jornal da integração, 19 de novembro de 2011

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Jornal da Integrao, 19 de novembro de 2011

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  • (54)3385-2925 SBADO, 19 DE NOVEMBRO DE 2011E-mail: jintegra@gmail.com

    33 Anos Ano IXE di oEdi oE di oEdi oE di o

    41 341341 3413413R$ 2,50

    Hoje, a partir das20h30min, Am-r ic a/GF /F epoljoga no Ginsio Poliesportivode Tapera contra o Afusca,de Cachoeirinha, pela primei-ra partida da grande final docampeonato Estadual SriePrata.

    No ltimo sbado (12) otime taperense foi a Guabaenfrentar o AGF pela partidade volta da semifinal. O timetaperense perdeu no temponormal por 7 a 4, mas na pror-rogao venceu por 3 a 1 ,garantindo vaga na final.

    Na prxima semana acompetio ser decidida emCachoeirinha, s 20h.

    Amrica/GF/Fepol est na finalPrimeira partida hoje em Tapera

    Equipe taperense t reinouquinta no Poli

    As provas do concurso pblico e processo sele-t ivo da Prefei tura Municipal de Tapera sero aplica-das amanh, a parti r das 9h, no Insti tuto Es tadual deEducao Nossa Senhora Imaculada. A entrada serabert a s 8h30min.

    Os 252 candidatos inscrit os , entre os oit o cargosoferecidos , devem portar o comprovante de inscri-o, um documento com foto e uma caneta preta ouazul. Os contedos da avaliao es to disponvei sdo sit e www.premierconcursos.com.br.

    O gabarito oficial ser divulgado s 14h de se-gunda-feira, 21.

    Concurso pblicoe processo seletivoocorrem amanh

    A Sociedade de Cantores Concrdi a completou 100anos no ltimo domingo, 13, e a data foi comemorada comfesta. Alm da comunidade, participaram tambm autori-dades, visitantes e sociedades de cantores da regio.

    O culto ecumnico, ministrado pela pastora Mariza E.Neuberger, com o auxlio do presidente da comunidadeSo Paulo, Roberto Winter, deu incio programao, s10h. Em seguida houve a apresentao do grupo aniver-sariante e dos demais corais convidados: Grupo VocalCanta Comigo (Lagoa dos Trs Cantos), Glria (LinhaGlria), Sociedade de Cantores Inga (Santa Clara) e Soci-edade de Cantores Sempre Alegre (Linha So Paulo/NoMe Toque).

    Em meio s apresentaes pronunciaram-se as autori-dades: o vereador Snio Brune, representando a diretoriada Sociedade de Cantores Concrdi a, a vereadora NerliMaciel, representando a Cmara de Vereadores, o verea-dor Jlio Csar Bohn, a vice-prefeita de No Me ToqueTeodora Ltkemeyer, e o prefeito anfitrio Ernor Weber.

    Para Weber, reunir pessoas com o objetivo de cele-brar os feitos das comunidades uma injeo de nimo aosatuais lderes comunitrios, na continuidade da luta pela

    Grande festa marcou Centenrio da Sociedade de Cantores Concrdia

    preservao e fortalecimento das entidades.Os organizadores da festividade entregaram para cada

    famlia um livreto com parte da histria da Linha Kronenthal

    e da Sociedade de Cantores Concrdia.Na sequncia foi servido o almoo e tarde ocorreu

    uma reunio danante.

    Sociedade de Cantores Concrdia

    www.jornaldaintegracao.com.brConhea nosso site:

  • 2 Sbado, 19 de Novembro de 2011 GERAL

    J.L. PUBLICIDADES LTDA.CGC/MF 93.393.783/0001-00 CGC/ICMS 064/0031110REGISTRADA SOB N 02, LIVRO B, FL. 1 E 2 NO CARTRIO

    DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS JURDICAS/IBIRUB

    OJornal Integrao das Cidades est registrado no Cartrio de Registro Civil das PessoasJurdicas de Tapera sob o n 4293, Livro A-2, FL. 089. A empresa J. L. Publicidades Ltda. detentoradas marcas Jornal da Integrao e Jornal Cidades, fundados em 07/12/1979 e 15/10/1999, respectiva-mente.

    Tapera: Rua Duque de Caxias 460 - CEP 99490-000Fone (54) 3385-2925 - E-mail: jintegra@gmail.com

    Ibirub: Rua Serafim Fagundes 1084 - CEP 98200-000Fone (54) 3324-1723/1718 - E-mail: visao@jornalvr.com.br

    Circula o semana l aos sbad os em Tapera , Selb ach, L agoa do s Trs Cantos, VictorGraeff e Colo rado. Os cadern os So cial e C lassificado s circu lam ta mb m em Ibi rub, Quinzede No vembro e Fortaleza do s Va los.

    Impresso: Cia da Arte - CNPJ 92.107.9 78/000 1-7 5Rua Albino Bren dler, 146. Fone: (55) 3331-0318 Iju/RSRepresentante em PoA: Pereira de Souza & Cia. Ltda.Exemplar avulso: R$ 2,50 - Exemplar de arquivo: R$ 2,50Assinatura Anual: R$ 108,50

    Conceitos assinados no traduzem a opinio do jornal e so responsabili dade de seus autores.Diagramao: Maiara A. da Silva - maimaisilva@yahoo.com.br

    Diretor responsvel: Gustavo Brenner

    Odelegado de polcia de So Paulo Vilson Disposti,professor de direito penal e expositor esprita, relatouem uma entrevista que a dependncia qumica , nosdias atuais, assunto de grande importncia no planoindividual e social.

