Influncias do campo eletromagntico em um transformador

Download Influncias do campo eletromagntico em um transformador

Post on 14-Apr-2017

132 views

Category:

Engineering

1 download

TRANSCRIPT

Converso eletrom. De energia

Influncias do campo eletromagntico

Prof. Deoclides Alves de Almeida Junior

Abner Moura da Silva RA: 518297Estevo Stellari Correia RA: 516560Juliano Barbosa Peixoto - RA: 514965 Diego Fernandes Patricio - 516551

Engenharia Eltrica Noturno, 6 TermoData da entrega: 18 de setembro de 2013Influncias do campo eletromagntico em um transformador

Foi demonstrado em laboratrio a influncia do campo eletromagntico atravs da energizao de um transformador e foram comprovados os efeitos que a corrente eltrica provoca ao circular em seu ncleo, assim como visto nas aulas tericas.

Observaes e concluses adquiridas pela experincia:Foi utilizado um transformador de 600 espiras no primrio para 1200 espiras no secundrio, este foi energizado em tenso alternada. Ao percorrer corrente eltrica pela bobina, criou-se um fluxo eletromagntico no ncleo do transformador.O professor desacoplou o ncleo e o ergueu para cima. Como demonstrao que a densidade de campo se concentrou na ponta do ncleo, ele utilizou um im e este foi facilmente atrado. Em seguida, acoplou novamente o ncleo e voltou a colocar o im na mesma posio onde anteriormente estava a ponta do ncleo, mas desta vez o im no sofreu fora alguma. Isso prova que o fluxo s chegou at onde o im estava por causa do ncleo, que tem uma permeabilidade relativa alta (muito maior do que a do ar). Ao retirar o ncleo, o fluxo de campo no conseguiu alcanar o im.

Ao colocar uma arruela de alumnio ao redor do ncleo, a mesma foi pressionada para cima, ficando em flutuao. Mediante a explicao do professor, conclui-se que o fluxo de campo que percorre o ncleo induz uma corrente eltrica na arruela de alumnio. Essa corrente induzida gera um fluxo de polaridade reversa. Como o campo eletromagntico da arruela tem polaridade reversa do ncleo, a arruela de alumnio sofre uma fora de repulso.

Tambm foi observado que quanto maior a seo da arruela de alumnio, maior ser a fora de repulso, pois quando maior a rea da pea, menor ser a resistncia total, como nos diz a Segunda lei de Ohm. Com a resistncia menor, a corrente ser maior e como a densidade de campo magntico diretamente proporcional a corrente, tem-se uma fora de repulso maior.

Notou-se tambm que quando colocada uma arruela de alumnio aberta ao redor do ncleo, ela no sofre repulso. Isso se d pelo fato de no haver fluxo induzido na arruela, pois no pode circular corrente eltrica.

Foram colocadas vrias arruelas, uma por cima da outra. Notou-se que a diferena de potencial entre a primeira e a ultima arruela foi equivalente a soma das tenses induzidas em cada uma. Provou-se que as tenses induzidas em cada espira se somam.

Foi colocada uma lmpada incandescente de 60W no secundrio do transformador. Notou-se que a corrente no primrio tambm aumentou. Isso se deu pelo falo de para haver uma corrente eltrica no secundrio, o fluxo de campo do primrio precisa ser maior e para aumenta-lo, a corrente que o produz (corrente no primrio) tambm precisa aumentar. Concluiu-se que quando o secundrio est em aberto, ele no reflete nenhum efeito no primrio. Mas ao colocar uma carga, a corrente do secundrio refletida no primrio. Ou seja, em um circuito de energia eltrica, o acoplamento magntico no funciona como fonte de energia e sim como um modo de transmisso. Quando uma carga acoplada a rede, a corrente sempre exigida dos geradores, independente do tipo de acoplamento, que pode ser eltrico (cabos) ou magntico (induo).

Recommended

View more >