jornal do cariri - 15 a 21 de abril de 2014

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Jornal do Cariri - 15 a 21 de abril de 2014.

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  • O Servio de Atendimento Mvel de Urgncia (Samu) de Ju-azeiro realizou 1.005 atendimentos durante os 40 dias de fun-cionamento. Entre os principais procedimentos, esto pacien-tes vtimas de trauma por acidentes automobilsticos, armas de fogo (350), clnicos como problemas cardacos, vasculares, pulmonares e de alcoolismo - e domsticos. Para a diretora Anya Luna, os trotes so o principal problema enfrentado pelas equipes no salvamento de vidas.

    Icasa estreia fora de casa na srie B do Brasileiro

    COPA DO BRASIL

    Reforo financeiro garante permanncia do Barbalha

    APITO| Pg. 8

    CRAtOComerciantes aprovam projeto para reforma do cameldromo POlTIcA| Pg. 3

    meTrOPOlITAnA | Pg. 5

    ePA | Pg. 7

    culTurA

    A Semana Santa, perodo considerado de reserva s oraes e encontros em fa-mlia, tambm vira poca de homenagens dos grupos po-pulares que do continuida-de s tradies seculares. Pe-nitentes, caretas e malhao do Judas so algumas ati-vidades da cultura regional que os caririenses podero acompanhar no decorrer dos prximos dias.

    De 15 a 21 De abril De 2014 ano 15 nmero 2635 Preo: r$1,50

    www.jornaldocariri.com.brO peridico do Cariri independente

    Transporte risco de vida para alunos em Barbalha

    pau de arara

    Estudantes do Stio Tabuleiro, zona rural de Barbalha, se arriscam no trans-porte irregular para chegar escola. Em vez de nibus, os alunos so transpor-tados em uma caminhonete. A Secretaria de Educao do Municpio informou que o transporte utilizado porque a estrada no permite a passagem de um

    veculo de grande porte. As caminhonetes so disponibilizadas apenas para os estudantes do ensino infantil e fundamental. Alunos do ensino mdio, que vi-vem na localidade, fazem o percursso a p. O secretrio de infraestrutura disse que ser providenciada a pavimentao da estrada. POlTIcA | Pg. 3

    FISCALIZAOVigilncia Sanitria intensifica inspeo em peixarias

    meTrOPOlITAnA | Pg. 6

    Serena Morais

    Serena Morais

    APITO | Pg. 8

    POlTIcA | Pg. 4

    cmArA de JuAZeIrO

    Saiba mais

    culTurA

    Manifestaes populares marcam Semana Santa

    Votao aberta pode decidir futuro de suplentesurgncIA mvel

    esPOrTe

    Samu atende 1.005 casos em perodo de 40 dias

  • Regio do caRiRi, de 15 a 21 de aBRiL de 20142

    muItO difcil a gente ver os nossos filhos arriscando a vida nesses carros. Tem muita criana pequena que, por no ter vaga na boleia, vai em cima. um perigo. AlIne bArbOsA - bArbAlhA

    Opinio

    CARtAOs afogamentos acabam acontecendo, geralmente, com aquelas pessoas que sabem dos riscos, mas acabam ignorando porque acreditam que conhecem os locais de banho. A gente alerta os banhistas para que eles no tentem subestimar os balnerios, mesmo que estejam acostumados a frequent-los. Procure atender as nossas orientaes, principalmente sobre no ingerir bebidas alcolicas.

    cAPITO vIeIrA JnIOr, cOrPO de bOmbeIrOs de JuAZeIrO

    SEXtILHADEUS NO DESTRI OS SEUS FILHOSPORQUE AMOR, BONDADE...AQUELE QUE SE ARREPENDECOM F E BOA VONTADEA DIVINA PROVIDNCIAD NOVA OPORTUNIDADE!

    WelIngTOn cOsTA

    Diretor-presidente: Donizete ArrudaDiretora de Redao: Jaqueline FreitasDiretoria Jurdica: Vicente AquinoDiagramao: Evando F. MatiasFotos: Serena Morais

    Fundada em 5 de setembro de 1997O Jornal do Cariri uma publicao da Editora e Grfica Cearacom LtdaCNPJ: 15.915.244/0001-71

    Conselho EditorialGeraldo Menezes Barbosa, Francisco Huberto Esmeraldo Cabral, Napoleo Tavares Neves e Monsenhor Gonalo Farias Filho.

    Administrao e RedaoRua Pio X, 448 - Bairro SalesianosCEP: 63050-020 - Juazeiro do Norte Cear - Fone 88 3511.2457

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    Os artigos assinados so de responsabilidade dos seus autores.

    Fale conosco

    QUANDO NO PENSAMOS NO FRUTO, PLANtAmOS QuALQuER SEmENtE

    Palavra de FPr. Jecer goeS

    No vos enganeis; Deus no se deixa escarnecer; pois TUDo o que o homem SeMeAr, isso tambm ceIFAr. ( glatas 6:7).

    Quando ns lemos o texto de glatas 6:7, somos convidados a fazermos uma leitura coloquial, teolgica, acadmica e tambm analisarmos dentro de uma pers-pectiva do senso comum. o que estamos plantando ? como o terreno recebe essa semente? Que terreno esse? Qual a qualidade dessa semente?

