jornal do cariri -23 a 29 de setembro de 2014

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Edição da semana do Jornal do Cariri de 23 a 29 de setembro.

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  • CMARA DE JUAZEIRORaimundo abafa CPI e pressiona construtora para concluir obraspoltica | pg. 3

    De 23 a 29 De Setembro De 2014 ano 16 nmero 2658 Preo: r$1,50

    O peridico do Cariri independente

    Serena Morais

    Justia bate martelo e SR banida das terceirizaes

    FIM DO REINADO EM juAzEIRO

    Permissionrios e populao comemoram a sada da SR Empreendimentos da gesto dos mercados pblicos, restaurante do Horto e frigorfico indus-trial de Juazeiro do Norte. Para a Justia, a ausncia de compromisso com os equipamentos ficou evidenciada com os desmandos, ameaas e precari-zao dos estabelecimentos. Alm de ter perdido judicialmente o direito de

    administrar os bens municipais, a instituio ficou impossibilitada de pedir recurso liminar, segundo a associao de permissionrios. A Procuradoria Municipal no descarta a hiptese de uma nova terceirizao dos mercados. Uma comisso formada por servidores, promotores e autoridades polticas de Juazeiro deve inspecionar os mercados. poltica | pg. 4

    EcoNoMia

    Setembro abre perodode empregos temporrios A segunda quinzena de setembro inicia o perodo de oferta de vagas temporrias nos municpios do Cariri. Comrcio e servios, que abrangem restaurantes, bares e hotelaria, figuram entre os setores com maior disponibilidade para empregos. Entre janeiro e agosto, somente no Crajubar, foram quase 20 mil admisses efetivas contra mais de 17 mil desligamentos. MEtropolitaNa | pg. 5

    CUltURA

    Dois Perdidos Numa Noite Suja ser exibido em Crato Epa | pg. 7

    ESPORtE

    Natao ajuda na incluso de pessoas com deficincia apito | pg. 8

    80 buracos por MsMalha viria deteriorada leva o trnsito ao caosA deteriorao da malha viria de Juazeiro do Norte transforma em transtorno a rotina de motoristas e pedestres do municpio. Nas vias de grande movimentao, trnsito engarrafado e episdios de acidentes so frequentes. Mais de R$ 2 milhes j foram gastos com operaes tapa-buracos e, em mdia, 80 crateras so abertas e fechadas todo ms, conforme a Secretaria Municipal de Infraestrutura.

    MEtropolitaNa | pg. 5

    Serena Morais

    COMRCIO e hotelaria se destacam com mais vagas ofertadas

    lEi aproVaDa

    Farmacuticos devero estarnas drogarias em tempo integral Estabelecimentos sero obrigadas a dispor de, pelo menos, um farmacutico durante todo o horrio de funcionamento. De acordo com o coordenador de um curso de farmcia em Juazeiro, professor Pablo Maia, a medida amplia os servios do comrcio para assistncia sade dos pacientes. MEtropolitaNa | pg. 6

    histria

    Simpsio Internacional discutir sobreo Padre Ccero

    MEtropolitaNa | pg. 6 MEtropolitaNa | pg. 5

    Serena Morais

    zoNa azul

    Estacionamento rotativo retoma atividades no Centro do Crato

    www.jornaldocariri.com.br

  • Regio do caRiRi, de 23 a 29 de setembRo de 20142

    Opinio

    CARtAA experincia de terceirizao foi prejudicial a todos. Foi difcil remover a SR Empreendimentos da gesto dos mercados pblicos, que tentou enganar a Justia diversas vezes, dizendo que estava atendendo as exigncias do Ministrio Pblico e do Corpo de Bombeiros. Agora, queremos avanos. a Prefeitura ou Associaes na administrao.

    EDsoN corDEiro, pErMissioNrio Do MErcaDo sENhora saNtaNa.

    SEXtIlHAQUEM DESEJA ILUMINAR-SEDEVE ABANDONAR O MALLIMPAR-SE POR DENTRO EXIGEGRANDE ESFORO PESSOALEXEMPLO MAIS QUE A FAMAO BEM FORA MORAL.

    WEliNgtoN costa

    Diretor-presidente: Donizete ArrudaDiretora de Redao: Jaqueline FreitasDiretoria Jurdica: Vicente AquinoDiagramao: Evando F. MatiasFotos: Serena Morais

    Fundada em 5 de setembro de 1997O Jornal do Cariri uma publicao da Editora e Grfica Cearacom LtdaCNPJ: 15.915.244/0001-71

    Conselho EditorialGeraldo Menezes Barbosa, Francisco Huberto Esmeraldo Cabral, Napoleo Tavares Neves e Monsenhor Gonalo Farias Filho.

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    Os artigos assinados so de responsabilidade dos seus autores.

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    RESENHA SObRE APRENDIZAgEM

    Palavra de FPr. Jecer goeS

    No h como excluir da aprendizagem as experincias adquiridas ao longo da vida, pois ser humano viver uma cadeia de descobertas e informaes. As-sim sendo, as tarefas que envolvem a aprendizagem esto ligadas ao ambiente, proporcionando, atravs dessas experincias, a reproduo e a sobrevivncia da espcie humana. A aprendizagem no se resume apenas ao espectro escolar. Aprender algo muito mais abrangente do que ler e escrever. entende-se que, nesse processo, quanto mais intensa forem as informaes, mais conhecimento adquirido, j que o processo do aprendizado movimenta e estimula a expresso do saber, das atitudes e das habilidades de forma dinmica e progressiva.

