Jornal domingo em casa 17ª edição

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Jornal domingo em casa 17 edio

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<ul><li><p>ARTE NA CIDADE"Os patinhos feios", de trs artistas sete-lagoanos, j podem ser vistos nos pedalinhos da lagoa Paulino. Pg. 6</p><p>DOMINGO EM CASA</p><p>NA TRILHA DO PAIRmulo Arantes Neto est se destacando com as mudanas de seu personagem na Record. Pg. 15</p><p> ANO 1 | EDIO 17 | 30 DE OUTUBRO A 5 DE NOVEMBRO DE 2011</p><p>DISTRIBUIO GRATUITA NAS RESIDNCIAS. NAS BANCAS R$ 0,50</p><p>DUKE</p><p>Jovem empresrio de Sete Lagoas desenvolve programa inovador de entrevista de seleo profi ssional online Pg. 7</p><p>DAQUI PARA O MUNDO</p></li><li><p>2 oPinio Domingo em Casa 30 De De outubro a 5 De novembro De 2011</p><p>Publicao do Consrcio Domingo em Casa CNPJ - 13.807.194/0001-83Rua Santa Catarina 1713-ABairro Boa Vista - Sete Lagoas-MG (31) 3026-1700CEP 35700-086Diretor executivo e comercial - Marclio MaranDiretor de redao/editor responsvel - Almerindo Camilo (2709/MG)Jornalista freelancer - Herivelton Moreira da CostaDiagramao - Antonio Dias e Wanderson fernando DiasTiragem - 10.000 exemplaresImpresso - O Tempo Servios grficos (Contagem-MG)Representante comercial BH - AC&amp;S Mdia Ltda (31) 2551-7797Representante comercial Sete Lagoas - Agncia guia (31) 3775-1909Representante comercial SP, Rio e Braslia - Screanmedia (11) 3451-0012 e (11) 9141-2938</p><p>OS ARTIGOS ASSINADOS NO EXPRESSAM NECESSARIAMENTEA OPINIO DESTE JORNAL.</p><p>doMingo eM casa</p><p>Ser que vamos engolir?Houve um momento em que </p><p>o ex-presidente Lula, aps escn-dalos envolvendo sua equipe, afirmou que no sabia de nada. Ministros caram e outros se levan-taram. O povo brasileiro ouviu, e engoliu. Lula foi at o final do seu mandato, intocvel, exalando ino-cncia. Todavia, nossa presidente parece estar adotando uma medi-da diferente nesses casos. Demitiu Orlando Silva do PC do B e agora promete endurecer tambm com a fifa para a Copa do Mundo em 2014. Segundo ela, quer evitar que a fifa e a CBf transformem o mundial em palco particular. Ponto para nossa presidente.</p><p>S para efeito de recordao, a fifa est envolvida em diversos escndalos que envolvem seus dirigente e ex-dirigentes, como desvio de verbas, subornos, apadrinhamentos entre outros absurdos que envolvem tambm o poder publico. uma ratoagem descoberta no muito recente, que envolve nomes ilustres e reconhecidos em todo planeta. Assim sendo, e vendo-se diante de um palco de abutres prepa-rados para dar o bote nossa au-toridade maior reage, e escolhe a espada ao invs da mordaa.</p><p>Precisamos ficar atentos sobre as atitudes dos nossos dirigentes. fazer de conta que no sabia de nada sobre assessores, tentando </p><p>enganar e manipular, a opinio pblica algo inaceitvel, no d para engolir. Dilma Russef, nossa presidente, est nos surpreenden-do. Ela mexe sem pudor em feridas profundas e vem dando a resposta que todos espervamos. No es-conde que est a par da situao. Enfrenta de frente os problemas e assume uma postura correta.</p><p>O mesmo vale para Sete La-goas. Nosso prefeito deve estar atento ao primeiro sinal de incom-petncia, vaidade ou desvio de conduta dos servidores munici-pais. Apesar de estarmos atentos e prontos para denunciar, lembra-mos que o mau servidor sempre ir procurar contaminar os bons. Suas influncias so malvolas e quem paga a fatura pela sua estupidez, sempre o que comanda a adminis-trao. Nos bastidores de uma so-ciedade so comuns fofocas, falsos testemunhos, armaes provindas de contrrios e assim corre o barco. Se no ceifar a colheita no tempo hbil, o fruto apodrece e cai por si s, mas pode acertar sua cabea. Atitude certa no momento preciso a nica arma que o administra-dor tem para no se envolver nas trapaas e traies, to comuns na vida pblica. Quem pago para servir, com o dinheiro do povo, deve sempre se lembrar que so empregados do povo e ele deve satisfao permanentemente. </p><p>Marclio Maranmaran@domingoemcasa.com.br</p><p>duke</p><p>Pleno