Populao O consultor da Energy Choice,

    Hlio Valgas, destaca que um dos fatores mais importantes a se le-var em conta na reviso do plano que a populao do municpio do-brou em poucos anos. Achava-se que o plano, por si s, regulamen-taria tudo, mas ele o arcabouo para definir como, quanto e a que custo se quer crescer.

    Segundo Valgas, sero anali-sados os dados disponveis para retratar a cidade, incluindo a o estudo hidrogeolgico em desen-volvimento e o plano social. Como desafio, a estruturao da cidade a partir da consolidao do seu par-que industrial, a evidncia de um boom imobilirio e a perspectiva de implantao de um porto seco; dentre tantas outras variveis.

    O dOBRO Valgas chamou a ateno para o crescimento populacional

    COMuNICAO/PrEfEITurA MuNICIPAL

  • 4 cidade e RegO Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    Palestra para unificar o ensino

    Diretores e vices da rede municipal se reuniram para assistir palestra sobre matriz curricular

    O auditrio do receptivo da Gruta rei do Mato ficou to-mado, na manh de segunda (13/3), por diretores e vice--diretores da rede municipal de ensino para o ciclo de palestras que aconteceu ao longo da semana promovido pela Secretaria Municipal de Educao. A matriz curricular entregue recentemente s es-colas foi o tema de abertura do encontro.

    Segundo a assessoria interse-

    torial da Secretaria, responsvel pelo encontro, o objetivo da se-mana de trabalho alinhar os objetivos e o discurso para que o corpo diretivo da rede municipal tenha um ensino alinhado, expli-ca Margarete DAmato, da equipe intersetorial.

    Na opinio de Alcione Al-ves, vice-diretora da Escola Municipal Joaquim Drumond encontros como este so muito importantes para que as escolas tenham a mesma

    matriz curricular porque ao longo do ano se recebermos algum aluno de outra escola, ele no ser prejudicado por-que o ensino sempre ser do mesmo nvel, detalhou. Se-gundo ela, a realizao des-ses encontros e o reforo aos programas de qualificao foram sempre reivindicados. Somente agora estamos sen-do atendidas e isso muito bom para a educao do mu-nicpio afirmou.

    TReiNaMeNTO Diretores e vices da rede municipal se reuniram na Gruta Rei do Mato

    Os moradores do bairro Oro-zimbo Macedo foram o alvo, na semana passada, da ao do pro-grama imvel Legal da Prefei-tura de Sete Lagoas. reunidos na praa da Arara, eles apresentaram documentos e receberam esclare-cimentos para a regularizao fundiria de suas casas. A pre-feitura montou postos de atendi-mento no local com equipe de 10 atendentes, alm de mquinas de Xerox para facilitar a entrega de cpias dos documentos por parte dos que querem regularizar a situ-ao de seus imveis.

    Omar Luiz Barcelos, mora-dor da regio, aposentado e pequeno agricultor da horta comunitria do bairro Nova Ci-dade. Para ele, que preenche os requisitos de no ter outra moradia em seu nome, ter ren-da de no mximo cinco salrios mnimos e residir no local, a oportunidade de ter a situao

    regularizada. Estou com muita esperana nesse servio da Pre-feitura. H muito aguardo uma soluo para o meu caso, que segundo a equipe que est aten-dendo aqui ser resolvido bem rpido. Estou muito feliz.

    Aproximadamente 3 mil fam-lias dos bairros Orozimbo Macedo e Belo Vale sero beneficiadas com o Programa de regulariza-o fundiria. Para o secretrio de Administrao, Leonardo Bra-ga, o dia foi bastante produtivo. ficamos at pouco mais das 14h atendendo a comunidade, foi muito positivo porque recebe-mos a documentao completa de vrias famlias para montar os processos.

    A expectativa do secretrio que a partir de maio as primeiras escrituras da regularizao fun-diria sejam entregues. Aps o carnaval, o projeto Imvel Legal segue para o bairro Belo Vale.

    rea essencial na vida das pessoas e direito individual consagrado na Constituio fe-deral, referendada tambm na Carta Estadual e na Lei Orgni-ca do Municpio, a Sade deve ser vista, no como um gasto de recursos pblicos, mas um investimento no futuro dos cida-dos. Os recursos aplicados nes-te setor acabam representando tambm a gerao de emprego e renda. Milhares de famlias dependem da prestao de ser-vios na sade pblica. Em Sete Lagoas mais de 2 mil pessoas, entre efetivos e contratados, so empregadas hoje na Secretaria Municipal de Sade, nmero que dever crescer considera-velmente quando for realizado novo concurso pblico progra-mado para a pasta. Com tanto nmero expressivo, claro que cada real gasto em sade cresce de importncia poltica. Ainda mais em ano eleitoral.

    Para o secretrio de Sade, Wanderley rodrigues Moreira, expandir gastos com a sade pblica representa muito mais

    do que atender a uma demanda social e contribuir para a melho-ria do atendimento sade e bem estar, significando tambm mais empregos.

    Entre 2009 e 2012, a Pre-feitura expandiu a Sade com a construo de novas unidades ESf, uBS, farmcias, gabinetes odontolgicos, entre outras. A ampliao dos servios no setor representou a criao de novas vagas no mercado de trabalho, abrindo oportunidade para tra-balhadores nas unidades alm de provocar aquecimento em reas como construo e servi-os, decorrentes da implantao das novas unidades.

    O atual governo garante que o investimento em sade duran-te a atual gesto equivale a mais de 32% da sua receita, embora a legislao federal estipule em 15% o percentual que obrigato-riamente os municpios devem aplicar na rea. Pela regras atu-ais, a unio tem o compromisso de investir 7% do seu oramen-to global, incluindo gastos rela-cionados sade.

    Regularizao de imveis no Orozimbo Macedo

    Sade na pauta eleitoral

    LegaLiZaO

    POLTica

    QuIN DruMMOND/SECOM

  • 5entrevista Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    Riquezas arqueolgicas Importantes vestgios da pr-histria j foram encontrados por estudiosos em Sete Lagoas

    Por Gerlice Rosa

    A oportunidade de encontrar detalhes da histria da humanida-de, vestgios da forma de habitao e da rotina do homem h sculos est na arqueologia. Pedras, frag-mentos de cermica, pinturas, gra-vaes nas paredes de grutas, de abrigos, de lajes ajudam a recom-por caractersticas da humanidade. Vrios vestgios da histria dos se-te-lagoanos foram descobertos por arquelogos em pesquisas de cam-po. Aos poucos, eles recompem uma parte de nossa histria, ou melhor pr-histria, ainda desco-nhecida. Grandes riquezas arqueo-lgicas foram encontradas em Sete Lagoas e regio. O crnio de 11 mil anos, descoberto a 60 km de Sete Lagoas, tem importncia para as pesquisas arqueolgicas. O fssil comparado a Luzia, o crnio de 11,5 mil anos, o mais antigo das Amri-cas, encontrado em 1975. Pesqui-sadores acreditam que Sete Lagoas pode ainda revelar outras surpre-sas para as descobertas arqueol-gicas. Alenice Baeta, arqueloga, historiadora, doutora em arqueo-logia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da universidade de So Paulo (uSP) e pesquisadora colaboradora do setor de arqueo-logia da universidade federal de Minas Gerais (ufMG), trabalha h mais de 20 anos com dados da re-gio de Sete Lagoas. Em entrevista ao DOMINGO EM CASA, ela ressalta a importncia do tema.

    DOMINGO EM CASA Qual o

    trabalho do arquelogo?Alenice Baeta - justamente

    identificar, fazer a avaliao e a delimitao do stio e verificar as condies de conservao. No caso de Sete Lagoas, alguns stios se encontram muito expostos, ou em reas de mineradoras, prxi-mos a reas urbanas, s vezes, em fazendas, mas prximo s estra-das. Os abrigos, s vezes, podem ter uma visitao no apropriada com o turismo, que pode compro-meter a integridade dos vestgios. O arquelogo estuda para saber identificar os vestgios.

    DC - O que mais comum en-contrar na cidade?

    AB - Aqui em Sete Lagoas mui-to comum achar stios a cu aberto

    prximo a crregos, expostos a ativi-dades de agropecuria que podem estar comprometendo a integridade dos vestgios, ou eles podem estar tambm ligados a abrigos calcrios, entrada das cavernas, podendo es-tar expostos a danos.

    DC - O que de mais relevante j foi descoberto na cidade e que pre-cisa ser resguardado?

    AB - Com certeza, os stios com pinturas rupestres. Muitos j foram destrudos aqui em Sete Lagoas nos anos 70, e eu acho que o cidado deve ficar atento para isso, porque muito j se perdeu. No houve tambm ressarcimento dessa des-truio. Eu acho que, infelizmente, a populao precisa ficar atenta ao que j foi destrudo e tentar recupe-rar esse espao milenar.

    DC - E essa perda se deu pela atuao de grandes empresas?

    AB - Exatamente isso. Empre-sas do passado, quando instaladas aqui, destruram o patrimnio e isso ficou sem nenhum tipo de retorno. Ningum se sente responsvel pela destruio do passado. A gente tem que ficar de olho nisso. Temos que pensar muito para que lado a cida-de vai expandir, porque h lugares que so potencialmente importan-

    tes, como a avenida Perimetral, onde h muitos stios arqueolgicos e paisagens que devem ser protegi-das. O plano diretor de Sete Lagoas deve estar atento a essas situaes.

    DC - O que voc elenca como

    maior dificuldade para se investir no arquivamento desses registros?

    AB - Os grupos econmicos que atuam aqui na regio so muito conservadores. Tenho a impresso de que eles se sentem fracos pela proximidade com a regio metropolitana. So muitos interesses econmicos e polticos que dificultam a atuao. Os gru-pos industriais que esto nessa regio demonstram menos com-promisso que em outras regies do pas, onde a gente v que as aes deslancham mais. Porque um compromisso empreendedor. Aqui, quando isso acontece, com muita dificuldade, porque uma compensao, um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta). No vemos uma atitude espontnea de uma empresa. Muitos tomam uma atividade em favor das pesquisas porque isso precisa estar na pauta, uma regulamentao ambiental e no por ser algo realmente que seja uma proposta de cooperao. difcil que as pessoas entendam.

    DC - Alm da possibilidade de um museu que pudesse reunir esse material, as aes municipais po-dem ajudar?

    AB - Sete Lagoas merece um museu municipal que mostre (no estou dizendo peas) fotos, a his-tria da ocupao. Penso que pode ser talvez um parque que tenha mais espao, mas eu acho que preciso um espao de referncia que conte a histria de forma didtica, atravs de painis, de fotos e de exposies. Eu vejo, em primeiro momento, que a rea de recepo turstica da Gruta rei do Mato pode ser muito interessante, e possvel tentar uma parceria com o IEf e com a prefeitu-ra. Sete Lagoas merece um ncleo museolgico de alto nvel, para que possamos desenvolver um trabalho em educao patrimonial.

    Monumento Natural Estadual

    Gruta Rei do Mato

    Br040, KM 472, prximo

    ao trevo de Sete lagoas.

    Diariamente:

    De 8h s 17h, inclusive

    nos feriados

    Ingressos:

    r$ 10 (adultos) e r$ 5

    (estudantes e idosos acima

    de 60 anos), criana at 5

    anos no pagam

    Agendamento de grupos:

    (31) 3771-6773

    VISItE A GRutA REI DO MAtO

    iMageNS RUPeSTReS Figura se refere representao de uma mulher: foram identificados a cabea e o rgo genital feminino

    HiSTRia Resgistros na grutinha so datados de mais de 6.000 anos atrs

    fOTOS GErLICE rOSA

  • 6 cidade e RegiO Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    Aes de sade do EstadoVamos falar hoje de sade.

