jornal domingo em casa 24ª edição

Download Jornal Domingo em casa 24ª edição

Post on 30-Mar-2016

237 views

Category:

Documents

5 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Jornal Domingo em casa 24 edio

TRANSCRIPT

  • VergoNha Na PeriFeriaPor causa de cratera em rua, empresrios acionam o Ministrio Pblico solicitando providncias do poder pblico. Pg. 3

    deFeSa do coNSumidorCarro arranhado no Shopping Sete Lagoas ope consumidora e direo do centro de compras. Pg. 7

    diSTriBuio graTuiTa NaS reSidNciaS. NaS BaNcaS r$ 0,50

    domiNgo em caSa

    Ano 1 | eDio 24 | sete LAGoAs | 18/11/11 A 7/1/12

    Aos leitores:em virtude das festividades de natal e de Ano novo, este jornal no circular nos dois prximos domingos 25 de dezembro de 2011 e 1 de janeiro de 2012. o domiNgo em caSa deseja a todos os leitores, anunciantes e colaboradores um FeLiZ nAtAL e um ano novo pleno de felicidade, prosperidade, sade e paz!

    uma astrloga e uma tarloga prevem um bom ano para os sete-lagoanos. Pgs. 4 e 5uma astrloga e uma tarloga prevem um

    2012:Ano DA LuA e Dos AVAnos

  • 2 oPiNio Domingo em Casa 18 /12/11 a 7/1/12

    Publicao do Consrcio Domingo em Casa CnPJ - 13.807.194/0001-83Rua Santa Catarina 1713-ABairro Boa Vista - Sete Lagoas-MGCEP 35700-086Diretor executivo e comercial - Marclio MaranDiretor de redao/editor responsvel - Almerindo Camilo (2709/MG)Jornalista freelancer - Herivelton Moreira da CostaDiagramao - Antonio Dias e wanderson Fernando Diastiragem - 10.000 exemplaresimpresso - O Tempo Servios grficos (Contagem-MG)Representante comercial BH - AC&S Mdia Ltda (31) 2551-7797Representante comercial sete Lagoas - Agncia guia (31) 3775-1909Representante comercial sP, Rio e Braslia - Screanmedia (11) 3451-0012 e (11) 9141-2938

    os ARtiGos AssinADos no eXPRessAM neCessARiAMenteA oPinio Deste JoRnAL.

    domiNgo em caSa

    Agora pagar a faturaMuitos, certamente. viram o

    presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciando o fim da invaso ao Iraque. O conflito iniciou-se em 2003 e culminou na captura e morte de Saddam Hus-sein, que teria, segundo falsas in-formaes plantadas pela prpria CIA, armas qumicas e biolgicas. A invaso teve consequncias trgicas para a populao civil ira-quiana. Levantamentos revelam de 90 mil a 150 mil mortos e incon-tveis feridos, alm de baixas de milhares de soldados americanos.

    A guerra custou para os EUA cerca de U$ 1,4 trilho em arma-mento e manuteno das tropas. Ou seja: gastaram quase o equiva-lente destinado defesa dos EUA na Segunda Guerra Mundial.

    Quem acompanhou o confli-to pela impressa com certeza se horrizonou com as imagens. Pais segurando filhos ensanguentados nos braos, filhos chorando em vo pela morte dos pais... A hu-manidade acompanhou, inerte, as manobras americanas em solo estrangeiro. A vingana dos EUA contra o Oriente Mdio estava clara. As torres gmeas destrudas seriam vingadas com o sangue dos chamados terroristas. E, doesse a quem doesse, eles cumpriram as investidas profetizadas por eles mesmos. Hoje, quando entregam o Iraque ao seu povo, prometem que

    iro pensar nas lies colhidas.Sabemos que no so somen-

    te os EUA que tm o costume de se meter em assuntos estrangeiros. A ganncia dos pases mais ricos pelas riquezas dos mais pobres milenar. As lies da histria pare-ce no servir de exemplo para os gananciosos de hoje. Esquecem-se de que tudo na vida que fazemos ou realizamos, quando no feito ou realizado com justia, a fatura vem a galope e a conta alta.

    Os trilhes despejados pelas grandes potncias para matar ino-centes tm um alto preo. A dvida dos EUA maior do que se declara. Os pases da Europa esto despen-cando nos critrios econmicos de classificao internacional. O bura-co to grande que eles cabero nele sem aperto.

    E ns, que pertencemos aos pases pobres e emergentes, va-mos sofrer, mais frente, por causa do egoismo das grandes naes chamadas civilizadas. Se os EUA e a Europa iro realmente tirar uma lio de tudo isto, que seja para o bem da humanidade. Devem saber que o mal praticado tem preo e que agora tm que pagar a fatura e cuidar de seus gravssimos proble-mas internos. Que a profecia Maia para 2012 seja sinnimo de trans-formao para um futuro mais pro-missor. E que cada um de ns saiba o valor da paz e da tolerncia.

    Marclio Maranmaran@domingoemcasa.com.br

    duke

    aprendendo a pazPara se construir e al-

    canar a to almejada paz entre os homens necess-rio que no a dissociemos do tringulo interativo Paz-Desenvolvimento-De-mocracia. Se desejarmos, realmente, legar s gera-es que nos sucederem um mundo pacfico, preci-samos aprender urgente-mente o exerccio da paz.

    por intermdio da educao que poderemos chegar l. Desencadeia--se, a partir da educao, um processo para a cons-truo de uma vida me-lhor que passa pelo forta-lecimento da justia que assegura o direito aos di-reitos, pela liberdade, so-bretudo a de expresso da palavra, das ideias, pela tolerncia, pelo dilogo e pela solidariedade.

