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  • 1. Intensivo BBSade Pblica e Administrao

2. PROF. ISMAEL COSTA produzido por Ismael Costa ismac@globo.com 3. ismac@globo.comWWW.BLOGPROFISMAEL.BLOGSPOT.COMproduzido por Ismael Costaismac@globo.com 4. produzido por Ismael Costaismac@globo.com 5. produzido por Ismael Costaismac@globo.com 6. Editora guia Douradaproduzido por Ismael Costaismac@globo.com 7. SADE PBLICA produzido por Ismael Costa ismac@globo.com 8. 1. Conjunto de atividades que permitem reunir informaesindispensveis para conhecer, a cada momento, o comportamentoou a histria natural de um agravo. A partir desse conhecimento,detectar ou prever mudanas que possam ocorrer nos fatores que ocondicionam, com a finalidade de recomendar medidas oportunasque levem preveno e ao controle do agravo. (3 TRF 2009)Essa definio do Ministrio da Sade refere-se (A) Vigilncia Sanitria.(B) Poltica de Ateno Bsica Sade.(C) Agncia Nacional de Sade.(D) Vigilncia Epidemiolgica.(E) Diretrizes Nacionais de Implantao para Sade do Trabalhador.produzido por Ismael Costaismac@globo.com 9. 1. Conjunto de atividades que permitem reunir informaesindispensveis para conhecer, a cada momento, o comportamentoou a histria natural de um agravo. A partir desse conhecimento,detectar ou prever mudanas que possam ocorrer nos fatores queo condicionam, com a finalidade de recomendar medidasoportunas que levem preveno e ao controle do agravo. (3 TRF2009)Essa definio do Ministrio da Sade refere-se (A) Vigilncia Sanitria.(B) Poltica de Ateno Bsica Sade.(C) Agncia Nacional de Sade.(D) Vigilncia Epidemiolgica.(E) Diretrizes Nacionais de Implantao para Sade do Trabalhador.produzido por Ismael Costaismac@globo.com 10. 2. Em relao aos elementos da cadeia de transmisso das infecesparasitrias, considere: (3 TRF 2009)I. Vetor: um animal que transmite um agente de um hospedeiropara o outro.II. Hospedeiro: pode ser o homem ou um animal, sempre exposto aoparasita ou ao vetor transmissor, quando for o caso.III. Fmites: so veculos animados ou inanimados de uso pessoal.Est correto o que se afirma em(A) I, apenas.(B) III, apenas.(C) I, II e III.(D) I e II, apenas.(E) I e III, apenasproduzido por Ismael Costaismac@globo.com 11. 2. Em relao aos elementos da cadeia de transmisso das infecesparasitrias, considere: (3 TRF 2009)I. Vetor: um animal que transmite um agente de um hospedeiropara o outro.II. Hospedeiro: pode ser o homem ou um animal, sempre exposto aoparasita ou ao vetor transmissor, quando for o caso.III. Fmites: so veculos animados ou inanimados de uso pessoal.Est correto o que se afirma em(A) I, apenas.(B) III, apenas.(C) I, II e III.(D) I e II, apenas.(E) I e III, apenasproduzido por Ismael Costaismac@globo.com 12. HOSPEDEIRO PRIMRIOAGENTEETIOLGICO VETORHOSPEDEIROSECUNDRIO FMITESproduzido por Ismael Costaismac@globo.com 13. 3- Casos de doena como clera, febre amarela urbana, varola epeste so de notificao imediata OMS porque: (Santos/SP 2005)a) So virulentasb) So transmissveisc) So de notificao compulsriad) Podem ser gravese) Podem causar uma pandemiaproduzido por Ismael Costaismac@globo.com 14. 3- Casos de doena como clera, febre amarela urbana, varola epeste so de notificao imediata OMS porque: (Santos/SP 2005)a) So virulentasb) So transmissveisc) So de notificao compulsriad) Podem ser gravese) Podem causar uma pandemiaproduzido por Ismael Costaismac@globo.com 15. Critrios do CENEPI para escolha das doenas de notificao compulsria: Na magnitude (medida pela freqncia); Potencial de disseminao; Transcendncia (medida pela letalidade, severidade, relevncia social e econmica); Vulnerabilidade (existncia de instrumentos de preveno); Compromissos internacionais de erradicao, eliminao ou controle; Doenas includas no Regulamento Sanitrio Internacional; Epidemias, surtos e agravos inusitados. produzido por Ismael Costa ismac@globo.comSADE PBLICA, ADMINISTRAO EM ENFERMEGM, SUS 16. FALSAS NOTIFICAES mais comuns ToxoplasmoseLinfogranuloma venreo Varicela (catapora) Donovanose Herpes genitalTricomonase Herpes Zoster Amebase Parotidite epidmicaGiardase (caxumba) Ver portaria 104/2011 Escarlatina Condiloma Tracoma Conjuntivite produzido por Ismael Costa ismac@globo.com 17. 4- Populao residente , nascidos e bitos infantis nos distritos A,B, Ce D do municpio X , ano de 2004.Populaoresidente nascidos vivosbitos infantisDistrito A 70018 1282 20Distrito B 27870 4068Distrito C 86251 1291 21Distrito D 58606 1181 16 As taxas de mortalidade nos Distritos , em ordem decrescente, so: a) C, A, B ,D b) C, A, D, B c) B, C, A , D d) A, D, B, C e) D, B, A, Cproduzido por Ismael Costaismac@globo.com 18. bitos Mortalidade infantil Populao residente nascidos vivosinfantis (*1000)Distrito A700181282 20 15,60 3Distrito B27870406 8 19,70 1Distrito C862511291 21 16,27 2Distrito D586061181 16 13,55 4 produzido por Ismael Costa ismac@globo.com 19. 