Informativo - Outubro 2012

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Informe da Agersa

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<ul><li><p>O saneamento tem entrado no </p><p>discurso dos gestores munici-</p><p>pais como nmeros mas, no </p><p>com apenas nmeros iremos </p><p>tirar as obras do papel. neces-</p><p>srio mais do que nmeros, </p><p>necessrio incluso social. </p><p>Seria muito simples chegarmos </p><p>aqui e apresentar os nmeros </p><p>investidos em saneamento no </p><p>nosso municpio, ou seja, Cacho-</p><p>eiro investiu atravs de sua </p><p>c o n c e s s i o n r i a R $ </p><p>150.000.000,00 em melhorias </p><p>do sistema e no quero dizer </p><p>que no sejam importantes, </p><p>mas a reflexo que queremos </p><p>deixar qual o significado des-</p><p>ses investimentos para o con-</p><p>junto da sociedade. Como obser-</p><p>vamos ao longo desses anos, o </p><p>Estado e porque no dizer a </p><p>Sociedade, tem uma divida </p><p>social com os mais pobres, </p><p>quando falamos de servios </p><p>pblicos essenciais, em especial </p><p>a oferta de gua tratada e esgo-</p><p>tamento sanitrio, por isso acre-</p><p>dito que o desafio no to </p><p>somente alocar recursos para </p><p>aumentar as linhas de gua e </p><p>esgoto, ou fazer novas ETEs ou ETAS, acredito que o desafio sim INCLUIR essas pessoas no </p><p>seio da sociedade, fazendo com </p><p>que elas possas se EMANCIPAR, </p><p>dando a elas DIGNIDADE. </p><p>O saneamento um grande </p><p>desafio para qualquer governan-</p><p>te pois requer grandes investi-</p><p>mentos e construo de projetos </p><p>que possam contribuir com a </p><p>sociedade nas suas diferentes </p><p>necessidades. O homem do </p><p>campo tem uma necessidade </p><p>diferenciada do homem do cen-</p><p>tro urbano. </p><p>Recentemente </p><p>foi divulgado </p><p>uma pesquisa </p><p>da Fundao </p><p>Getlio Vargas </p><p>(FGV) em parce-</p><p>ria com a ONG </p><p>TRATA BRASIL e </p><p>que revelou </p><p>diversos efeitos </p><p>positivos advin-</p><p>dos da univer-</p><p>salizao do </p><p>saneamento. A </p><p>pesquisa mostrou que a oferta do </p><p>saneamento reduz em 25% do </p><p>nmero de internaes e 65% da </p><p>mortalidade decorrentes de infec-</p><p>es gastrintestinais. Revelou que </p><p>crianas que tem acesso ao sane-</p><p>amento bsico tem 30% de rendi-</p><p>mento escolar queles que no </p><p>possuem tal oferta. </p><p>Esses nmeros mostram a ne-cessidade urgente da universaliza-</p><p>o e faz um diagnstico positivo </p><p>da sade da sociedade quando </p><p>tem oferta de gua e esgotamento </p><p>sanitrio. </p><p>Levar gua de qualidade, prpria </p><p>para o consumo humano, fazer </p><p>com que a universalizao do </p><p>abastecimento de gua seja uma </p><p>realidade no Brasil, o grande </p><p>desafio do saneamento. </p><p>Ns temos nestes ltimos trs </p><p>anos e meio frente da gesto da </p><p>agncia reguladora, buscado for-</p><p>mas de amenizar essa necessida-</p><p>de, quer seja na rea urbana em </p><p>loteamentos irregulares e sem as </p><p>mnimas condies de habitao, </p><p>quer seja no campo onde o consu-</p><p>mo de gua contaminada com </p><p>coliformes fecais a maior inci-</p><p>dncia de doenas de veiculao </p><p>hdrica. </p><p>Lutamos para que o municpio </p><p>pudesse apresentar seu Plano </p><p>Municipal de Saneamento com </p><p>oferta de gua e esgoto e conse-</p><p>guimos realizar esse desejo da </p><p>sociedade, um processo que foi </p><p>amplamente discutido com esta </p><p>sociedade, com, poder pblico e </p><p>tantos outros atores que direta ou </p><p>indiretamente contriburam com a </p><p>construo das metas apresenta-</p><p>das. </p><p>Levamos para a zona rural uma </p><p>alternativa simples, barata e efici-</p><p>ente em poder ter gua dentro dos </p><p>padres do Ministrio da Sade. O </p><p>projeto FILTRAR j alcanou nme-</p><p>ros significativos com a instalao </p><p>de 100 filtros e construo de 33 </p><p>poos artesianos com todo apara-</p><p>to necessrio para funcionamento </p><p>na regio de So Vicente. </p><p>Estamos nos trmites finais para </p><p>assinatura do convnio para libe-</p><p>rao de verbas para instalao </p><p>de mais de 600 conjuntos spti-</p><p>cos em 13 localidade rurais do </p><p>municpio que permitir a retirada </p><p>de dejetos dos crregos, rios e </p><p>mananciais. </p><p>Cachoeiro de Itapemirim tem um </p><p>grande desafio para levar oferta </p><p>de gua potvel e esgotamento </p><p>sanitrios em suas dezenas de </p><p>localidades, um feito anteriormen-</p><p>te abandonado pelos gestores que </p><p>aqui passaram. </p><p>No iremos resolver essa deficin-</p><p>cia querendo construir grandes </p><p>obras e sim, pequenos passos e </p><p>pontuais, dentro de cada necessi-</p><p>dade. </p><p>Com tudo isso, acreditamos que </p><p>no somente possamos ofertar as </p><p>condies mnimas de sobrevivn-</p><p>cia de pessoas mas, acreditamos </p><p>que estamos incluindo essas pes-</p><p>soas e dando a elas dignidade. </p><p>Luiz Carlos de Oliveira Silva </p><p>Diretor Presidente </p><p>Volume 4, Edio 4 </p><p>S A N E A M E N T O C O M O I N S T R U M E N T O D E </p><p>I N C L U S O S O C I A L . </p><p> 01/10/2012 </p><p>N E S T A E D I O : </p><p>1. Frum Ambiental Sanear Incluir </p><p>2 </p><p>Concurso Pblico Agersa 2 </p><p>Calcule sua conta de gua! 2 </p><p>Projeto Filtrar, um sucesso para o homem do campo </p><p>3 </p><p>Projeto ETED - Convnio Assinado com Governo do </p><p>3 </p><p>AGERSA 13 anos de 4 </p><p>Prmio INOVES 2012 4 </p><p>INFORMATIVO DA AGNCIA MUNICIPAL DE REGULAO DOS SERVIOS PBLICOS DELEGADOS DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM ES </p><p>Acesse: www.agersa.es.gov.br </p></li><li><p> A Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim em parceria com a </p><p>AGERSA, realizou no dia 22 de maro </p><p>de 2012 (Dia Mundial da gua). </p><p>O evento trouxe a presena do escri-</p><p>tor, professor e telogo Leonardo </p><p>Boff, um dos mais respeitados ambi-</p><p>entalistas do planeta, ttulo reconhe-</p><p>cido com o Prmio Nobel Alternativo, </p><p>em Estocolmo, e do Ex-Ministro do </p><p>Meio Ambiente Dr. Jos Carlos de </p><p>Carvalho, que discutiram a sustenta-</p><p>bilidade ambiental, o desenvolvimen-</p><p>to econmico e a incluso social. </p><p>O evento que aconteceu na Praa </p><p>Jernimo Monteiro, teve a presena </p><p>de diversas autoridades e levou </p><p>grande pblico para ouvir as pales-</p><p>tras por l proferidas que tambm </p><p>teve a presena do secretrio de </p><p>Estado Rodrigo Coelho e represen-</p><p>tantes do SAAE e CESAN. </p><p>O Exmo Sr. Prefeito Municipal Carlos </p><p>Casteglione fez a abertura do evento </p><p>falando dos desafios da universaliza-</p><p>o do saneamento e tambm das </p><p>aes coordenadas pelo municpio e </p><p>agncia reguladora como o projeto </p><p>Filtrar, que leva potabilidade a gua </p><p>consumida na zona rural e tambm </p><p>das expectativas de implantao de </p><p>conjuntos spticos em residncias </p><p>rurais num total de aproximadamen-</p><p>te 600 famlias em 13 comunidades. </p><p>O evento teve um vis da sustentabi-</p><p>lidade e dos compromissos que