Introdução à Fisiologia - Fisiologia

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Aula de Introduo Fisiologia (2009);

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<ul><li> 1. Introduo a FISIOLOGIA Profa Pmela B. Mello Carpesp e-mail: panmello@hotmail.com </li></ul> <p> 2. A FISIOLOGIA o estudo o estudo das funes do organismo vivo e de suas partes componentes, incluindo todos os processos fsicos e qumicos. Fisiologia = conhecimento da naturezaAristteles (384-322 a.C.)funcionamento de todos os organismos vivosHipcrates (460 377 a C )(460-377 a.C.)poder curativo da natureza 3. ANATOMIA X FISIOLOGIAAnatomia: estudo da estrutura corporal com nfase mnima na funo.No podem ser separadas.Funo de um rgo ou tecido est intimamente ligada sua estrutura, e a estrutura de um organismot td i presumivelmente evolui no sentido de estabelecer uma base fsica eficiente para o seu funcionamento.Fisiologia: integrao d f Fi i l i i t das funes realizadas em todos os nveis de organizao, das molculas g , ao corpo inteiro. 4. Origem e evoluo da comunicao celularCondio i iti C di primitiva Reao aos estmulos do ambienteOrientao fontes de nutrientes Comunicao entre os indivduos unicelularesCondio secundria Integridade funcional entre as clulas metazoriasComunicao entre clulas diferenciadasDistncias variadas (m a m)Tempos variados (ms a meses) 5. Princpios Gerais da ComunicaoEmissor MENSAGEMReceptor 1RESPOSTA 1 (informao)(informao) (Clula-alvo)Receptor 3 Receptor 2 RESPOSTA 3 RESPOSTA 2(informao) (informao) Alta complexidade No-linearidade Ao integradora Receptores especficos pp p porm variados 6. FORMAS DE COO SCOMUNICAO INTERCELULAR C OC QUMICA: a mais abundante e diversificadaAutcrina e ParcrinaContato-dependente (junes abertas)Endcrina (hormnio)Nervosa (N (neurotransmissor) ti) ELTRICA: restrita s clulas eletricamenteexcitveis 7. Comunicao entre clulas VIZINHAS SINALIZAO CONTATO-DEPENDENTEJunes abertas (gap junction):conexes citoplasmticas entre clulasvizinhas. 8. Comunicao entre clulas VIZINHASAB B) Comunicao parcrina: o mediador difunde-se e age nas clulas adjacentesA) Sinalizao autcrina: o mediador age na prpria clula que o produziu 9. Comunicao entre clulas DISTANTESCOMUNICAO ENDCRINA:o mediador age em clulas queso alcanadas via correntesangunea; Clula endcrina: sintetiza e secreta o mediador diretamente na corrente sangnea Clula alvo: clulas que possuem receptores hormonais cuja funo ser controlada pela ao do hormnio. d h i 10. Comunicao entre clulas DISTANTES Comunicao sinptica: o mediador que d Ci i tidi d denominado neurotransmissor. Ci d tiCom a chegada do impulso nervoso, o NT liberado pelos terminais axnicos em uma fenda e, por meio de difuso, age na membrana das clulas ps-sippticas.Comunicao neuro-endrcrina: o mediador(neuro-hormnio) sintetizado pelo neurnio queo liblibera di diretamente na corrente sangunea. 11. A neurotransmisso ocorre entre os neurnios e entre neurnios e clulas efetuadoras (clulas musculares ou glandulares). 12. Molcula Seqncia Geral de eventos sinalizadora Liga-se Protena Classes de protenas receptorasReceptoraCanais inicos ligante-dependentes ativando Receptores enzimticosReceptores acoplados a protena G MolculasReceptores integrais sinalizadoras intracelulares que alteramlt ProtenasRespostas celulares AlvoAlterao no potencial de membrana Que causamContrao muscularSecreoResposta celularRegulao da expresso gnica,etc 13. Mecanismos de ao dos sinalizadores (ligantes) 1423 Abrem ouAtivam Ligam-se a protena GA molcula fecham canais enzimasque aciona a receptora inicos intracelulares abertura/fechamento de altera ocanais ou ativam citosqueletoenzimas intracelulares 14. Sistema tegumentar- Pele- Envoltrio de proteo que separa o meio corporal interno do meio externo 15. Sistema msculo- esqueltico- Sustentao e movimento do corpo 16. Sistema respiratrio- Troca de gases com o meio externo 17. Sistema digestrio- Capta nutrientes e gua e elimina resduos 18. Sistema urinrio- Remove o excesso de gua e elimina resduos 19. Sistema reprodutivo- Produz vulos e espermatozides 20. Sistema imunolgico- Protege o meio interno de corpos estranhos 21. Sistema circulatrio- Distribui e capta substncias por todo o corpo 22. CONTROLE DO CORPOSISTEMA NERVOSOSISTEMA ENDCRINO Ao rpida e fugaz Ao lenta porm duradoura A curtssimo prazoA mdio e longo prazoEfeito localizado Efeito amploOs dois sistemas agem de maneira integrada. Garantem a homeostasia do organismo tornando-o operacional para se relacionar com o meio ambiente. 