Jornal Domingo em Casa 1ª edição

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Jornal Domingo em Casa 1 edio

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  • Paula Fernandes, o novo furaco da msica brasileira, fala com exclusividade para os conterrneos sete-lagoanos. Pg. 4

    dUKeReconhecido nacionalmentecarturnista mineiro estar semanalmente com voc. Pg. 11 e 20

    domiNGodomiNGo em Casa

    eColoGiaTamar obtem reconhecimento internacional com trabalho na costa brasileira. Pg. 8

    Um fenmeno nossotodo

    Chegamos! E viemos para ficar! Nosso propsito oferecer cidade um jor-nal que reflita a sociedade sete-lagoana. Temos prazer em dizer que o Domingo em Casa nasce com sua cara, Sete Lagoas. Assim

    como a cidade, este veculo espera ser visto com carac-tersticas de beleza esttica e arrojo, marcas registra-das desta cidade.

    Esperamos que em nos-sas pginas cada cidado ou morador da cidade se

    veja refletido. Contamos, com orgulho, nosso plano de trabalho: ser um jornal sem o qual, a cada semana, seu domingo ser incom-pleto. Ambicioso? Preten-cioso? Pode parecer que sim. Mas qual grande proje-

    to no nasceu de um grande sonho? E ns, como Luther King, tambm temos um sonho, qual seja o de ser o veculo essencial na vida de todo e cada um que vive e trabalha nesta cidade.

    Iniciamos nossa cami-

    nhada com a convico de estarmos comeando uma longa e duradoura amizade com Sete Lagoas. Uma ami-zade que, esperamos, renda bons frutos para este jor-nal, mas, sobretudo, para a cidade.

    o jornal para voc chamar de seuEditorial

    aNo 1 | edIo 1 | 10 a 16 de julho de 2011

    WW

    W.P

    AULA

    FERN

    ANDE

    S.CO

    M/D

    IVU

    LGA

    OdISTRIBuIo GRaTuITa NaS ReSIdNCIaS. NaS BaNCaS R$ 0,50

  • 2 oPiNio Domingo em Casa 10 a 16 de julho de 2011

    Como penso Sete LagoasNasci, com muito orgu-

    lho, em Sete Lagoas. Per-teno a uma famlia pio-neira na histria da cidade quando a Ferrovia, era si-nnimo de progresso. Hoje vejo o quadro mudar. As antigas casas dos ferrovi-rios foram quase todas demolidas, muitos des-pejados pela Justia. Isso porque se perdeu o amor por Sete Lagoas, por sua histria, por sua gente. A ganncia faz o homem des-manchar o passado para dar lugar no futuro s suas ambies. Todavia, sei que em Sete Lagoas temos ho-mens que fizeram, e ainda fazem histria. Sei que j surgiram e ainda surgiro grandes nomes que iro verdadeiramente mostrar o valor dessa brava gente da Rainha do Serto. E por isso que acredito nas idias dos que tm ideais. O ideal de servir verda-deiramente terra onde nasceu, de alguma forma, a contribuir para o seu povo, o seu progresso. As ideias surgem quando vis-

    lumbramos um futuro me-lhor, no somente para si, mas pensando no coletivo. pensando nesse coleti-vo que idealizamos para Sete Lagoas um jornal que pudesse ser chamado de Jornal da Famlia. Nos referimos mesma famlia que se rene aos domingos para um bate papo beira do fogo, seja at mesmo do fogo de lenha da vov. A mesma famlia que fala de futebol, de games, de Orkut, de cinema, enfim, eis aqui o DOMINGO EM CASA.

    Nosso encontro ser semanal. E debateremos Sete Lagoas, juntos, como pensamos e gostaramos que ela viesse a ser um dia. E se voc faz parte dos que amam como eu esta terra dos Lagos Encanta-dos, apesar de hoje, nem tanto encantado assim, ento queremos lhe ouvir tambm. Ns somos o Jor-nal da Famlia. Ns somos o DOMINGO EM CASA. (redacao@domingoemca-sa.com.br)

    Marclio MaranGerao em dbito?

    Sete Lagoas apresenta, h dcadas, uma vocao pro-gressista, com iniciativas de resultados expressivos para a marcha do seu crescimen-to, afirmao repetida, com orgulho, por suas lideranas, at os anos 60. Mas, dos anos 70 at h seis ou sete anos, a afirmao no foi repetida com o mesmo entusiasmo. E h justificativa para isso.

    At pouco mais da metade do sculo passado, Sete Lago-as experimentou movimento

    que a impulsionava de modo significativo para o estrela-to entre as cidades mineiras mais progressistas. Criou--se, aqui, instituies como o Banco Agrimisa, Associao Comercial e Industrial, Tele-sete, Clube Nutico, Iporan-ga, nova sede do Democrata, a indstria guseira, ampliao da indstria txtil, passagem da 040, a Unifemm e outras. A representao poltica local era de destaque no Estado e no Congresso pela fora de

    parlamentares eleitos aqui.Por um tempo, esse movi-

    mento parece que minguou.Pelo menos, era impres-

    so muito evidente.Ficamos por bom tempo

    sem iniciativas de porte. Pior, perdemos o Agrimisa e a Te-lesete, por exemplo. O que ocorreu? No soubemos pre-parar bem novas lideranas? Ou fazer trabalho mais orde-nado? Felizmente, parece es-tarmos retomando o caminho anterior.

    Clarindo Assiz Lima

    Papel aceita, computador noTranspor para a escrita as

    ideias processadas mental e oralmente tarefa difcil para quem no domina a morfo-logia e a sintaxe. Botei no papel do meu jeito, se no entender, te explico falando. Papel aceita tudo que se es-creve. Computador no.