    Recentemente o governo de Minas entregou mais de 70 mi-cronibus para atendimento da populao j que muitas pessoas precisam fazer consultas e exa-mes fora de suas cidades. J so quase 500 micronibus entre-gues desde a criao do progra-ma, em 2005. Qual a importncia desses veculos para o cidado do interior do Estado?

    Antonio Anastasia: muito importante porque ns estamos fazendo um projeto fundamental para Minas que levar a sade para mais prximo de cada ci-dado. E esse projeto se insere muito nessa grande pretenso nossa que tornar a sade mais prxima de cada mineiro. Na re-alidade, j distribumos quase

    500 desses nibus atravs dos consrcios municipais, com a participao dos municpios, que se associam em rede para prestar um servio melhor. Tivemos a possibilidade de distribuir mais de 2 mil ambulncias e, da mes-ma forma, um sistema permanen-te de melhoria dos hospitais do interior. Ou seja, todo o sistema concebido exatamente para levar a sade para mais prximo de cada cidado, aonde quer que ele esteja em Minas Gerais.

    O senhor falou sobre essa questo dos consrcios, gover-nador. Minas o Estado com maior nmero de consrcios in-termunicipais de sade. So 65 em todo o Estado. um projeto que est levando mais sade

    para os moradores das peque-nas cidades?

    Antonio Anastasia: uma realidade. Porque ns sabemos que dos 853 municpios minei-ros cerca de 700 tm menos de 10 mil habitantes e eles no tem condies de ter uma estrutura mdica completa em seu muni-cpio. Mas se associando a outros municpios da sua regio, a sim, o atendimento pode ser feito de maneira muito mais eficiente. Ento, o consrcio tem esse ob-jetivo: cinco, seis, oito, dez mu-nicpios menores se associam em uma rede e cada qual se dedica a uma determinada atividade ou ramo da sade pblica. E a ns passamos a ter, de fato, todos os servios, ou quase todos, presta-dos quele cidado muito mais

    prximo da sua casa sem a ne-cessidade de vir cidade plo ou mesmo capital do Estado.

    J existem resultados concre-tos decorrentes dessa interiori-zao dos servios estaduais de sade, governador?

    Antonio Anastasia: Claro! Ns temos uma pretenso cada vez mais de levar a sade mais prxima a cada mineiro e a cada mineira. Por isso mesmo, dos diversos projetos em execuo eu poderia citar o farmcia de Minas, que a construo de uni-dades, em parceria com as pre-feituras, de farmcias no interior, levando remdios gratuitos para as populaes mais carentes, necessitadas dos medicamentos e, da mesma forma, a construo

    de mais de duas mil unidades Bsicas de Sade (uBS), tambm em parceria com as prefeituras mineiras por todo o Estado, para fazer o atendimento chamado primrio na rea da sade. Alm disso, sempre bom dizer, que a rede de hospitais das cidades mdias reformados e equipados com recursos do Pro-Hosp j alcana cerca de 80% da popu-lao mineira. Tudo isso muito positivo. finalizo falando sobre outro exemplo muito bom que o servio de atendimento de ur-gncia e emergncia do Norte do Estado que foi instalado e que j permitiu a cada ano a reduo de cerca de mil mortes. Ou seja, so mil pessoas vivas que ns temos a mais graas a esse sistema de urgncia e emergncia.

    Antonio AnastasiaGovernador de Minas Gerais

    Comeou na tera passada a primeira etapa de demolio do imvel (foto) desapropriado pela administrao rua Gois, 135 para permitir a abertura da alameda Ismael Martins. Com a abertura, o trnsito e o acesso entre a regio do Boa

    Vista ao centro e MG 424, sentido Prudente de Morais, ter maior fluncia, descongestionando vias centrais como Antnio Olinto e Lassance Cunha, dentre outras. A obra faz

    parte do sistema virio que ir compor o complexo do Centro Administrativo Afrnio Avelar, orado em r$ 10 milhes. A expectativa que o novo centro melhore o processo de

    automao da administrao municipal e modernize a gesto pblica e a administrao tributria.

    QuIN DruMMOND/SECOM

    ismael MartinsRPidaSBolsa Famlia

    Cerca de 3 mil famlias sete--lagoanas poderiam estar rece-bendo benefcios de programas assistenciais do municpio e do governo federal, mas no o fa-zem por no estarem includas no Cadnico - o Cadastro nico para Programas Sociais. Para sanar o problema, a adminis-trao municipal vai reforar a importncia do cadastramento junto a essas famlias. Atual-mente mais de 15 mil famlias esto inscritas no Cadastro ni-co em Sete Lagoas, nmero que pode ultrapassar os 18 mi. Os que se enquadram no perfil dos beneficirios devem procurar o CAAS (rua floriano Peixoto, 240), e fazer o cadastro.

    Mais bancosO Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) assi-nou contrato de parceira com as federaes das Associaes Comerciais e Empresarias (fe-deraminas), do Comrcio de Bens, Servios e Turismo (feco-mrcio), dos Contabilistas (fe-con) e das Indstrias (fiemg), abrindo limite potencial para que os sindicatos, associaes e regionais filiados a essas instituies possam trabalhar como correspondentes banc-rios do BDMG. O projeto Corres-pondente Bancrio BDMG foi lanado em 2011, inicialmente direcionado s cooperativas de crdito. Hoje h 44 contratadas e treinadas, que chegam a 200 municpios de todas as regies.

    MatemticaOs estudantes da rede p-blica mineira se destacaram na Olimpada Brasileira de Matemtica das Escolas Pblicas (Obmep). No re-sultado da 7 edio da Ob-mep, divulgado na ltima segunda-feira, Minas Gerais conseguiu novamente a pri-meira colocao no ranking de medalhas e foi o estado de mais destaque na Olim-pada pela quinta edio seguida. Os estudantes mi-neiros conseguiram 111 me-dalhas de ouro, 248 de pra-ta e outras 457 de bronze. No total, o Estado conse-guiu 816 medalhas alm de 8.110 menes honrosas.

    Frutas e cachaaProdutores e exportadores mi-neiros estiveram em Berlim, na Alemanha, promovendo as frutas da regio do Jaba e ca-chaa de Minas Gerais, durante a fruit Logistica 2012, principal feira do setor de frutas, verduras e legumes, e porta de entrada para todo o mercado europeu. A feira aconteceu entre 8 e 10 de fevereiro. O estande mineiro, localizado no Brazilian fruit, pavilho oficial do Brasil organi-zado pelo Instituto Brasileiro de frutas (Ibraf), em conjunto com a Agncia Brasileira de Promo-o das Exportaes e Investi-mentos (Apex-Brasil), recebeu a visita de centenas de comprado-res internacionais, autoridades e imprensa especializada.

    ProjovemJovens com idades entre 18 e 29 anos tero a chance de se qualificar gratuitamente por meio do Projovem Trabalhador Juventude Cidad. O programa do Ministrio do Trabalho, executado em Minas pela Secretaria de Estado de Trabalho, vai beneficiar jovens desempregados, com renda de at 1 salrio mnimo por integran-te da famlia e que estejam cursando ou que j tenham concludo o ensino fundamental ou mdio. Os interessa-dos devero comparecer a uma uni-dade do Sistema Nacional de Empre-go (Sine), com os originais e cpias do CPf, nmero do PIS, carteira de identidade, ttulo de eleitor, carteira de trabalho, foto 3x4 e comprovan-tes de escolaridade, residncia e de servio militar, no caso dos homens.

    LeiteProcurando adequar a produo lei-teira de Minas aos rigorosos padres de exigncia sanitria internacionais, a indstria mineira de laticnios vem buscando mtodos avanados e ino-vadores para capacitar e certificar a qualidade de seus produtos. Entre essas aes destaca-se o Sistema Mi-neiro de Qualidade do Leite (SMQL) que vm apresentando resultados positivos desde o ano passado. A iniciativa resultante da parceria entre o Polo de Excelncia do Leite e Derivados da Secretaria de Esta-do de Cincia, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), e a empresa neo-zelandesa QConz Amrica Latina e j atingiu 68 laticnios, onde 1.170 pro-dutores rurais e 110 tcnicos foram capacitados, o que contribui para a difuso do programa.

  • 7cidade e RegiO Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    Conversa com a PresidentaO que o Brasil tem feito para re-

    duzir de fato a emisso dos gases do efeito estufa? (rui C. B. de Souza, 43 anos, comerciante em Belm-PA)

    Presidenta Dilma rui, ns tomamos vrias iniciativas para reduzir a emisso dos gases que provocam o efeito estufa. Entre elas, destaco o fortalecimento do combate ao desmatamento ilegal, uma das principais fontes de emisso no Bra-sil. O desmatamento da Amaznia, que tinha chegado a 27,7 mil km2, em 2004, no ano passado foi reduzido para 6,2 mil km2, a menor rea des-matada dos ltimos 22 anos. Com o Programa ABC Agricultura de Baixo Carbono, incentivamos agricultores a adotarem sistemas produtivos sus-tentveis e medidas para a recupe-rao de reas degradadas. No Plano

    Agrcola 2011/2012, destinamos para o programa r$ 3,15 bi, com ju-ros de 5,5% ao ano. Temos trabalha-do tambm para manter as nossas fontes de energia como as mais lim-pas do planeta. Alis, na Conferncia das Naes unidas sobre Mudanas Climticas de 2009, em Copenha-gue, nosso pas comprometeu-se, voluntariamente, a reduzir em 36,1% a 38,9% as emisses projetadas para at 2020. Poucos dias depois da Conferncia, esse compromisso foi incorporado na lei que instituiu a Poltica Nacional de Mudanas Cli-mticas. Na ltima conferncia sobre Mudanas Climticas, na frica do Sul, em dezembro, o Brasil seguiu na vanguarda, propondo um acordo de reduo das emisses que inclua to-dos os pases e que seja obrigatrio.

    Qual a poltica do governo fede-ral para as micro e pequenas empre-sas? (Gilson Gaigher Junior, 34 anos, comerciante em So Mateus-ES)

    Presidenta Dilma Nossa polti-ca, Gilson, combina reduo tribut-ria, garantia de acesso ao crdito e o fortalecimento deste importante seg-mento da economia. Desde o incio deste ano, j esto em vigor as mu-danas que promovemos no Super Simples, para ampliar o nmero de Microempreendedores Individuais (MEIs) e de empresas beneficiadas. Para os MEIs, o limite de faturamen-to anual passou de r$ 36 mil para r$ 60 mil; para as microempresas, o novo limite passou de r$ 240 mil para r$ 360 mil; e para as empresas de pequeno porte, de r$ 2,4 milhes para r$ 3,6 milhes. Para estimular

    as exportaes, os limites das micro e pequenas empresas foram duplica-dos, desde que a metade do fatura-mento seja proveniente das vendas externas. Alm do mais, as micro e pequenas empresas podem parcelar seus dbitos tributrios em at 60 meses e evitar que sejam excludas do Super Simples. Lanamos tam-bm, em setembro do ano passado, o Programa Nacional de Microcrdito Produtivo Orientado (Crescer), que atende empreendedores pessoas fsicas e microempresrios com fatu-ramento anual de at r$ 120 mil.