4- Populao residente , nascidos e bitos infantis nos distritos A,B, Ce D do municpio X , ano de 2004.Populaoresidente nascidos vivosbitos infantisDistrito A 70018 1282 20Distrito B 27870 4068Distrito C 86251 1291 21Distrito D 58606 1181 16 As taxas de mortalidade nos Distritos , em ordem decrescente, so: a) C, A, B ,D b) C, A, D, B c) B, C, A , D d) A, D, B, C e) D, B, A, Cproduzido por Ismael Costaismac@globo.com 20. 5-Casustica de morbidade que se destaca por seus valores maioresdo que zero sobre os eventos de sade ou no-doena. termodescritivo da fora com que subsistem as doenas nas coletividades, considerado por Rouquayrol, 1993, como conceito de: (EAOT-2005)a) incidncia.b) latncia.c) prevalncia.d) ocorrnciaproduzido por Ismael Costaismac@globo.com 21. 5-Casustica de morbidade que se destaca por seus valores maioresdo que zero sobre os eventos de sade ou no-doena. termodescritivo da fora com que subsistem as doenas nas coletividades, considerado por Rouquayrol, 1993, como conceito de: (EAOT-2005)a) incidncia. (casos novos = intensidade)b) latncia.c) prevalncia. (total de casos = persistncia)d) ocorrnciaproduzido por Ismael Costaismac@globo.com 22. Secretaria estadual de sade e defesa civil do Estado do Rio deJaneiro Enfermeiro-20106-No ltimo dia do ms de agosto, foram contabilizados 30 casos deuma determinada doena transmissvel. Ao correr do ms desetembro, esse contingente, por motivos diversos, sofreu baixa emcinco casos antigos e acrscimo de dez casos novos. Nesse exemplohipottico, a prevalncia para a doena transmissvel no ltimo diado ms de setembro ser de:a) 10 casos.b) 25 casos.c) 30 casos.d) 35 casos.e) 40 casos. produzido por Ismael Costa ismac@globo.com 23. Secretaria estadual de sade e defesa civil do Estado do Rio deJaneiro Enfermeiro-20106-No ltimo dia do ms de agosto, foram contabilizados 30 casos deuma determinada doena transmissvel. Ao correr do ms desetembro, esse contingente, por motivos diversos, sofreu baixa emcinco casos antigos e acrscimo de dez casos novos. Nesse exemplohipottico, a prevalncia para a doena transmissvel no ltimo diado ms de setembro ser de:a) 10 casos.b) 25 casos.c) 30 casos.d) 35 casos.e) 40 casos. produzido por Ismael Costa ismac@globo.com 24. Nossa senhora do socorro/SE 20117-Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).Alm das fontes regulares de coleta de dados e informaes para analisar,do ponto de vista epidemiolgico, a ocorrncia de eventos sanitrios, podeser necessrio, em determinado momento ou perodo, recorrerdiretamente populao ou aos servios para obter dados adicionais oumais representativos, que podem ser coletados porI. Inqurito.II. Levantamento epidemiolgico.III. Investigao.(A) Apenas a I est correta.(B) Apenas a II est correta.(C) Apenas a III est correta.(D) Apenas I e III esto corretas.(E) I, II e III esto corretas. produzido por Ismael Costaismac@globo.com 25. Estudos Epidemiolgicos Investigao Epidemiolgica de campo confirmao de diagnstico. Inquritos epidemiolgicos Estudo amostral para avaliao. Levantamento epidemiolgico. Anlise de sries histricas para estudo de tendncias (uso de registro existentes, geralmente no amostral). Sistemas de Vigilncia Sentinela Pesquisa de sinais de alerta produzido por Ismael Costa ismac@globo.comSADE PBLICA, ADMINISTRAO EM ENFERMEGM, SUS 26. Nossa senhora do socorro/SE 20117-Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).Alm das fontes regulares de coleta de dados e informaes para analisar,do ponto de vista epidemiolgico, a ocorrncia de eventos sanitrios, podeser necessrio, em determinado momento ou perodo, recorrerdiretamente populao ou aos servios para obter dados adicionais oumais representativos, que podem ser coletados porI. Inqurito.II. Levantamento epidemiolgico.III. Investigao.(A) Apenas a I est correta.(B) Apenas a II est correta.(C) Apenas a III est correta.(D) Apenas I e III esto corretas.(E) I, II e III esto corretas. produzido por Ismael Costaismac@globo.com 27. UFPA 20118-Em um pronto socorro da cidade, deu entrada uma senhora de 58 anosde idade, casada, apresentando mltiplas leses na face e no traxposterior e fratura no brao direito. Durante a anamnese, a senhorarelatou ter sido agredida com socos e pontaps pelo seu parceiro que, naocasio, estava extremamente alcoolizado. Aps anlise dessa situao,segundo a terminologia adotada em legislao nacional e emconformidade com a Portaria 104/11, do Ministrio da Sade, deve-sedefini-la como:(A) emergncia.(B) doena.(C) agravo.(D) evento.(E) urgncia. produzido por Ismael Costa ismac@globo.com 28. Novas definies (Port. 104/2011) I - Doena: significa uma enfermidade ou estado clnico,independentemente de origem ou fonte, que representeou possa representar um dano significativo para os sereshumanos; II - Agravo: significa qualquer dano integridade fsica,mental e social dos indivduos provocado porcircunstncias nocivas, como acidentes, intoxicaes,abuso de drogas, e leses auto ou heteroinfligidas; III - Evento: significa manifestao de doena ou umaocorrncia que apresente potencial