Jornal da Paróquia São Cristóvão

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Jornal Paroquial

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<ul><li><p>Informativo Mensal da Parquia de So Cristvo | Ano 2 | N 33 | Outubro de 2010</p><p>VariedadesPgina 14</p><p>E a Festa comeou!Pginas 8 e 9 </p><p>Crisma de 2010Pgina 4</p><p>Dom Murilo conferiu o Sacramento da Confirmao para filhos de nossa </p><p>Parquia, entre jovens e adultos</p></li><li><p>::Editorial</p><p>Exp</p><p>edie</p><p>nte O Jornal Parquia So Cristvo uma publicao mensal feita pela Letras Editora para Parquia So Cristvo. Endereo: Rua Anita Garibaldi, 87 - Centro - Itaja - SC / Fone/Fax: (47) 3348.3040 </p><p>Contato Comercial: Snia Bittencourt / Fone: (47) 8405.9681</p><p>Colaboradores: Dom Murilo S. R. Krieger, Leandro Jos Monteiro, Mrcio Antnio Reiser, Dicono Vital Feller, Setor da Juventude, Jos Hermnio de SantAnna, Pe. Silvano Joo da Costa, Agnes Maria e Paulo Cardoso.</p><p>Organizao: Proco: Pe. David Antnio Coelho Rita de Cssia dos Santos Silva</p><p>Diretor: Carlos Bittencourt</p><p>Parquia So Cristvo: Rua Odlio Garcia, 445 - Cordeiros - Itaja /</p><p> Fone: 47 3341-1408</p><p>Diagramao: Solange Alves (solange@bteditora.com.br)</p><p>Proclamas deCasamentos</p><p> OUTUBRO/2010 </p><p>Jornalista Responsvel: Paulo Henrique de Moura - DRT SC 03432JP</p><p>O Nubente:Cristiano Machado, casado, filho Rosane Maria Fogaa Machado, residente na rua Vi-toria, 152 no bairro Cordeiros, em Itaja -SC com 24 anos; A Nubente:Priscila Beppler da Silva Machado, casada, filha de Jos Ramos da Silva e de Sandra Aparecida Beppler, residente na rua Vitoria, 152 no bairro Cordeiros em Itaja -SC com 19 anosCasam-se em outubro/2010</p><p>O Nubente:Mayckon Eduardo Gomes, solteiro, filho de Orival Olimpio Gomes e de Marlete Tere-sinha Crispim Gomes, residente na rua Cla-rindo Sebastio da Cunha, 70 em Espinheiri-nhos, Itaja -SC com 25 anos; A Nubente:Jana Cordeiro, solteira, filha de Fermino Manoel Cordeiro e de Zenaide da Silva Cor-deiro, residente na rua Fermino Vieira Cor-deiro, 1658 em Espinheiros Itaja -SC, com 27 anosCasam-se em outubro/2010</p><p>O Nubente:Juliano Roberto Gasperi, solteiro, filho de Edezio Gasperi e de Marli de Oliveira Gaspe-ri, residente na rua Dom Jaime de Barros Ca-mara, 205 em So Vicente Itaja -SC, com 34 anos;A Nubente:Graziela Sedrez Malaquias, solteira, filha Manoel Saturnino Malaquias(j falecido) e de Marli Ana Sedrez Malaquias, residente na rua Jovito Anacleto, 1164 Cordeiros - Itaja </p><p>-SC, com 31 anos;Casam-se em outubro/2010</p><p>O Nubente:Weliton Eduardo Koziel, solteiro, filho de Andr Koziel e de Lenir Maria Vargas, residente na rua Geral So Roque, 6170, em So Roque - Itaja -SC, com 28 anos;Nubente:Maria Daniela Maestri, solteira, filha de Jos Ve-nancio Maestri e de Marlete Machado Maestri, residente na rua Geral So Roque, 6170 em So Roque Itaja -SC, com 24 anos;Casam-se em outubro/2010</p><p>O Nubente:Jos Roberto Adriano, solteiro, filho de Jos Dorvalino Adriano e de Margarida Firmo Adria-no, residente na rua Henrique Bianchini, 315, em Cordeiros - Itaja -SC, com 32 anos;Nubente:Rosilene Alves de Souza, solteira, filha de Pauli-no de Souza e de Roseli Alves de Souza, residen-te na rua Henrique Bianchini, 315 em Cordeiros Itaja -SC, com 25 anos;Casam-se em outubro/2010</p><p>2 Parquia de So Cristvo | OUTUBRO | 2010</p><p>Outubro comeou. Com ele tambm comeam as reflexes missio-nrias para nos lembrar que, como povo batizado e torna-do discpulo de Cristo temos o compromisso que nunca cessa, o compromisso de ir ao mundo inteiro e anunciar a boa nova.</p><p>Olhando para trs veremos que tudo comeou quando o Senhor escolheu 72 discpu-los e os enviou dois-a-dois, por todas as vilas e aldeias, com al-gumas recomendaes. Saram confiantes na Palavra do Mestre e retornaram contando maravi-lhas, pois at os espritos maus os obedeceram.