ion´mero de vidro - .8/17/2012 3 cido itac´nico cido maleico cido tartrico e impede que

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  • 8/17/2012

    1

    Ionmero de Vidro Prof. Paulo Francisco Cesar

    paulofc@usp.br

    Roteiro da Aula

    1. Introduo/Histrico

    2. Formas de apresentao

    3. Classificao

    4. Composio

    5. Reao de presa

    6. Manipulao

    7. Indicaes

    8. Ionmeros modificados

    1. Introduo/Histrico

    O cimento de ionmero de vidro surgiu partir

    de dois outros cimentos odontolgicos:

    a) Silicato (liberao de flor)

    b) Policarboxilato de Zinco (unio qumica aos

    tecidos dentais)

    Cimento de silicato

    Cimento de policarboxilato de zinco

    P: Vidro Lq: cido Fosfrico P: xido de Zinco Lq: c. Poliacrlico

    Cimento de Ionmero de Vidro

    xido de Zinco

    c. Poliacrlico c. Fosfrico

    Vidro

    Silicato

    Policarboxilato de Zinco

    Ionmero de Vidro

    Fosfato de Zinco 2. Formas de Apresentao

    Cpsulas

    P + Lquido

  • 8/17/2012

    2

    3. Classificao 3.1. Quanto composio

    Convencionais

    Modificados por metais

    Modificados por resinas

    Tipo I: Cimentao

    Tipo II: Restaurao

    Tipo III: Base ou forramento

    3. Classificao 3.2. Quanto indicao

    4. Composio

    4.1. P - partculas de vidro:

    SiO2 (slica)

    Al2O3 (alumina)

    CaF2 (fundente)

    4.2. Lquido - soluo aquosa de:

    cido poliacrlico (principal componente)

    cido tartrico

    cido itacnico

    4.1. P do Ionmero de vidro

    4.1.1. Composio das partculas de vidro

    NOORT, R. Introduction to dental materials

    Restaurao: ~ 50 m

    Cimentao e forramento: < 20 m

    Corra L; Tsuneharu O. Matria, 2006.

    4.1. P do Ionmero de vidro

    4.1.2. Tamanho das partculas de vidro

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2CH2

    [COOH]

    [COOH]

    4.2. Lquido do Ionmero de vidro

    4.2.1. cido Poliacrlico

  • 8/17/2012

    3

    cido Itacnico

    cido Maleico

    cido Tartrico

    4.2. Lquido do Ionmero de vidro

    4.2.2. Anlogos do cido Poliacrlico

    cido Itacnico: reduz a viscosidade do lquido e impede que ele sofra geleificao antes de ser usado.

    cido Tartrico: aumenta o tempo de trabalho mas diminui o tempo de presa (Grfico no prximo slide).

    4.2. Lquido do Ionmero de vidro

    4.2.3. Funes dos anlogos do cido Poliacrlico

    4.2. Lquido do Ionmero de vidro

    4.2.4. Efeito da adio de cido tartrico

    Existem composies anidras de CIV nas

    quais h apenas gua destilada no lquido;

    Neste caso, o cido colocado no p pelo

    processo de liofilizao;

    Esses produtos tem maior prazo de

    validade.

    4. Composio 4.3. Observao: composio anidra

    5. Reao de Presa

    5.1. Dissoluo das partculas de vidro

    5.2. Geleificao

    5.3. Endurecimento continuado CH

    2

    CH

    CH2

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2CH2

    OC O

    OC O

    5. Reao de Presa

    5.1. Dissoluo das partculas de vidro

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2CH2

    [COOH]

    [COOH]

    + H+

  • 8/17/2012

    4

    5.1. Dissoluo das partculas de vidro

    Ca Al Na

    F

    Gel de slica

    (NaF2)

    H+ CH3CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH

    OC O

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2CH2

    OC O

    OC O

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    OC O

    OC O

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH

    CH3

    CH2

    CH

    CH2

    OC O

    OC O

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    OC O

    OC O

    Ca2+

    Ca2+

    Al3+

    OC O

    5. Reao de Presa

    5.2. Geleificao (ligao com ons clcio) CH

    3

    CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH

    OC O

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2CH2

    OC O

    OC O

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    OC O

    OC O

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH

    CH3

    CH2

    CH

    CH2

    OC O

    OC O

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    OC O

    OC O

    Ca2+

    Ca2+

    Al3+

    OC O

    CH3

    CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH

    OC O

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2CH2

    OC O

    OC O

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    OC O

    OC O

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH

    CH3

    CH2

    CH

    CH2

    OC O

    OC O

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    CH2

    OC O

    OC O

    Ca2+

    Ca2+

    Al3+

    OC O

    5. Reao de Presa

    5.2. Geleificao (ligao com ons alumnio)

    5. Reao de Presa

    5.3. Endurecimento continuado

    Aps a geleificao, o material passa pela fase de

    endurecimento que pode perdurar por at sete dias.

