Introduçao a sociologia

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<ul><li> 1. Prof. MARCELO FREITAS</li></ul> <p> 2. Introduo Sociologia Prof. MARCELO FREITASNASCIMENTO DA SOCIOLOGIARevoluo IndustrialRevoluo FrancesaInstalao do capitalismo 3. A Inglaterra de 1780 a 1860 Cidades, indstrias, fim da sociedade servil, macia migrao para a cidade. Jornadas de 12hs, sem frias. 4. Manchester no sculo XIX: aumento assustador da prostituio, suicdio, alcoolismo, infanticdio, criminalidade, violncia, tifo, clera, misria 5. A Sociologia uma resposta intelectual s novas situaes colocadas pela revoluo industrial. 6. Francis Bacon (1561-1626) Recusou a teologia como base explicativaDOGMATISMOCAMPO CIENTFICO 7. Idelogos da burguesia, contra os privilgios da sociedade feudal. 8. Nascimento da Sociologia AUGUSTE COMTE: Busca pelas leis universaisNo h crtica ao capitalismo 9. Comte: Iluministas eram doutores em guilhotinaReconciliao entre ordem e progresso. 10. O sculo XIX Estado LaicoSociologiaDarwinismoExplicao da realidade atravs da observao dos fatosPsicanlise 11. Servindo a dominao burguesa Positivismo Impedia novas revolues Instrumento da burguesia Ordem e ProgressoDarwinismo Social Aplicao do darwinismo nas explicaes sociais Diferenas seriam raciais Sociedades evoluiriam 12. Parte 5. ClssicosPositivista Funcionalista E. DURKHEIM*Vida Coletiva gerida acima e fora dos indivduos *Conscincia coletivaMaterialismo Histrico Dialtico Marx &amp; Engels*Domnio de uma classe sobre a outraCompreensiva MAX WEBER*Ao individual como ponto de partida 13. 1858-1918 Transformou a sociologia em CINCIA Metodologia e objetivos de estudo 14. IndivduoPermite a organizao socialIndivduo IndivduoConscincia ColetivaIndivduo IndivduoConscincia Individual (Submissa Coletiva) 15. 1. Coero: Fora sobre as pessoas.Fato Social2. Exterioridade: Mecanismos prontos independente da vontade do indivduo. 3. Generalidade: Aplicado a todos ou maioria deles.Os fatos sociais consistem em maneiras de agir, de pensar e de sentir exteriores ao indivduo, dotadas de um poder de coero 16. Como as pessoas se mantm unidas? 17. Solidariedade Mecnica (Unidade)Solidariedade Orgnica (No h unidade)Valores religiososCdigos de conduta: Direito 18. Tudo que fora o indivduo a contar com o seu prximoUma crise moral gerava uma instabilidade perigosa 19. Parte 6. DurkheimGrupo profissional ou a corporaoResponsvel pela MORAL das novas sociedadesum poder moral capaz de conter os egosmos individuais, de manter no corao dos trabalhadores um sentimento mais vivo de solidariedade comum, de impedir que a lei do mais forte se aplique 20. Fim do equilbrio e solidariedade entre as pessoas 21. Clima Enfermidade Mental Fundo tnico Fundo RacialPara Durkheim, a causa sociolgica 22. Suicdio egosta: acontece sob condies de isolamento excessivo.Suicdio altrustico: acontece sob condies de apego excessivo 23. Suicdio anmico: acontece quando h ausncia de normas (ANOMIA)Suicdio fatalista: acontece em sociedades onde h alto grau de controle sobre as emoes e motivaes. 24. - Capitalismo desenvolvido - Estado Unificado - Ideal de universalidade- Desenvolvimento das CINCIAS- Unificao Tardia- Diversidade nacional- Ideal da DIVERSIDADEPOSITIVISMOIDEALISMOCINCIAS HUMANAS Busca pela universalidade, realizao de comparaes e generalizaes CINCIAS NATURAISCINCIAS HUMANAS Busca pela diversidade, entendimento de casos especficos CINCIAS NATURAIS 25. Papel da Sociologia: "a captao da relao de sentido" da ao humana Ao social fruto da comunicao do indivduo com seus demais 26. O Papel do SocilogoQuanto mais racionais, mais previsveisCriar modelos racionaisExistncia de desvios: Irracionalidade, emoo, equvocos, obstculosNo h neutralidade cientfica 27. Ao racional com relao a um objetivoAo racional com relao a um valorConhecimentos + Meios possveisIdia de honra, valor interno 28. Ao emocional ou afetivaAo tradicionalConscincia ou humorCrenas, hbitos, costumes 29. Estado exista Populao deve obedecer uma autoridade, reconhecida como legtima.Racional-legalTradicionalCarismtica 30. O que explica o desenvolvimento do capitalismo no Ocidente? A tica Protestante e o Esprito do Capitalismo 31. Trabalho = MaldioTrabalho = BenoDesprendimento materialVocao = ProfissoSacrifcio e rennciaContrrio ao cio 32. 1818-1883 Judeu Classe Mdia Alemanha Governo Prussiano:Revolues do Sculo XIX Filsofo, jornalista, historiador, economista, socilogo. 33. Influncia de Aristteles : Sociedade conduzida pelos homens Influncia de Hegel: Movimento da Histria - Dialtica Influncia de Feuerbach: Nega a interveno divina 34. Influncia de Saint-Simon, Fourier e Owen: Crtica ao capitalismo Influncia dos economistas ingleses: Estudo do capitalismo 35. Os filsofos no tem feita nada a no ser interpretar o mundo de diferentes maneiras: o que importa transform-lo. 36. A) Relaes de trabalho: Escravido Servido Trabalho assalariadoPropriedade Tambm no livre Vende o trabalhoNo capitalismo, o trabalho transforma-se em MERCADORIA 37. B) Alienao:Perda de algo, privao O Operrio um apndice da mquinaForma mxima de alienaoPropriedade Privada 38. C) Mais Valia:Aumento de valor Trabalho no remunerado pelo patroComo ampliar a mais valia?Aumento de tecnologia e/ou de jornada de trabalho 39. D) Classes sociais: Proletariado: No detentores dos meios de produo Burguesia: Donos dos meios de produo 40. E) Materialismo histrico-dialtico: Teoria de MarxO que move as sociedades?ContradiesLuta de Classes 41. COMUNISMO Socialismo CapitalismoLuta de ClassesFeudalismo Escravismo Modo de Produo Asitico Comunismo Primitivo 42. . Os comunistas no se rebaixam a dissimular suas opinies e seus fins. Proclamam abertamente que seus objetivos s podem ser alcanados pela derrubada violenta de toda a ordem social existente. Que as classes dominantes tremam idia de uma revoluo comunista! Os proletrios nada tm a perder a no ser suas algemas. Tm um mundo a ganhar PROLETRIOS DE TODO O MUNDO, UNI-VOS!</p>