    A lei da semeadura revelada pelo apstolo Paulo, mostrando que um nascido de novo, seguidor autntico, legtimo de cristo Jesus, atravs da obra iluminadora do esprito Santo, no pode e nem deve deliberadamente semear na carne e ao mesmo tempo andar no esprito. Quem semeia na sua carne, da carne ceifar a corrupo; mas o que semeia no esprito, ceifar a vida eterna (v.8).

    o contexto de glatas seis est nos remetendo a ideia de que os cristos devem se importar com o outro para lhe fazer o bem. Isto semear para a vida eterna. o contrrio semear corrupo. Precisamos ter muito cuidado, equilbrio e vigilncia para no plantarmos qualquer semente pois o fruto pode ser de pssima qualidade e nos trazer grandes transtornos.

    Precisamos ter em mente que hoje colhemos o fruto da semente plantada on-tem , e estamos semeando o que iremos colher amanh. Precisamos observar, olhar para dentro de ns e termos capacidade de fazermos essa autocrtica. o autocon-trole , antes de tudo, o controle da mente. o que semeamos na mente, colhemos em nossas aes. (Jonh stott).

    Vivemos um estilo de vida onde a plantao a tona das nossas aes. natu-ral passarmos pela vida sem nos preocuparmos com o tipo de semente que planta-mos, o que antinatural.

    Moiss, instruindo o povo israelita a respeito disto, afirmou: E, se no fizerdes assim, eis que pecaste contra o Senhor; porem o vosso pecado vos achar (Deut. 32:23). Fique tranquilo que o pecado tem um encontro marcado com voc. entenda que a semente da desobedincia rebeldia contra Deus e com certeza no escapa-remos s suas consequncias.

    Quando o apstolo Paulo instruiu aos glatas a no errar, ele estava conscien-tizando-os uma verdade: De Deus no se escarnece, pois o que se planta, isso se colher. essa lei tambm aplicada na vida de todo ser humano atravs das aes e palavras. normal ouvirmos pessoas culpando Deus pelas circunstncias adversas que enfrentam. S reclamam, ao invs de olhar para dentro de si e lembrar-se do que cometeu.

    o profeta Jeremias indignado com a destruio de Jerusalm e a murmurao de seu povo, exortou-os: De que se queixa vocs? Queixem-se de seus prprios pecados. - No devemos lanar a culpa em Deus pelas consequncias dos nossos pecados. Palavras, aes que hoje, como sementes, plantamos, so os frutos que amanh iremos degustar. Refletir antes de nossas decises uma boa direo que todos ns devemos tomar para evitar frutos anmalos colhidos no futuro.

    A bblia nos apresenta inmeros exemplos de personagens que no refletiram em suas atitudes e amargaram uma colheita com consequncias dolorosas; pode-mos citar o caso de Sanso que foi escolhido por Deus para ser um Nazireu (Separa-do de forma exclusiva para o servio sagrado, no podendo beber vinho e no cortar seu cabelo), porem, os pecados de sua juventude lhes fez cair nas mos dos Filisteus.

    outro exemplo que deve ser lembrado o de nossos primeiros pais, Ado e eva. Plantaram a semente da desobedincia e como consequncia perderam o paraso e complicaram toda a raa humana.

    Prezado leitor, antes de qualquer deciso e proposta que chegar diante de voc, pense, reflita, analise. Nunca tome uma deciso precipitada. Que deus te Abenoe!

    CHARGE

    Final dos anos cinquenta, vive a cidade (Crato) grande eferves-cncia poltica, cultural e educa-cional. Os estudantes cratenses participam ativamente dos acon-tecimentos. Havia nos colgios da cidade os grmios literrios, que tinham, entre outros objetivos, a comemorao de datas histricas em ritmo de discursos entusias-mados e declamaes poticas. A cidade era, portanto, uma refe-rncia poltico-cultural na regio nordeste.

    Funcionando h poucos anos havia a Faculdade de Filosofia de iniciativa dos senhores Professor Antnio Martins Filho, Profes-sor Jos Newton Alves de Sousa e Dom Vicente de Arajo Matos

    (Bispo Diocesano). criada, devido o entusias-

    mo e civismo de muitos jovens da poca, a Frente Estudantil Nacionalista com o objetivo de defesa dos interesses nacionais, do patrimnio da nao e estudar os problemas que afligiam o pas naquele incio de dcada, sendo a referida intermediada pelo crimi-noso golpe civil-militar de 1964 que escureceu todo o nosso Bra-sil por longos 20 anos de tortura, assassinato e exlio de cidados e cidads brasileiros.

    Nomes como o professor Ju-randy Temteo, professor Fran-cisco Veloso de Alencar, Geral-do Alves Formiga, Eli Teles, Wellington Alves de Souza (Ton-ton), Manoel Patrcio de Aquino (Nezim), Audisio Teles, Rocelio Brito, Ivan Figueiredo, Rui Fi-gueiredo e Jos Figueiredo de Brito Filho so os responsveis, entre outros, pela criao de um colgio estadual em Crato. Tendo cabido ao ltimo a ideia de uma

    campanha para criao de um colgio que atendesse s famlias menos favorecidas economica-mente das zonas urbana e rural do municpio.

    Era, na ocasio, o Senhor Wil-son Gonalves, vice-governador do estado. Aps reunio na sede do Cariri Sport Club, grande pas-seata estudantil realizada em destino residncia do referido senhor, onde o ex-bancrio Jos Figueiredo de Brito Filho, faz um discurso, sendo aplaudido e ova-cionado, pela ideia da criao de uma escola estadual de ensino mdio (hoje) em nossa cidade.

    Em 27 de outubro de 1959, por-tanto h 55 anos, criado pelo en-to governador Parsifal Barroso, o Colgio Estadu