jornal do cariri - 02 a 08 de agosto

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Edição do Jornal do Cariri da semana de 02 a 08 de agosto

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  • CMARA DE JUAZEIRO

    ARTE

    CRATO

    MESA BRASIL

    O peridico do Cariri independente REGIO DO CARIRI l DE 02 A 08 DE AGOSTO DE 2011 l ANO XIII l NMERO 2493 R$ 1,50

    Denncias de corrupo marcamvolta dos vereadores ao trabalho

    Times de Juazeiro lutam por apoio financeiro

    ESPORTE

    7

    5

    8

    CULTURA

    Cariri ter segundo Forr das Antigas

    FAA PARTE DA NOSSA EQUIPE

    COMERCIAL

    INFORMAES:

    (88)3511-2457

    A quantidade de diagnsticos de glaucoma crescente e tem preocupado as autoridades de sade. Mas, os nmeros que se tem andam longe de representar a realidade dos casos da doena. A grande dificuldade a falta de informao que impede as pessoas de procurarem atendimento oftalmolgico para diagnosticar o glaucoma. Especialistas alertam para a necessidade da realizao de campanhas pblicas voltadas para a sade ocular nos municpios. Juazeiro, que vem realizando levantamento desses nmeros, diagnosticou 307 casos em duas semanas. Barbalha e Crato no dispem de dados oficiais.

    Rosrio Lustosa lana livro cordel sobre JN

    Mototaxistas reivindicam capacitao pelo DetranPrograma doa

    toneladas de alimentos a 14 municpios Instituies de quatorze municpios da regio do Cariri so beneficiadas com doaes de alimentos arrecadados pelo Programa Mesa Brasil do Sesc/Juazeiro, em campanhas realizadas periodicamente na terra do padre Ccero.

    Em um contexto de smbolos e relquias, o livro 100 anos de Juazeiro Registrados no Cordel, da autora juazeirense Rosrio Lustosa, pretende contar de forma potica toda a histria da cidade.

    Foto: Ccero Valrio

    n Pacientes desconhecem o glaucoma por causa da falta de informao sobre a sade ocular

    Mototaxistas do Crato querem explicao do Departamento Estadual de Trnsito sobre a no realizao do curso de capacitao que lhes credencia para exercer a profisso, que j reconhecida por Lei Federal, aprovada h dois anos, no Congresso Nacional. De acordo com as normas, somente o Detran autorizado a ministrar o referido curso, que ter durao de 30 horas.

    CAMPANHA OABBARBALHA

    Juizado faz levantamento de paternidade em escolas

    O reconhecimento paterno de muitas crianas e adolescentes o principal objetivo do trabalho que o Juizado da Infncia e Juventude de Juazeiro do Norte inicia neste tera-feira (2), em escolas das redes municipal, estadual e particular.

    Preparao para prova rdua para bacharis em DireitoA reprovao de mais de 88% dos 106.891 bacharis em Direito inscritos para a seleo da OAB preocupa mestres e alunos em todo o pas. Os nmeros resultaram em um aumento da procura por cursinhos e contedos especficos tambm no Cariri.

    A Superintendncia Estadual do Meio Ambiente (Semace) estipulou um novo prazo para que a empresa Nassau/Itapu, em Barbalha, apresente um estudo das fontes poluentes da fbrica. A empresa deve ser oficiada esta semana e tem 30 dias para cumprir a determinao. Aps a anlise desse estudo, deve ser assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), de adequao legislao ambiental.

    Semace d novo prazo para Nassau

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    DIAGNSTICO

    Glaucoma cresce e assusta autoridades de sade

    As Cmaras de Vereadores do Crajubar retomam as atividades aps o recesso do primeiro perdo legislatvo em um clima de tumulto. As sesses preveem a discusso sobre desvio de conduta tica, denncias de corrupo, trfico de influncia, uso de laranjas - pessoas contratadas para assessoria parlamentar com o objetivo de dividir ou desviar dinheiro de salrios, e suspeita de fraudes em votaes de doao e permuta de terrenos.

    Editorial, 3 e coluna Donizete Arruda

  • Existem certas situaes que atingem rapidamen-te o nvel da tolerncia, ultrapassando-o. Uma delas a questo ambiental. No h riscos imaginrios diante de elementos visveis ou sensveis nesse campo. Um coisa se falar em aquecimento global ou em estudos sobre o de-gelo do Polo Norte. Outra coisa ver a poluio saindo de chamins, o despejo de resduos txicos e a situao cala-mitosa da sade comunitria por efeito dessas duas cau-sas. Em sendo assim, no h muita margem de manobra. No h explicaes, at porque palavras no interrompem o fluxo poluidor, nem restituem a sade aos doentes.

    precisamente no nvel do intolervel o ponto em que se encontra a situao da fbrica de cimento de Bar-balha, objeto de matrias em edies anteriores do JC e que teve anunciada sua sujeio aos mecanismos legais e administrativos contra agentes poluidores. Na prtica, a Secretaria do Meio Ambiente deu mais prazo fbrica e, de modo concreto, pouco ou nada foi realmente feito em benefcio da populao do entorno do empreendimento, que permanece submetida ao risco ambiental.

