jornal do cariri - 24 a 30 de junho

Download Jornal do Cariri - 24 a 30 de junho

Post on 11-Mar-2016

230 views

Category:

Documents

6 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Jornal do Cariri - 24 a 30 de junho.

TRANSCRIPT

  • ESPORTE

    Academias adaptadas sero ferramentas de incluso APITO | Pg. 8

    diSTRiTO induSTRiAlVereadores acusam Raimundo de avanar sobre terras do CratoPOlTIcA| Pg. 4

    fesTA urbAnIzAdA

    Modernidade reconfigura tradio junina

    Saiba mais

    Aos poucos, as tradies nordestinas e os folguedos juninos vo se reconfigu-rando no confronto com a modernidade. As fogueiras de So Joo e So Pedro e as quadrilhas de rua, grandes smbolos das festas do ms de junho, tm cedido espao para um So Joo urbaniza-do. O novo formato da festa faz com que manifestaes mais tradicionais percam fora na Regio.

    lTIMAs | Pg. 8

    JusTIA X PrefeITurA

    De 24 a 30 De Junho De 2014 ano 15 nmero 2645 Preo: r$1,50

    www.jornaldocariri.com.brO peridico do Cariri independente

    Raimundo diminui frota e dobra gasto com fornecedor

    farra dos combustveis

    A novela de denncias que envolvem a farra dos combustveis entre a FP Petrleo e a gesto do prefeito Raimundo Macedo parece estar longe do fim. Aps a divulgao de vdeo postado nas redes sociais pelo filho do empresrio Carlos Henrique Torqua-to, administrador do grupo empresarial, o JC teve acesso planilha de pagamentos nos ltimos oito meses de governo do ex-prefeito Manoel Santana. Comparamos os

    nmeros com os da atual gesto e foi percebido um aumento de quase 100% nas des-pesas. Santana destaca outro fato importante: diminuiu consideravelmente o nmero de carros em operao e abastecidos pela prefeitura. Na nossa gesto, abastecamos uma frota de compactadores de lixo que era de responsabilidade do municpio e mais nove ambulncias, o que, hoje, no existe mais, diz Santana. POlTIcA | Pg. 4

    gRAndES nOMESCoelho Alves, o mestreda radidifuso no Cariri

    grAndes nOMes | Pg. 6

    Serena Morais

    Serena Morais

    Serena Morais

    Serena Morais

    POlTIcA | Pg. 3

    POlTIcA | Pg. 3 MeTrOPOlITAnA | Pg. 5

    seM PrOTeO

    fAlTA de dInheIrO!

    O descumprimento das leis vigentes sobre o uso obrigatrio dos materiais de proteo, assim como a ausncia de manu-teno das bombas e falta dos testes de qualidade da gasolina, colocam a vida dos frentistas em risco. No Cariri, ainda co-mum encontrar trabalhadores expostos s substncias qumi-cas, sem o uso dos utenslios de segurana.

    Postos descumprem lei e expem frentistas

    Os frequentes casos de violncia amedrontam a populao. Assustados, os cidados se tornam vulnerveis ao desenvolvimento de problemas psicolgicos decorrentes do medo. Esta sensao, segundo profissionais especialisas em sade mental, capaz de modificar a rotina da pessoa afetada, que pode desenvolver sin-tomas como tristeza e desinteresse por atividades prazerosas.

    POPulAO cOM MedO

    Sensao de insegurana afeta sade mental

    De acordo com o prefeito Raimundo Macdo, a deciso de no realizar o evento foi tomada porque o municpio est sem recursos para contratar bandas nacionais. O gestor alega que, no momento, a prioridade de gastos voltada para a infraestrutura da cidade.

    Juazeiro fica sem Juaforr em 2014

    Sade de Juazeiro entra em colapso e abre rombo de R$ 2,6 milhes

    MeTrOPOlITAnA | Pg. 5

  • Regio do caRiRi, de 24 a 30 de junho de 20142

    APESAR dos milhes que o Juazeiro recebe para gerir a sade, apenas os governos federal e estadual esto investindo. Faltam mdicos nos PSFs, exames e medicamentos para a populao. cludIO luz - vereAdOr de JuAzeIrO

    Opinio

    CARTAFicamos com medo, aps a morte do nosso amigo, por conta de intoxicao. algo que comea a afetar a nossa sade aos poucos, sem que a gente perceba. A j tarde demais. As nossas vidas ficam entregues nas mos de Deus, porque nem todos os donos de postos tm a conscincia que preciso fazer manuteno nas bombas, fazer teste de qualidade da gasolina e oferecer nos equipamentos de proteo, como as mscaras.

    gusTAvO AlMeIdA,

    SEXTilHAQUEM S RECLAMA DA VIDADRAMATIZANDO SUA DORFALANDO DOS SEUS PROBLEMASSEJA L PARA QUEM FORAFASTA A AJUDA ALHEIAE AS BNOS DO SENHOR

    WelIngTOn cOsTA

    Diretor-presidente: Donizete ArrudaDiretora de Redao: Jaqueline FreitasDiretoria Jurdica: Vicente AquinoDiagramao: Evando F. MatiasFotos: Serena Morais

    Fundada em 5 de setembro de 1997O Jornal do Cariri uma publicao da Editora e Grfica Cearacom LtdaCNPJ: 15.915.244/0001-71

    Conselho EditorialGeraldo Menezes Barbosa, Francisco Huberto Esmeraldo Cabral, Napoleo Tavares Neves e Monsenhor Gonalo Farias Filho.