    Somente sob essas con-dies podemos pensar no desenvolvimento e na de-mocracia, os outros ngu-los que juntamente com a paz, completam o tringu-lo da nova ordem que de-ver imperar nas relaes

    humanas mais lcidas que devero ser estabelecidas neste milnio.

    Construdo esse trin-gulo estaremos fazendo a transio histrica de um mundo de guerras para um mundo de paz, onde todos se respeitaro e tambm tero mais res-peito para com a nature-za, para com a vida.

    Utopia? No. Apenas uma questo de se cons-cientizar aos lderes que dirigem os destinos das comunidades, tais como governantes, parlamenta-res, prefeitos, vereadores, intelectuais, profissionais da mdia, dirigentes de associaes de classe, esportivas, enfim, todos aqueles que influenciam o pensamento e as aes de seus liderados a co-operarem nessa tarefa fundamental para o nosso futuro, que a educao para a paz.

    A, veremos florescer a verdadeira democracia, com a efetiva participao dos cidados, sem o que a

    propalada e desejada de-mocracia no passa de fa-chada. O desenvolvimento humano no somente o crescimento da economia que, se permanecer asse-gurado apenas a uma par-cela mnima da humanida-de a propriedade no s da terra e do dinheiro, mas tambm do conhecimento e da instruo, continuar sendo uma ameaa esta-bilidade e segurana em todo o mundo.

    O esprito de partilha tambm essencial. necessrio ainda que se desperte na criana e no jovem a vontade de contri-buir ativamente na promo-o da paz e da compreen-so entre os homens. Para isto existem organismos internacionais, fundaes, empresas, organizaes inter-governamentais e no-governamentais que propem parcerias e dis-tribuio do conhecimento e do exerccio do desen-volvimento sustentado.

    A paz tambm se ensi-na. preciso aprender.

    M.A. Matos de MeloPsicloga e empresria do Grupo Calsete

  • 3cidade Domingo em Casa 18 /12/11 a 7/1/12

    cratera ameaa empresasSituao de rua do bairro So Joo pode provocar entraves no sistema de produo da Iveco e da Fiat

    A produo da Iveco, em Sete Lagoas, e at da Fiat Automveis, em Betim, pode ficar prejudicada por causa de buracos numa rua na periferia de Sete Lagoas. Por mais incrvel que parea, a ameaa que paira sobre importante segmento econmico do municpio denun-ciada pelos prprios empresrios do setor, instalados na primeira regio industrial da cidade. O setor industrial foi inaugurado em 1957, e, segundo os denunciantes, foi construdos pelos prprios empre-srios, ficando sob responsabilida-de da Prefeitura Municipal apenas a manuteno das vias abertas pela iniciativa privada.

    A situao mais crtica a da rua Euclides Nogueira Gontijo, an-tiga rua Stio Abadia, no bairro So Joo, que fica a menos de 1.500 metros do centro de Sete Lagoas. O desabafo do diretor da Casamas-sima Embalagens Indstria Ltda,

    PreFeiTura Projeto foi apresentado ao Ministrio da Integrao e custa R$ 3,9 mi

    ARQUIVO FRANCISCO LABATTI/DIVULGAO

    Francisco Jos Labbate Neto. Ele lidera um grupo de empresrios que, revoltados com a situao, fez representao junto ao Ministrio Pblico solicitando interferncia junto ao poder pblico. O docu-mento assinado tambm por di-retores de outras cinco indstrias instaladas na regio.

    a segunda vez que recorre-mos ao MP. O que mais nos chateia que basta a manuteno. uma cratera de mais ou menos quatro metros de dimetro. As mquinas da prefeitura enchem de entulhos que so levados na primeira chuva. Assim, a cada ano, na poca das chuvas, temos o mesmo proble-ma, queixa-se Labbate.

    Ele explica que a maioria das empresas instaladas nas imedia-es trabalha em sistema just in time, com prazo de entrega de mercadorias cronometrado com os compradores, em especial a Iveco

    administrao do prefeito Mrio Mrcio Maroca, que foi quem efe-tivamente formatou o projeto para sua completa soluo.

    Continua a nota: o projeto, orado em R$ 3,9 milhes, foi apre-sentado ao Ministrio de Integra-o Social que, segundo tcnicos da Secretaria de Obras, nenhuma interveno paliativa resolver o problema, ainda que momentane-amente, em razo da gravidade do caso, sendo que esta obra exige um recurso maior porque requer uma drenagem profunda, obras de con-teno e de arrimo, alm da cons-truo de grandes galerias, dentre outras intervenes.

    A Ascom acrescenta ainda que o problema se agravou, entretan-to, em razo tambm do trfego intenso e de caminhes pesados naquele local e que todas as expli-caes e a apresentao do projeto sero feitas ao Ministrio Pblico.

    domiNgo em caSae a Fiat Automveis, em Betim.

    Se perco uma hora no trans-porte dos componentes arrisco o contrato de fornecimento. O grupo Fiat no tem o menor interesse em questes como um buraco de rua em Sete Lagoas. E com razo, de-sabafa o empresrio Labbate. No Ministrio pblico, um assessor do promotor Ernanne Geraldo de Ara-jo, que se identificou apenas como

    Otomar, diz, sem maiores detalhes, que providncias judiciais j fo-ram tomadas.

    soLuoEm nota, a Assessoria de Co-

    municao da Prefeitura de Sete Lagoas informa que a questo da referida rua vem se arrastando por vrios anos e inmeros pref