emprego, qualificao insuficienteQuem, como eu, nasceu </p><p>nos fim dos anos 50, incio dos 60 do sculo passado lembra-se, com tristeza, os tempos de profunda depres-so econmica como a que o Brasil enfrentou nos idos de 1982. A incerteza povoa-va coraes e mentes de jo-vens talentos que, esperan-osos, deixavam os bancos das escolas tcnicas e facul-dades de ento e se refletia nas interminveis filas por empregos que dobravam quarteires inteiros. Nessa poca de triste lembrana, era comum ver-se engenhei-ros, advogados e outros profissionais de nvel supe-rior engalfinhando-se por uma vaga de vendedor e at servente de pedreiro.</p><p>Pais de famlia na casa dos 40 anos de idade sen-tiam-se permanentemente ameaados pela concorrn-cia da pujante juventude que disputavam uma colo-cao com um zagueiro vi-goroso costuma despachar a bola da rea passando por </p><p>cima do adversrio.A despeito de respei-</p><p>tvel e honrada, era dolo-roso ver pessoas com alta qualificao exercendo o trabalho de um vendedor de livros ou de um sorveteiro. Quantos no se viram obri-gados a vender livros ou empurrar carrinho de sor-vete ou pipoca para buscar a sobrevivncia da famlia, apesar do vistoso diploma de nvel superior dependu-rado na parede?</p><p> por isto que no deixa de ser animador para quem vivenciou tais situaes ver o pas hoje na situao de quase pleno emprego. bvio que h problemas a resolver e eles no so poucos mas alvissareiro assistir a anncios no rdio e na TV, em horrio nobre, de empresas em busca de trabalhadores. E ver faixas e cartazes nas fachadas de empresas oferecendo tra-balho nos mais variados ramos da atividade econ-mica. Atualmente, os ve-</p><p>lhos de 50, como eu, tm sua competncia disputada e colocao garantida no mercado de trabalho.</p><p>Nosso desafio no mo-mento deixou de ser, por-tanto, emprego, mas qua-lificao. Que o digam os empresrios do comrcio e indstria. Muitos so os exemplos de empregadores contratando mo de obra sem experincia e pagan-do para que o profissional aprenda o ofcio. Essa tem sido a nica forma de no parar o trabalho.</p><p>Aos poderes pblicos cabe, pois, dar ao setor pro-dutivo as condies de que necessita para intensificar a atividade e manter o n-vel de emprego e renda dos cidados. o que se espera de quem administra os re-cursos arrecadados com os inmeros tributos que to-dos recolhemos.</p><p>S assim o Brasil conti-nuar crescendo e teremos um pas melhor para legar s geraes futuras.</p><p>Almerindo Camiloalmerindo@domingoemcasa.com.br</p></li><li><p>3cidade e regio Domingo em Casa 30 De De outubro a 5 De novembro De 2011</p><p>sade ganha r$ 1 miA Prefeitura Municipal e o Gover-</p><p>no do Estado vo destinar mais R$ 1 milho para reforar o caixa do Hos-pital Irmandade Nossa Senhora das Graas (HNSG). Os recursos sero utilizados na aquisio de equipa-mentos para atendimento do Siste-ma nico de Sade (SUS), conforme estabelece o convnio assinado na ltima segunda-feira (24 de outu-bro) pelo prefeito Mrio Mrcio Ma-roca (PSDB), o secretrio de Estado de Sade, Antnio Jorge Souza Mar-ques, e a diretora do HNSG, Patrcia Alves Costa.</p><p>Na oportunidade, a diretora do estabelecimento de sade elogiou o trabalho da administrao munici-pal para o setor e comprometeu-se a trabalhar para ampliar e melhorar o pronto atendimento e o atendimen-to primrio oferecido pelo hospital aos usurios do SUS.</p><p>H alguns anos, a Irmandade Nossa Senhora das Graas encon-</p><p> Atendimento pelo SUS no Hospital N. Sra. Das Graas recebe mais verba pblica do Estado e Prefeitura</p><p>trava-se numa situao precria, com baixas condies de atendi-mento para a populao de Sete Lagoas e regio. Atualmente, o hospital referncia no apenas em maternidade, mas tambm em Unidade de Tratamento Intensivo </p><p>(UTI), disponibilizando 20 leitos para a comunidade. O atendimento de hemodilise foi ampliado e aten-de hoje 205 pessoas. Possui equi-pamentos de ltima gerao e sua maternidade a quinta maior de Minas Gerais. O HNSG atende ainda </p><p>35 municpios da regio polarizada por Sete Lagoas.