Jornal Central Notícias - 19ª Edição

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Nova Expresso em Jornalismo

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<ul><li><p>JornalCentral Notcias</p><p>Nova expresso em JornalismoC- MG - A II E 19 - 08 DE FEVEREIRO DE 2013</p><p>Os 45 dias de Maurlio na Prefeitura</p><p>E 19 - 08 DE FEVEREIRO DE 2013</p><p>Os 45 dias de Maurlio na Prefeitura</p><p>Nesta edio, Jordane Alves ilustra a nossa capa. Alegre, por-tadora de cati vante sorriso, est sempre presente nas festas e acontecimentos sociais. Com 20 anos, fi lha de Marilac Santos e Ro-grio Bati sta (in Memorian). For-mada em Tcnica de Contabilida-de no dispensa uma academia.</p><p>Maquiagem: Tamara MendesRoupa: Renata Bouti que </p><p>Foto: Leandro Bustamante</p><p>Jordane A</p><p>lves</p><p>Eleio Sicoob</p><p>Autdromo de Curvelo</p><p>Reviver o grande futebol </p><p>PGINAS 2,3,4 e 5 </p><p>PGINA 10</p><p>VEJA - PGINA 9 </p><p>Com requerimento do vereador Humberto Freire Pereira e subscrito por todos os membros da Casa, estaro presentes em reunio ordinria da Cmara Municipal de Curvelo, os senhores Flvio Bergman, Alfredo Rodrigues dos San-tos e Renato Filgueiras prestando informaes sobre a construo do Autdro-mo Internacional de Curvelo, a se realizar no dia 18, s 18 horas.</p></li><li><p>Jornal Central Notcias - Edio 19 - Pgina 02 - 08/02/2013</p><p>Maurlio vistoria casas em situao precria no Guimares Rosa</p><p>O conjunto habitacio-nal inaugurado no ano passado, que recebeu o nome do ilustre escritor Guimares Rosa, est enfrentando srios pro-blemas. Alm do deste-lhamento ocorrido du-rante uma tempestade no ms de dezembro ltimo, agora os mora-dores esto muito pre-ocupados com a eroso que est se alastrando pelas ruas do loteamento.</p><p>A denncia chegou aos ouvidos do prefei-to Maurlio Guimares na ltima sexta-feira, 1 de fevereiro, aps um chamado feito por uma moradora Rdio Clube de Curvelo. A jornalista Karla Arajo procurou o prefeito para obter infor-maes e ele se disps a ir pessoalmente averiguar a situao dos morado-res do Guimares Rosa.</p><p>Acompanhado do Se-</p><p>cretrio de Planejamento e Governo, Daltinho Cana-brava, e do Secretrio de Obras, Agenor Fernandes, o prefeito conferiu a gran-de fenda que est invadin-do o terreno e compro-metendo vrias casas da Rua Manuelzo (nome de outro grande personagem dos romances rosianos).</p><p>Segundo informaes obtidas no dia anterior pela jornalista junto mo-radora de nome Alice, o terreno cedeu e a fenda est aumentando a cada dia, colocando a estrutu-ra da casa em risco. O quintal est afundando e tenho medo de deixar as crianas brincando l. Outro dia fui estender roupa, a terra cedeu e eu ca no buraco, relatou ela em entrevista Rdio no dia anterior visita do prefeito. Outra moradora tambm apontou falhas no terreno e declarou </p><p> imprensa que havia procurado a Caixa Eco-nmica Federal e a cons-trutora responsvel pelo conjunto habitacional, mas no obteve retorno. </p><p>Atendendo ao chama-do da imprensa, Maurlio e sua equipe constata-ram in loco todo o risco a que as famlias esto expostas no conjunto habitacional. Considero esta uma situao vergo-nhosa. Isso que estamos vendo uma covardia com as famlias carentes e resultado de uma obra mal feita, de um servio ruim, opinou o prefeito, em entrevista veicula-da hoje na Rdio Clube.</p><p>Durante a visita, o pre-feito recebeu uma ligao do gerente da CEF, Sr. Gil-berto. Na conversa, ele garantiu a Maurlio Gui-mares que o problema ser resolvido com a aju-da da seguradora respon-</p><p>svel por cobrir os danos.Ao fim da visita, o pre-</p><p>feito foi convidado pelos moradores para um caf e tirou muitas fotos com </p><p>as crianas do conjunto habitacional, a pedido de suas mes. Estamos mui-to satisfeitas em ver o pre-feito atendendo ao nosso </p><p>chamado. E temos certe-za de que agora a nossa situao ser mesmo re-solvida, disse uma delas.