</p><p>Assim continua a nossa misso. Mesmo com todas as turbulncias e provaes do momento no podemos desa-nimar. preciso continuar tei-mando. Ainda preciso ir e pas-sar por muitos lugares porque Deus est conosco!</p><p>Naquele incio foram envia-dos 72. Na atualidade, todas as lideranas de nossas comuni-dades catlicas e no catlicas, diante da doutrina materialista que promove extravagncias, que tendem diminuir o valor da pessoa humana como ima-gem e semelhana do Criador, precisam estar profundamente unidos no mesmo projeto. Apesar das denominaes dife-rentes, nossa misso anunciar o Deus que Salva.</p><p>Apesar das divergncias oriundas de interpretaes desiguais aqui estamos, como cristos para continuar a tarefa iniciada pelos 72.</p><p>O prazeroso servir. Mais do que testemunhas dessa mis-so devemos nos tornar colabo-radores destemidos. Vamos se-guir em frente. Juntos, unindo nossas foras para que o Reino acontea.</p></li><li><p>Parquia de So Cristvo | OUTUBRO | 2010 3 </p><p>Palavra do Pastor</p><p>Dom Murilo S.R. Krieger, scjArcebispo de Florianpolis</p><p>APARECIDA:A Me de um Povo</p><p>Viva a Me de Deus e nossa, sem pecado concebida! Viva a Vir-gem Imaculada, a Senhora Apareci-da! Quantas vezes, cada dia, este canto se eleva aos cus, em gran-des igrejas, em pequenas grutas e em humildes casas de nosso povo? Na simplicidade de suas palavras, uma saudao, uma invocao de fi-lial devoo e de confiana na Me de Deus. Em nenhum outro lugar, contudo, esse canto tem tanta for-a e sentido como em Aparecida. Quando o romeiro entra naquele santurio mariano, ouve esse can-to e passa a cant-lo, esquece-se da longa viagem, do cansao e do sono, e diz para si mesmo: Que bom que eu vim! Valeu!</p><p>Viva a Virgem Imaculada, a Se-nhora Aparecida! Poucos santurios marianos tm uma histria to sim-ples como o de Aparecida. Em 1717, trs pescadores lanavam as redes nas guas do Rio Paraba. De repen-te, encontraram um corpo e, depois, a cabea de uma pequena imagem de cermica, enegrecida pelo lodo. Seguiu-se uma pesca abundante e, mais importante, comeou, naque-la regio, um culto popular Nossa Senhora da Conceio. No incio, os encontros de orao eram nas pr-prias casas dos pescadores; depois, em pequenas capelinhas e, com o </p><p>tempo, em igrejas cada vez maio-res. Multiplicaram-se as graas, au-mentou sempre mais o nmero de romarias e a imagem passou a ser chamada carinhosamente de Apa-recida.</p><p>Quando ali esteve, o Papa Joo Paulo II fez duas perguntas: O que buscavam os antigos romeiros? O que buscam os peregrinos de hoje? Ele mesmo respondeu: Aquilo mes-mo que buscavam no dia do Batis-mo: a f e os meios de aliment-la. Buscam os sacramentos da Igreja, sobretudo a reconciliao com Deus e o alimento eucarstico. E voltam re-vigorados e agradecidos Senhora, Me de Deus e nossa. (04.07.80) </p><p>Tempos atrs, algum quebrou a imagem original, pensando, assim, destruir o culto mariano. No meio de mil fragmentos foram encontra-das, intactas, as duas mos de Ma-ria, unidas em orao. O fato vale como um smbolo: as mos postas de Maria no meio das runas so um convite a seus filhos a darem espao em suas vidas orao, ao absoluto de Deus, sem o qual tudo o mais perde sentido, valor e efic-cia. O verdadeiro filho de Maria um cristo que reza. (Joo Paulo II, 04.07.80)</p><p>Em Aparecida, Maria invoca-da como padroeira e me. A funo maternal de Maria em relao aos homens de modo algum ofusca ou diminui a nica mediao de Cris-to; antes, manifesta sua eficcia. Se o sacerdcio de Cristo pode ser participado pelos batizados e, de modo especial, pelos que recebem o sacramento da Ordem, por que al-gum no poderia participar de sua mediao? </p><p>Em Aparecida, o povo se une a Maria atravs de muitas expresses de f: celebraes, oraes, nove-nas, rosrio... Depois, levam para suas comunidades o que ali apren-dem. Levam o apelo para, em fam-lia, lerem diariamente a Palavra de Deus e rezarem o Tero; para par-ticiparem intensamente da vida de sua parquia e para se dedicarem aos mais necessitados. Descobrem que, dessa maneira, Maria Sants-sima poder, com mais facilidade, conduzir cada famlia pelos cami-nhos de Jesus.