    Nunca mais ouvi falar em agricul-tores familiares produzindo matria--prima para a fabricao de biodiesel. No deu certo? (Carlito B. S. Amaral, 63 anos, aposentado em Macei-AL)

    Presidenta Dilma Ao contrrio, Carlito, a produo de matria-prima pelos agricultores familiares para as usinas de biodiesel tornou-se um excepcional programa de incluso social. O nmero de estabelecimentos da agricultura familiar que participam do Programa Brasileiro de Produo e uso de Biodiesel passou de 16 mil, em 2005, para 100 mil, em 2010, e estima-se que tenha chegado a 110 mil, em 2011. O faturamento dos agricultores tambm aumentou de maneira exponencial, passando de r$ 68 milhes, em 2006, para, segundo estimativas, mais de r$ 1,4 bilho, em 2011. Ou seja, cresceu 20 vezes em 5 anos. Esse crescimento extraordin-rio da participao dos agricultores familiares se deve, em boa medida, organizao em cooperativas.

    Dilma Rousse Presidenta

    Mande sua pegunta para Dilma rousseff pelo e-mail perguntapradilma@domingoemcasa.com.br

    As aes de reparo das vias pblicas de Sete Lagoas seguem atendendo cronograma para contemplar simultaneamente

    vrias vias dos bairros e do centro. A reparao de vias (foto) danificadas pelas chuvas do fim de 2011 e incio

    de 2012 esto em andamento e priorizam as ruas de fluxo intenso de veculos e as mais prejudicadas, a exemplo da avenida Prefeito Alberto Moura, no bairro Montreal. Semana passada, as equipes deram continuidade aos

    reparos na rua Professor Abeylard, no bairro JK, avenida Padre Tarcsio, na Cidade de Deus, avenida Perimetral, no bairro Jardim Arizona, avenida Naes unidas e na Praa do Manoa. Tambm foram contempladas vias nos bairros Progresso, Itapu, Montreal, JK, Carmo e Mangabeiras. A

    Secretaria de Obras informa que todas as vias pblicas sero reparadas respeitando a gravidade de cada caso e avaliando a necessidade de obras mais complexas, como aquelas que

    incluem trabalhos de drenagem e instalao de galerias.

    QuIN DruMMOND/SECOM

    Tapa-buraco prossegueRPidaSAedes 1

    Dados da Secretaria de Estado de Sade (SES) apontam que dos 74 municpios que realizaram o Levantamento rpido de ndices de Infestao para Aedes aegypti (LirAa), em 2012, 30 apresenta-ram alto ndice de infestao (aci-ma de 3,9%); 42 apresentaram mdio risco (LirAa entre 1,0% e 3,9%) e duas cidades (Conselhei-ro Lafaiete, com 0,7% e Poos de Caldas, com 0,1%) tiveram baixo risco. At o momento, foram noti-ficados, em 2012, 4.491 casos de dengue em Minas Gerais. O LirAa uma pesquisa de verificao domiciliar por amostragem que revela o ndice de infestao da larva do mosquito.

    Aedes 2No incio do ms, o secretrio de Estado de Sade, Antnio Jorge de Souza Marques, recebeu se-cretrios municipais de sade de 30 municpios mineiros com o objetivo de reforar o comba-te ao vetor e impedir o avan-o da doena, que causou 23 mortes no Estado em 2011. Os municpios convocados foram: Pocrane, So Jos da Safira, Marilac, recreio, Glaucilndia, Central de Minas, Mathias Lo-bato, Naque, Aimors, Aragua-ri, Bocaiva, Bom Despacho, Campo Belo, Curvelo, Dores do Indai, Ipatinga, Itabira, Ita-na, Ituiutaba, Januria, Montes Claros, Nova Serrana, Par de Minas, Pirapora, Pompu, Te-filo Otoni, Timteo, ub, una e Vrzea da Palma.

    APAE faz parceriaA APAE estabeleceu parceria com a Cemig atravs da qual a entidade passa a receber doa-es atravs das contas de luz, o que diminui os custos admi-nistrativos. A diretora da APAE, ngela Mafra explica que para fazer a doao, basta a pessoa autorizar o dbito em sua conta de energia quando for conta-tada por telefone por um aten-dente da associao, devendo, posteriormente, assinar uma autorizao para que a compa-nhia processe o dbito a partir da conta do ms seguinte. A APAE de Sete Lagoas assiste hoje 610 pessoas. O telefone da entidade (31)2106-2510

    PobrezaA reduo da pobreza e da desi-gualdade, em Minas Gerais, vem apresentando ndices mais signi-ficativos que o ritmo apresentado pela regio Sudeste e supera, ain-da, a mdia nacional, segundo da-dos divulgados semana passada pelo Instituto de Pesquisa Econ-mica Aplicada (Ipea), rgo vin-culado Secretaria de Assuntos Estratgicos da Presidncia da re-pblica. Minas apresenta a nona maior renda domiciliar do pas e a oitava menor taxa de pobreza extrema entre os estados brasi-leiros. Tecnicamente, considera--se em extrema pobreza os que tinham renda per capita inferior a r$ 67,07 ao ms, em setembro de 2009. Em 2001, 9% da populao mineira estava nesta situao, n-dice reduzido para 3% em 2009.

    IpsemgO Instituto de Previdncia dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) anunciou a aber-tura do prazo de inscries para o processo de credenciamento de mdicos. As inscries podem ser feitas at 16 de maro e a se-leo ser realizada por meio de anlise curricular. Os profissio-nais contratados iro trabalhar no Hospital Governador Israel Pinheiro e no Centro de Especia-lidades Mdicas e de Promoo da Sade do Ipsemg, ambos na capital. Podem se inscrever can-didatos de 24 diferentes especia-lidades. Mais informaes no site http://www.ipsemg.mg.gov.br/saude/credenciamento.

    EducaoO Governo de Minas lanou na semana passada a segunda fase do Programa de Interven-o Pedaggica (PIP), que tem como objetivo levar para os quatro anos finais do ensino fundamental das escolas da rede pblica estadual a expe-rincia bem sucedida do PIP I, que faz o acompanhamento dos cinco anos iniciais (1 ao 5 ano) das escolas mineiras. O nmero de estudantes mi-neiros beneficiados chegar a 1,347 milho, somando-se aos 490 mil dos cinco anos iniciais (PIP I), 857 mil alunos dos anos finais do ensino fun-damental. Os investimentos no programa ultrapassam r$ 83 milhes para as duas fases do programa, em 2012.

  • 8 cidade e RegiO Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    a vez da transparncia Consocial rene autoridades e membros da sociedade civil para discutir polticas pblicas

    Com a participao da sociedade civil organizada, membros dos con-selhos e da administrao pblica, a Conferncia Municipal de Transpa-rncia e Controle Social (Consocial), discutiu a participao popular nes-tes processos. A Consocial aconteceu no auditrio da unifemm durante o dia na ltima tera-feira (14/2) e foi dividida em dois momentos: pela manh aconteceram palestras e, tarde, os participantes foram separa-dos em quatro grupos encarregados de discutir diferentes eixos temticos propostos pela conferncia.

    No dia seguinte foi a vez de repre-sentantes da sociedade organizada debater os temas e apresentar pro-postas para o municpio.

    O controlador geral do muni-cpio, francis Henrique, destacou que Sete Lagoas est entre os 200 municpios mineiros que organiza-ram a conferncia, o que, no seu en-tender, mostra o compromisso do atual governo com o controle social e com a transparncia pblica.

    Com recursos de aproxi-madamente r$ 4 milhes, o projeto Conviver da Cemig (Companhia Energtica de Mi-nas Gerais) vai beneficiar mais de 7.500 famlias de baixa ren-da em Sete Lagoas. O programa tem por objetivo a economia de energia eltrica em comunida-des de baixa renda atravs da troca de 750 geladeiras, 37.500 lmpadas e 750 chuveiros de baixo consumo.

    Agentes do Conviver co-meam a visitar, a partir do pr-ximo ms, vrias comunidades do municpio para constatar onde h necessidade de troca dos eletrodomsticos. Para se beneficiar com o programa a famlia deve possuir o NIS - N-mero de Identificao Social , o que garante a participao em algum programa social do go-verno federal.

    No lanamento do projeto, na noite de tera-feira (15), o di-retor de distribuio da Cemig, Jos Carlos de Matos, destacou

    a parceria da estatal com Sete Lagoas, onde est instalada desde 1967. Sete Lagoas a nossa segunda casa. Tudo de mais moderno que a Cemig tem passa por aqui. Por isso vamos instalar aqui a usina geradora atravs da energia solar, projeto pioneiro no pas com investi-mentos de mais de r$ 45 mi-lhes, ressaltou.

    Lembrando da poca em que o terreno onde a empresa se ins-talou era um campo de aviao, o prefeito Mrio Mrcio Maroca (PSDB), por sua vez, destacou o esprito de vanguarda da empre-sa e disse que Sete Lagoas se orgulha da parceria com a Cemig que tanto colabora com o desen-volvimento do municpio.

    Participaram do lanamento do projeto na univerCemig, alm da diretoria da Companhia, o pre-feito Maroca com seu secretaria-do, os deputados estadual Dulio de Castro (PMN) e federal Mrcio reinaldo (PP), alm de vereadores e demais autoridades da cidade.

    A Cemig aproveitou o lana-mento do projeto Conviver para apresentar o Smart Grid, redes inte-ligentes que integram o programa Cidades do futuro. O projeto vai instalar medidores inteligentes em vrias residncias de diversas regi-es da cidade.

    Conforme o superintendente de Desenvolvimento e Engenharia de Distribuio, Dnis Cludio Cruz Souza, a Cemig vai substituir inicial-

    mente dez mil medidores de energia, dos quais cinco mil sero instalados na regio da universidade da Cemig e em outras regies da cidade.

    Com os medidores inteligentes o consumidor poder acompanhar o gasto de energia diariamente, saber qual cmodo da residncia consome mais, receber dados do consumo atravs do celular e at programar quanto quer consumir de energia mensalmente.

    Sete Lagoas foi o municpio es-colhido para a implantao conjunta dos dois projetos da Cemig, j que possui um contingente populacio-nal e de consumidores que garante uma boa amostra do mercado da empresa. A presena do campus da univerCemig foi outro fator decisivo, pois possvel contar com uma rede modelo e com laboratrios para os testes da tecnologia e para a capaci-tao da equipe.

    Cidades do futurocontrolaro consumo

    Mais pobre, menos gasto com a energia eltricaeNeRgia

    uma das palestras foi de So-lange Santana, da Controladoria Geral da unio (CGu). Ela refor-ou a importncia de mecanis-mos de apoio administrao pblica que podem refletir numa maior transparncia da gesto. um exemplo a criao de con-selhos que ajudem a fiscalizar as

    aes das diferentes rgos pbli-cos, envolvendo neste trabalho de fiscalizao tambm representan-tes da sociedade civil. Os conse-lhos so de grande importncia, e devem estar cada vez mais envol-vidos com membros da sociedade civil para que as pessoas tenham mais contato com a administrao

    pblica e saibam cobrar aes, detalhou Solange Santana, que elogiou a iniciativa de Sete Lagoas em promover a conferncia social.

    Geraldo Leite, membro do Tri-bunal de Contas e mestre em Direito pela ufMG, chamou ateno para a forma como a liberdade utilizada e tambm a defasagem que ela tem

    dentro de governos que no se pau-tem pela democracia. Quando se entende bem a noo de liberdade, diferente de desordem, voc comea a ter uma noo maior das suas res-ponsabilidades e tambm dos limites dentro de uma gesto, explicou.