</p><p>As demandas no setor de sade pblica, porm, tm um constante crescimento, o que exige investi-mento permanente e igualmente crescente para que possa manter a qualidade do atendimento. O prefei-to Maroca reiterou que a prioridade do seu governo sempre foi a sade, por se tratar de uma necessidade primria. Dentro de uma gesto, voc possui recursos limitados e, por causa disso, os gastos devem ser priorizados. Mesmo investindo sempre na sade, esta uma rea que requer sempre mais investimen-tos, da a importncia desse dinheiro que estamos arrecadando hoje para o Hospital Nossa Senhora das Gra-as, salientou o chefe do Executivo.</p><p>Durante a solenidade de assina-tura do convnio dos recursos que beneficiaro o HNSG, o secretrio de Estado, Antnio Jorge Souza Mar-ques, disse que essencial adequar os hospitais ao Protocolo Manches-ter, que visa dinamizar e dar mais qualidade ao pronto-atendimento. No podemos deixar que aconteam imagens que tanto incomodam ao gestor pblico, que so os pacientes do SUS pelos corredores, salientou ele, ao destacar as aes destacadas pelo Governo do Estado para pr fim a este quadro. Segundo o secretrio, como contrapartida, o Governo de Minas vai disponibilizar uma diria de R$ 300 para cada leito dos 40 que o HNSG se comprometeu a operacio-nalizar em suas dependncias.</p><p>A solenidade de assinatura do convnio reuniu autoridades po-lticas do municpio e lideranas comunitrias e do setor de sade da cidade.</p><p>QUIN DRUMMOND/COMUNICAO/PREfEITURA DE SETE LAGOAS</p><p>verba Maroca assina convnio observado pelo secretrio estadual da Sade</p></li><li><p>4 PoLtica Domingo em Casa 30 De De outubro a 5 De novembro De 2011</p><p>rPidas</p><p>De batom vermelhoPr-candidata do PCdoB, Rosimar Gomes garante que vai disputar a cadeira de Maroca </p><p>Rosimar Aparecida Go-mes, mais conhecida como Mazinha, a pr-</p><p>-candidata do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) prefeitura de Sete Lagoas nas eleies de outubro do ano que vem . Professora da rede municipal de ensino e presidente do Sindicato dos Servidores Pblicos de Sete Lagoas (SINDSEL), Mazi-nha j foi candidata a vice-prefeita em 1992, pelo PT e tambm dispu-tou uma cadeira de vereadora em 2000, poca pelo PSB. Ela parti-cipa do grupo Mulheres na Poltica, fundado em abril deste ano, e que tem por objetivo resgatar os valores polticos das mulheres. A proposta do grupo reduzir a inrcia feminina neste cenrio poltico. O movimento garante que tem conquistado espa-o na sociedade e espera que, em 2012, a cidade conte com mais can-didatas Cmara Municipal.</p><p>Como tem feito h algumas edi-es, o DOMINGO EM CASA abre </p><p>espao para que a pr-candidata co-munista apresente suas propostas. Como aconteceu com os entrevista-dos anteriores, a candidata respon-de s mesmas perguntas feitas aos demais. O intuito do jornal com esta srie contribuir para a consolida-o da democracia e melhor infor-mar seus leitores.</p><p>DOMINGO EM CASA Por que ser candidato a prefeito de Sete La-goas?</p><p>Mazinha Vrios so os moti-vos, mas em suma, porque quero, de corao, que a minha cidade seja ainda mais prspera. Uma cidade desenvolvida, respeitada e valori-zada nos cenrios poltico e social. Quero ainda que Sete Lagoas seja melhor administrada, priorizando as polticas pblicas e sociais, o que, diga-se de passagem, no acontece h algum tempo. </p><p>DC Em sua opinio, quais as </p><p>principais necessidades hoje de nos-sa cidade? </p><p>Mazinha Educao de quali-dade, moradia, saneamento bsico, sade, desenvolvimento social e sus-tentabilidade.</p><p>DC Quais suas principais pro-postas e projetos para a cidade? </p><p>Mazinha Investimento maci-o na sade, educao e principal-mente na Segurana Pblica, entre outras aes, como a melhoria do transporte coletivo, planejamento urbano e valorizao dos servidores pblicos.</p><p>DC Que mudanas a senhora percebe no eleitorado?