23. Variaes do ambiente externo 24. HOMEOSTASIATendncia T d i permanente d organismo manter at do i t constncia do meio interno. Estado de independncia relativa do organismo em relao s oscilaes do ambiente externo. Claude Bernard O corpo vivo embora necessite do ambiente que o circunda apesar disso relativamente Ovivo,circunda, ,disso,independente do mesmo. Esta independncia do organismo com relao ao seu ambiente externoderiva do fato de que, nos seres vivos, os tecidos so, de fato, removidos das influncias externasdiretas, e so protegidos por um verdadeiro ambiente interno, que constitudo, particularmente,pelos fluidos que circulam no corpo.corpo 25. Como garantir as condies deestabilidade operacional do meioambiente interno? bi t i t ?O corpo possui rgos efetuadores que atravs de aes contrteis (msculos) e secretoras (glndulas) manifestam as reaes necessrias para os ajustes. Essas reaes correspondem s respostas reflexas locais (no corao, nos vasos, nos rins, nos pulmes, no trato gastrintestinal, etc) e s reaes globais que envolvem todo o organismo. A integrao dessas aes homeostticas depende do Sistema Nervoso Central, do Sistema Endcrino e do Sistema Imune. 26. Todos os seres vivos possuem limites de resistncia contra as variaes do meio ambiente externo e interno. Zona de Zona de TolernciaZona de Resistncia Resistncia TC i TC s 27. Os seres vivos possuem mecanismos de ajustes que controlam as variveis biolgicas em determinadas quantidadesquantidades.Regulao da temperatura corporal 28. Ajustes contra os AUMENTOS indesejveis 29. Ajustes contra as REDUES indesejveis 30. Mecanismo de retro alimentao NEGATIVAretro-alimentaoEstmulo SISTEMA MsculorgosNERVOSOesqueltico Comportamento Sensoriais RespostapSISTEMArgos visceraisfisiolgica ENDCRINOGlndulas_ Ala de retro-alimentao Controlar ou regular uma quantidade num determinado nvel emant-lo estvel a longo prazo. 31. Variaes normais para determinados parmetros sanguneos Parmetros Variaes NormaispH7,35 7,43HCO3- 21,3 - 28,5 mEq/LNa+136 156 mEq/L Ca++4,6 5,2 mEq/L, ,qO2 17,2 22,0 ml/100ml Uria12 - 35 mg/100ml Aminocidos3,3 - 5,1 mg/100ml Protenas6,5 8,06 5 8 0 mg/100mlLipdios Totais350 - 850 mg/100mlGlicose 75 - 110 mg/100ml 32. Mecanismo de retro-alimentao POSITIVA retro alimentaoEstmulo SISTEMAMsculorgos NERVOSO esquelticoComportamento Sensoriais RespostaSISTEMA rgos viscerais fisiolgica ENDCRINO Glndulas+Ala de retro-alimentao Controlar ou regular uma quantidade num determinado nvelpor tempo limitado. limitado 33. Sinal do bebO trabalho de parto tambm um fenmeno baseado em+ mecanismo de retro- +alimentaao positiva Contraes uterinas+ Sensores de estiramentoAumento Progressivo da+ ContraoC t (at o nascimento) Hipotlamo materno+HipofiseHi fiOcitona 34. Sade sinnimo de homeostasia fisiolgica? Dicionrio Aurlio estado do indivduo cujas funes orgnicas, fsicas e mentais seacham em situao normal; estado do que sadio ou so.LEI N 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990 Art. 3 A sade tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentao, a moradia, o saneamento bsico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educao, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e servios essenciais; os nveis de sade da populao expressam a organizao social e econmica do Pas.O conceito de SAUDE transcende o de homeostase fisiolgica, significando que a integridade funcional dos mecanismos fisiolgicos no depende apenas da sua condio biolgica mas da integridade social-cultural do individuo. CIF/OMS A homeostasia fisiolgica um dos pr-requisitos do estado de sade de um organismo </p>

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