</p><p>Aparecida fonte de compro-misso com Deus e com os irmos. O peregrino, tendo passado algu-mas horas na Casa de Maria, volta para sua cidade com uma orien-tao muito clara, dada pela Me de Jesus: Fazei tudo o que ele vos disser! (Jo 2,5). Ali, como em Can, a Maria Santssima est atenta s necessidades de seus filhos e quer que eles, por sua vez, prestem mui-ta ateno s palavras de seu Filho. Sabe que esse o primeiro passo que deve ser dado pelos que quise-rem seguir o Jesus de Nazar.</p><p>A imagem de Aparecida lembra-nos quem, desde toda a eternidade, ocupa um lugar especial no Cora-o do Pai e, tendo sido envolvida pela sombra do Esprito Santo (cf. Lc 1,35), tornou-se Me de Jesus. Essa me tem uma multido de filhos que, alegres, ao longo desse imenso Brasil, cantam: Viva a Me de Deus e nossa, sem pecado concebida! Viva a Virgem Imaculada, a Senhora Aparecida!</p></li><li><p>PARQUIA EM AO4 Parquia de So Cristvo | OUTUBRO | 2010</p><p>O dia 05 de setembro de 2010 foi um dia mar-cante para a Parquia So Cristvo. Foi o dia em que Dom Murilo Sebastio Ramos Krieger, nosso Arcebispo, esteve entre ns para presidir a Santa Missa Solene e Festiva, durante a qual conferiu o Sacramento da Confirmao para 220 (duzentos e vinte) filhos de nossa Parquia, en-tre jovens e adultos.</p><p>A celebrao foi muito ungida e tranquila. Todos participaram com alegria e boa disposio. Dom Murilo foi feliz nas colocaes durante a homilia, coroando todos os esforos e dedicao dos cate-quistas, para os quais concedeu bno especial. </p><p>Pensando na Catequese de 2011, importante comear estudo aprofundado sobre a proposta de CATECUMENATO para jovens e adultos no batiza-dos para jovens e adultos que sendo batizados ain-da no receberam os Sacramentos da Eucaristia e da Confirmao na F, e tambm para as crianas em idade de catequese que ainda no foram ba-tizadas. Trata-se de um projeto bonito, iluminado, que merece ateno de todos os catequistas, prin-cipalmente daqueles que se dedicam a preparao de jovens e adultos para a recepo dos Sacramen-tos do Batismo, da Eucaristia, da Confirmao e do Matrimnio. </p><p>CRISMA DE 2010</p></li><li><p>Parquia de So Cristvo | OUTUBRO | 2010 5 </p><p>DZIMO</p><p>Meditando a Palavra de Deus parei em Lu-cas 16, 10, que assim reza: Aquele que fiel nas coisas pequenas, ser tambm fiel nas coisas grandes. E quem injusto nas coi-sas pequenas, s-lo- tambm nas grandes. Da me reportei ao Dzimo, e meu pensamento fixou na imagem daquelas pessoas que se dizem cat-licas mas criticam tudo, e o Padre sempre o alvo preferido. Quando o assunto da conversa refere-se contribuir com o Dzimo, que fica quente, e co-meam a dizer pra que dar dinheiro para o Padre? Como de coisa que o Padre usa dessa contribuio para benefcio prprio. Deve sim, cuidar de admi-nistrar bem todas as contribuies vindas dos fiis, sabendo aplicar em melhorias que possibilitem ambiente melhor para agilizar as atividades pasto-rais e sociais da comunidade.</p><p>Quando a pessoa se diz catlica, mas no parti-cipa da vida da comunidade, dos seus sonhos e difi-culdades, sempre tem uma resposta crtica e afiada para tudo que se refere campanha em vista de me-lhorias para todas as famlias, sejam praticantes ou no praticantes, que residem na comunidade.