</p><p>* Nosso agradecimento jornalista Karla Arajo, que nos forneceu dados e fotos para esta matria.</p><p>Central NotciasNova expresso em Jornalismo</p><p>Endereo: Rua Adauto Lcio Cardoso, 164 - Tibira - Curvelo-MG - Fone: (38) 3722-6098</p><p>E-mail: jornalcentralnoticias@ymail.com</p><p>Diretor responsvel: Ernesto Ricardo</p><p>Reportagem e Publicidade: Rubem Serro de Azevedo - (38) 9990-6086</p><p>Diretor de Redao: Ernesto Ricardo</p><p>Impresso: Editora Sempre</p><p>Editorao Grfica: Leandro Bustamante - (38) 9902-7888</p><p>Criao publicitria: Leandro Bustamante</p><p>EXPEDIENTECNPJ: 14.313.300/0001-35</p><p>Insc. Estadual: Isento - Insc. Municipal: 4450Os artigos assinados no exprimem necessa-riamente a opinio do jornal e so de inteira </p><p>responsabilidade de seus autores</p><p>Filiado ao SINDIJORI Registro: 0689</p><p>ENCONTRO CULTURALEm reunio ordinria, </p><p>que tornou-se extraor-dinria, no dia 12 de ja-neiro do corrente ano, na Fazenda Espigo proprie-dade de Evandro Guima-res de Paula, presidente da Academia Curvelana de Letras encontraram--se acadmicos, familia-res, amigos e convidados. Foi um dia inesquecvel. O presidente abriu a sesso e em seguida a secretria geral Concei-o Drummond prestou homenagem pstuma a seu genro Henrique Bo-aventura Diniz com um texto emocionado. Tam-bm enalteceram o fa-lecido a confreira Maria Auxiliadora e o presiden-te do sodalcio. O ponto alto da reunio foram as presenas de alemes, que esto de passagem pelo Morro da Gara e que estavam acompa-nhando a acadmica F-tima Coelho. Professor Bertold Ziller est tra-duzindo para o alemo a obra Grande Serto Veredas de Guimares Rosa e veio conhecer os caminhos roseanos para maior fidedignidade do texto. A Sra. Cludia S. Dvila produtora cultu-ral em Berlim acompa-nhava-o e enalteceu o interrelacionamento da </p><p>Tendo em vista o trgico aconte-cimento no Rio Grande do Sul, todo o Brasil foi posto em alerta mximo quanto segurana nas casas e espa-os destinados a eventos pblicos. Em Curvelo a situao no diferente. Por deciso da Secretaria Municipal de Cultura, Desporto, Lazer e Turis-mo, hoje chefiada por Marivete Alves, o Cine Teatro Virgnia foi a partir de 01/02, temporariamente interditado.</p><p>A deciso vem de encontro a um desejo antigo de nossa parte e foi acelerada, claro, com o fato ocorri-do em Santa Maria. Uma situao de risco iminente foi observada pela administrao do Cine Teatro Virgnia durante o ltimo evento l realizado formatura da turma de Enfermagem da FACIC, em que a casa recebeu p-blico muito superior sua capacida-de. Diante disso, solicitamos ao admi-nistrador, Geraldo Magela Pereira, um levantamento da situao do cinema. Infelizmente, foram observadas diver-sas irregularidades que devero ser corrigidas o quanto antes para que o Cine Virgnia volte a funcionar, expli-cou a secretria municipal.</p><p>Um ofcio foi enviado ao Comando do Corpo de Bombeiros solicitando a vistoria do Cine-Teatro para averi-guao das adequaes necessrias. No podemos ainda falar em prazo para reabertura. Somente depois de recebermos o laudo tcnico do CB e de fazer as adequaes exigidas pelas normas de segurana que podere-</p><p>mos reabrir o Virgnia. preciso en-tender que esta uma ao preventi-va que visa segurana dos usurios e freqentadores do local, apontou Marivete Alves.</p><p>Para se ter uma ideia, a capaci-dade de pblico da parte inferior do Cine Teatro Virgnia, onde so realiza-dos os eventos culturais e institucio-nais atualmente, de 836 lugares. Na formatura do curso de Enfermagem, havia mais de 1.000 pessoas dentro do local, alm de dezenas de pessoas aglomeradas na entrada. Pessoas que l estiveram testemunharam quando um jovem acendeu um sinalizador. Embora o sinalizador utilizado fosse adequado ao uso interno, no caso de um sinistro, seria impossvel, dentro das atuais condies do Cine Virgnia, retirar todas as pessoas dentro de um prazo razovel e de forma segura, alertou o administrador Geraldo Ma-gela.