Informativo 63

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Informativo 63

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  • Sindicato da Indstria do Mobilirio e Marcenaria do Estado do Paran Av. Sete de Setembro, 4698 Cj. 1601/1602

    Batel Curitiba PR CEP 80240-000 Fone/Fax: 41. 3342.5052

    www.simov.com.br I simov@simov.com.br

    NOTCIAS_________________ SIMOV DEFINE PLANEJAMENTO ESTRATGICO DE 2012 Etapa final do planejamento acontece no prximo dia 16

    Na ltima sexta-feira (4), a primeira etapa da definio do planejamento estratgico de 2012 do Simov foi realizada na sede do sindicato. Participaram da reunio membros da diretoria, do conselho fiscal e funcionrios. A etapa final do planejamento ser realizada no dia 16 de fevereiro, a partir das 17 horas, na sede do Simov. No encontro do ltimo dia 4, que teve durao de cerca de oito horas, foram disponibilizados ao sindicato dois especialistas para que fosse desenvolvido o planejamento estratgico. Alm do plano de ao, foram discutidas a definio de negcio, misso, viso, crenas, valores, anlise dos cenrios, de foras, fraquezas e ameaas, objetivos estratgicos, metas e indicadores. O planejamento estratgico faz parte do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), que oferece um pacote de servios composto por diversos programas. O PDA uma parceria da Federao das Indstrias do Estado do Paran (Fiep) e a Confederao Nacional da Indstria (CNI), que visa estimular o associativismo e contribuir para o aumento da representatividade dos sindicatos patronais.

    Reunio realizada para definir o Planejamento Estratgico para 2012

    Conhea mais sobre o Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA) Fonte: Vanessa Eberle - Simov

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    NOTCIAS_________________ DESONERAO DE FOLHA ELEVA CARGA EM ALGUNS SETORES Empresas reclamam que passaram a pagar mais imposto aps plano do governo que tinha como meta elevar a competitividade Anunciada como um benefcio para elevar a baixa competitividade dos produtos brasileiros, a desonerao da folha de pagamentos pode prejudicar boa parte das empresas includas no novo regime. A lei determina que elas substituam a contribuio de 20% sobre a folha, destinada Previdncia Social, pelo recolhimento de 1,5% a 2,5% sobre o faturamento bruto. Na prtica, porm, s so beneficiadas empresas cujo valor destinado a salrios e encargos ultrapasse 10% da receita bruta. A informao do Sindicato das Empresas de Servios Contbeis no Estado de So Paulo (Sescon-SP). Uma empresa que fature R$ 10 milhes e gaste 4% com a folha de pagamentos, por exemplo, recolheria R$ 80 mil de contribuio previdenciria. Com a desonerao da folha, no entanto, o desembolso seria 87% maior. Aplicando-se a alquota de 1,5% sobre o faturamento, a contribuio aumenta para R$ 150 mil. Caso essa mesma empresa destinasse 10% da receita bruta para cobrir os gastos com funcionrios, a situao seria diferente. Em lugar de contribuir com R$ 200 mil, ela recolheria apenas R$ 150 mil, o que representa uma economia de 25%. "A lei beneficia as organizaes que tm como caracterstica contratar elevada massa de mo de obra prpria, o que no o caso das empresas dotadas de um parque tecnolgico moderno e especializado", diz Jos Chapina Alcazar, presidente do Sescon-SP. No setor de confeces, uma em cada trs empresas perde com a mudana, estima a Associao Brasileira da Indstria Txtil e de Confeces (Abit). As que mais perdem, segundo a entidade, so aquelas que terceirizam parte da sua produo. Nesses casos, o custo salarial no pode ser desonerado, porque ele j vem embutido no preo da empresa que prestou o servio. "Recebemos um nmero grande de telefonemas de empresas reclamando que passaram a pagar mais imposto", conta Fernando Pimentel, diretor-superintendente da Abit. Uma sondagem feita pela entidade indicou que cerca de 33% das empresa de vesturio passaram a pagar mais imposto,10% ficaram no zero a zero e quase 60% saram ganhando com a medida. "A inteno boa, mas o resultado no atinge aquilo que necessrio para adicionar competitividade sistmica a uma cadeia produtiva que emprega 1,7 milho de pessoas, nmero que chega a 8 milhes considerando-se os empregos indiretos", alega o executivo. Leia mais... Fonte: O Estado de S. Paulo

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    NOTCIAS_________________

