Jornal do Cariri - 09 a 15 de Dezembro de 2014

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Jornal do Cariri - 09 a 15 de dezembro de 2014.

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<ul><li><p>POLMICA eM juAzeIrOTarso Magno denuncia raimundo em contrato de r$ 93 mil para fotospoltica | pg. 3 </p><p>metropolitana | pg. 6 </p><p>metropolitana | pg.5 metropolitana | pg.5 </p><p>poltica | pg. 4 </p><p>legislativo</p><p>Cmaras aguardam recesso e preparam binio 2015/2016 </p><p>Saiba mais</p><p>As Cmaras Municipais ten-tam limpar a pauta nesse final de ano legislativo para o incio do novo binio. Em Crato, Juazeiro e Barbalha, os vereadores entram em re-cesso nos prximos dias 16, 18 e 22, respectivamente. Nas ltimas sesses de 2014, as discusses ganham fora e es-timulam a disputa entre situ-ao e oposio, por causa das eleies para composio das novas mesas diretoras.</p><p>De 09 a 15 De Dezembro De 2014 ano 16 nmero 2669 Preo: r$1,50 </p><p>www.jornaldocariri.com.brO peridico do Cariri independente</p><p>exPOSIO INDGeNACCBNB apresenta vivncia com Hotxus</p><p>epa | pg. 7 </p><p>Serena Morais</p><p>alerta crato</p><p>Pior seca dos ltimos anos ameaa o Cariri Reforma do cameldromo adiada para o ms de janeiro</p><p>As Secretarias de Agricultura comeam a montar planos estra-tgicos para enfrentar a seca dos prximos meses. A deciso foi tomada aps a divulgao do prognstico de chuvas pela Funda-</p><p>o Cearense de Meteorologia e Recursos Hdricos (Funceme), que prev precipitaes abaixo da mdia, at fevereiro, nos mu-nicpios da regio do Cariri. metropolitana | pg. 6 </p><p>Aps reviso do plano de se-gurana contra incndio e uma reunio com a Associa-o dos Comerciantes Infor-mais do Crato (ACIC), a obra do cameldromo, que deveria ser iniciada este ano, adia-da para o final de janeiro de 2015. A reforma foi orada em R$ 1,2 milho e deve du-rar aproximadamente seis meses. Os ambulantes sero realocados durante as obras.</p><p>COrrIDA NO CArIrI</p><p>Atletas correm 96 km em evento esportivo</p><p>apito | pg. 8 </p><p>saDe pBlica</p><p>Municpios intensificam aes de combate Aids</p><p>Nos ltimos anos, caiu o nmero de mortes relacionadas Aids, mas, em compensao, o nmero de casos tem aumentado aps a difuso de informaes sobre as formas de controle da doena. Para tentar conter esse aumento, coordenadores do Programa DST/AIDS de municpios do Cariri tm reforado o trabalho educativo em escolas e comunidades. metropolitana | pg. 5 </p><p>Cariri espera nomeao de trs secretrios por Camilo</p><p>novo GovERno</p><p>O governador eleito Camilo Santana deve comear a definir os nomes para o seu secretariado nesta quarta-feira (10). o que garantem alguns membros da assessoria e pessoas mais prximas ao petista. O Cariri aguarda a indicao de pelo menos trs nomes da regio para compor o primeiro escalo do governo do Estado. Procurados para falar sobre o assunto, </p><p>dois dos cinco mais cotados garantiram no ter qualquer direcionamento nesse sentido, por parte de Camilo. Segundo o prprio governador, neste momento, hora de dedicar-se transio. O petista promete renovao no secretariado e deve seguir a sugesto dos partidos aliados e do seu antecessor Cid Gomes para montagem do secretariado. poltica | pg. 3 </p><p>autoescolas</p><p>Habilitao para categoria B fica 23% mais cara</p><p>Crajubar clama por melhorias no sistema de gua</p><p>cagece e saaec</p></li><li><p>Regio do caRiRi, de 09 a 15 de dezembRo de 20142</p><p>NS temos percebido um aumento no nmero de soropositivos entre jovens, mulheres, gays, profissionais do sexo e idosos. ronilDo oliveira - programa Dst/aiDs em Juazeiro </p><p>Opinio</p><p>CArTAA populao de Barbalha est sofrendo com o descaso da Cagece. Mais de cinco bairros esto sem gua h dias. Nada justifica passarmos tanto tempo sem gua. Queremos eficincia no servio de abastecimento, at porque as taxas que a empresa cobra so abusivas. Aproveito e peo ajuda aos vereadores daqui para cobrarem aes dela, pois o povo est se prejudicando com a situao.