instrumentaocirrgica 140224072052-phpapp01

Download Instrumentaocirrgica 140224072052-phpapp01

Post on 10-Aug-2015

57 views

Category:

Documents

3 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  1. 1. CONCEITOS FUNDAMENTAIS(ILUSTRAD0S VOLTADO S PARA APRTICA)RODRIGO RIROMEDICINA UESB2014
  2. 2. A Instrumentao Cirrgica umadas reas importantes para osucesso de uma cirurgia. Centro Cirrgico definido comoum lugar especial dentro dohospital, convenientementepreparado segundo um conjuntode requisitos que o tornam apto prtica da cirurgia.
  3. 3. O ambiente cirrgico conhecidopor sua aparncia de rude etemperatura fria. A sala de cirurgia fica atrs deportas de duplex, sendo o acessolimitado s pessoas autorizadas. A sala de cirurgia situa-se em umalocalizao que central a todos osservios de apoio (patologia, Raio X,laboratrio). A sala de cirurgia apresentadispositivos de filtrao especial doar para depurar as partculascontaminantes, poeiras epoluentes.
  4. 4. 1. Seco de bloco operatrio(salas de operao equipadas); 2.Seo de Recuperao PsAnestsica(leitos equipados paraatender ao paciente narecuperao Ps anestsicas); 3. Seo de material (guarda dematerial estril e no estril, comomedicamentos, seringas, fios desuturas, prteses, etc).
  5. 5. 1. Vestirio;2. Conforto mdico;3. Sala de anestesias;4. Sala de enfermagem;5. Sala de estoque de material emedicamentos;6. rea para recepo de pacientes;7. Sala de operao;8. Sala para equipe de limpeza eelementos de apoio (banco desangue, raios X,laboratrios,anatomia patolgica, etc)
  6. 6. Equipe Cirrgica Mdico Cirurgio Anestesista Enfermeira Tcnico de Enfermagem Instrumentador Cirrgico OBS:A enfermeira pode serA instrumentadora, ou mesmo oTcnico desde que capacitado.
  7. 7. Zona de Proteo (No Restrita):Vestirios; corredor de entrada esecretaria. Os profissionais podemcircular livremente por estas reas com roupas prprias.Zona Limpa (Semi-Restrita): Conforto mdico; Sala derecepo do paciente; de recuperao anestsica; deacondicionamento de material; de esterilizao; centrode material; sala de servios auxiliares; e deequipamentos.Zona Estril (Restrita): alm da roupa prpria do centrocirrgico, devem ser usadas mscaras e gorros conformenormas da unidade e as tcnicas asspticas devem serutilizadas de maneira rigorosa, a fim de diminuir osriscos de infeco (salas de cirurgias, lavabos, sala derecuperao ps anestsica, sala de depsito, e corredorinterno)
  8. 8. 1. Cirurgia Limpas: Tecidos estreisou de fcil descontaminao.2. Cirurgias PotencialmenteContaminadas: Realizadas emtecidos de difcil descontaminao.3. Cirurgias Contaminadas:Realizados em tecidos recentementetraumatizados e abertos comprocesso de inflamao, mas semsupurao.4. Cirurgias Infectadas: Realizadas emtecidos com supurao local, tecidonecrtico, feridas traumticas sujas.
  9. 9. uma profisso de nvel tcnico, nopas, em que o profissional tem afuno de ajudar o cirurgio no atocirrgico, essas competnciasabrangem desde a preparao dosinstrumentos at esterilizao dosmesmos
  10. 10. A instrumentao cirrgica nasce noSculo XX, perodo marcado pelomaior crescimento nas cirurgias econsequentemente do papel doinstrumentador cirrgico.Surgiu escolas de Tcnicos eminstrumental cirrgicos a partir da deNice na Frana em 1954.
  11. 11. Tradicionalmente, inclui o uniformeprivativo (cala e blusa), prop ousapato privativo, gorro, mscara,avental cirrgico e luva cirrgica.Os profissionais devem utilizar jalecoquando fora de reas restritas.A permisso do uso de uniformesdentro e fora do blocoprincipalmente permitido aos:cirurgies, enfermeiros, e internos.
  12. 12. Os instrumentais cirrgicos soclassificados de acordo com suafuno.Tempos operatrios (inicialmente) Direseapresenta como objetivo criar vias deacesso atravs dos tecidos por meiode bisturis e tesouras. preensoObjetivo: manipulao de algumasestruturas. hemostasiavisa conter ou prevenir ossangramentos durante o atooperatrio, tendo comoinstrumentais principais as pinashemostticas.
  13. 13. 1. DE DIRESE2. DE PREENSSO3. DE HEMOSTASIA4. DE EXPOSIO5. INST.ESPECIAIS6. INST. DE SNTESE4 21356
  14. 14. Bisturi: utilizado para incises oudisseces de estruturas. Caracterizadopor um cabo reto, com uma extremidade maisestreita chamada colo, no qual acoplada umavariedade de lminas descartveis e removveis.O tamanho e o formato das lminas e dos colosdos cabos dos bisturis so adaptados aos diversostipos de incises, sendo principalmente utilizadosos cabos de nmero 3 e 4.O cabo n 3 destinado para lminas pequenas,das de nmero 9 s de nmero 17, em incisesmais delicadas.J o cabo nmero 4 destinado para lminasmaiores, das de nmero 18 s de nmero 50.
  15. 15. Tesouras: Tm como funo principalefetuar a seco ou a divulso detecidos orgnicos, alm de seccionarmateriais cirrgicos, como gaze, fios,borracha, entre outros.As tesouras variam no tamanho (longas,mdias ou curtas), no formato da ponta(pontiagudas, rombas ou mistas) e nacurvatura (retas ou curvas), cada umacom uma finalidade especfica.