    RECUPERAO DE ATIVIDADE INDUSTRIAL DEPENDE DE MEDIDAS AMPLAS, DIZ CNI

    No ano passado, segundo IBGE, produo industrial teve alta de 0,3%. Medidas tambm devem ser 'urgentes', segundo anlise do empresariado A recuperao da atividade industrial depende de medidas "amplas e urgentes", segundo avaliao divulgada nesta tera-feira (31) pela Confederao Nacional da Indstria (CNI), entidade de representao do empresariado brasileiro. Mais cedo, levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE) havia informado que a produo industrial cresceu 0,3% em 2011, na comparao com o ano anterior. "Ao longo de 2011, o setor industrial apresentou clara perda de ritmo a partir de abril", informou o IBGE, por meio de nota. Em 2010, a produo industrial avanou 10,5%. Medidas positivas, mas 'insuficientes' Na avaliao da CNI, a reduo dos juros e as desoneraes tributrias, adotadas no final do ano passado, so positivas, mas "insuficientes" para a "indstria superar as dificuldades e retomar um ritmo mais forte de crescimento". Para o economista da CNI, Flavio Castelo Branco, o governo deveria promover redues de impostos lineares para toda a indstria, em vez de atuar setorialmente (eletrodomsticos e automveis, por exemplo). "Precisa reduzir a carga tributria de forma mais ampla. A desonerao de folha de pagamentos, por exemplo, foi direcionada", declarou. Ele afirmou que as medidas adotadas tambm demoram para ter validade. "O Brasil Maior tem seis meses e s agora est comeando a ser implementado. Alm disso, temos guerra fiscal dos portos, com benefcios fiscais do ICMS concedidos por alguns estados. Isso gera prejuzo para a indstria e para o pas. O produto estrangeiro chega com tributao menor do que brasileiro", declarou. Na viso do economista, tambm preciso baratear o acesso aos emprstimos bancrio e agilizar a recuperao de crditos tributrios. "A gente avanou pouco nessa agenda que todo mundo conhece e que todo mundo concorda", concluiu ele.

    Fonte: G1, Braslia

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    NOTCIAS_________________ CASA DA INDSTRIA VAI FORTALECER AES DO SETOR PRODUTIVO EM PONTA GROSSA Inaugurada nesta quarta-feira (25), estrutura abriga trs sindicatos industriais e encampar lutas conjuntas dos empresrios da regio Com objetivo de otimizar esforos, reduzir custos e enfrentar problemas comuns, trs sindicatos industriais de Ponta Grossa Sindimadeira, Sindimetal e Sindiminerais -, inauguraram nesta quarta-feira (25), com apoio da Federao das Indstrias do Estado do Paran (Fiep), a Casa da Indstria. O espao, localizado no centro da cidade, abriga conjuntamente a estrutura administrativa das trs entidades, disponibilizando aos empresrios da regio ambiente propcio para reunies e outras atividades com objetivo de fortalecer a representatividade do setor produtivo da regio. Para o presidente da Fiep, Edson Campagnolo, presente na inaugurao, a iniciativa um marco na defesa das indstrias de Ponta Grossa. um nome que diz muito. Casa onde voc se sente bem, onde voc est com a sua famlia, com os seus semelhantes., compara. De acordo com o presidente do Sindicato das Indstrias de Serrarias, Carpintarias e Tanoarias e de Marcenarias de Ponta Grossa (Sindimadeira-PG), Ivo Bremm, um dos idealizadores da proposta, o conceito semelhante ao de uma cooperativa, onde todos contribuem por um objetivo comum. As coisas s acontecem quando voc forte, quando voc anda de mos dadas., diz. Segundo Bremm, a estrutura contar tambm com uma executiva, capacitada pela Fiep, que far a gesto das estruturas sindicais participantes e a busca de novos associados. O presidente do Sindicato muitas vezes no tem tempo para administrar o sindicato porque tem que cuidar da sua empresa., avalia. Presente na inaugurao, o prefeito de Ponta Grossa, Pedro Wosgrau Filho, destacou o bom momento por que passa o setor industrial no municpio, com a instalao de novas empresas, e sua disposio em continuar colaborando com as aes da Fiep e dos sindicatos. Enquanto estiver na prefeitura, serei parceiro da Fiep., disse. Para o presidente do Sindicato da Indstria de Extrao de Minerais no Metlicos de Ponta Grossa (Sindiminerais-PG), Fbio Leal, um dos aspectos que devem sair mais fortalecidos desta iniciativa a representao institucional dos empresrios da regio. importante porque fortalece o empresariado na hora de discutir questes jurdicas e tributrias., diz. Tambm o presidente do Sindicato das Indstrias Metalrgicas, Mecnicas e de Material Eltrico de Ponta Grossa (Sindimetal-PG), Jos Lvio Burda, acredita que a iniciativa fortalecer a atuao dos empresrios da regio. As lutas tm que ser em conjunto, bem como a troca de experincias.. Fonte: Agncia de Notcias Fiep

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    NOTCIAS_________________

    AS PRINCIPAIS MODIFICAES DE LEIS PARA AS EMPRESAS EM 2012 Dentro de um planejamento fiscal e tributrio bem feito as empresas necessitam estar atentas