jornal a voz 28ª edição

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Jornal A Voz 28ª Edição

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  • Ano: III Edio 28 2 Quinzena de Junho de 2014

    Deus Fiel Distribuio Gratuita

    No tem Paraguai, Larissa Riquelme!

    Musa mostra sua torcida pelo

    Brasil na Copa.

    E-mail: jornalavozsme@gmail.com www.jornalavozsme.com.br

    Locao de veculos em padaria e farmcia.

    24 horas do Novo Gama - GO ampliado.

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    Expresso DF Sul trecho Santa Maria inaugurado.

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    Deus Fiel Distribuio Gratuita

    No tem Paraguai, Larissa Riquelme!

    Musa mostra sua torcida pelo

    Brasil na Copa.

    E-mail: jornalavozsme@gmail.com www.jornalavozsme.com.br

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  • 02

    O papel do oportunismo eleitoreiro brasileiro

    Editorial

    A ao do oportunismo eleitoreiro frente o protes-to popular que inundou as ruas do pas algo digno de destaque pela vileza com que tratou as massas rebeladas. Esse oportu-nismo se divide em dois: as siglas e entidades que esto encasteladas na ge-rncia do Estado, depen-duradas em suas tetas e as siglas e organizaes que disputam no campo insti-tucional o privilgio de gerenciar os interesses do latifndio, da grande bur-guesia e do imperialismo.O bloco formado por PT/PCdoB/PSB, ademais de PMDB e PDT et caterva, se fez de morto quando comearam os protestos, desbaratados, apavora-dos e aturdidos, pois o Brasil estaria muito bom, desenvolvendo, o povo consumindo como nunca, os indicadores sociais no-tavelmente em alta, etc., etc.. Cados na real de que o encanto do po e circo quebrara-se, tentaram a astcia com Dilma falando em rede nacional de televi-so e o PT proclamando a onda vermelha com que pretendeu-se entrar em bloco nas manifestaes em SP e foram repelidos pelas massas. Restaram-lhes agir via aparato esta-tal e, insidiosamente por uma campanha de des-mobilizao e de infuso do pnico no povo, com boataria da ensebada can-tilena do perigo de golpe da direita.Em verdade, o sentimento que galvanizou os mani-festantes de modo geral era o da revolta de uma nao ultrajada e um povo manipulado e o sentido lgico imediato era o de colher a bandeira nacional e entoar o Hino para afir-mar que era ele, o povo re-belado, a nao, e no essa crosta politiqueira, corrup-ta, cnica e mentirosa.O rechao aos partidos era um sentimento do povo expresso numa juventude

    Expediente

    Uma publicao de A&E Produo eServios Ltda.

    CNPJ: 05460820/0001-80

    CF/DF: 07.486.836/001-91

    End.: QR. 216 Conj. A Lote 21 Santa Maria - DFFone: 61 3021-7525

    Diretor Executivo:Almir Lennon

    Consultoria Jurdica:Dr.Paulo Roberto OAB DF 11.837

    Diretor de Arte:Fbio Luiz (Fbio Luck)

    Distribuio:Juninho Oliveira

    Circulao:Santa Maria, Gama, Riacho Fundo I e II, Recanto das Emas, Candangolndia, Ncleo Bandeirante - DF, Valparaso, Novo Gama, Cidade Ocidental e Luzinia-Go. (Nos comrcios locais destas cidades) Orgo Pblico do DF e Regio Metropolitana de

    Braslia.

    Tiragem: 10.000 exemplaresImpresso: Grfica Braslia Agora.

    Fone: 61 3344-9063

    As matrias Publicadas pelos seus idealizadores so de sua inteira responsabilidade.

    Mande sua sugesto de matria, crtica ou elogio.E-mail: jornalavozsme@gmail.com

    Anuncie no jornal:61 8509-7219

    que no aceitava mais que falassem em seu nome, tampouco manipulassem seu protesto. E claro, o monoplio da imprensa, guisa de encenar identida-de com os manifestantes, tratou logo de dar reper-cusso ao clamor de sem partido, sem partido. E no somente essa impren-sa reacionria, de supor que todas as correntes po-lticas buscassem interferir segundo sua ideologia, linha e anlise do que se estava ocorrendo, e nisto os diferentes grupelhos da extrema direita no fi-cariam de fora. Registrou-se, particularmente no RJ e SP, a presena de nazis como os carecas, inte-gralistas com seu anau e outras caricaturas de na-cionalistas fascistas. Con-tudo tudo isto no passou de ridicularia, tal como tambm foi da parte des-sa esquerda reformista eleitoreira tachar os ma-nifestantes de fascistas, de direita, etc. Com o fim da Copa das Confederaes e o recuo de governantes quanto ao aumento das tarifas do transporte coletivo, as ma-nifestaes massivas reflu-ram e o frenesi tomou con-ta das hostes oportunistas do governo. Apressada em recuperar sua liderana burocrtica com seus mo-vimentos sociais chapa branca, tal como suas hor-rorosas centrais sindicais amarelas, manejam atra-vs de aes demaggi-cas, tal como o suspeitoso chamado a uma greve ge-ral, cujo propsito nico o de se criar um novo fato poltico com que protago-nizem com suas crticas adocicadas patronal e ao governo, organizem nego-ciaes e, sob as luzes dos monoplios de imprensa, encenem passar-se por legtimos e responsveis representantes do povo re-voltoso.Assim como o monoplio da imprensa, os ocupantes de turno do Planalto ten-