</p><p>A Secretaria de Cultura informou que os rgos e instituies que ti-nham eventos agendados j esto sendo informados sobre a interdio. Graas a Deus, temos contado com a compreenso de todos, j que to-dos entendem que esta uma ao preventiva que visa evitar acidentes como aquele ocorrido em Santa Ma-ria, finalizou a Secretria Marivete Alves.</p><p>literatura com outras ar-tes, principalmente em Minas Gerais. Dietay Heidemann professor de geografia na USP falou de sua alegria ao rever amigos e conhecer no-vos. Contou-nos que em suas aulas faz a interdici-plinaridade com a litera-tura, principalmente a de Guimares Rosa tendo apresentado vrios tra-balhos e documentrios dirigidos por sua esposa a cineasta Marilyn, nos-sa conhecida pela obra Mutum filmada no Mor-ro da Gara. Muito cum-primentado o acadmi-co Eli Faria retornando aps ausncia justifica-da, para a alegria de to-dos. O autor da ideia do Encontro ser na Fazenda Espigo foi do Acadmi-</p><p>co Dr. Carlos Magno que sintetizou muito bem o pensamento de todos: ...neste local no se pre-cisa fazer poesia, aqui j a prpria poesia.</p><p>Aps todos acad-micos fazerem suas co-locaes o presidente Evandro encerrou com um belo soneto de sua autoria e convidou a to-dos para um maravilho-so almoo comandado por sua elegante e fina esposa Rosana. O papo rolou tarde a dentro ten-do como pano de fundo a vista do Morro da Gara ... belo como uma pa-lavra, Guimares Rosa. Como cortina a cidade de Curvelo ... onde o que importa a vida que segue e algo que fica. Conceio Drummond.</p><p>Na foto Evandro Guimares de Paula, presidente e Concei-o Drummond, secretria da Academia Curvelana de Letras</p><p>Cine Teatro Virgnia interditado temporariamente</p></li><li><p>Jornal Central Notcias - Edio 19 - Pgina 03 - 08/02/2013</p><p>MEDiCAMENTOS DiViDEM ESPAO COM bARATAS A POLTiCA </p><p>COMO ELA Alm de providenciar, dentro das </p><p>atuais condies possveis, a limpeza das vias mais urgentes e de reas de mata em torno dos crregos, a Admi-nistrao Municipal 2013/2016 est to-mando cincia do estado geral da Sa-de em Curvelo. E ele no vai nada bem, ao contrrio do que foi alardeado.</p><p>Em visita ao atual depsito de me-dicamentos do chamado Almoxarifado Municipal, que foi transferido pela ges-to anterior para o 2 e 3 andares do prdio do Cine-Teatro Virgnia, a Secre-tria Municipal de Sade, Rejane Val-gas, constatou um verdadeiro descaso com a coisa pblica e com a conserva-o dos remdios que so distribudos populao.</p><p>BARATAS E MUITO CALOR</p><p>Nos dois andares desti nados ao Al-moxarifado, muitas baratas esto divi-dindo espao com caixas de medica-mentos. Isso constante aqui, j at nos acostumamos com elas, disse a farmacuti ca Fernanda Pais Aguiar, res-ponsvel h cerca de um ano pelo setor. De acordo com ela, a pssima situao do local escolhido pela administrao passada para abrigar os remdios foi muitas vezes questi onada, sem retorno algum.</p><p>Fizemos diversos of cios, sem res-posta. Pedimos melhorias, ar refrige-rado e geladeiras para os termolbeis (que precisam de temperatura mais baixa) e falamos sobre os riscos daqui, mas ningum nos respondeu, disse ela, mostrando Secretria as cpias de of cios enviados desde 2011 pelos </p><p>funcionrios do Almoxarifado da Sade.O calor nas salas quase insupor-</p><p>tvel. Frascos de anti biti cos, como amoxilina e eritromicina, alm de po-madas ginecolgicas, que deveriam ser acondicionados em at 23, esto em uma sala exposta a temperatura de at 40. Aqui, na parte da tarde um for-no, uma verdadeira sauna, diz uma das funcionrias. Isso porque as salas do Cine Virgnia so completamente ina-dequadas ao ti po de trabalho que ali executado. Alm disso, quando chove, as paredes fi cam completamente mofa-das e a umidade alta.