    Participante do evento, a as-sistente social Ksia Karem opinou que a Consocial representa uma oportunidade para a sociedade civil participar das decises polticas do municpio, alm de servir como tro-ca de experincias. Na sua viso a conferncia muito importante no s pelo lado profissional, mas tam-bm porque participamos da vida poltica da cidade.

    As discusses na parte da tarde apontaram propostas que a cidade vai apresentar na conferncia es-tadual. As propostas escolhidas na edio estadual sero apresentadas pela comitiva de Minas Gerais na conferncia nacional em Braslia, prevista para ocorrer entre os dias 18 e 20 de maio deste ano.

    PaRTiciPaO Membros do governo municipal e representantes da sociedade civil participaram do Consocial municipal

    QuIN DruMMOND/SECOM

    aPOiO Jos Carlos de Matos , da Cemig, e o prefeito Maroca durante o lanamento do projeto Conviver na semana passada

    QuIN DruMMOND/SECOM

  • 9BeM-eSTaR Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    frutas Mdicos recomendam comer pssego e ma com casca

    Mudana de hbitosDiabetes no tem cura, mas controlado com alimentao saudvel e prtica de exerccios

    Por Herivelton Moreira

    O diabetes uma doena meta-blica caracterizada por um aumento anormal do aucar (glicose) no san-gue, sendo esta a principal fonte de energia do organismo. Mas, como tudo que est em excesso no organis-mo, pode trazer sade: sonolncia, cansao e problemas fsicos-tticos, chegando a maior causa de amputa-es pelo SuS e levar ainda a derrame cerebral, ataque cardaco, etc.

    De acordo com a Sociedade Bra-sileira de Diabetes, a doena no tem cura, mas pode-se evit-la e ainda ter uma vida mais saudvel, a partir de mudana de hbitos alimentares e exerccios fsicos.

    A prtica regular de atividade f-sica fundamental ao diabtico, prin-cipalmente de alongamento. Quando a pessoa com diabetes passa a fazer exerccios fsicos, psicologicamente rejeita as refeies exageradamente calricas, a autoestima melhora com a mudana na esttica corporal, a re-sistncia fsica aumentada e a pro-

    WWWCurASSECrETAS.BLOGSPOT.COM/DIVuLGAOdutividade e capacidade de trabalho so favorecidas.

    Para a pessoa com diabetes, a atividade fsica, alm dos benefcios j citados, auxilia no tratamento da doena. Se argumentos no forem suficientes, saiba que melhora o de-sempenho sexual e aumenta a expec-tativa de vida.

    ALIMENtAOO segredo da boa alimentao

    consiste em adequar as preferncias individuais com a quantidade e qua-lidade do alimentos de nossa dieta habitual. Existem algumas recomen-daes que podem ajudar a tornar a alimentao mais saudvel:

    a) Incorpore na dieta habitual a maior quantidade possvel de alimen-tos ricos em fibras, tais como frutas e verduras. Coma com casca, se poss-vel, pssego e ma, que aumentam as fibras e tm papel fundamental na sade do seu sistema digestivo.

    b) Diminua a quantidade de gor-duras (leo, manteiga, creme etc) e de carboidratos (massa e doces), prefira

    alimentos grelhados e cozidos. Evite comer fast food, d preferncia aos alimentos caseiros.

    c) reduza a quantidade total de alimentos de cada refeio. faa mais refeies ingerindo menos calorias de cada vez. A digesto fica mais fcil.

    d) utilize leite e derivados (io-gurte, queijos) desnatados ou light e prefira as carnes magras. Isto previne o aumento do colesterol, alm de con-trolar o peso. As leguminosas devem fazer parte do cardpio, pois contm protenas, ferro e fibras.

    e) D preferncia aos temperos naturais, pois os industrializados contm grande quantidade de sal. Os leos mais saudveis so os vegetais (canola, girassol, milho ou soja), po-rm evite frituras.

    f) E no se esquea: se for comer uma sobremesa diet ou light, fique apenas com uma poro. Comer o dobro pode significar o mesmo que um doce supercalrico. fonte: Dr. Antnio Carlos Lerrio, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Diabetes.

    Por Daniele SouzaAgncia Invivo/fundao

    Osvaldo Cruz

    Como num passe de mgica, o piloto comea a correr, desce a rampa e, num instante, falta cho para continuar correndo. E j est no mundo da lua: simplesmente voando! Mas, na verdade, isso no tem nada de mgica. Primeiro, o piloto prepara a asa-delta. Obser-va a condio do tempo prximo rampa. Prepara um aparelho cha-mado biruta (aparelho que indica a direo dos ventos de superfcie). Coloca todos os apetrechos de se-gurana, como capacete, joelheira, entre outros. Depois s esperar o melhor momento para saltar.

    O que o piloto de asa-delta busca uma condio ideal de voo. uma atmosfera fria com sol, ar frio, mas aquecendo o cho, pois surgem bolses de ar quente que sobem. Os ventos que sobem as encostas das montanhas do sus-tentao e, para prolongar o voo, o

    no mundo da lua: simplesmente voandocURiOSidade

    piloto procura as trmicas, ares que sobem aos cus.

    O principal conceito ligado ao voo est na diferena de presso entre a parte de cima e a parte de baixo da asa. Quando se tem um fluxo de um fluido, como o ar, em uma superfcie de curvatura para cima, com a parte de cima mais encurvada que a parte de baixo ( como o perfil de uma asa-delta), o ar passa mais rpido em cima do que embaixo da asa.

    No fundo, mesmo percorrendo caminhos diferentes, o ar vai che-gar ao mesmo tempo no final da asa. S que como a parte de cima mais longa do que a parte de baixo, a presso na parte de cima menor do que na parte de baixo, isso gera uma fora para cima, a fora de sus-tentao, que s ocorre se houver movimento, deslocamento da asa em relao ao ar; no ocorre se a asa estiver parada!

    A asa delta uma herana direta de um caminho histrico na busca do voo; uma superfcie

    curva, sem tores. Chama-se asa-delta pela configurao es-tvel, sem necessidade do leme usado nos primeiros planadores e aeroplanos; a compensao se d na prpria asa. Se a asa co-mea a levantar, a ponta da asa--delta empurra a asa para cima; ao contrrio, se a asa comea a baixar, a ponta empurra a asa para baixo, tendendo sempre a

    voar na horizontal.Ao longo do tempo, foi desco-

    berto o ponto de apoio. Imagine que no s a asa-delta, existe o piloto. Ele tem de ficar localizado num ponto em que o peso dele no desequilibre a asa para frente, para trs ou para os lados. Tente fazer a experincia de equilibrar uma gai-vota de papel numa caneta. Veja em que ponto ela no cai!

    CENtRO DA GRAVIDADEEnto, hoje, o controle do mo-

    vimento dado pelo deslocamen-to do centro de gravidade. Por meio do tringulo, o piloto joga o corpo para um lado e para o outro, perna para frente ou para trs, modificando o ngulo de incidn-cia da asa, a fim de subir, descer e empinar para os lados.

    A asa-delta sempre tem que estar andando em relao ao ar. Pode at ficar parada em rela-o terra se estiver ventando l em cima. Caso contrrio, a asa inicia um voo descendente. Se o ar estiver completamente calmo e a asa for lanada na horizontal, o ar vai diminuir a velocidade da asa delta, dimi-nuindo sustentao e, conse-quentemente, levando queda.

    Ao cair, a asa ganha velocida-de, at pela contribuio do prprio peso que, na direo do movimento da asa, chega a produzir uma fora que compensa o atrito, podendo fa-zer um voo descendente.

    cLiMa Piloto de asa-delta tem que se preocupar com condies ideais de voo

    MOrGuEfILE/DIVuLGAO

  • 10 gRaNdeS PeRSONaLidadeS Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    Luta pela igualdade racialDe lder guerrilheiro, Nelson Mandela se transformou em conciliador nacional na frica do Sul

    Por Herivelton Moreira

    um dos grandes exemplos mundiais de persistncia de luta pela paz, Nelson rolihlahla Mande-la foi um lder rebelde e depois pre-sidente da frica do Sul de 1994 a 1999. Ele foi o principal articulador do movimento anti-apartheid, regi-me de governo do pas implantado pela colonizao branca do sculo XVIII.

    De etnia Xhosa, Mandela nas-ceu no pequeno vilarejo de Qunu, distrito de umtata, na regio do Transkei. Aos 7 anos, ele tornou--se o primeiro membro da famlia a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome ingls Nelson. Em 1934, Mandela mudou-se para fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu. foi l que se tornou ba-charel em direito na universidade de fort Hare.

    Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num

    boicote contra as polticas uni-versitrias, sendo expulso da universidade. Como jovem es-tudante do direito, Mandela se envolveu na oposio ao regi-me do apartheid, que negava aos negros, mestios e indianos seus direitos polticos, sociais e econmicos. uniu-se ao Con-gresso Nacional Africano em 1942, e, dois anos depois, fun-dou com Walter Sisulu e Oliver Tambo a Liga Jovem do CNA. De-pois da eleio de 1948, conse-guiu dar a vitria aos afrikaners (Partido Nacional), que apoia-vam a poltica de segregao racial. Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade.

    no-violnCiaComprometido de incio

    apenas com atos no-violentos, Mandela e seus colegas acei-taram recorrer s armas aps o massacre de Sharpeville, em

    veCulos

    RecONHeciMeNTO Mandela recebeu o Nobel da Paz junto com Frederik Willem

    WWW.SCENICrEfLECTIONS.COM/DIVuLGAO

    favorvel Importamos mais que exportamos para a Argentina

    argentina na frenteA Argentina o pas com maior

    participao entre os importados comercializados no Brasil em 2011, segundo dados da Associao Na-cional dos fabricantes de Veculos Automotores (Anfavea). No ano passado, foram 394 mil veculos vindos dos hermanos, enquanto as exportaes chegaram a 425 mil unidades, com balana comercial favorvel ao Brasil.

    Os carros importados da Argen-tina, que entram no Brasil sem taxa

    de importao e alquota elevada do IPI, so: Chevrolet Agile, Citron C4 (hatch e Pallas), fiat Siena 1.0 EL, ford focus, ford ranger, Peu-geot 307, Peugeot 408, Peugeot Partner, renault Clio, renault fluen-ce, renault Symbol, Toyota Hilux, Toyota SW4, Volkswagen Amarok e Volkswagen Spacefo x.

    J a Coreia do Sul, sem acordo bilateral com o Brasil no setor au-tomotivo, foi responsvel no ano passado por 172 mil veculos no

    mercado nacional, em sua maioria da Kia e da Hyundai.

    O Mxico, que nesse momento tem o acordo comercial com o Brasil ameaado, enviou no ano passado 134 mil modelos, enquanto o Brasil exportou apenas 55 mil. Da o dese-jo do governo brasileiro de rever o contrato, que at aqui foi vantajoso: desde 2000, quando comeou o convnio entre os dois pases, fo-ram importadas 475 mil unidades e exportados 1,54 milho.

    WWW.ENVOLVErDE.COM.Br - DIVuLGAO

    maro de 1960, quando a po-lcia matou 69 pessoas e feriu 180 durante protestos. Em 1961, ele se tornou comandan-te do brao armado do CNA, o chamado umkhonto we Sizwe (Lana da Nao, ou MK), fundado por ele e outros.

    Em agosto de 1962, Nelson Mandela foi condenado a cinco

    anos de priso e, em 1964, rece-beu a pena de priso perptua. No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado oposi-o ao apartheid que o clamor Libertem Nelson Mandela se tornou o lema das campanhas mundiais anti-apartheid. Em 1990, aps intensa campanha

    do CNA e grande presso inter-nacional, foi solto aos 72 anos, por ordem do presidente frede-rik Willem de Klerk.