go-</p><p>vernantes devem ter para garantir </p><p>crescimento econmico focado na </p><p>preservao do meio ambiente. </p><p> comum que essas polticas andem </p><p>de forma separada. Ambientalmente, </p><p>prevalece o discurso preservacionis-</p><p>ta, necessrio, mas muitas vezes </p><p>utpicos. Socialmente, foca-se em </p><p>demasia o assistencialismo. Falta, </p><p>contudo, promover a interface entre </p><p>as polticas sociais e ambientais, </p><p>mostrando aos gestores pblicos e </p><p>privados, bem como populao em </p><p>geral, que ambas devem andar de </p><p>mos dadas. Dessa formam o resul-</p><p>tado ser mais eficaz e nossas cida-</p><p>des sero lugares melhores e mais </p><p>agradveis para viver. </p><p>O saneamento bsico o maior e-</p><p>xemplo dessa vertente de pensamen-</p><p>to, uma vez que coloca no mesmo </p><p>patamar, na relao causa/efeito, </p><p>tanto a questo ambiental quanto a </p><p>social. Da a ideia de se promover </p><p>esse evento que lance luz s princi-</p><p>pais iniciativas. </p><p>A AGERSA realizou no ltimo dia 13 de </p><p>Maio concurso pblico para provimento de </p><p>cargos criados pela Lei 6537 de 04 de </p><p>Agosto de 2011, publicada no DOM em 12 </p><p>de Agosto de 2012 onde foi reformulado a </p><p>estrutura organizacional da agncia. </p><p>O objetivo da respectiva lei foi a necessida-</p><p>de de criao de cargos efetivos na agn-</p><p>cia reguladora. A Agersa foi criada em </p><p>1999 e ao longo destes anos no criou seu cargo de servidores efetivos, uma necessi-</p><p>dade bsica ao processo de continuidade </p><p>de suas aes. </p><p>A lei 6537 criou 15 cargos efetivos e 06 </p><p>cargos comissionados obedecendo aos </p><p>princpios constitucionais e estar nos </p><p>prximos meses convocando aqueles can-</p><p>didatos que atingiram as mdias necess-</p><p>rias e esto aptos a contratao, que a </p><p>princpio tero que estar passando por um </p><p>curso de capacitao em regulao para </p><p>exerccio da funo de regulador. </p><p>O concurso foi realizado pela empresa </p><p>Resoluta e teve 745 inscritos. </p><p>Os cargos criados para efetivos foram: </p><p>Procurador Jurdico, Analista Econmico, </p><p>Analista Ambiental, Coordenadores de </p><p>Regulao em Saneamento, Transporte, </p><p>Propaganda e Publicidade, Iluminao </p><p>Pblica e Espaos Pblicos, Contador, </p><p>Auxiliar de Servios Pblicos, Auxiliar de </p><p>Servios Administrativos, Auxiliar de Servi-</p><p>Pgina 2 </p><p>1 . F R U M A M B I E N T A L D E I N C L U S O D O E S T A D O D O E S P R I T O S A N T O . </p><p>T E M A : S AN EAR INC LU IR </p><p>A G E R S A R E A L I Z A C O N C U R S O P B L I C O . </p><p>Volume 4, Edio 4 </p><p>os Operacionais, Auxiliar de Ouvidoria e Moto-</p><p>rista. </p><p>Os cargos em comisso so: Diretor Presidente, </p><p>nomeado pelo chefe do executivo, Ouvidor, </p><p>Diretor Tcnico, Consultor Interno, Assessor </p><p>Executivo. Os cargos de gerncia devero ser </p><p>dirigidos por titular de carreira, devidamente </p><p>aprovado em concurso pblico. </p><p>Com essa nova estrutura organizacional, a </p><p>agncia reguladora assume em definitivo o seu </p><p>papel d regulador dos servios pblicos dele-</p><p>gados e ou concedidos pelo municpio de Ca-</p><p>choeiro de Itapemirim. </p><p>A agncia j regula o saneamento bsico e o </p><p>transporte pblico e est preparando para </p><p>regular nos prximos meses os demais servios </p><p>concedidos como lixo e resduo slido, espaos </p><p>pblicos, iluminao pblica e propaganda e </p><p>publicidade. </p><p>A realizao do concurso pblico para provi-</p><p>mento