</p><p>Essas pessoas crticas, em certas ocasies, se ex-pe ao ridculo. Certa vez, graas ao bom Deus que </p><p>no foi aqui, algum discordou de uma obra inicia-da para melhorar o ambiente religioso da comuni-dade. Essa pessoa, numa roda de amigos disse at com arrogncia: no concordo com essas mudan-as. Todo mundo faz o que o Padre diz e pede. No vou mais pagar o dzimo. Da, uma das pessoas que se encontrava naquela roda perguntou: Mas quanto voc paga de Dzimo? . A pessoa respon-deu com voz forte: Eu pago R$ 3,00 (trs reais) por ms. A outras pessoa respondeu at num tom de brincadeira: Mas esse valor no corresponde ao Dzimo. Esse valor o que dou para o meu netinho depositar no cofre das ofertas. </p><p>O Dzimo tem outro sentido. No deve ser uma esmola meu amigo. O </p><p>Dzimo uma oferta de gratido. E em se tratan-do de gratido, o Dzimo tambm uma ao solidria com os outros nossos amigos e amigas que se doam comu-nidade coordenando a administrao dos bens </p><p>e as muitas aes pastorais necessrias para a san-tificao de nossas famlias.</p><p> preciso ler a Palavra de Deus para no ficarmos em dbito com os que so fiis a verdade. Tambm para ter argumento srio sempre que se trata de arrecadaes e investimentos que tem como meta engrandecer a comunidade.</p><p>No sei por que tratei sobre esse assunto, pois a maioria dos fiis de nossa comunidade paroquial, tm se mostrado solidrio com nossas campanhas. Acredito que era preciso tratar do assunto at como forma de agradecer toda ajuda que prestam com carinho, principalmente quando se trata de benef-cios em favor das famlias de nossas comunidades.</p><p>Para no perder o costume, voc que apresenta seu Dzimo pelo envelope no esquea de retir-lo no balco da pastoral que fica na entrada principal da nossa Igreja Matriz, no primeiro final de sema-na, para devolv-lo no segundo final de semana contendo sua oferta generosa. Se voc ainda no dizimista, no mesmo local pode obter informaes e retirar um envelope, no qual preencher seu ca-dastro.</p></li><li><p>6 Parquia de So Cristvo | OUTUBRO | 2010</p><p>A msica a servio da comunidade</p><p>Agnes MariaMembro do Grupo de Cnticos Litrgicos</p><p>da Parquia So Cristvo - Matriz</p><p>Paulo Cardoso - Ministro da Sagrada Comunho</p><p>Neste ms missionrio, desejo que seu corao esteja aberto a renovao do seu chamado. Deus nos envia e nos instrui. Estejamos atentos a melodia que Deus nos permite ouvir todos os dias, </p><p>confirmando em ns a funo Ministerial que temos em Seu Reino.</p><p>Quando nos colocamos ao servio da evan-gelizao, devemos sempre nos lembrar que o artista principal deve ser Deus. Ele deve ser O primeiro, O mais importante, O essencial, ns devemos ser apenas coadjuvantes, instrumen-tos de evangelizao, devemos pensar sobre a responsabilidade que temos aos assumirmos nossa verdadeira misso, a qual fomos chama-dos, se estivermos preocupados com as glrias, fama, reconhecimentos ou dinheiro, com certe-za estaremos no caminho errado. Vejam o que o Papa Joo Paulo II nos fala sobre isso na Carta aos Artistas: A vocao diferente de cada artis-ta, ao mesmo tempo que determina o mbito do seu servio, indica tambm as tarefas que deve assumir, o trabalho duro a que tem de sujeitar-se, a responsabilidade que deve enfrentar. Um artista, consciente de tudo isto, sabe tambm que deve atuar sem deixar-se dominar pela bus-ca duma glria efmera ou pela nsia de uma popularidade fcil, e menos ainda pelo clculo do possvel ganho pessoal. H, portanto, uma tica ou melhor uma espiritualidade do ser-vio artstico, que a seu modo contribui para a vida e o renascimento do povo. A isto mesmo parece querer aludir Cyprian Norwid, quando afirma: A beleza para dar entusiasmo ao tra-balho, o trabalho para ressurgir. </p><p>No II Encontro Nacional da Equipes de Nos-sa Senhora, realizado em Florianpolis (SC), o secretrio geral da CNBB, Dom Dimas Lara Bar-bosa disse em uma palestra uma coisa que me marcou muito, Grandes atores e atrizes fazem o pblico rir e chorar com muita facilidade, e isso no quer dizer que eles acreditem piamente na-quilo que esto interpretando. </p><p>Devemos ter o cuidado de no nos tornar-mos apenas artistas, que fazem as pessoas se emocionarem, mas em nosso ntimo, no acre-ditarmos e vivermos aquilo que proporcionamos </p><p>aos outros, vale lembrar aquilo...</p></li></ul>