    NOBeL da PaZComo presidente do CNA (de

    julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente ne-gro da frica do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transio do regime de minoria no comando, o apar-theid, ganhando respeito inter-nacional por sua luta em prol da reconciliao interna e externa. recebeu o prmio Nobel da Paz em 1993, junto com o presidente frederik Willem de Klerk.

    Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a po-ltica externa do ento presidente norte-americano Bush. Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pblica. fez uma exceo, no en-tanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

    Treinamento grtis para quem quiser ter mais segu-rana no trnsito e, princi-palmente, aprimorar as re-gras de direo preventiva. Esta a inteno da Ban-deirante Motos que colocou em funcionamento o Centro Educacional de Trnsito Bandeirante. O centro pos-sui rea de 1.500m2, est

    todo equipado com espaos para aulas tericas em sala com multimdia e ampla pis-ta de pilotagem para aulas prticas. O Centro Educa-cional atende a pilotos que j possuem carteira de ha-bilitao e os instrutores so formados pela Honda. Maiores informaes: 3774 1736.

    direo preventivaCOMMuNIQuE/DIVuLGAO

    Defensivos como devem guiar os motoqueiros

    RPidaVenda coletiva

    Os estacionamentos da capi-tal paulista subiram 116,1% somente nos ltimos cinco anos, segundo levantamento da Agncia Autoinforme. O va-lor de uma diria pode chegar perto dos r$ 30. Por isso, no de causar espanto que as ca-rssimas e, ainda assim, dispu-tadas vagas de garagem j se tornaram produto de sites de vendas coletivas.

  • 11cULiNRia Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    Destaque facebook da semana

    amigos do faCeBooK Domingo em Casa... participe voc tambm

    Sara MeloEstudanteSara MeloPaola Steyce - Estudante de

    administrao pblicaPaola Steyce - Estudante de Ana Paula Costa

    EstudanteAna Paula Costathais Loureno

    Bacharel em direitothais Loureno Kenia Christinne Castro

    BabKenia Christinne Castro

    A caminho da faculdade...

    fOTOS ArQuIVO PESSOAL

    HENRIQuE SIQuEIRA

    Estudante

    o prato mais badalado da tv brasileira

    Modo de preparoRecheioEm uma tigela, coloque os pssegos, o suco de limo, o acar, a pitada de sal, o sumo de gengibre fresco, o polvilho doce e o creme de leite fresco e misture bem. Coloque esta mistura numa frma (24 cm de dimetros) e reserve.

    Massa Em uma tigela, coloque a farinha de trigo, o acar, o fermento em p, a pitada de sal e as amndoas trituradas e misture bem. Adicione a manteiga sem sal gelada cortada em cubos e misture at a manteiga incorporar. Acrescente o creme de leite fresco gelado e misture at formar uma massa homognea.

    faa uma bola com a massa, transfira a massa par um filme plstico, embrulhe e leve para a geladeira por +/- 20 minutos.

    MontagemEm uma superfcie lisa e enfarinhada, coloque a massa e, com um rolo, abra bem at a massa ficar com uma espessura de +/- 2 cm. Com um cortador (ou 1 xcara), corte rodelas de massa. Coloque os discos sobre o recheio de pssego (reservado acima), pincele com a gema misturada com uma colher (sopa) de gua e polvilhe acar. Leve ao forno mdio pr-aquecido a 180C por +/- 30 minutos ou at dourar. retire do forno e sirva em seguida.

    Torta de pssego

    Recheio6 pssegos descascados e cortados em cubos3 colheres (sopa) de suco de limo3 colheres (sopa) de acar (45 g)1 pitada de sal1 colher (ch) de sumo de gengibre fresco2 colheres (sopa) de polvilho doce (20 g)2 colheres (sopa) de creme de leite fresco Massa1 xcara (ch) de farinha de trigo (140 g)1 colher (sopa) de acar (25 g) colher (sopa) de fermento em p (15 g)1 pitada de sal xcara (ch) de amndoas trituradas (30 g)3 colheres (sopa) de manteiga sem sal gelada cortada em cubos (45 g) xcara (ch) de creme de leite fresco gelado (120 ml)1 gema misturada com 1 colher (sopa) de guaAcar a gosto para polvilhar

    ingredientesreceita divulgada no programa Mais Voc, da rede record

    TV GLOBO/DIVuLGAO

  • 12 eNTReTeNiMeNTO Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    Resumo de novelas

    Cora

    es

    feri

    dos

    (SBT

    2

    0h3

    0)

    Eduardo exige respeito de Aman-da, pois ela diz que vai embora da fazenda. Amanda brada que no tem a fazenda como nica alternativa. Edu-ardo baixa a guarda e diz que muito fcil desej-la e am-la. Amanda fica confusa. Eduardo muda o tom e diz que o melhor que ela tem a fazer ir embora. Aline tenta convencer Vitor de que nunca sentiu atrao por outro homem. Ela fala em noivado.

    regina conta para Amanda que Edu-ardo prometeu se vingar da mulher que fez isso contra o irmo dele. Amanda pede para regina lhe contar tudo sobre a morte de rodrigo. regina revela que a namorada de rodrigo deixou uma carta de despe-dida. Aps brigar com Eduardo, Amanda sai para andar a cavalo, mas sofre um aci-dente. Eduardo, Eliseu e Luciano saem em busca de Amanda. Eliseu encontra Amanda cada na mata e chama por Eduardo.

    Eduardo se sente culpado e pede para Luciano ir buscar Michel no vilarejo. Os paramdicos colocam Amanda na ambulncia. Dante diz a Eduardo que v Amanda como uma pessoa meiga, incapaz de fazer o mal. Eduardo revela ao amigo que encontrou as cartas de rodrigo no quarto de Amanda. O mdico tranquiliza Eduardo ao dizer que Amanda ficar bem. Amanda tem uma parada respiratria e Eduardo entra em pnico.

    O mdico tranquiliza Eduardo ao di-zer que Amanda ficar bem, mas um ponto da cirurgia se rompeu e ela teve outra he-morragia. Vera conta a Aline que Amanda sofreu um acidente, que finge ficar deso-lada. Amanda acorda e Eduardo diz que a cirurgia dela foi um sucesso. Debilitada, Amanda afirma a Eduardo que para o azar dele ela ainda est viva. Em conversa com Eduardo, Olavo fala que a cela do cavalo de Amanda estava frouxa.

    Eduardo diz que Olavo no pode acus-lo. Olavo afirma que o acidente de Amanda foi premeditado. Olavo est dis-posto a tomar medidas cabveis para afas-tar Amanda de Eduardo. Amanda recebe alta e Eduardo a leva para a fazenda. Olavo diz a Vera que vai mandar Lucy fazenda para fazer companhia a Amanda. fragiliza-da, Amanda revela a regina que Eduardo quer mat-la. regina conta que Eduardo estava muito preocupado com ela.

    No h exibio.

    Segunda Tera Quarta Quinta Sexta Sbado

    aque

    le B

    eijo

    (g

    lobo

    1

    9h15

    ) Juan sequestra Lucena. Alberto diz a Ana Girafa que ela tem direitos sobre a Comprare e o Covil do Bagre. regina leva para Alberto o documento que pode ajudar Sarita. raul suspeita que Juan entrou clandestinamente no pas. Marisol tenta rescindir seu con-trato com a Comprare, mas Maruschka se recusa a liber-la. Ana Girafa insiste em falar com Maruschka e revela que ela sua me.

    Maruschka expulsa Ana Girafa da Comprare. raul coloca fotos de Juan e Lucena na internet e espera receber uma pista dos dois. Deusa procura Maruschka e se prope a ir a Paris buscar sua heran-a. Locanda sugere que felizardo oferea um dote para Valrio se casar com Da-miana. Juan e Lucena so parados em uma barreira policial e Vicente ferido. Vicente fica sabendo que Juan escapou e aconselha Lucena a fugir.

    Lucena confessa para Vicente que se uniu a rubinho e Henrique para separ-lo de Claudia. Mirta procura Ana Girafa e revela que sua av. Lucena se despede de Amlia e avisa que raul vai ajud-la a fugir de Juan. Locanda avisa a Damiana que felizardo est tratando de seu casamento com Valrio. Iara encontra Herondi com Taluda. felizardo e Valrio negociam o dote de Damiana. Vicente passa por cirurgia.

    Claudia conta para Amlia que Lu-cena a chantageou para que ela se afastas-se de Vicente. Maruschka obriga rubinho a visitar Grace Kelly. ntima sai do palco com Graciosa assim que Belezinha sobe com a faixa de Miss Covil do Bagre. Al-berto avisa a Sarita que passar parte de seus bens para rubinho. Sebastio bebe o suco que Estela prepara para Otlia. Estela obriga Sebastio a contar sua senha para ela. Vicente acorda da cirurgia.

    At o fechamento desta edio, a emissora no divulgou o resumo deste captulo.

    At o fechamento desta edio, a emissora no divulgou o resumo deste captulo.

    Segunda Tera Quarta Quinta Sexta Sbado

    Rebe

    lde

    (Rec

    ord

    20

    h30)

    Carla, roberta e Alice temem serem assaltadas. O rapaz pede um autgrafo para elas. Pilar diz a Jonas que no deixar de sair com Binho. Eva conta que os re-beldes podero abrir seu prximo show. franco pede que eles apaream na inau-gurao de sua loja. Joo nota os olhares que Binho lana para Mrcia, encorajado por Vitria. Joo confronta Binho. Carla, Alice e roberta dizem a franco e Eva que querem fazer passeios de casais.

    Eva sai em defesa dos rebeldes e franco acaba cedendo. Alice e Pe-dro fazem uma trilha. Pilar questio-na Binho sobre a aproximao com Mrcia e pede que no estrague o plano deles. Pilar agarra e beija Bi-nho. Alice reclama da natureza, mas acaba sendo conquistada pela beleza do lugar. Vicente no resiste e beija Becky. franco exige saber por que Pedro e Alice ainda no voltaram.

    Alice e Pedro percebem que no tm como avisar a franco que se atrasaram. Eles comeam a se apressar e Alice pisa em falso. Acompanhado de policiais, franco encontra Pedro e Alice. Dbora confessa a Marcelo que tem medo de que um deles se machuque quando ela tiver de ir embora. Marcelo sugere ir com ela para Londres. Eva informa aos rebeldes que no haver mais show. franco determina que eles vol-taro para o rio de Janeiro.

    Mrcia diz a Binho que ele no faz seu tipo. Dbora fica emocionada com a proposta de Marcelo e aceita que ele a acompanhe a Londres. Sosso e Beto dizem a Vitria que faro uma festa no colgio durante o fim de semana. Pedro, Diego e Toms despistam as meninas e comeam a jogar. Vicente, Marcelo e Artur se deparam com os meninos e tentam substitu-los na frente do videogame. Ali-ce, roberta e Carla ficam indignadas.

    Marcelo, Vicente e Artur comemo-ram que as meninas acabaro com a farra de Pedro, Diego e Toms. Carla, Alice e roberta pressionam para saber se eles armaram para jogar. Elas fingem gostar de videogame e afirmam que tambm querem participar. Beth pergunta a Pedro sobre a viagem e ele afirma que no es-queceu o segredo que ela est guardando. Alice tenta convencer os rebeldes de que Pilar no mudou e ainda ir aprontar.