de cargos criados pela Lei 6537 vm ao </p><p>encontro dessa nova demanda da agncia. </p><p>Precisamos criar um corpo efetivo e dar a eles </p><p>as condies necessrias para que possa efeti-</p><p>vamente regular todo e qualquer servio conce-</p><p>dido pelo municpio. Esse o papel da agncia </p><p>reguladora. </p><p>A Agersa est disponibilizando no seu endereo </p><p>eletrnico (www.agersa.es.gov.br) no link tarifa online na pgina principal do site o clculo de sua conta de gua. Basta clicar e seguir as </p><p>orientaes para obter o valor correto de sua </p><p>fatura. </p><p>Este mais um servio que a agncia regulado-</p><p>ra disponibiliza aos usurios dos servios, uma </p><p>forma de orientao ao consumo consciente da </p><p>gua. </p><p>A G O R A V O C P O D E C A L C U L A R A S UA C O N TA D E G UA N O S I T E D A A G E R S A ! ( W W W . A G E R S A . E S . G O V . B R ) </p></li><li><p>INFORMATIVO DA AGNCIA MUNICIPAL DE REGULAO Pgina 3 </p><p>PROJETO FILTAR L E VA Q UA L I DA D E D E V I DA E E S P E R A N A PA R A O H O M E M D O C A M P O . </p><p>Cachoeiro de Itapemirim </p><p>referncia nacional em sanea-</p><p>mento bsico e j recebeu </p><p>diversos prmios pela sua </p><p>excelncia na oferta de gua </p><p>tratada e no tratamento de </p><p>esgoto na sede do municpio e </p><p>nas sedes dos Distritos porm, </p><p>o contrato de concesso do </p><p>municpio no permitiu que </p><p>esta qualidade pudesse chegar </p><p>nas localidades rurais e com </p><p>isso e com interferncia direta </p><p>da agncia reguladora, o muni-</p><p>cpio criou o Projeto FILTRAR </p><p>que a princpio e por provoca-</p><p>o de uma pequena comuni-</p><p>dade nas proximidades do </p><p>Distrito de So Vicente, buscou </p><p>uma forma de ofertar gua </p><p>potvel a esta comunidade </p><p>(Fruteiras Quentes). </p><p>O processo iniciou-se partir </p><p>da inviabilidade de levar exten-</p><p>so de rede da sede do munic-</p><p>pio por diversos fatores e den-</p><p>tre eles o alto custo da opera-</p><p>o por ter o municpio de </p><p>custear taxa de servido ao </p><p>Estado e a alguns proprietrios </p><p>de terras ao longo do trajeto. </p><p>Com estes impedimentos e </p><p>conhecendo a realidade in loco desta comunidade, bus-cou-se uma forma tcnica de </p><p>tornar potvel a gua consumi-</p><p>da e foram iniciados testes das </p><p>guas consumidas diretamente </p><p>do Rio Itapemirim e das guas </p><p>consumidas partir de poos </p><p>artesianos e cacimbas, habitu-</p><p>almente usado pela comunida-</p><p>de. </p><p>Aps vrios testes de laborat-</p><p>rios e com apoio da concessio-</p><p>nria do municpioFoz do Brasil, chegou-se a uma solu-</p><p>o que originou o nome do </p><p>projeto quer seja, a instalao </p><p>de filtros em guas consumidas </p><p> partir da captao de poos </p><p>artesianos e contudo, foi neces-</p><p>srio fugir do objetivo inicial em </p><p>apenas ofertar filtros estas </p><p>famlias mas tambm construir </p><p>poos artesianos para aquelas </p><p>famlias que no dispunham de </p><p>recursos para tal obra. </p><p>O Projeto FILTRAR nasce deste </p><p>desafio e j foi espalhado por </p><p>toas as comunidades ao entor-</p><p>no da sede do Distrito de So </p><p>Vicente e aps um cadastra-</p><p>mento realizado pela agncia </p><p>reguladora pode criar um crono-</p><p>grama de atendimento a estas </p><p>comunidades pois precisva-</p><p>mos de um diagnstico quanti-</p><p>tativo destas famlias e aportar </p><p>recursos para tal. </p><p>Hoje, aps 11 meses de im-</p><p>plantao, o projeto j entregou </p><p>e instalou 150 filtros e j cons-</p><p>truiu 