    A estrutura final do CIV consiste de partculas de vidro

    envolvidas por um gel de slica em uma matriz de cido

    poliacrlico contendo ligaes cruzadas.

    5. Reao de Presa

    5.3. Endurecimento continuado

    NOORT, R. Introduction to dental materials

    5. Reao de Presa

    5.3. Endurecimento continuado

    Partcula de vidro no-reagida

    Sal Gel de slica

  • 8/17/2012

    5

    Reao cido-base

    Reao sensvel ao frio

    Reao sensvel ao ganho e perda de gua

    Longo tempo de presa

    Proteger restaurao nas primeiras horas

    5. Reao de Presa

    5.4. Resumo:

    cido poliacrlico (ionizado) reage com clcio

    presente na hidroxiapatita;

    ons hidrognio fazem ligao entre cido

    poliacrlico e colgeno presente nos tecidos

    dentais.

    5. Reao de Presa

    5.5. Adeso aos tecidos dentais:

    5. Reao de Presa

    5.5. Adeso aos tecidos dentais:

    NOORT, R. Introduction to dental materials

    Tecidos Dentais 0

    2

    4

    6

    8

    Nenhum c. Poliacrlico

    Tratamento de Superfcie

    Re

    sist

    n

    cia

    de

    Un

    io

    (M

    Pa)

    Esmalte

    Dentina

    6. Manipulao

    6.1. Homogeneizao do p

    6. Manipulao

    6.2. Proporcionamento do p e do lquido

  • 8/17/2012

    6

    6. Manipulao

    6.2. Proporcionamento do p e do lquido

    6. Manipulao

    6.2. Proporcionamento do p e do lquido

    6. Manipulao

    6.3. Aglutinao

    1 poro: 10 s 2 poro: 10-20 s

    Tempo de aglutinao mximo: 45 s Tempo de trabalho 1,5 minutos Tempo de presa: 4 minutos

    6. Manipulao

    6.4. Aspecto final da massa

    6. Manipulao

    6.5. Insero na cavidade

    6. Manipulao

    6.5. Insero na cavidade

  • 8/17/2012

    7

    Aps a presa inicial, o acabamento pode ser realizado com instrumentos rotatrios, como discos flexveis lubrificados em vaselina.

    Aps 24 horas: brocas multilaminadas de carbide ou brocas de diamante com fina granulometria e abundante jato de gua.

    6. Manipulao

    6.6. Acabamento e polimento

    Verniz: solues de resinas naturais ou sintticas, dissolvidas em um solvente orgnico como acetona.

    Os agentes de unio fotoativados dos sistemas adesivos.

    Vaselina: proteo contra ressecamento no caso de isolamento absoluto.

    6. Manipulao

    6.7. Proteo

    6. Manipulao

    6.7. Proteo

    6. Manipulao

    6.8. Cpsulas

    6. Manipulao

    6.8. Cpsulas

    7. Indicaes

    7.1. Restauraes provisrias de curta

    ou longa durao

    (Adequao de meio e ART)

    Resistncia mecnica suficiente

    Bom vedamento marginal

    Ao anti-cariognica

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    http://www.dentalaegis.com/ida/2011/06/glass-ionomer-cements-history-and-current-status

    7.1. Restauraes provisrias de curta ou longa durao

    http://www.dentalaegis.com/ida/2011/06/glass-ionomer-cements-history-and-current-status

    7.1. Restauraes provisrias de curta ou longa durao

    http://www.dentalaegis.com/ida/2011/06/glass-ionomer-cements-history-and-current-status

    7.1. Restauraes provisrias de curta ou longa durao 7.1. Restauraes provisrias de curta ou longa durao

    http://www.dentalaegis.com/id/2009/01/nano-ionomer-restorative-cement-observations-after-2-years-of-use

    7.1. Restauraes provisrias de curta ou longa durao

    http://www.dentalaegis.com/id/2009/01/nano-ionomer-restorative-cement-observations-after-2-years-of-use

    Restaurao de ionmero de vidro aps 12 meses em uso

    7.1. Restauraes provisrias de curta ou longa durao (Adequao de meio)

    http://www.dentalaegis.com/id/2005/10/clinical-treatment-options-cervical-caries-treatment-options-based-upon-etiology-of-the-lesion

  • 8/17/2012

    9

    7.1. Restauraes provisrias de curta ou longa durao (Adequao de meio)

    7.1. Restauraes provisrias de curta ou longa durao (Adequao de meio)

    7. Indicaes

    7.2. Restauraes definitivas

    Resist. mecnica suficiente (classe V e decduos)

    Bom vedamento marginal

    Ao anti-cariognica

    http://www.mndental.org/archive/1_05/features/ar

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