    No h exibio.

    Segunda Tera Quarta Quinta Sexta Sbado

    a vi

    da d

    a ge

    nte

    (glo

    bo

    18

    h15) Sofia e Dora se preocupam com

    a reao de Marcos quando o questio-nam sobre as despesas de casa. Ga-briel prope se associar a Manuela. Ali-ce confessa que no consegue aceitar a paixo de renato por Suzana. In pede para Manuela ajudar a tirar Ana de sua depresso. Lcio fica apreensivo com o estado de Ana. Eva se surpreende ao saber que Ana est deprimida. Lcio e rodrigo acabam discutindo.

    Manuela ouve a discusso entre Lcio e rodrigo sem ser vista. Lcio diz para Celina que gosta de Jlia como sua verdadeira filha. Loureno reconhecido como pai de Tiago. In leva Jlia para ficar com Ana. Jonas insulta Cris e ela implora que Matias a leve para longe de casa. Ana se emociona com o carinho de Jlia. Cris e Matias se beijam. Matias sai do beijo assus-tado e bastante arrependido. Celina procu-ra Loureno e os dois se beijam.

    Manuela explica para Gabriel que no quer se associar profissionalmente a ele, prefere continuar apenas como namorada. um homem convida Jlia para fazer um comercial e Eva fica interessada. Manuela sugere que Nanda organize um brech com roupas de crianas. Lcio fala para Celina que se inscreveu para um ps-doutorado em Londres. Eva fica satisfeita por Jlia ter sido aprovada para a campanha publicit-ria. Jonas flagra Cris e Matias se beijando.

    Jonas expulsa Cris de sua casa. Jlia faz as fotos para a campanha. Loureno leva Tiago de volta para casa. Cris pede para Loureno ficar com Tiago at que ela se organize. Matias conta para Lorena que foi mandado embora porque foi flagrado beijando Cris. Sofia tenta convencer Ana a voltar a treinar. Suzana tenta conversar com Ccero. Cris fica revoltada com o acordo que Jonas lhe prope.

    Cris tenta se reconciliar com Jonas. Loureno pensa em pedir a guarda compar-tilhada de Tiago. francisco e Nanda pen-sam em um nome para o brech. Jlia conta para Manuela que Eva a levou para fazer fotos em uma agncia. rodrigo e Manuela combinam de irem juntos a Gramado para falar com Eva. rodrigo e Manuela se depa-ram com um outdoor com a foto de Jlia. Loureno leva Tiago at o apartamento de Cris. In expulsa Eva de sua casa.

    Eva se faz de vtima na frente de Ana. Nanda fica satisfeita com o sucesso de seu brech. Dora se irrita com a resis-tncia de Marcos a arrumar um empre-go. Wilson cobra o apoio de Laudelino sobre sua situao com Moema. Celina examina Jlia e deixa Manuela e rodri-go apreensivos. Manuela e rodrigo con-tam uma histria para Jlia dormir. Celi-na avisa que o estado de Jlia pode ser grave e que ela precisa ser internada.

    Segunda Tera Quarta Quinta Sexta Sbado

    vida

    s em

    Jogo

    (r

    ecor

    d

    22h1

    5)

    Sbado

    Juliana bate porta do cativeiro. Amordaada, regina decide gemer, tentan-do pedir socorro. Lucas ameaa o trio utili-zando a arma que possui. Depois de insistir bastante, Juliana se afasta da porta e liga para Lucas. Lucas se irrita com regina, Elton e Cleber e quase perde a cabea. Ele deixa o trio no cativeiro e se dirige at sua van. Quando coloca a chave na ignio, surpre-endido por Juliana, que estava escondida no banco de trs.

    Enquanto Lucas desamarra seus refns para lev-los, Cleber se aproveita de um momento de distrao do ex-motorista de van e tenta desarm-lo. Edmilson conta para francisco que se uniu com ftima para tentar pegar o dinheiro de Belmiro utilizan-do o sequestro de Marcolino. Depois que se explica, francisco perdoa o contador. Lucas leva Juliana at o local onde acontecer o encontro com o rapaz que supostamente soropositivo. Elton foge e deixa regina.

    regina afirma que ser melhor se Elton chamar a polcia. O ex-motorista de van explica que se for preso, nunca revelar a localizao dos refns, assim, os dois mor-rero de sede ou fome. Lucas entra em sua van e avana lentamente pela estrada. Elton consegue chegar em um carro velho, que est aberto. Ele no encontra as chaves e por isso, tenta fazer ligao direta. O veculo de Elton se aproxima de uma curva e capota algumas vezes antes de explodir.

    Ernesto fica irritado enquanto Seve-rino se diverte. Aps uma discusso o milio-nrio decide ir embora, mas antes de sair, d um beijo no rosto de Divina. Lucas descobre atravs de Patrcia e Juliana, que no dia do assassinato de Augusta, Carlos marcou um encontro com Cleber, mas o bandido fugiu. Depois que se recupera da notcia inespe-rada, Lucas afirma ter certeza de que Carlos matou Augusta. rita conta para Marialice que Jorge mentiu sobre a amante.

    Jorge confessa que pagou Nelize para fugir junto com Marcolino. Ele afir-ma que fez isso apenas para proteger o irmo de seu amigo. Marialice o acusa de assassinato, mas Jorge explica que jamais faria algo do tipo. Ele explica que mentiu sobre uma amante para afastar Marialice do perigo. A confeiteira continua afirman-do que ele matou Augusta. francisco de-cide ir com Jorge at o local em que Nelize se escondeu com Marcolino.

    No h exibio.

    Segunda Tera Quarta Quinta Sexta Sbado

    Mal

    ha

    o (g

    lobo

    1

    7h50

    )

    Com o cancelamento do bloco orga-nizado por Beto, Guido sugere que todos desfilem pelo bloco da Comunidade dos Anjos. Dbora convence filipe a ir com ela ao bloco da Comunidade. Beto estranha quando Babi aceita suspender o namoro durante o Carnaval e no percebe que ela boicota todas as meninas que se aproxi-mam dele. Alexia e Gabriel namoram em Itaipava. A menina impede que Gabriel ligue para Cristal.

    Beatriz fala para Cristal que Gabriel esqueceu o celular em casa e mente sobre a viagem do neto com Ale-xia. Alexia e Gabriel voltam de viagem. Gabriel pensa em esconder de Alexia que acompanhar Cristal em uma ultrassonografia. Beto v Nelson na praia quando o pai deveria estar numa entrevista de emprego. Alexia surpreen-de Gabriel e Cristal ao chegar clnica para acompanhar a ultrassonografia.

    Babi fala para Aparecida que os exa-mes mostraram que Jefferson tem chances de voltar a andar. Alexia repreende Gabriel por no ter contado sobre o exame a ela. Cristal se irrita com Babi por apoiar a ati-tude de Alexia. Gabriel sugere que ele e Nando deem uma aula gratuita de kung fu para as crianas da comunidade. Alexia vai Comunidade dos Anjos conversar com Moiss sobre o projeto de Gabriel. fabiano pede para conversar com Gabriel.

    fabiano convida Gabriel para atuar em sua srie para a TV. Moiss obriga Natlia a sair da ONG para falar a ss com Alexia. Laura arruma os novos mveis do brech, sem perceber que est sendo fil-mada por fabiano. Dbora fica indignada com os comentrios maldosos da turma do curso sobre filipe. Gabriel diz a Alexia que vai procurar Moiss para falar sobre seu projeto de aulas de kung fu para as crianas da comunidade.

    Alexia consegue convencer Ga-briel a adiar o encontro com Moiss. Dbora fica com cimes de filipe ao v-lo enturmado no curso. Babi ajuda Jefferson com a fisioterapia. Cristal conta maldosamente para Gabriel que Alexia procurou Moiss. fabiano quebra uma pea de porcelana do brech e Laura fica enfurecida. Ga-briel pergunta a Alexia por que ela procurou Moiss.

    No h exibio.

    Segunda Tera Quarta Quinta Sexta Sbado

    Beatriz nega que tenha sido in-fluenciada por Danielle a fazer a doao de vulos. Paulo canta para fazer Vitria dormir. Danielle se assusta ao ver seu consultrio depredado. Tereza Cristina cobra de ferdinand notcias sobre o atentado contra Quinzinho. Esther re-solve buscar Vitria na casa de campo, mas antes liga para avisar a Guaracy que voltar para se defender de todas as acusaes contra ela.

    Guaracy fica arrasado ao saber que Paulo encontrou Esther, e Griselda o con-sola. Zuleika fala mal de Edvaldo para Juan Guilherme e rafael defende o amigo. Glria avisa a Danielle que a clnica de Itaipava tambm foi depredada, mas que o material para fertilizao foi salvo. Enzo confessa a Pereirinha que est gostando de Danielle. Amlia decide pedir para Pereirinha entrar com ela na igreja. Paulo e Esther iniciam uma discusso, mas acabam se beijando.

    Paulo e Esther se desculpam um com o outro pelo beijo. Griselda no gosta de saber que Deborah continua fazendo servios extras para clientes sem avisar a Gigante. Esther se encanta ao ver Paulo falando com Vitria. Celina conta para Be-atriz que Esther voltar para casa e a arqui-teta decide esper-la em seu prdio. Daniel grava Solange danando. Cr quer fazer o videoclipe de Solange, e Baltazar reclama. Beatriz invade o apartamento de Esther.

    Deborah rejeita Quinz. Beto Ju-nior chega ao prdio de Esther, e Beatriz avisa que est no apartamento da rival. Juan Guilherme diz a Letcia que man-dar Chiara de volta para a Itlia se ela estiver curada. Celina afirma que Vitria vai morar com Pedro Jorge, assim que Es-ther perder a guarda da menina. Esther afirma a Guaracy que lutar para provar que Vitria sua filha. Tereza Cristina fla-gra Pereirinha tentando abrir o seu cofre.

    Tereza Cristina revela o segredo do cofre para Pereirinha. Teodora lembra-se saudosa de quando era casada com Quinz e pede para o ex-marido aceit-la de volta. ren oferece o buf do Brasileirssimo como presente de casamento a Amlia, mas Griselda no aceita. Celina fala para Beatriz que Esther conceder uma entre-vista exclusiva para Beto Junior na fio Carioca. Quinz v a mulher que o dopou conversando com ferdinand.

    Vilma posta o vdeo de Solange na internet. Beatriz pede uma indenizao por danos morais a Danielle. Tereza Cris-tina cobra de ferdinand a encomenda que fez para acabar com a festa de casa-mento de Amlia. Paulo decide acabar com a entrevista ao perceber as ms intenes de Beto Junior contra Esther. Marilda ouve Tereza Cristina falar que colocar ratos na festa de casamento de Amlia e conta para Griselda.

    fina

    est

    ampa

    (glo

    bo

    21 h

    )

    Segunda Tera Quarta Quinta Sexta Sbado

    Os resumos dos captulos de todas as novelas so de responsabilidade de cada emissora Os captulos que vo ao ar esto sujeitos a eventuais reedies.