    As regras da lngua ser-vem para dar sentido lgico. Mas, infelizmente, j foram utilizadas como barreira so-cial. Na Repblica Velha, a verborragia e a eloquncia eram as credenciais da elite

    e o povo fez do uso informal da lngua um instrumento de contracultura.

    A informtica no mudou a regra. Os softwares fazem as mesmas marcaes ver-melhas de erros que as ca-netadas dos professores. A interveno da informtica na escrita vai se acentuar. Em breve, a lgica quntica utili-zar n variveis para aferir se o contedo do texto tem fundamento.

    Parece futurista, mas a inteligncia artificial vale-se

    de Aristteles, que h 2.300 anos afirmou que a estrutura lgica o que valida um racio-cnio. At ento, o lgico no ia alm da dicotomia entre o verdadeiro-falso. Foi um salto da evoluo do pensamento.

    Os computadores atuais ainda operam com a lgica binria pr-aristotlica. Os fu-turos utilizaro lgica qunti-ca. Com relao ao problema citado no incio, tero a capa-cidade de inferir: Quem bota ovparo. Deseja substituir botei por escrevi?

    Jos Luiz Almeida CostaConsultor em inovaes

    Professor, jornalista e vice-prefeito de Inhama

    Sete Lagoas mais forteTemos visto Sete La-

    goas deslanchar no ce-nrio mineiro como a ci-dade que mais cresce no Estado, disparadamen-te. Certamente, estamos diante de uma situao que no tem como ser estagnada. Pelo contr-rio, o bonde da histria est dando um giro por nossa terrinha e preen-chendo os anais dos li-vros histricos. E nesse contexto, agraciar aos futuros leitores com p-

    ginas de uma histria fantstica.

    Cresce a cidade, cres-ce a demanda por infor-maes. Para uma cida-de desenvolvida, tem de haver uma gama de in-formaes para seus ci-dados. Vamos precisar, sim, de veculos de co-municao que inteirem o povo de nossa cidade com informaes verda-deiras. Vamos precisar de veculos de comunica-o que respeitem ns,

    cidados sete-lagoanos. Est sendo lanado o jor-nal DOMINGO EM CASA, com pessoas srias e que tm tudo para fazer um trabalho srio para nossa Sete Lagoas. Che-ga um grande veculo de comunicao, amparado por profissionais compe-tentes que fazem da in-formao sria a base de seu trabalho. Obrigado a vocs pelo convite e mui-to boa sorte nesta nova empreitada. Sucesso!

    Wagner Augusto de OliveiraPublicao do Consrcio Domingo em Casa Ltda

    CNPj - 13.807.194/0001-83

    Rua Santa Catarina 1713-A

    Bairro Boa Vista - Sete Lagoas-MG

    CEP 35700-086

    diretor executivo e comercial - Marclio Maran

    diretor de redao/editor responsvel - Almerindo Camilo (2709/MG)

    Coordenador de eventos - Herivelton Moreira da Costa

    diagramao - Antonio Dias e Wanderson Dias

    Tiragem - 10.000 exemplares

    Impresso - Sempre Editora (BHte-MG)

    Representante comercial Bh - AC&S Mdia Ltda (31) 2551-7797

    Representante comercial Sete lagoas - Agncia guia - (31) 3775-1909

    Representante comercial SP, Rio e Braslia - Scream Media

    (11) 3451-0012 e (11) 9141-2938

    oS aRTIGoS aSSINadoS No eXPReSSaM NeCeSSaRIaMeNTe

    a oPINIo deSTe joRNal.

    domiNGo em CasaAdvogado

  • Novo fenmeno da msica nacional, Paula Fernandes fala com orgulho de sua terra natal e anuncia show em Sete Lagoas na EXPOSET, em agosto prximo

    Para alm das montanhas 3msiCa Domingo em Casa 10 a 16 de julho de 2011

    Por jos Vtor Camilo

    O primeiro disco inde-pendente foi lanado aos 10 anos. Hoje, aos 25, ela con-siderada por muitos o maior fenmeno da msica bra-sileira. O disco lanado h 15 anos j trazia o nome da estrela sete-lagoana, Paula Fernandes.

    Segundo seu site oficial (www.paulafernandes.com.br), nesta poca a precoce ar-tista j se apresentava em fes-tas e casas de shows da cida-de e arredores. Nesta poca a cantora, ento mirim, tambm chegou a participar de pro-gramas de televiso e rdio. Juntamente com os amigos Brando e Sidney, Paula Fer-nandes passou a apresentar o programa de rdio Criana Esperana. Graas ao suces-so no programa, ela conse-guiu participar de alguns de exibio nacional.

    A mudana para So Pau-lo aconteceu quando Fernan-des tinha 12 anos, e foi por l que ela foi contratada por uma companhia de rodeios. O tempo que passou com a com-panhia fez com que ela adqui-risse experincia de palco e ampliao do repertrio arts-tico. O seu segundo CD, Ana Rayo, foi lanado em 1998, e teve inspirao no sucesso da novela Ana Raio e Z Trovo.

    Depois de ser apresentada pelo produtor musical Marcus

    Viana ao diretor Jayme Mon-jardim, Paula Fernandes aca-bou por gravar a msica Ave Maria Natureza, msica que ficou bastante conhecida por fazer parte da trilha da no-vela global Amrica. O seu terceiro disco, Canes do Vento Sul, veio acompanha-do do sucesso deste single, e contou com a participao do grupo Sagrado Corao da terra e do cantor Srgio Reis.

    Em 2006, Paula foi indi-cada ao Prmio Tim de M-sica Brasileira, na categoria de Melhor Cantora Popular. Em dezembro deste mesmo ano2006, ela lanou o lbum Dust in th