    Na viso de Vygotsky, a aprendizagem na infncia pode ocorrer tambm atravs do jogo, da brincadeira, da instruo formal ou do trabalho entre um aprendiz e um aprendiz mais experiente. Para alguns tericos, a alfabetizao se inicia desde o nascimento, isto , quando atravs da percepo o beb comea a ver o mundo e aprender a respeito desse mundo, isto, atravs dos movimentos (psicomotricidade), bem como do cheiro e anlise dos objetos (sensorial). Neste contexto, o beb se informa e conhece os objetos domsticos, aprendendo a no-min-los e a descrever as suas caractersticas. essa aprendizagem um processo de construo, perodo esse que marca afetivamente essa criana, principalmen-te quando ela assistida por quem resolve dedicar-se ao seu crescimento.

    conforme Maria Aparecida cria-Sabini (Psicologia do Desenvolvimento), a principal tarefa da criana nos seus dois primeiros anos de vida a descoberta do mundo fsico e de si mesma como um objeto desse mundo. o processo de apren-dizagem de um indivduo para conhecer o mundo e a si prprio comea com a percepo. Isto mostra que a sua produo est saudvel e evolutiva bem como uma estrutura subjetiva bem cuidada.

    Portanto, necessrio compreender que a aprendizagem est acima do ler e escrever. A criana, desde o seu nascimento, sim, imersa num mundo social, onde a atividade humana mediada pela linguagem. A partir da, atravs da sua ao no ambiente, ela vai, gradativamente, absorvendo os traos da cultura, in-seridos em suas relaes com o outro, sendo adulto ou mesmo outra criana, e tambm com os objetos. Assim sendo, entende-se que, atravs e nessa perspec-tiva, os processos de coordenao das aes da criana leva-a ao aprendizado.

    em um contexto religioso-espiritual, a Igreja, na posio de me, tem em seus ministros, na posio de pai, a responsabilidade de fazer o corte neste novo converso que chegou Igreja, vindo de um sistema totalmente pernicioso, que o mundo, capacitando-o a mudar de comportamento, viso, foco e de carter. As atividades inerentes ao mundo agora no podem ser aceitas no convvio dos escolhidos para a salvao. Deste modo, atitudes como fofocas, juzo de valor, disse-me-disse, contrainformao, calnias, difamaes, puxar o tapete, inimi-zades, porfias, emulaes, iras, contendas, desrespeito, desrespeitar limites, falta de tica, suborno, imoralidades, traies, roubos, incitar a contenda entre outras no devam ser produes subjetivas de quem se props ao novo nascimento.

    Infelizmente, nosso meio est totalmente permeado por essa cultura ma-ligna que tem sua fonte na ausncia do ensino da Palavra. Paulo, o apstolo, exortou a Igreja dizendo: Quando vocs estiverem reunidos, haja salmo, doutri-na, revelao, lngua, interpretao e tudo seja feito para edificao (I Corntios 14:26). Precisamos, como cristos, mudar nosso proceder. Do contrrio, todos, seremos destrudos moral e espiritualmente, fruto da nossa omisso. Portanto, pense, medite, analise. Ainda h tempo de uma revoluo subjetiva, no af de buscarmos a perfeio atravs de cristo.

    Deus abenoe!

    CHARGE

    O candidato deve buscar a foto perfeita, pois esta foto poder ser usada em toda campanha e nas principais peas publicitrias. Na sua grande maioria, os candidatos fazem a foto oficial que ir para a urna em estdio, a mesma ser aproveitada nas mais diferentes pe-as publicitrias da campanha. A foto, geralmente, escolhida pela

    famlia do candidato e, para agradar os parentes, o candidato adota.

    A foto do candidato tem uma im-portncia especial. Durante a cam-panha, aconselhvel que o can-didato ande acompanhado por um fotgrafo para que, no dia-dia, bus-que a imagem perfeita. Encontran-do, deve-se us-la nas principais pe-as publicitrias.

    comum vermos uma variao de peas publicitrias sem vida, fo-tografias que no despertam qual-quer interesse. A foto deve passar sentimento e as peas precisam destacar-se das demais. Elas no precisam ser turvas, como de costu-me. O eleitor deve olhar para pea e

    encantar-se com a riqueza dos deta-lhes. Sua imagem no poder ficar ofuscada.

    Podemos citar como exemplo as fotos da campanha do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Cada foto passava um sentimento com o momento vivido, a expresso era forte.

    importante que os candidatos no tenham uma s foto. Preferen-cialmente, que cada tema abordado e diferentes pblicos tenham peas publicitrias personalizadas.

    O candidato deve ter uma aten-o para a foto perfeita, a busca se-melhante a um furo de reportagem, tem valor nico.

    A FOTO PERFEITA DO CANDIDATOJean CarlosMArketINg PoltIco

    EDitorial

    Finalmente, teve incio a derrocada da empresa SR Em-preendimentos no campo das concesses e permisses de equi-pamentos municipais em Juazei-ro do Norte. H cinco anos, os permissionrios dos mercados pblicos, do rest