  16. 16. Tesoura de Metzenbaum: pode ser retaou curva, sendo utilizada para a diresede tecidos orgnicos, uma vez que considerada menos traumtica, porapresentar sua extremidade distal maisdelicada e estreita.Tesoura de Mayo: tambm pode serreta ou curva, sendo utilizada para aseco de fios e outros materiaiscirrgicos em superfcies ou emcavidades, uma vez que consideradamais traumtica que a deMetzenbaum, por apresentar suaextremidade distal mais grosseira.
  17. 17. So basicamente constitudos pelaspinas de preenso, que sodestinadas manipulao e apreenso de rgos, tecidos ouestruturas. A seguir...
  18. 18. A pina de Adson, por apresentaruma extremidade distal estreita edessa forma, uma menor superfciede contato, utilizada em cirurgiasmais delicadas, como aspeditricas.
  19. 19. Com ranhuras finas e transversais,possui uma utilizao universal.
  20. 20. Apresentar dentes em suaextremidade, utilizada na preensode tecidos mais grosseiros, comoplano muscular e aponeurose.
  21. 21. A hemostasia um dos temposfundamentais da cirurgia e tem porobjetivo prevenir ou corrigir ashemorragias, evitando, dessa forma, ocomprometimento do estadohemodinmico do paciente, alm deimpedir a formao de coleessanguneas e cogulos no perodo psoperatrio.Esses instrumentais so identificadospelo nome de seus idealizadores, comoas pinas de Kelly, Crile, Halstead,Mixter e Kocher.A seguir...
  22. 22. Apresentam ranhuras transversais naface interna de suas pontas e podemser retas ou curvas.As retas, tambm chamadas pinasde reparo, so utilizadas para opinamento de material cirrgicocomo fios e drenos de borracha,enquanto que as curvas sodestinadas ao pinamento de vasose tecidos pouco grosseiros
  23. 23. Destinada ao pinamento devasos de pequeno calibre, devido aseu tamanho reduzido, que pode serobservado ao compar-la a outraspinas hemostticas.(Pina Mosquito)
  24. 24. Apresenta ponta em nguloaproximadamente reto em relaoao seu corpo, sendo largamenteutilizada na passagem de fios aoredor de vasos para ligaduras, assimcomo na disseco de vasos e outrasestruturas.
  25. 25. Classificada como instrumental dehemostasia, no habitualmenteempregada para esta finalidade, umavez que apresenta dentes em suaextremidade.Seu uso mais habitual na preensoe trao de tecidos grosseiros comoaponeuroses.
  26. 26. So representados por afastadores,que so elementos mecnicosdestinados a facilitar a exposio docampo operatrio, afastando asbordas da ferida operatria e outrasestruturas, deforma a permitir aexposio de planos anatmicos ourgos subjacentes, facilitando o atooperatrio.
  27. 27. Afastador de Farabeuf apresenta-se em formato de Ccaracterstico, sendo utilizado noafastamento de pele, tecido celularsubcutneo e msculos superficiais.
  28. 28. Por se apresentar em ngulo reto eter ampla superfcie de contato, utilizado primordialmente emcirurgias abdominais.
  29. 29. Apresenta sua extremidade distal emformato de semi-lua, anloga aodesenho de contorno dos pulmes, amplamente utilizado em cirurgiastorcicas, pode tambm ser utilizadoem cirurgias abdominais.
  30. 30. Empregada tanto em cirurgias nacavidade torcica, quanto nacavidade abdominal. Por ser flexvel, pode alcanarqualquer tipo de formato oucurvatura, sendo, portanto,adaptvel a qualquer eventualnecessidade que venha a surgirdurante o ato operatrio.
  31. 31. so instrumentais que por si smantm as estruturas afastadas eestveis.
  32. 32. Utilizado em cirurgias abdominais.Deve ser manipulado em suaextremidade proximal, para que semovimente, uma vez que a distal,que entra em contato com asestruturas a serem afastadas noceda a presses laterais
  33. 33. Uma adaptao do afastador deGosset, acoplando-se ao mesmouma Vlvula Supra pbica, que,quando utilizada isoladamente,consiste em um afastador dinmico.
  34. 34. Utilizado em cirurgias torcicas,possuindo uma manivela parapossibilitar o afastamento da fortemusculatura intercostal.
  35. 35. Pode ser utilizado em cirurgiasneurolgicas, para o afastamento docouro cabeludo, bem como emcirurgias nos membros ou na coluna,para o afastamento de msculossuperficiais.
  36. 36. Os instrumentais especiais soaqueles utilizados para finalidadesespecficas.So muitos e variam de acordo coma especialidade cirrgica
  37. 37. Possui endentaes em suaextremidade distal, o que a tornaconsideravelmente traumtica,sendo utilizada, portanto, somenteem tecidos grosseiros ou naquelesque iro sofrer a exrese, ou seja,naqueles que iro ser retirados doorganismo.
  38. 38. Possui extremidade distalsemelhante ao formato de uma letraD, com ranhuras longitudinais aolongo da face interna de sua ponta.Por apresentar ampla superfcie decontato, utilizada em diversasestruturas, a exemplo das alasintestinais.
  39. 39. Possui ranhuras longitudinais (sendoeste modelo pouco traumtico) outransversais ao longo da face internade sua ponta. utilizado na interrupo do trnsitointestinal, o que o classifica comoinstrumental de coprostase.
  40. 40. Utilizado em cirurgias obsttricas,apresenta ramos articu