61 poos artesianos e j </p><p>tem cadastrado 70 novas fam-</p><p>lias para construo de mais </p><p>poos artesianos e instalao </p><p>de mais filtros. </p><p>Cada poo artesiano construdo </p><p>de forma concisa a oferta de </p><p>servios pblicos populao, </p><p>dever do Estado, principalmen-</p><p>te no que refere a oferta de </p><p>gua tratada e esgotamento </p><p>sanitrio. </p><p>O projeto pioneiro e atende </p><p>de forma simples e eficaz as </p><p>comunidades rurais e traz a </p><p>esperana para essas famlias </p><p>e mostra o compromisso de </p><p>um governo voltado para o </p><p>bem estar de cada cidado, </p><p>quer seja ele da zona urbana </p><p>do municpio, quer seja ele do </p><p>campo. </p><p>e entregue a comunidade </p><p>equipado com bomba, bia e </p><p>filtro, e cada conjunto deste </p><p>tem um custo aproximado de </p><p>R$ 3.200,00 e com isso, j </p><p>foram investidos aproximada-</p><p>mente 200.000,00 no projeto. </p><p>Polticas pblicas precisam ser </p><p>direcionadas ao cuidado das </p><p>pessoas e a promoo de sua </p><p>dignidade somado a qualidade </p><p>de vida e a sade pblica. Esta </p><p> a bandeira da agncia regu-</p><p>ladora. No podemos ficar </p><p>atnitos ao que est posto por </p><p>outras gestes e sim buscar </p><p>P RO J E TO E T E D A S S I N A T U R A D O C O N V N I O F O I C E L E B R A D O P E L O G O V E R N O D O E S TA D O . </p><p>quim, Bebedouro, Jacu, Itabira e </p><p>Alto Taquarim, totalizando um </p><p>montante de 615 conjuntos sp-</p><p>ticos compostos por bidigestor. </p><p>O projeto est na fase de reade-</p><p>quao tcnica seguindo orienta-</p><p>es do gestor do recursoIJSN Instituto Jones dos Santos Neves </p><p>e estar em processo licitatrio </p><p>to logo os ajustes tcnicos este-</p><p>jam j resolvidos. </p><p>Este projeto tramita deste 2009 </p><p>no governo e ao longo destes </p><p>anos foi necessrio passar por </p><p>todo um processo burocrtico no </p><p>qual culminar com a implanta-</p><p>o dos mesmos nos prximos </p><p>meses. </p><p>A princpio o convnio j celebra-</p><p>do em 2008 no teve sua execu-</p><p>o pela empresa licitada e com </p><p>este novo modelo de conjunto </p><p>spticobiodigestor, o projeto no mais ser executado com a </p><p>construo de fossas spticas de </p><p>alvenaria por entendermos que </p><p>as mesmas no possuem a efici-</p><p>ncia do novo modelo de fossa </p><p>sptica apresentado no projeto. </p><p>Importante ressaltar que o objeto </p><p>do convnio foi alterado pois, no </p><p>incio contemplava um nmero </p><p>menor de comunidades e um </p><p>grande parte dos recursos esta-</p><p>vam destinados para a remoo </p><p>do lixo situado no Bairro Coronel </p><p>Borges, o que no mais ser </p><p>necessrio, haja visto a implanta-</p><p>o da CTRCICentro de Trata-mento de Resduos Slidos de </p><p>Cachoeiro de Itapemirim na loca-</p><p>lidade de Morro Grande. </p><p>O convnio para a implantao </p><p>do projeto ETEDEstao de Tratamento de Esgoto Domstico </p><p>a ser instalado em 13 comunida-</p><p>des rurais do municpio de Ca-</p><p>choeiro de Itapemirim , foi assi-</p><p>nado no ltimo dia 10 de Julho </p><p>em ato no Gabinete do Governa-</p><p>dor do Estado do Esprito Santo. </p><p>O convnio celebrado com recur-</p><p>sos da privatizao da Vale do </p><p>Rio Doce aportar recursos na </p><p>ordem de 1.5 milho para a im-</p><p>plantao do projeto no munic-</p><p>pio. </p><p>As comunidades a serem con-</p><p>templadas so: Independncia, </p><p>Bom Jardim, So Jos do Canta-</p><p>galo, Santa Rita, Jaboticabeiras, </p><p>Santa F de...</p></li></ul>