jornal de valongo novembro 2012

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Edição de Novembro do Jornal Novo de Valongo. O que se passa nas cinco freguesias do concelho de Valongo.

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  • N 19 - Novembro 2012 Mensal - Diretor: Agostinho Ribeiro

    Especial: 45 anos de vida do maior clube do concelho:Atltico Clube Alfenense

    45 anosde atividaderecheada de

    sucesso

    2300 scios650 atletas10 modalidades1 estdio relvado1 campo de treinos1 pavilho gimnodesportivo1 pavilho indoor soccer3 courts de tnis1 milho de sonhos

    1967

    2012

    O primeiro presidente do Alfenense, Jos Ribeiro

    O atual presidente do Alfenense, Antnio Oliveira

  • Pgina

    Novembro 2012

    II

    A.C. ALFENENSE

    Antnio Soares (foto) o vice-presidente do Atltico Clube Alfenense (ACA) responsvel pelo futebol juvenil. O ACA tem em competi-

    o as equipas de Escoli-nhas (2), Infantis (2), Ini-ciados, Juvenis e Juniores, as ltimas duas com gesto direta do ACA e as outras da responsabilidade de Academia do Sporting (Fu-tebol Total). Extra-compe-tio existe ainda a forma-o dos mais pequenos, a cargo tambm da Acade-mia referida.No que se refere s condi-

    es de trabalho para o tra-balho destas equipas, An-

    Lus Feiteira vice-presi-dente do Atltico Clube Al-fenense para a rea admi-nistrativa e considera que a situao do clube, apesar das dificuldades financei-ras gerais, boa.O dirigente considera que

    Srgio Monteiro (foto ao lado) vice-presidente do Atltico Clube Alfenense (ACA) para o futebol snior, ou seja o responsvel pelo Departamento de Futebol.

    Refere o dirigente que fa-lar em objectivos neste mo-mento um pouco cedo, as coisas esto a correr da me-lhor maneira, temos traba-lhado para isso, mas ainda prematuro definir objectivos. Queremos mais, queremos o melhor para o clube, mas no estamos iludidos, queremos fazer o nosso campeonato e logo veremos.

    A aposta na equipa tcnica da poca anterior, liderada por Juvenal Brando, surge, segundo Srgio Monteiro na sequncia do bom traba-lho efectuado anteriormente e no facto de conseguir lidar bem com o balnerio.

    No que se refere ao plantel,

    a escolha foi feita no senti-do de reforar a equipa com jogadores que tragam mais valias equipa e sempre ten-do em ateno o oramento disponvel, num trabalho em conjunto com o treinador e com o presidente do clube.

    Este primeiro ano de Sr-gio Monteiro no elenco di-rectivo do ACA e a primeira experincia no dirigismo, tendo encontrado colabora-o dos restantes elementos diretivos e outros respons-veis. So algumas as dificul-dades com que se tem de-parado, nomeadamente em relao s questes logs-ticas, dificultadas este ano devido situao econmica em geral. Um exemplo a questo da gesto dos trans-portes para os jogos.

    Srgio Monteiro quer di-namizar as parcerias com o tecido empresarial da regio,

    uma vez que, refere, falta criar condies para as em-presas venham mais at ns. Apesar de sabermos as difi-culdades com que muitas se deparam achamos que pode-ramos cativar mais apoios, at devido ao trabalho que temos vindo a fazer.

    O dirigente considera po-sitivo o facto do nmero de associados ter vindo a cres-cer, que demonstra interessa da comunidade pelo clube e acerca do futuro refere que, a dificuldade de espao est a impedir o crescimento do clube, para outras modalida-des. Os espaos que utiliza-mos so do clube ( exceo do pavilho da EB 2,3 de Alfena) e so j poucos em relao s necessidades. O clube tem um impacto mui-to grande na regio, temos muitas pessoas a praticar desporto.

    Srgio Monteiro responsvel pelo futebol snior do A.C.A

    tnio Soares disse ao JNV que se o espao j no era muito, com o roubo dos ca-bos elctricos do campo de treinos, a situao piorou, porque sem iluminao no se pode treinar. Cada treinador quer o melhor para o seu grupo, mas den-tro do que possvel tem-se tentado articular todos os interesses. O dirigente de opinio

    que a relao entre a Aca-demia e o Atltico Clube Alfenenense boa e exis-te um bom entendimento, h pessoas da Academia que esto mais perto de ns e vice-versa.Acerca da continuao

    da aposta do ACA na for-mao, Antnio Soares diz que no principio da po-ca pensvamos que no iriamos ter equipas com-petitivas, porque devido nova lei o jogador jovem no final da poca fica livre. Com empenho de todos conseguimos formar duas equipas competitivas, em-bora pense que, sendo im-portante ganhar, mais im-portante formar os jovens como homens.As equipas do ACA dis-

    putam os distritais, recor-de-se que ano passado a equipa de iniciados dispu-tou o nacional e na primei-ra volta a prestao foi boa, tendo havido um decrsci-mo na segunda, que levou descida.Antnio Soares afirmou

    ao JNV que o acompa-nhamento dos pais tem sido importante para ns, sobretudo no que se refere a transportes. Existe difi-culdade de patrocnios e toda a ajuda importante, aproveito para lhes agrade-cer e pedir que continuem esse apoio, na medida do possvel.