    Administrao e RedaoRua Pio X, 448 - Bairro SalesianosCEP: 63050-020 - Juazeiro do Norte Cear - Fone 88 3511.2457

    Departamento Comercial | comercial@jornaldocariri.com.br Redao | jornaldocariri@jornaldocariri.com.br

    Sucursal Fortaleza: Rua Coronel Alves Teixeira, 1905 - sala 05 - Fone: 85 3462.2600Sucursal Braslia: Edifcio Empire CenterSetor Comercial Sul - sala 307 -Braslia - DF.

    Os artigos assinados so de responsabilidade dos seus autores.

    Fale conosco

    ESCndAlO, uM PROblEMA MORAl

    Palavra de FPr. Jecer goeS

    o evangelista e mdico So Lucas registrou em seu evangelho, um discurso ve-emente e inflamado de Cristo a respeito dos escndalos: E disse aos discpulos: impossvel que no venham escndalos, mas ai daquele por quem vierem. - Melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoo uma pedra de moinho, e fosse lanado ao mar, do que fazer tropear as pessoas santas. - (Lucas 17:1-2).

    O vocbulo grego por trs do portugus escndalo o grego skndalon, que significa causa de tropeo. Em seu uso moderno, a palavra indica uma re-petio maliciosa e constante de comportamentos ilcitos. So as usuais falsas declaraes de mistura com a verdade. O termo indica tambm a vergonha cau-sada por uma conduta imprpria.

    De acordo com as definies legais, um escndalo consiste em difamao maliciosa atravs da palavra falada ou impressa. Com freqncia, tambm est envolvida a veiculao de noticias falsas, ou, ento, em que a verdade mistu-rada com a falsificao.

    Na bblia sagrada, predomina o sentido do termo grego. Isto , somos adverti-dos contra pessoas que provocam escndalos e fazem pessoas incautas, ingnuas e inocentes tropearem, ou seja, pecarem, acreditando em suas falsidades, colocando obstculos diante do prximo, ou fazendo pessoas mudarem a conduta para pior.

    O escndalo tambm considerado literalmente o gatilho de uma arma-dilha ou cilada. Pode-se dizer ento que ningum erra no vcuo, sempre os outros so afetados.

    Cristo, o mestre da vida, ensinando sua pedagogia a sociedade judaca, adver-tiu-a certa ocasio dizendo: Ai do mundo, por causa dos escndalos. Porque mis-ter que venham escndalos, mas ai daquele homem por quem o escndalo vem. - Mateus 18.7).

    certo que a constituio divina, a biblia sagrada nos avisara sobre essa pro-blemtica social, religiosa e moral que tanto nos deixa intrigado, que o escndalo, mas, c pra ns, no d pra se adaptar a essa imoralidade que todo dia nos apre-sentado pela mdia.

    O que que est ocorrendo com a sociedade? - Parece que os homens resolve-ram dar as costas a Deus e correr para os braos do mal, encontrando neste abrao a familiaridade de seu prprio brao, presunoso por pensar ser Deus, e orgulhoso demais para admitir que no . O corao do homem tornou-se uma fonte de toda a maldade. Nada mais ardiloso e irremediavelmente mau que o corao. Quem o poder compreender? - (Jeremias 17:9).

    Isto fruto de uma sociedade que produz uma viso desinteligente de Deus, fru-to da existncia do mal que associada a inexistncia de Deus, evidenciada por este homem que busca no hedonismo, sua realizao.

    Parece que fazer o mal para ns humanos natural, e fazer o bem um milagre que precisamos descobrir de onde vem. O apstolo Paulo analisando essa situao afirmou: Todos se extraviarem, e juntamente se fizeram inteis. No h quem faa o bem, no h nem um s. - (Romanos 3:12).

    terrvel ver a arrogncia humana e a desgraa de sua doena e mania de se achar um deus com capacidade de fazer o que bem quer, se achando eterno e abso-luto. Precisamos pensar no outro. Quando no pensamos no prximo, damos vazo a presuno, a exaltao, o individualismo, o egosmo e a capacidade de nos despir das virtudes altrustas e voluntariosas.

    da que surge a corrupo, o desvio moral, a pedofilia, as traies, as mentiras, as armaes, os esquemas, a depreciao do sagrado e toda sorte de ilicitudes que destri tanto a coletividade como a individualidade de uma sociedade.

    Precisamos com urgncia de uma reforma nos pilares que do sustentao a essa sociedade que clama por socorro. Reforma na famlia, nos polticos, nos juzes, nos advogados, nos religiosos, nos que promovem a segurana, nos mdicos, nos pro-fessores, nos alunos, no servidor pblico, etc.

    Estamos doentes, precisando com urgncia de um antdoto. Caso contrrio, no teremos futuro. Pensem !

    Que deus Abenoe !

    CHARGE

    Na ausncia de notcias do fu-tebol local, falemos sobre a Copa do Mundo de 2014. Quem diz que futebol no tem lgica, ou no entende de futebol ou no sabe o que lgica. Quando a seleo brasileira derrotou a sele-o espanhola, por 3X0, no Ma-racan, e conquistou a Copa das Confederaes, os guardies da sapincia esportiva nacional fi-zeram jorrar dislates do tipo: Os espanhis vieram aqui farrear, Na noite que antecedeu o jogo, a concentrao espanhola foi s festa. Houve, at, quem publicas-se fotos de mulheres de programa saindo de apartamentos de joga-

    dores da seleo espanhola, na vspera da partida. Quer dizer, na avaliao desses analistas, a con-quista brasileira foi desprovida de mrito, posto que os espanhis estivessem de ressaca ou coisa que o valha. consabido de todos, mas ressaltamos aqui, guisa de ilustrao, que a seleo coman-dada pelo Sr. Vicente Del Bosque foi campe da Europa em 2008, campe do Mundo em 2010 e, novamente, campe europeia em 2012. Por anos seguidos, o futebol espanhol manteve o status de me-lhor futebo