</p><p>michel Belm, BarBalha.</p><p>SexTILHAQualifiquemos os temasDa nossa conversaoQuem fala o bem, faz o bemUsa a melhor dico...Qual a fala mais bonita?A que toca o corao.</p><p>Welington costa </p><p>Diretor-presidente: Donizete ArrudaDiretora de Redao: Jaqueline FreitasDiretoria Jurdica: Vicente AquinoDiagramao: Evando F. MatiasFotos: Serena Morais</p><p>Fundada em 5 de setembro de 1997O Jornal do Cariri uma publicao da Editora e Grfica Cearacom LtdaCNPJ: 15.915.244/0001-71</p><p>Conselho EditorialGeraldo Menezes Barbosa, Francisco Huberto Esmeraldo Cabral, Napoleo Tavares Neves e Monsenhor Gonalo Farias Filho.</p><p>Administrao e RedaoRua Pio X, 448 - Bairro SalesianosCEP: 63050-020 - Juazeiro do Norte Cear - Fone 88 3511.2457</p><p>Departamento Comercial | comercial@jornaldocariri.com.br Redao | jornaldocariri@jornaldocariri.com.br</p><p>Sucursal Fortaleza: Rua Coronel Alves Teixeira, 1905 - sala 05 - Fone: 85 3462.2600Sucursal Braslia: Edifcio Empire CenterSetor Comercial Sul - sala 307 -Braslia - DF.</p><p>Os artigos assinados so de responsabilidade dos seus autores.</p><p>Fale conosco</p><p>O PerIGO DA COBIA</p><p>Palavra de FPr. Jecer goeS</p><p>A etimologia da palavra cobia vem do latim e significa cupiditas - desejo in-tenso, cupidus, desejo cupere, querer, desejar ardentemente. A cobia pode ser definida como o desejo desordenado de adquirir coisas, posio social, fama, proeminncia secular ou religiosa. Inclui, tambm, a tentativa de apossar-se do que pertence ao prximo. Interessante que a cobia aumenta com a idade, ao invs de diminuir, dando origem a muitos males.</p><p>A cobia promove a alienao de Deus, a opresso e a crueldade contra o prximo, a traio e as manipulaes e desonestidades de todas as espcies. tambm um dos fatores por trs de toda guerra. A cobia nasce do egosmo, ge-rando uma ideia fixa de satisfao prpria em todas as coisas. Este mal passou para todos ns. Hoje, o maior problema dos conflitos de pessoas, governos, fam-lias e outros, so originados na cobia.</p><p>Os hebreus condenavam esse pecado, que aparece como um dos dez man-damentos. xodo 20:17: No cobiars a casa do teu prximo; no cobiars a mulher do teu prximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem alguma coisa do teu prximo. Precisamos entender a partir da que, no errado desejar ou querer algo. O errado querer isso s custas dos outros ou por causa de cimes ou inveja.</p><p>O apstolo Paulo cita a cobia como uma ilustrao chave da pecaminosida-de, dizendo: O pecado, tomando ocasio pelo mandamento, despertou em mim toda a concupiscncia (Romanos 7:8). J no livro de 1 Timteo 6:10, lemos: O amor do dinheiro a raiz de toda espcie de males. essencialmente a cobia que faz com que uma pessoa queira se igualar a outra de nvel financeiro muito superior, quando se sabe que isto s faz com que ela seja levada a uma condio irreal, fazendo com que compre aquilo que no precisa.</p><p>Uma pessoa cobiosa tambm avarenta. Algum j afirmou que a avareza perde tudo ao pretender ganhar tudo. A avareza e a ambio mostram-se mais descontentes do que no tm, do que satisfeitas com o que possuem. A cobia uma forma de auto-adorao que expulsa Deus de nossas vidas. Aparece na lista dos vcios pagos. incrvel como o desejo desordenado da cobia provoca algu-ma ao para que o cobioso adquira o que quer, ou para que persiga o possuidor do objeto ou da pessoa cobiada.</p><p>A cobia um mal que se desenvolve gradualmente at que se torne um h-bito e prende-se com cadeias quase impossveis de serem tiradas. Tiago escreve em sua epstola que cada um tentado pela sua prpria cobia, quando esta atrai e seduz. Ento, a cobia, depois de haver concebido, d luz o pecado e o pecado, uma vez consumado, gera a morte (captulo 1:14-15). Quando observa-mos atentamente a histria, quer bblica ou secular, vemos que a queda de mui-tos homens importantes, deu-se devido a cobia.