  • 15eNTReTeNiMeNTO Domingo em Casa 7 a 13 De agosto De 2011 13televiso Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    De volta Rebelde no o primeiro trabalho de Rayana na Record; em 2009, ela participou da novela Mutantes: Promessas de Amor

    Atriz rayana Carvalho se divide entre o bem e mal como a Pilar de rebelde

    Por Caroline BorgesTV Press

    Para dar vida a Pilar da nove-

    la rebelde, exibida pela record, rayana Carvalho teve que buscar uma certa dubiedade dentro de si. Inicialmente, a personagem era a principal vil do Colgio Elite Way. Por ter sido criada isolada, sem me e com um pai extremamente ocupado, Pilar foi se tornando uma pessoa egosta e invejosa, que fazia de tudo para acabar com a alegria dos rebeldes, explica. Mas, recen-temente, a vilzinha comeou a se aproximar dos heris e ser a grande companheira da turma. At ajuda roberta, vivida por Lua Blanco, a se livrar das chantagens de Binho, interpretado por Pedro Cassia-no. rayana encara essa virada da personagem como uma forma de aprofundar a sua versatilidade. Mas ela chegou a desconfiar se essa mudana de carter seria bem acei-

    ta pelo pblico. Estou muito feliz com essas nuances da Pilar. No d pra agradar todo mundo. H muitas controvrsias dentro da record, se ela deve continuar boa ou voltar a ser m. Eu sou um pau mandado e fao apenas o que tem que ser fei-to, brinca.

    Apesar do receio inicial de representar uma vil, rayana per-cebeu que, ao longo trama, a per-sonagem caiu no gosto do pblico. Acabou que as crianas adoravam aquela maldade toda. Cheguei a ou-vir nas ruas: Voc do mal, mas eu te amo, lembra aos risos. A expe-rincia de vil proporciona a atriz uma maior riqueza de detalhes na composio do papel, como brincar com os diferentes tons e insinua-es. Entretanto, o lado boazinha e companheira de Pilar que exige maior esforo de rayana para que a atuao no caia na mesmice. difcil evitar a chatice, antes eu no precisava florear tanto. Agora eu te-

    nho que me empenhar mais ainda para que tenha um brilho especial. Se no, fica muito gua com a-car, ressalta.

    rayana ainda encontra pontos em comum entre ela e a persona-gem, como o grau de determinao. Ambas no param at terem seus objetivos alcanados por completo. Quando eu decido, vou fundo que nem a Pilar. Mas a minha energia e determinao so canalizadas de formas diferentes da dela, ana-lisa. Enquanto Pilar no deixa de acompanhar uma fofoca sequer no colgio, rayana evita ao mximo opinar na vida dos outros. Eu levo uma vida mais tranquila. Cuido da minha vida e no me importo com relao vida alheia, afirma. Para a atriz, Pilar procura muito mais do que se informar sobre os outros. Ela quer modificar, interferir e sempre estar por cima.

    A veia artstica algo que a reci-fense rayana considera de famlia.

    formada em bal clssico, a atriz fi-lha de bailarina e produtora de even-tos de dana. Eu nasci danando. Minha me tinha academia de dan-a e eu a acompanhava nos eventos. Ela sempre estava danando comigo e me incentivando, conta. Aos 10 anos, rayana comeou a fazer aulas de bal e dana de salo, mas tam-bm j fazia alguns trabalhos como modelo. Porm, a ideia de ser atriz era apenas uma possibilidade re-mota na cabea da pernambucana. Aps dois anos cursando Educao fsica, rayana decidiu abandonar a faculdade para estudar teatro no rio de Janeiro, na Casa das Artes de Laranjeiras, a CAL. S aos 20 anos, com muito incentivo da minha me, que eu decidi sair de recife. foi um giro de 180 graus na minha vida. foi um momento de repensar e saber se eu estava realmente fazendo a esco-lha certa, relembra. J no comeo do curso surgiu a oportunidade de fazer a sua primeira novela, gua

    na Boca, de 2008, na Band. fui fazendo cursos e me especializando. At que surgiu a oportunidade de fa-zer o teste para rebelde, que , at agora, a maior que tive, ressalta.

    Em nome da carreira de atriz, rayana precisou abdicar do bal profissionalmente. Mas a paixo pelas sapatilhas no ficou esque-cida. Ela at chegou a procurar academias de dana prximas a sua casa, mas o ritmo intenso das gravaes no permitiu conciliar as duas atividades. A dana um sonho de criana e adolescente. Ela me auxilia muito artisticamente. uma grande ferramenta, pois tenho uma percepo muito maior dos movimentos do meu corpo, expli-ca. Ainda se considerando novata no meio artstico, rayana tem mui-ta ambio e determinao quanto a sua carreira no futuro. Quero muito fazer outras produes na record e trabalhar com mais afinco no cinema e no teatro, planeja.

    Sadeno topo

    Apesar de ter sido eleita Miss Pernambuco em 2006, rayana garante que o mximo de vaida-de em seu dia a dia cuidar da sade. Segundo a atriz, manter cuidados bsicos com a alimenta-o o mnimo que todos devem seguir. Beber bastante gua fundamental. Sempre procuro os melhores alimentos. Adoro todos os tipos de legumes e verduras e evito carne vermelha. Prefiro pei-xe ou frango, que so mais leves, afirma.

    rayana assegura que a beleza e boa forma no so o foco de sua rotina de exerccios. Apesar de detestar academia, a atriz malha, pelo menos, uma vez por semana. Quando a gente cuida da sade h um brilho maior, esteticamente falando, recomenda. Alm disso, rayana acredita na mxima men-te s, corpo so e acompanhada regularmente por um terapeuta e no dispensa as oito horas dirias de sono, no mnimo. A terapia uma vlvula de escape. Adoro conversar e muito bom ter uma pessoa inteiramente para te escu-tar, afirma.

    CArTA Z NOTCIAS

    rayana possui apenas uma experincia cinematogrfica com o filme Lula, O filho do Brasil.

    A atriz no possui nenhuma experincia profissional no teatro.

    Glria Perez est entre uma de suas autoras de novela favoritas.

    instantneas

    dupla face conquista pblico

  • 14 eNTReTeNiMeNTO/HORScOPO Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    Um bbado volta para casa tar-de da noite e, ao chegar em frente ao quarto de casal, repara que a porta havia sido trancada pela sua mulher.

    Ele pede:-Benzinho, abre a porta!A mulher, com raiva, diz l

    de dentro:No vou abrir!

    Mas, eu trouxe flores para a mu-lher mais bonita do mundo!

    A mulher, ento, toda emociona-da, abre a porta e diz:

    -Est bem, eu abro. U, cad as flores?

    E o marido bbado diz-E cad a mulher mais bo-

    nita do mundo? Hein??

    Horscopo

    BRiS POR DUKE

    cruzadas diretas

    um tempo de muita generosidade. A exigncia de seu ego est bem menor, portanto estar mais sensvel ao sofri-mento do outro, com verdadeira von-tade de ajudar ao prximo.

    gmeos21/5 a 20/6

    favorecidos os contatos de trabalho. Podero surgir novas propostas que traro mudanas radicais sua vida profissional. Analise cuidadosamente essa oportunidade.

    cner21/6 a 217

    Viro tona sentimentos profundos, que causam grande sensibilidade e podem acabar gerando alguns conflitos. Este o momento de avaliar qual o motivo de sua grande insatisfao interior.

    ries21/3 a 20/4

    O reencontro com antigos amores ou amigos poder iluminar um sentimen-to inconsciente. Isso acabar gerando um canal que lhe trar novas ideias e mudanas em sua vida.

    Touro21/4 a 20/5

    Saia da rotina, conhea novos luga-res e experimente coisas novas e di-ferentes. Momento de aventurar-se. Viaje, mesmo que seja atravs da leitura ou da imaginao.

    Leo22/7 a 22/8

    Tempo ideal para fazer o check-up e cuidar da sade. resolver pendncias, fazer o que foi adiado ou foi mal resol-vido. Desde rever a dieta at assuntos burocrticos.

    virgem23/8 a 23/9

    Organize melhor sua rotina. Sua aten-o ser para as coisas prticas do dia a dia. A organizao da casa, da docu-mentao pessoal e sua sade. S no exagere nos detalhes.

    Libra23/9 a 23/10

    Momento para refletir sobre os erros do passado sem crtica ou condenao prpria. Depois dessa autoavaliao, deixe o passado e busque uma nova direo para sua vida.

    escorpio23/10 a 21/11

    hora de sair e resolver as coisas. Voc vai sentir um estmulo extra na sua vida pessoal e profissional. Esta-r mais determinado. Cuidado com agressividade excessiva.

    Sagitrio22/11 a 21/12

    Maior abertura de conscincia e me-lhor viso do mundo. Ateno para no perder a oportunidade de fazer mudanas drsticas em sua vida. Transforme-se, renove-se.

    capricrnio22/12 a 20/1

    Ser testado em sua disciplina e li-mites, pois a uma tendncia a um comportamento exagerado. uma terapia corporal ou criativa poder ajud-lo a relaxar.

    aqurio21/1 a 19/2

    O sol nesta semana entra em seu pr-prio signo e um momento de reno-vao, de novos comeos. como um renascimento e novas possibilidades se apresentam.

    Peixes20/2 a 20/3

    Netuno est no signo de Peixes at 2026, nos inspirando espiritualidade e compaixo. Surgiro lderes mais sensveis e engajados na busca da paz mundial e uma sociedade mais justa. Descobertas h muito esperadas no campo da medicina. O talento artstico e a mediunidade despertada. Cada um atendendo ao seu chamado interior.

    Por Marilda Ferraresi

    flores Para uma linDa mulHer

  • 15agiTO cULTURaL Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    Motoqueiro Fatasma 2Classificao 12 anos Nove anos aps se transformar no temido Motoqueiro fantasma, Johnny Blaze se refugia no leste europeu para tentar controlar sua maldio ou, pelo menos, deix-la escondida da maioria das pessoas. Ele leva uma vida solitria, at ser obrigado a entrar em ao ao ser chamado por um culto para salvar a vida de Danny, de apenas 10 anos. O garoto est ameaado pelo Diabo, que deseja encarnar em seu corpo.Cineplex 3D 15h10 17h10 (DuB) - 19h10 21h10 (LEG)

    A Inveno de Hugo CabretClassificao Livre - Paris, anos 30. Hugo Cabret um rfo que vive escondido nas paredes da estao de trem. Ele guarda consigo um rob quebrado, deixado por seu pai. um dia, ao fugir do inspetor, ele conhece Isabelle, uma jovem com quem faz amizade. Logo Hugo descobre que ela tem uma chave com o fecho em forma de corao, exatamente do mesmo tamanho da fechadura existente no rob. O rob volta ento a funcionar, levando a dupla a tentar resolver um mistrio mgico.Cineplex 1 14h50 17h50 20h50 (DuB)

    Cada um tem a gmea que mereceClassificao 12 anosCineplex 2 15h 17h 19h 21h (LEG)

    A beira do AbismoClassificao 14 anosCineplex 4 16h50 - 18h50 20h50 (LEG)

    Alvim e os Esquilos 3Classificao LivreCineplex 4 15h (DuB)

    cinema

    PreosCineplex Shopping Sete Lagoasrua Otvio Campelo ribeiro, 2801,EldoradoPreos: Segunda a quinta r$ 8(inteira) r$ 4 (meia)tera maluca - r$ 5 (inteira) r$ 2,50 (meia)Sexta a Domingo/feriado r$12 (inteira)r$ 6 (meia)Ingresso 3D Segunda a Quinta r$ 10 (inteira) r$ 5 (meia)Sexta a Doming/feriado r$16 (inteira)r$ 8 (meia)

    Oportunidade para aprender artesenato grito Rock cursos

    gratuitosMemria em Movimento As cinco bandas que se apresentaro em Sete Lagoas pelo festival

    Grito rock 2012 j foram selecionadas. Este o segundo ano que o evento acontece na cidade, sendo que no total foram 95 inscries de bandas de todo o pas. O festival, organizado pelo coletivo sete-lagoano Colcheia, acontecer nos dias 2 e 3 de maro, no Opinio Pub, que fica na avenida Antnio Olinto, 1144, no centro da cidade. Vinda de Lagoa Santa, a banda A Nuvem se apresentar pela primeira vez na cidade. O som experimental do rock sem guitarras da banda belo-horizontina The Hells Kitchen Project (foto) tambm promete animar o festival. J a outra banda da capital mineira, Black Bone, chega Sete Lagoas para fazer um show totalmente autoral. representando a cena independente da nossa cidade, as bandas Saralins e Charge tambm vo se apresentar.