    No Direito Ambiental, prevalece o princpio da pre-cauo. No se espera chegar ao dano para se comprovar sua existncia. No se aguarda que a vtima prove que est submetida a leses ambientais. A mera noo de ati-vidade de risco j envolve quem a desempenha em uma rede de obrigaes preventivas, que podem chegar inclu-sive interrupo dos processos econmicos em nome da preservao ecolgica. Parece que esse princpio no tem sido considerado pelos empresrios da fbrica de cimento de Barbalha e que ele objeto de uma viso mais, diga-mos, tranquila por parte dos que so obrigados por lei ao exerccio da fiscalizao e do controle ambientais.

    Salvo a ao de alguns poucos abnegados e o teste-munho das vtimas desse problema, pouco tem sido fei-to em relao ao problema da fbrica de cimento, que se instalou na rea h muitos anos, em uma poca de quase nenhuma conscincia ambiental. Os tempos so outros. A agenda ecolgica pauta a ao de Governos e empresas. No existe mais governana corporativa sem se levar em conta o problema ecolgico. O que tem o povo de Barba-

    lha? inferior a outras populaes onde a Nassau est instalada no Pas? Por que esse preconceito? O que leva os barbalhenses a serem submetidos ao risco ambiental sem maiores limites?

    Todas essas questes devem e merecem resposta. E imediatamente. E para j. O Ministrio Pblico, a Secretaria de Meio Ambiente e os rgos municipais competentes pos-suem um amplo cabedal de meios jurdicos para embargar a ao poluidora, de modo preventivo, seja administrativa, seja judicialmente. No o caso de pagar para ver e sim de evitar que a populao pague com sua sade, seu futuro e sua sanidade pela continuidade de uma indstria que no provou ser totalmente segura em termos ambientais.

    Testes cientficos so realmente necessrios. Mas, em Direito Ambiental, deve-se interromper a atividade at que se prove que ela no polui. exatamente o contr-rio da lgica que parece estar sendo a reitora da ao de muitos organismos neste processo.

    O JC continuar esperando uma resposta e fiscali-zando a ao dos responsveis.

    EditorialFBRICA DE CIMENTO DE BARBALHA: ATRASO OU LENINCIA?

    2Opinio

    REGIO DO CARIRI(CE), DE 02 A 08 DE AGOSTO 2011

    Exped

    iente

    :

    Fundado em 5 de setembro de 1997O Jornal do Cariri uma publicao

    da Editora e Grfica Cearasat Comunicao Ltda

    CNPJ: 34.957.332/0001-80

    O peridico do Cariri independente

    Diretor-presidente: Luzenor de Oliveira Diretor de Contedo: Donizete Arruda Diretoria Jurdica: Vicente Aquino Chefe de Redao: Jaqueline Freitas Editora Responsvel: Elizabeth Rebouas

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    SEXTILHA CARTA

    UMA PALAVRINHA AMIGAUM SORRISO DE ESPERANAUM ABRAO COM AMORFAZ NASCER A CONFIANAA F REMOVE MONTANHASE QUEM ACREDITA ALCANA!

    Welington Costa

    Muito bem elaborado o caderno especial sobre o centenrio de Juazeiro do Norte. Estava escutando a rdio Padre Ccero quando ouvi os comentrios sobre a edio. Boa iniciativa por parte do Jornal do Cariri. Nunca houve um material to diversificado sobre a nossa cidade. Ficar na histria, servindo como um documento sobre os 100 primeiros anos de Juazeiro.

    Maria Natrcia, estudante de Histria

    COMPRAS PELA INTERNET: SAIBA COMO FUNCIONA O DIREITO DE ARREPENDIMENTO

    Hoje em dia, fazer compras uma tarefa fcil. A gente no precisa nem sair de casa. As lojas virtuais, os catlogos e os servios de televendas proporcionam uma comodidade sensa-cional. O problema que s vezes no gostamos da mercadoria. Quando ela chega em casa, ao v-la melhor, per-cebemos que no fizemos um bom negcio. A surge a dvida: possvel desistir da compra, devolver o produto e pegar o dinheiro de volta?

    Sim, possvel. O Cdigo de De-fesa do Consumidor prev o direito de arrependimento quando o produto

    adquirido fora do estabele-cimento comercial (art. 49). O consumidor tem o prazo de 7 dias, a contar do rece-bimento da encomenda, para desistir da compra. O direito de arrependimento no pre-cisa de justificativa, ou seja, voc pode simplesmente de-sistir da aquisio, mesmo que o produto no tenha nenhum defeito. Nesse caso, a empresa tem que devol-ver imediatamente os valores recebi-dos, inclusive o relati