</p><p>A Bblia nos relata que a cobia atua em trs reas da nossa vida: Primeira, a concupiscncia da carne: desejos da natureza humana; segunda, a concupis-cncia dos olhos: vontade de ter o que agrada aos olhos; e, por ltimo, a soberba da vida: orgulho pelas coisas da vida, como fama, riquezas, poderio e honrarias.</p><p>Como filhos de Deus, precisamos inclinar-nos um pouco para Ele, acatan-do seus ensinamentos, como nos orienta o apstolo So Joo, que diz: No ameis o mundo, nem o que no mundo h. Se algum ama o mundo, o amor do Pai no est nele. Porque tudo o que h no mundo, a concupiscncia da carne, a concupiscncia dos olhos e a soberba da vida, no so do Pai, mas do mundo, (leia-se, sistema pecaminoso). Somente uma vida devotada ao Cria-dor poder nos tirar do caos espiritual que este mundo nos impe. Busque em Deus uma vida de paz, de alegria e de sade, isto atravs de uma busca incessante. Que Deus vos abenoe!</p><p>CHARGE</p><p>Depois da vitria de Camilo Santana para Governador do Estado do Cear, comeou uma campanha para um nome do Cariri ocupar a pasta da Secretaria de Cultura do Estado. O momento oportu-no para destacar esses nomes que j ga-nharam torcidas nas redes sociais. Dane de Jade e Cac Araujo, dois grandes mili-tantes da cultura cearense, com uma tra-jetria de vida dedicada arte e cultura, tm mostrado, atravs de suas gestes, eventos e militncia poltica, uma forte presena e significativos servios presta-dos nossa comunidade cearense.</p><p>A ocasio oportuna para destacar-mos a carncia que a cultura enfrenta na regio do Cariri, quanto dimenso ins-titucional. Uma reivindicao antiga, que remonta s primeiras conferncias, seria uma coordenadoria estadual de cultura localizada no Cariri. Este rgo seria uma extenso da Secretaria do Estado, como existem as Coordenadorias Regionais de Desenvolvimento da Educao (Crede), para a Secretaria de Educao, e as Co-</p><p>ordenadorias Regionais de Sade (Cres), para a Secretaria de Sade.</p><p>No momento em que o Brasil, atra-vs do Sistema Nacional de Cultura, est comeando a fortalecer a gesto cultu-ral, instituindo nas esferas municipais e estaduais os conselhos, planos de cultu-ra e fundos de financiamento, o Cear e grande parte dos municpios cearenses esto em avanado processo. Precisamos de um (a) secretrio (a) que fortalea ain-da mais, atravs das polticas pblicas, a criao de Secretarias de Culturas como rgos exclusivos da cultura nos muni-cpios e a criao dos seus respectivos instrumentos legais para integrao ao Sistema Nacional de Cultura. O futuro da cultura ser sistemtico, com sistemas municipais e estaduais integrado ao na-cional e funcionando de forma compar-tilhada, como acontece j com o Sistema nico de Sade (Sus) e Sistema nico de Assistncia Social (Suas).</p><p>Nossa militncia na poltica cultural cearense apoia os nomes do Cariri: Dane de Jade e Cac Arajo, porque represen-tam esse projeto de fortalecimento do Sistema Nacional de Cultura. Ambos tm os requisitos para desenvolver uma ges-to integrada entre as regies do Estado, aproveitando suas experincias exitosas que sempre foram pautadas na susten-tabilidade, colocando a cultura como re-</p><p>quisito fundamental e indispensvel para o desenvolvimento sustentvel. Eles pro-movero uma gesto que mobiliza polti-cas culturais que integrem as dimenses econmica, simblica e cidad.</p><p>Assim, nosso desejo que nossa cul-tura cearense possa avanar em desen-volvimento, criando as garantias de direi-tos para todos, valorizando o patrimnio cultural e otimizando economicamente os recursos. Quanto a um nome do Cariri ocupar a pasta da cultura, esperamos que o governador Camilo Santana tenha sen-sibilidade e possibilite essa oportunidade dos nossos valores mostrarem seus traba-lhos. Quanto Coordenadoria de Cultura na regio do Cariri, esperamos que o Go-vernador tenha o compromisso de criar e atender essa reivindicao antiga, pois necessrio que as polticas pblicas cul-turais cheguem at o Cariri.