</p><p>De todo o modo, os princpios ati -vos dos remdios podem sofrer varia-es srias, que comprometem seu efeito, disse a farmacuti ca respons-vel.</p><p>FARMCIA BSICA</p><p>Mas o risco de perder medicamen-tos no o nico problema da Secre-taria de Sade. J faz alguns meses que remdios de uso cont nuo no so en-contrados nas farmcia municipal ou postos de sade. </p><p>O estoque de remdios como cin-vastati na, omeprazol, captopril, propa-nolol, entre outros, est zerado. No temos como atender de imediato. Para reverter isso, teremos de fazer pedido emergencial. Pretendemos solicitar uma quanti dade para trs meses (que o mximo possvel) mas sabemos que a demanda acumulada far com que a procura seja maior que a oferta. Portan-to, correremos o risco de isso no dar nem pra um ms!, alerta a Secretria Rejane Valgas.</p><p>A palavra polti ca, segundo os fi -lsofos, signifi ca a arte ou a cincia de governar uma nao, entre ou-tros signifi cados.</p><p>Nas linhas seguintes, nosso obje-ti vo mostrar como de fato aconte-ce o desdobramento aqui no Brasil de nossa polti ca parti dria.</p><p>O que se v aqui, o troca-troca de parti do que representa o retrato sem retoque do cidado descom-promissado com a ti ca polti ca, com raras excees, pois, de regra, o polti co vem mudando de parti do medida em v crescer a possibili-dade de obter vantagens pessoais em outra legenda, ainda que seja de carter escuso pouco se impor-tando, desde que seu crescimento polti co apresente possibilidade de galgar cada vez mais os degraus do poder a qualquer custo.</p><p>A infi delidade parti dria sem-pre traz desconforto s lideranas governistas ou de oposio, pela difi culdade na defesa de seus pon-tos de vista atravs do voto de seus liderados, pois nem sempre o par-ti do pode contar com a certeza de que, ao ser votado um projeto de seu interesse perante a opinio p-blica, pode contar com a totalidade de seus membros por ocasio da votao do projeto. Sendo assim, h possibilidade at mesmo de deban-dada do parti do para outras hostes contrrias.</p><p>As alianas polti cas, um arran-jo muitas vezes saudvel num pas onde o sistema polti co de pluri-parti darismo, s vezes surgem de forma bastante absurda, unindo parti dos de ideologias polti cas pa-radoxalmente opostas, levando o adversrio ferrenho de hoje, opo-sio de aliado fraterno quando vis-lumbra um a luz no fi m do tnel na consecuo de seus projetos pesso-ais, nem sempre do interesse dos eleitores. A exemplo do que foi dito, assisti mos nas lti mas eleies de outubro/2012, o ex-presidente Lula juntar-se ao Deputado Paulo Maluf para eleger o ex-ministro da Educa-o, Fernando Hadad, para prefeito </p><p>de So Paulo. Essa unio surpreen-deu a maioria dos polti cos brasilei-ros.</p><p>Nos lti mos anos, a classe polti -ca tem sido vista como uma insti tui-o das mais despresti giadas no ce-nrio nacional devido aos arti f cios condenveis que uti lizam na defesa da elite para qual legislam. Muitos vezes, ignoram outros segmentos da sociedade, tendo olhos apenas para os grupos a que pertencem, numa verdadeira desigualdade so-cial, quando seus altos subsdios so arrancados dos salrios de todos que, com muito suor, so escorcha-dos atravs de impostos impiedosos e que causam revolta quando cons-tatado que ocupantes de cargos eleti vos e agentes pblicos apron-tam as maracutaias para desviar em benef cio prprio o dinheiro fruto do trabalho honesto daqueles que mourejam nos diversos segmentos da economia, contribuindo para o crescimento do pas.</p><p>Ulti mamente, o que se tem pre-senciado atravs dos veculos de comunicao, so os escndalos de corrupo envolvendo polti cos, juzes, policiais advogados e outros indivduos pertencentes s cate-gorias pagas pelo poder pblico que, por dever de of cio, deveriam ser guardies de seus concidados, mas que, na verdade, so sangues-sugas que deveriam estar elimina-dos do seio da sociedade atravs de correti vos legais a serem aplicados aos que vivem, marge...</p></li></ul>