    taram capitalizar para si parte dos protestos, como se no fora eles alvo do rechao e revolta popula-res, num show mpar de dissimulao. Pronuncian-do-se em rede nacional, a senhora Dilma Roussef afirmou serem as manifes-taes a comprovao da democracia e prometeu 5 pactos, nada mais nada menos, entre eles mesmos, a canalha politiqueira do Partido nico que, como lacaios do imperialismo, da banqueirada e das transnacionais, gerenciam esse velho e corrupto Es-tado nos nveis federal, estadual e municipal. Es-sencialmente fazem furor, uma vez mais, com a ben-dita reforma poltica, que outra coisa no se-no nova acomodao no funcionamento do falido sistema de governo de ou-tro simulacro, o to exalta-do Estado Democrtico de Direito.Assim que, tambm, en-saia-se colocar suas bases corporativizadas pelas centrais sindicais, UNE, MST e outros nas ruas, numa clara tentativa de pelo menos minimizar os prejuzos.J PSOl, PSTU e outros grupos reformistas, ainda que desde o incio tenham participado dos atos visan-do protagonismo e pro-moo eleitoral, tambm tiveram suas bandeiras rejeitadas. No realizan-do seus intentos dirigistas e sob vaias e ataques das massas que rejeitavam a presena de qualquer sigla do Partido nico. Tambm a reao destes no foi di-ferente, somaram-se ao ridculo conto da direita comandando os protes-tos. Engrossaram o coro de condenar os vndalos e, por fim, trilharam o ca-minho da desmobilizao.Passaram a burocratizar ao mximo as plenrias que discutiam os rumos do movimento e sabotaram sistematicamente todas

    as decises desses fruns. Em outros lugares impul-sionaram a demagogia de assemblia horizontal como meio da peque-na-burguesia impor seu autoritarismo e torpedear o movimento. Chegaram mesmo a recorrer velha ordem, sua polcia cri-minosa, para denunciar grupos de extrema direi-ta que queimaram suas bandeiras. Que ningum duvide que fossem dela-tadas tambm lideranas e ativistas populares mais combativas, pois que tal procedimento recorren-te.E assim o oportunismo se-gue sua sina, alheio ver-dadeira voz das ruas. Os que hoje esto testa do velho Estado se defendem como podem ainda ator-doados com as palavras de ordem da multido, ence-nam propostas, mas sem molestar os monoplios. Os que julgam fazer opo-sio de esquerda, liga-dos umbilicalmente ins-titucionalidade e mesmo sendo alguns destes pari-dos da mesma barrigada petista, tentam focalizar os protestos em causas pon-tuais e eleitoreiras, no af por negociar com alguma autoridade, chegar a acor-dos, etc., evitando a todo custo o ataque ao velho Estado.O oportunismo no topo do velho Estado maneja para dar o tom da pauta polti-ca, de modo a envolver a opinio pblica na criao de novos fatos polticos com uma falsa polmica sobre realizao ou no de plebiscito/referendo de um reforma poltica, auxiliado pela oposio emasculada de PSDB e seu bando igualmente cri-minoso. A nica certeza que se pode ter de um novo chamado s urnas em breve, como manobra indispensvel para refor-mar o modo de enganar o povo, coisa ao estilo dessa democracia de fancaria em que vivemos.

  • 03

    Cmara do DF ouve deputados que locaram carros em padaria e farmcia

    GDF inicia implantao de praa de multieventos

    no Recanto das Emas

    O presidente da C-mara Legislativa do Distrito Federal, Wasny de Roure (PT), in-formou que vai ouvir nes-ta tera (1) os deputados distritais Robrio Negrei-ros (PMDB) e Paulo Roriz (PP), para decidir quais providncias tomar aps denncias de que eles alu-gam veculos de locadoras com sedes em uma pada-ria, uma farmcia, uma re-sidncia e no escritrio po-ltico do prprio distrital. O caso foi revelado pelo DF TV nesta segunda-feira (30). Os parlamentares ne-gam irregularidades.Robrio Negreiros gastou R$ 20,8 mil com a locao de veculos desde o incio do ano. As notas fi scais apresentadas pelo depu-tado indicam a locao de um veculo de luxo, mas no endereo da empresa funciona uma farmcia. Robrio Negreiros aluga tambm um carro de outra empresa, mas no endereo indicado nas notas h uma loja de bolos.A assessoria do deputado Robrio Negreiros afi r-mou que houve alteraes nos endereos das locado-ras e que o gabinete no tem obrigao legal de atestar a existncia da es-trutura das empresas.Esses indcios de graves irregularidades tm se re-petido e, portanto essas notas fi scais tm que ser auditadas. Se existe de fato esse contrato, se h veculos realmente que esto sendo alugados ou se isso seria ape-nas uma forma de o dinheiro retornar fonte pagadora secretrio-geral da ONG Contas Abertas, Gil Caste-lo Branco.Ainda segundo notas re-cebidas pela Cmara, o deputado Paulo Roriz gastou, em quatro meses, R$ 25 mil com aluguel de carros. Os documentos in-dicam a locao de uma van de uma empresa cujo endereo o de uma resi-dncia ocupado por uma famlia h seis meses.

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