</p><p> urgente superar a burocracia ad-ministrativa distante entre o Cariri e a sede da Secult. O fato de a Regio do Cariri ser, agora, Regio Metropolita-na do Cariri, possuir uma dinmica cultural, riqueza patrimonial e desen-volvimento cultural, a coloca como uma das regies que mais possuem pessoas trabalhando com cultura de todo o Brasil. Mesmo assim, no tem uma representatividade do Governo do Estado do Cear. </p><p>Militncia pede uM caririense Frente da secult</p><p> jos Andr de Andrade</p><p>eDitorial</p><p>H poucas semanas de sua pos-se no cargo de governador do Esta-do do Cear, Camilo Santana vive angstia de todos os recm-eleitos: a montagem de seu secretariado. Menos do que um problema tc-nico ou administrativo, este um problema de natureza poltica. A escolha de Camilo Santana deveu--se preponderantemente fora do governador Cid Gomes e de seu irmo Ciro Gomes. Nessa chave, bvia a existncia de uma dvida de Santana para com os Ferreira Gomes. Por outro lado, Camilo filho do Cariri e deve sua vitria, por margem estreitssima no pri-meiro turno, avalanche de votos que a regio lhe outorgou nos dois turnos de 2014.</p><p> natural, portanto, que haja uma enorme expectativa dos ca-ririenses em torno da montagem do gabinete que governar o Ce-</p><p>ar pelos prximos quatro anos. O Cariri no experimenta o gosto de ter um de seus filhos no Pal-cio da Abolio desde a dcada de 1970, quando l pontificou Adauto Bezerra, hoje retirado da vida po-ltica. O desprestgio poltico da Regio Sul notrio, apesar das promessas reiteradas de todos os governadores em dar ao Cariri seu devido lugar na distribuio do poder estadual. Todas elas solene-mente quebradas.</p><p>H nomes de caririenses que surgem nas cotaes para o novo secretariado estadual. No h, po-rm, qualquer sinalizao real de que Camilo tomar essa deciso de modo solitrio. bem provvel que ele oua a famlia Ferreira Gomes e seus principais aliados, a fim de que possa governar com a base de apoio herdada do atual governador Cid Gomes. O governador eleito </p><p>ter de se mostrar exmio na arte de equilibrar malabares e contemplar tantos e to difusos interesses.</p><p>Algumas convices, no en-tanto, podem ser sustentadas. A primeira a de que medidas sim-ples de descentralizao do poder central em Fortaleza podero ser-vir para o fortalecimento da legiti-midade poltica do governador. A criao de um Comando Adjunto da Polcia Militar e de uma Secre-taria Adjunta de Segurana Pbli-ca seriam muito bem recebidas, especialmente se a sede desses r-gos fosse um municpio do Cariri. Nunca foi levado a efeito algo nes-se sentido e o Cariri receberia es-ses sinais com extrema satisfao, afinal a Segurana Pblica ocupa o primeiro lugar nas queixas da po-pulao local.</p><p>Uma segunda medida est na efetiva nomeao de nomes expres-</p><p>sivos para o secretariado estadual, oriundos do Cariri. H muitos ca-ririenses com currculo e estatura moral para esses cargos e eles no se furtaro a emprestar seu tempo e seu brilho para o desenvolvimento da Regio Sul. Alm disso, Camilo Santana poderia instituir a prtica de um governo itinerante, alm de estimular que a Assembleia Legis-lativa tambm realizasse sesses no Cariri. So todas essas medidas simples, prticas e eficazes para exi-bir ao povo uma marca de mudana e de autonomia de Camilo Santana.</p><p>Como representante dos inte-resses legtimos do povo da regio, o Jornal do Cariri deseja ao novo governador Camilo Santana muito sucesso em sua nova misso. E, aci-ma de tudo, que jamais se esquea de suas origens e da confiana qua-se unnime que foi depositada em seu nome pelo povo de sua terra. </p><p>caMilO e O cariri nO GOVernO estadual natural, portanto, </p><p>que haja uma enorme expectativa dos </p><p>caririenses em torno da montagem do gab...</p></li></ul>