    O exerccio da funo de delegado de polcia,aliado educao esprita, levou-me a constatar que agnese dos delitos costuma estar relacionada com osdistrbios psquicos do infrator e obsesses (influn-cia espiritual) pertinazes, agravados pela ausncia doculto dos valores espirituais que nos so ensinados nafamlia. Porquanto o dependente de drogas algumque adoeceu por alguma razo, cujo motivo necessitaser investigado para se poder ajud-lo com algumaeficincia. Dentre as pessoas que buscam o tratamentono vi ningum consumir drogas por prazer. A maioriaexibe causas isoladas ou cumulativas de conflitospsicolgicos, transtornos de ans iedade e depresso.Por is so, aprendi a ter uma viso humanista e fraternada pessoa vitimada pela drogadio, ressaltou.

    importante, para o xito do tratamento, que seidentifique a causa motivadora do problema, para seaplicar o tratamento que melhor se ajuste necessida-de do paciente.

    A metodologia teraputica ideal se inicia por umaentrevista com o paciente e seus familiares, para cons-tatar a causa, a origem do desequilbrio psicolgico.

    Sociedade Esprita Raios de Luz

    Dependncia qumicaCOLUNA ESPRITA

    Jornal fili ado Adjori

    Se retornasse ao debatejornalstico no mundo dehoje, analisando o cartercclico e estrutural das cri-ses capitalistas, Marx pode-ria ser lido com particularinteresse hoje na Grcia e naItlia por um motivo especi-al: a reapario do governotcnico. Na qualidade dearti culista do New YorkDaily Tribune, um dos diri-os de maior circulao deseu tempo, Marx observouos acontecimentos poltico-institucionais que levaramao nascimento de um dosprimeiros governos tcni-cos da histria, em 1852, naInglat erra : o gabineteAberdeen (dezembro de1852/janeiro de 1855).

    A anlise de Marx notvel por sua sagacida-de e sarcasmo. Enquanto oTimes celebrava o aconte-cimento como um sinal deingresso no milnio polti-co, em uma poca na qual oesprito de partido est des-tinado a desaparecer e noqual somente o gnio, aexperincia, o trabalho e opatri otismo daro di reito aacesso aos cargos pbli-cos, e pedia para esse go-verno o apoio dos homensde todas as tendncias,porque seus princpiosexigem o consenso e o apoiouniversai s; enquanto oseditorialistas do jornal dizi-am isso, Marx ridiculariza-va a situao inglesa noart i go Um gove rnodecrpito. Perspectivas dogabinete de coalizo, pu-blicado em janeiro de 1853.

    O que o Times cons ide-rava to moderno e bemarticulado, era apresenta-do por Marx como uma far-sa. Quando a imprensa deLondres anunciou um mi-nistrio composto por ho-mens novos, Marx decla-rou que o mundo ficar um

    Grcia, Itlia e os sagazes sarcasmos de Marxsobre os governos tcnicos

    Marcello Musto (*)

    tanto estupefato ao saberque a nova era da histriaest a ponto de ser inaugu-ra da por cansados edecrpitos octoge nrios(...), burocratas que partici-param de praticamente to-dos os governos desde ofinal do sculo passado,frequentadores assduosde gabinetes duplamentemortos, por idade e por usu-ra, e s mant idos vivos porartifcio.

    Para alm do juzo pes-soal estava em questo, claro, o de natureza polti-ca . Marx se pe rgunta:quando nos promete adesapario total das lutasentre os partidos, inclusiveo desaparecimento dos pr-prios partidos , o que o Ti-mes quer dizer? A interro-gao , infelizmente, deestrita atualidade no mun-do de hoje, no qual o dom-nio do capital sobre o tra-balho voltou a tornar-se toselvagem como era em me-ados do sculo XIX.

    A separao ent re oeconmico e o poltico,que diferencia o capitalis-mo de modos de produoque o precederam, chegouhoje ao seu pice. A econo-mia no s domina a polti-ca, fixando agendas e deci-ses, como retirou compe-tncias e atribuies queeram prprias desta, privan-do-a do controle democr-tico a tal ponto que umamudana de governo j noaltera as diretrizes da polti-ca econmica e social.

    Nos ltimos 30 anos ,inexoravelmente, o poder dedeciso foi sendo transfe-rido da esfera pol tica paraa econmica, transforman-do possveis decises pol-ticas em incontes tveis im-perativos econmicos que,sob a mscara ideolgicado apoltico, dissimulam,

    ao contrrio , uma orienta-o claramente poltica e decontedo absolut amentereacionrio. O deslocamen-to de uma parte da esferapoltica para a economia,como mbito separvel einaltervel, a passagem dopoder dos parlamentos (jsuficient emente esvazia-dos de valor representati-vo pelos sis temas eleito-rais e majoritrios e pelareviso autoritria da rela-o entre Poder Executivo ePoder Legislativo) para osmercados e suas ins titui-es e oligarquias consti-tui, em nossa poca, o mai-or e mais grave obs tculointerpos to no caminho dademocracia. As avaliaesde Standard & Poors, ossinais vindos de Wall Street esses enormes fetichesda sociedade contempor-nea valem muito mais doque a vontade popular.

    No melhor dos casos, opoder pol tico pode inter-vi r na economia (as classesdominantes precisam dis-so, inclusive, para mitigaras destruies geradas pelaanarquia do capitalismo e aviolncia de suas crises),mas sem que seja possveldiscutir as regras dessa in-terveno e muito menosas opes de fundo.

    Exemplos deslumbran-tes disso so os aconteci-mentos dos ltimos dias naGrcia e na Itli a. Por trsda impostura da noo deum governo tcnico ou,como se dizia nos temposde Marx, do governo detodos os talentos es-conde-se a suspenso dapoltica (referendo e elei-es esto excludos), quedeve ceder em tudo para aeconomia. No artigo