    A. Clube Alfenense comemora 45 anos de existnciaO Atltico Clube Alfe-

    nense comemora 45 anos de existncia em Dezem-bro.O seu primeiro presiden-

    te, em 1967, foi Jos Ribeiro e agora Antnio Oliveira.Para assinalar o ani-

    verrio vo ocorrer em Dezembro uma srie de atividades. Assim no dia 15, s 21h

    na Sala das Artes em Va-longo, ocorrer um festi-val de dana e a apresen-tao das vrias vertentes do ACA.De 14 a 16 decorre a fi-

    nal six de sub-15, da A. Basquetebol do Porto no Pavilho do Alfenense.

    Antnio Soares no setor juvenil

    Lus Feiteira no setor administrativo

    a organizao do ACA se adequa grandiosidade do clube e lamenta que as em-presas no apoiem mais a coletividade, dada a impor-tncia que o ACA represen-ta na freguesia e na regio.

    Outros responsveis

    Diretores do Futebol Juvenil: da esq para a dta Jaime Lima, Mrio Vicente, Camilo Trancoso, Rui Pinheiro, Jos A Santos, Antnio Ferreira e Amndio Ribeiro

    Equipa tcnica dos seniores (foto de cima): esquerda Bas (adjunto e treinador dos inicia-dos), no centro Paulo Dias, treinador de guar-da-redes e direita Juvenal Brando, tcnico principal.

    Em baixo, Csar, treinador do junio-res e Leandro, treinador dos juvenis

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    3

    N 19 - Novembro 2012 Mensal - Diretor: Agostinho Ribeiro

    romanohostel@gmail.com

    ligue

    911116453

    Jos Manuel

    Ribeiro

    candidato do

    PS Cmara

    Jernimo Sousa encheu Sala das Artes em Valongo

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    Novembro 2012

    2

    Diversos

    O lder do PCP, Jernimo de Sousa esteve em Valon-go para presidir a um com-cio onde a critica do gover-no PSD/CDS e troika foi o motivo central.Foi no dia 20 de Outubro

    e o Auditrio Antnio Ma-cedo encheu, tendo ficado centenas de pessoas porta a ouvir os discursos pela amplificao sonora.Antes dos discursos o

    Grupo Coral da Associao de Pensionistas de Campo mostrou um pouco o ar da

    sua graa.O responsvel mximo

    comunista criticou o ora-mento do Estado para 2013 repetindo que se trata de um roubo aos portugueses que menos podem e clas-se mdia.No que se refere situa-

    o em Valongo, Jernimo falou do desemprego (mais de 18%), salientando que se trata de um aumento de quase 25% em relao ao que passa h um ano.Antes do lder do PCP,

    Jernimo Sousa em Valongo

    O Jornal Novo de Valongo teve acesso chamada Proposta Concreta de Reorgani-zao Administrativa do concelho de Valon-go da autoria da Unidade Tcnica para a Reorganizao Administrativa do Territrio (UTRAT) que defende a agregao das fre-guesias de Campo e Sobrado. referida na proposta a deciso da Assem-

    bleia Municipal de Valongo contra a fuso, o que na prtica se traduz, por ausncia de pronncia.Aps vrias consideraes de ordem legal,

    a proposta indica que uma vez que as fre-guesias de Campo e de Sobrado so as fre-guesias situadas no Municpio de Valongo com menor nmero de habitantes; a distn-cia entre as sedes das freguesias de Campo e de Sobrado de cerca de 5 km; os lugares urbanos de Campo e de Sobrado so cont-guos e h uma rea edificada partilhada en-tre estas freguesias; a agregao destas fre-guesias aumentaria o equilbrio demogrfico entre as freguesias situadas no territrio do Municpio de Valongo; existe uma adequada ligao rodoviria entre estas freguesias; a UTRAT prope neste contexto, a agregao das freguesias de Campo e Sobrado, numa freguesia designada por Unio das Fregue-sias de Campo e Sobrado.Esta proposta foi aprovada pela UTRAT no

    dia 2 de Novembro e entre as assinaturas do documento a ser submetido Assembleia da Republica, encontra-se a de Henrique Jorge Campos Cunha, presidente da Assembleia

    Municipal de Valongo.Entretanto brevemente ter lugar uma

    Assembleia Municipal extraordinria, con-vocada a pedido de vrios deputados, para debater o assunto e definir medidas a tomar. Tambm a Assembleia de Freguesia de So-brado vai reunir no dia 21 com o mesmo tema em agenda.Vrios municpios (entre eles o de Matosi-

    nhos) deram conta de que, se a proposta for aprovada na Assembleia da Republica, iro interpor providncias cautelares em vrios tribunais.

    Defendida fuso de Campo e Sobrado

    falaram Csar Ferreira, da estrutura da freguesia de Valongo e Joaquim Delga-do, em nome da estrutura concelhia. A tnica dos discursos foi a da critica situao actual, tendo sido exemplificados os casos da inteno de encerramento das urgncias do hospital de Valongo, a fuso dos Centros de Sade e a di-minuio da qualidade dos transportes pblicos.

    A Cmara Municipal de Valongo ir levar a cabo um concurso de montras de Natal onde participa-ro vrios comerciantes do nosso concelho. Os interessados podem con-tactar o Gabinete do Em-presrio.No mbito do concur-

    so haver uma avaliao das montras por parte de um jri que ser consti-tudo por um elemento do Gabinete do Empre-srio, um espe