    J pensou em fazer um curso de tcnicas bsicas de pintura em diversos materiais, patchwork e cartonagem? Pois as inscries para esses cursos, que so gratuitos, estaro abertas nos dias 27, 28 e 29 de fevereiro. Essa uma iniciativa da Prefeitura de Sete Lagoas em parceria com o Centro de Apoio ao Arteso (Art Cap) e j diplomou, por meio do projeto Arte Comunidade, mais de 200 pessoas. Os cursos tm quatro meses de durao com duas aulas semanais. Os alunos produzem dois trabalhos, sendo que um deles direcionado manuteno do projeto e o outro fica para o autor. As inscries podem ser feitas no Casaro, ou na sede da Art Cap, que fica na rua Secretrio Divino Padro, 1.515, onde ser ministrado o curso. Mais informaes: (31) 3771-5053.

    Est acontecendo at o fim de fevereiro, no Campus I das faculdades Promove,a exposio do Projeto Memria em Movimento, do vereador Dalton Andrade. Essa uma mostra itinerante que traz fotos e textos que contam momentos da trajetria histrica de Sete Lagoas. O objetivo desse projeto popularizar a histria da cidade e resgatar a construo e o desenvolvimento local. So diversas imagens que contam um pouquinho mais sobre os nossos monumentos, construes, personagens e espaos urbanos. Quem quiser marcar presena na exposio, pode comparecer no hall do 1 andar da faculdade, que fica na rua Doutro Pena, 35, centro.

    Sempre um Papo

    Treinamento indie

    A quarta temporada de atividades do projeto Sempre um Papo em Sete Lagoas contar com o jornalista e escritor Andr Trigueiro, que participar de um debate e lanar o seu livro Mundo Sustentvel 2: novos rumos para um planeta em crise. O encontro, que ser mediado pelo idealizador do projeto, Afonso Borges, acontece no prximo dia 3 de maro, s 11h, no auditrio Dr. Marcelo Vianna da unifemm, que fica na avenida Marechal Castelo Branco, 2765, no bairro Santo Antnio. A entrada para o debate e lanamento do livro gratuita.

    O Ministrio da Cultura selecionou Sete Lagoas para ser palco de um dos mais importantes encontros sobre a poltica cultural do pas. A cidade receber os gestores e produtores culturais de todo o pas para debaterem assuntos sobre o setor no prximo dia 27. O encontro ser na Casa da Cultura francisco Timteo Pereira, s 9h30. Entre os temas que sero abordados esto o Sistema Nacional de Cultura (um dos projetos mais importantes do Ministrio por integrar, apoiar e incentivar a cultura de 782 municpios e 17 Estados) e o fundo Nacional de Cultura. Ser realizada uma oficina para elaborao de projetos com vista ao edital. Informaes no (31) 3773-5687 ou 3772-7631.

    Acontece no prximo domingo, dia 26 de fevereiro, o show da banda Marte Ataca, que faz um som no estilo indie. A apresentao ser no pub route 66, que fica na rua Paulo frontin, 581, no centro. O evento est marcado para comear s 20h30, e as mulheres que chegarem primeiro no pagam a entrada. Os ingressos no dia custaro r$ 5. Quem estiver interessado em mais informaes sobre esse show alternativo deve entrar em contato pelo telefone (31) 8880-1869.

    No ltimo dia 9 de fevereiro, aconteceu no Grupo Convivncia Dona Dochinha, que atende senhoras da terceira idade da cidade, o Carnaval 2012 da instituio. A festa animadssima contou com quatro geraes, uma vez que filhas, netas e, at mesmo, bisnetas pularam Carnaval. O auge da folia foi quando Dona Dochinha recordou msicas antigas que marcaram poca e fizeram histria na vida de todas as senhoras do local. Elas cantaram canes como Bandeira Branca, Me d um dinheiro a e A Estrela Dalva. Na festa, houve tambm um desfile dos presentes com suas criativas fantasias, que completou a festa em que todas caram no samba.

    Samba e alegria

    WANDEr fArIA/DIVuLGAO

    PLATINuM/DIVuLGAO

    DASDOrES SANTOS VALADArES/DIVuLGAO

  • 16 eSPORTeS Domingo em Casa 19 a 25 De fevereiro De 2012

    Nesta semana, o assun-to foi o estdio Independn-cia. Como se no bastasse a enrola para iniciar a obra e a sua concluso, alm da dificuldade de viso em parte da arquibancada, um fato, at ento desconheci-do, surpreendeu a todos. O deputado Joo Vitor Xavier, divulgou em seu programa na rdio Itatiaia, uma par-ceria entre o Atltico e a em-presa BWA para administrar o estdio durante 27 anos. A notcia estourou como uma bomba entre os dirigentes mineiros.

    PAtRIMNIO AMERICANODevido falta de cla-

    reza nas informaes e nos detalhes do contrato, alguns chegaram at di-zer que o Amrica perdeu o Independncia para o Galo, e iniciaram campa-nhas para mudar o nome do estdio. Porm, no tem nada disso. O patrimnio foi e sempre ser do Am-rica. O prprio presidente Marcus Salum esclarece: o Amrica foi procurado pelo governo que pediu o controle do estdio para as reformas visando resol-ver o problema das obras no Mineiro. Ns cedemos sob certas condies. O Amrica tem a preferncia no vestirio principal em qualquer jogo, tem prefe-rncia em caso de jogos de dois times mineiros e temos dois camarotes para todos os eventos. Alm dis-so, a programao visual do Independncia base-ada nas cores do Amrica. Temos direito tambm a uma receita bruta de to-dos os lucros que a Arena arrecadar. Isso foi acertado e feita uma cesso por 20 anos. Depois desse pero-do, o Amrica volta a admi-nistrar a arena. E no edital diz que nenhum outro clu-be pode administrar o es-tdio. Somente a empresa que ganhou a licitao. O governo quem deve to-

    mar as providncias. Afir-mou Salum. O presidente reiterou que no tem nada contra Atltico ou Cruzeiro e, sim, com o contrato fei-to de modo irregular. Ora, sempre devemos lembrar que o investimento foi com o dinheiro pblico, ento no justifica o estdio ser repassado apenas para um clube. Agora, vamos ser justos, em nenhum mo-mento, o presidente Ale-xandre Kalil afirmou que o Atltico seria dono do In-dependncia.

    FOLGA NO MINEIROPor causa do Carnaval,

    o Campeonato Mineiro d uma parada neste fim de semana. O domingo ser de desfile das escolas de sambas. Os clubes apro-veitam a folga para corrigir os erros apresentados du-rante os primeiros jogos. O sinal de alerta j est liga-do no Tupi e no Democrata de Valadares, que ainda no pontuaram no campe-onato. Apesar de poucas partidas, apenas Amrica, Atltico e Villa Nova esto invictos. O Galo e o Coelho so os nicos com 100% de aproveitamento.

    VOC SABIA?Quando algum quer

    falar que uma pessoa efi-ciente em algum trabalho comum dizer que ela co-bra no que faz. Mas o que muita gente no sabe que esse termo vem do futebol. Em 1918, na Vrzea do Car-mo, em So Paulo, existia um time chamado Heris da Chama, formado por militares do Corpo de Bom-beiros. O astro do time era um jogador chamado Moa-cir Cobra, que logo ganhou fama em toda a regio. A partir da, toda a vez que aparecia um bom jogador era logo chamado de co-bra. O termo se populari-zou e define hoje algum em destaque em qualquer atividade.

    O grito do Independncia

    Enio LimaNarrador esportivo

    RPidaS

    Na ltima quarta-feira, dia 15, a desembargadora Clu-dia Maia, da 13 Cmara C-vel do Tribunal de Justia, acatou o recurso do Demo-crata futebol Clube e sus-pendeu o leilo da Arena do Jacar. O Estado de Mi-nas Gerais, alm do Demo-crata e diversos scios do clube, tambm entrou com recursos contra o prego. A desembargadora avaliar o pedido de que seja feito uma reavaliao do im-vel por uma equipe de en-genheiros, uma vez que a

    primeira avaliao foi feita por um oficial de justia e com um valor muito abaixo do mercado. No segundo leilo, que estava marcado para a ltima quinta-feira, dia 16, o lance inicial se-ria de aproximadamente r$ 9,5 milhes, metade do primeiro lance, r$ 19 milhes. O valor estimado para a Arena do Jacar de r$ 30 milhes, j que o lo-cal passou por reforma, em que foram investidos r$ 16 milhes somente pelo Go-verno do Estado.

    A Secretaria Municipal de Espor-tes e Lazer informa: as inscries para as escolinhas de futebol, que acontecero no campo da Boa Vis-ta, esto marcadas para os dias 23 e 24 prximos. Garotos de 10 a 15 anos interessados em participar devem procurar a administrao do campo ou a secretaria (rua Ma-rechal Deodoro, 212, no 1 andar), apresentando documento e devem estar acompanhado dos pais ou de um responsvel. As vagas so limi-tadas. As aulas devem comear dia 28. Alunos com at 12 anos treina-ro das 8h30 s 10h30 e os de 13 a 15 anos treinaro entre 14h e 16h.

    Leilo da Arena cancelado Escolinha

    seleo de atletas para o Jimi Quem tem mais de 16

    anos e bom na prtica de handebol, basquete, vlei ou futsal, deve ficar atento para participar das seletivas para os Jogos do Interior de Minas (JIMI). A seleo dos atletas acon-tecer no prximo sbado

    e domingo, dias 25 e 26, no ginsio Vincio Dias Avelar, que fica no bairro Aeroporto. Os interessa-dos devem apenas ficar atentos aos horrios de cada modalidade. Quem quiser participar da sele-o para o basquete, deve

    comparecer ao local das 8h s 10h; j o handebol ser das 10h s 12h; futsal das 12h s 14h; e o volei-bol ter a seletiva das 14h s 16h. Para mais infor-maes, basta entrar em contato pelo telefone (31) 3771-8156.

    cOMPeTiO Seleo de jogadores para o Jimi deste ano acontece no ginsio Vincio Dias Avelar

    Aps quatro anos no atle-tismo do Cruzeiro, o mara-tonista sete-lagoano franck Caldeira deixa o clube para assinar contrato com o Po de Acar. Ele ser o 23 pa-trocinado pelo grupo carioca. franck Caldeira tem sua car-reira marcada por ttulos: foi campeo da So Silvestre, em 2006, e ouro no Pan do rio de

    Janeiro, em 2007. Em 2002, aos 19 anos, franck (foto) foi o segundo melhor brasileiro na Meia Maratona do rio de Janeiro, aps isso sagrou-se tricampeo da Volta da Pam-pulha (2003, 2006 e 2007). Neste ano, uma das compe-ties de destaque do atleta ser a Maratona de Milo, que acontece no dia 15 de abril.

    franck troca de equipe

    QuIM DruMMOND/SECOM

    DIVuLGAO