</p><p>Mazinha O eleitorado tem per-cebido nos ltimos anos a necessi-dade de mudanas no quadro pol-tico de Sete Lagoas. Hoje a mulher conquistou um espao muito impor-tante que deve ser discutido e valo-rizado. A necessidade de mudana </p><p>est estampada nos olhos de cada um, jovens, mulheres e idosos. E com este objetivo que me coloquei disposio dos eleitores para que tenham esta alternativa: a mudana da poltica de Sete Lagoas. </p><p>DC Que estratgia pretende adotar com vistas eleio de 2012?</p><p>Mazinha O debate. Somos a favor de discutir idias, propostas, dialogar com o eleitorado, sensibi-lizando sobre a necessidade de mu-danas, buscando apoio nos mais diversos segmentos da sociedade, (como) sindicatos, partidos polticos, associaes comunitrias e chegan-do mesmo bem perto do eleitor. </p><p>ARQUIVO PESSOAL</p><p>toQue feMinino A comunista Mazinha critica falta de polticas sociais na cidade</p><p>doMingo eM casadoMingo eM casaeM casa</p><p>GUA MAIS CARAO SAAE anunciou semana </p><p>passada um reajuste de </p><p>19,76% na conta de gua </p><p>do morador sete-lagoano </p><p>a partir do prximo ano. A </p><p>autorizao para o aumen-</p><p>to foi concedida pelo Con-</p><p>selho Municipal de gua e </p><p>Esgoto CMAE. O incidir </p><p>nas contas que o consumi-</p><p>dor receber com venci-</p><p>mento para o ms de janei-</p><p>ro de 2012. A tarifa mnima </p><p>do SAAE passar a custar </p><p>R$ 22,90.</p><p>PLANTIO No prximo sbado acon-</p><p>tece primeiro mutiro de </p><p>plantio de mudas no Parque </p><p>da Cascata, como forma de </p><p>tentar recompor a vegeta-</p><p>o local muito atingida </p><p>pelos incndios do perodo </p><p>de seca deste ano. O plantio </p><p> uma ao da Adesa (Asso-</p><p>ciao de Desenvolvimento </p><p>Ambiental) e visa exata-</p><p>mente minimizar os efeitos </p><p>dos incndios florestais que </p><p>devastaram o Parque. Os </p><p>interessados devem entrar </p><p>em contato atravs do e-</p><p>-mail nossoparque@gmail.</p><p>com ou pelo telefone (31) </p><p>9862-8402. O mutiro est </p><p>previsto para iniciar s 8h </p><p>do dia 5 de novembro.</p><p>QUINTAS DA VARGINHAAtendendo requerimento </p><p>do vereador Marcelo Coo-</p><p>perseltta (PMN), a Cmara </p><p>Municipal realizou, no dia </p><p>21 de outubro, audincia </p><p>pblica para debater a in-</p><p>fraestrutura do bairro Quin-</p><p>tas da Varginha, buscando </p><p>melhorias para as reas de </p><p>sade, transporte coletivo, </p><p>saneamento bsico, segu-</p><p>rana pblica e educao, </p><p>dentre outros. Alm do </p><p>requerente, participaram </p><p>do debate os vereadores </p><p>Toninho Rogrio (PMDB) </p><p>e Renato Gomes (PV) e re-</p><p>presentantes do bairro. </p><p>Tambm estavam presentes </p><p>o tcnico da Secretaria de </p><p>Planejamento, Oramen-</p><p>to e Gesto, Elton Dutra, o </p><p>funcionrio do Servio Au-</p><p>tnomo de gua e Esgoto </p><p>(SAAE), Maiston Antnio e </p><p>o Tenente Nascimento, do </p><p>25 Batalho da PM.</p></li><li><p>5cidade e regio Domingo em Casa 30 De De outubro a 5 De novembro De 2011</p><p>QUADRA ESPORTIVAOs mais de 1.400 alunos da Escola </p><p>Estadual Edite furst, em Sete Lago-</p><p>as, ganharam uma quadra coberta </p><p>da escola, com um investimento de </p><p>R$ 264 mil. A escola tem equipes </p><p>de futsal, voleibol e handball, e a </p><p>quadra utilizada para os treinos </p><p>dessas equipes e para as aulas de </p><p>educao fsica. Alm disso, o es-</p><p>pao tambm utilizado pela co-</p><p>munidade escolar. Outra escola que </p><p>recebeu uma quadra foi a Escola </p><p>Estadual Jos Evangelista frana. </p><p>Alm da quadra coberta, o prdio </p><p>escolar, que acaba de comemorar </p><p>55 anos, passou por uma reforma </p><p>geral. foram construdas rampas </p><p>de acessibilidade, as paredes pin-</p><p>tadas, os pisos e os banheiros refor-</p><p>mados, entre outros. foram investi-</p><p>dos R$ 538 mil na obra.</p><p>CASA DO CONTRIBUINTEPara garantir ao contribuinte o pa-</p><p>gamento dos seus impostos, sem </p><p>cobrana de taxas adicionais e ain-</p><p>da proporcionar maior comodida-</p><p>de, a Secretaria da fazenda, Casa </p><p>do Contribuinte, Tesouraria e Con-</p><p>tabilidade funcionaro normalmen-</p><p>te nest...</p></li></ul>