inconfidência nº 223 de 31 de janeiro‏

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  • BELO HORIZONTE, 31 DE JANEIRO DE 2016 - ANO XXI - N 223

    AS FORAS ARMADAS TM O DEVER SAGRADO DE IMPEDIR,A QUALQUER CUSTO, A IMPLANTAO DO COMUNISMO NO BRASIL.

    Site: www.jornalinconfidencia.com.brE-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br

    ConviteConviteConviteConviteConvitePOSSEDANOVADIRETORIA

    DACASADAFEB

    O General Rosendo, aps o descerramento de sua foto na galeria de ex-presidentes,colocando o "botton" da Casa da FEB, usado pelos presidentes da ANVFEB,

    na lapela do empresrio Breno Vinicius Amorim, que tomou posse a 21 de janeiro .LEIA NA PGINA14

    Edua

    rdoCu

    nha

    Renan

    Calheiros

    LULAPT

    DILMAPMDB

    Internet

    VERGONHA DE SER BRASILEIROEsse pas chegou a tal ponto de depravao,que estamos dependendo de uns bandidos

    para ficarmos livres de outros.

    Os presidentes do CrculoMilitar/BH, da ANVFEB/BHe do Inconfidncia, tm oprazer de convidar seus

    associados/integrantes, comotambm a todos aqueles que

    desejarem, para assistirA ESTRADA 47, primeirofilme de guerra realizado no

    Brasil sobre a participao dossoldados brasileiros na Itlia,durante a II Guerra Mundial.

    Um filme sobre fatose heris reais.

    Local:CrculoMilitar de Belo HorizonteAv: Raja Gabaglia, 350

    Data: 19 de fevereiro / 6 feiraHora: 19:00

    Estacionamento no local: R$ 5,00

    COMPAREAECONVIDESEUSPARENTESEAMIGOS

    Conspira contra sua prpriagrandeza o povo que no cultua

    seus feitos heroicos

    GENERAL MOURO PASSA OCOMANDOMILITAR DO SUL

    Ao entardecer de 26 de janeiro, no aquartelamento do Regimento Osrio, oGeneral de Exrcito Antonio Hamilton Martins Mouro passou o Comando

    para o General de Exrcito Edson Leal Pujol. PPPPPGINAGINAGINAGINAGINA 1515151515

    BOLSONAROPARA PRESIDENTE

    EXRCITO OCO

    A QUEBRA DACERVIZ MILITAR

    REFERNCIAS ANNIMASPGINA 23

    PGINA 11

    PGINA 5

    PGINA 11

    LEIA NA PGINA 12

  • 8N 223 - Janeiro/2016 2

    *MarcoAntonioFelciodaSilva

    * A. C. PortinariGreggio

    *General de Brigada - Cientista Poltico, ex-Oficial de Ligao ao Comando e ArmasCombinadas do Exrcito Norte Americano, ex-Assessor do Gabinete do Ministro do Exrcito,

    Analista de Inteligncia - E-mail: marco.felicio@yahoo.com* Economista

    Com a derrubada do Muro de Berlim(1989), as esquerdas em todo o mundose preocuparam com o futuro do movimentocomunista. Passaram a buscar alternativas,internacionalmente, buscando apoios para arespectiva sobrevivncia. Fidel Castro idea-lizou reconstruir uma II Internacional nasAmricas, reunindo partidos e organizaesmarxistas-leninistas revolucionrias numaentidade supranacional. O Partido dos Tra-balhadores (PT), motivado por uma intelec-tualidade gramscista que o integrava e sim-patizantes, aproveitou a oportunidade parafortalecer suas posies no contexto do soci-alismo mundial, ento, em reestruturao.

    A oportunidade, aproveitada pela c-pula do PT, sob a pseudo liderana de Lu-la, congregando Estados e organizaoes di-versas de orientao dita socialista, deuorigem organizao supranacional, FORODE SO PAULO (FSP), responsvel peladisseminao do socia-lismo bolivariano naAmrica Latina.

    Dez anos depois, oPT, aps se integrar de-nominadaInternacionalRebelde, surgida naFran-a em 1999, concretizandotrabalho liderado pelosmi-l i tantes petistas OdedGrajew e Chico Whitaker,apoiados por Bernard Cas-sen, do LeMondeDiplomatique, pelo dinhei-ro da Fundao Ford e pelos governadorespetistas do Rio Grande do Sul, Olivio Dutrae Tarso Genro, ambos comunistas, difun-dindo a ideia de criar um contraponto aoelitista Frum Econmico Mundial, escon-dendo a verdadeira finalidade de reerguer ocomunismo em todo o mundo, seguindo adoutrina gramscista, lanam o maior tra-balho de conscientizaco de massas j ha-vido, principalmente de jovens, criando oFRUM SOCIAL MUNDIAL (FSM).

    Sumamente significativo que, anteri-ormente ao primeiro evento do FSM, hou-ve, em Montevideo, um seminrio - Os Co-munistas Refletem e Debatem Sobre Polti-cas de Alianas no Novo Sculo - com aparticipao de partidos comunistas de 13paises da Amrica do Sul, Europa Ociden-tal e Cuba. A, se fez um balano da dcimareunio do FSP, efetuada emHavana/Cuba,e se concretizou a estratgia que seria pos-ta em prtica durante o I FSM.

    O Frum Social Mundial (FSM) umevento altermundialista, o que designa os quese opem a uma globalizao fundamentadano capitalismo e no liberalismo e propemcomo soluo o socialismo, o comunismo e aanarquia), organizado pormovimentos soci-ais e por organizaes dos diversos continen-

    O PT, a PETROBRAS e o INTRIGANTEFRUM SOCIAL MUNDIAL

    Contribuir para a defesa da Democracia e daliberdade, traduzindo um Pas com projeo de poder

    e soberano, deve ser o nosso NORTE!tes, com objetivo de ela-borar alternativas parauma transformao social global. Seu slogan : Um outro mundo possvel.

    Os fruns so realizados anualmente.Em 2001,2002 e 2003 foram em Porto Ale-gre, no Rio Grande do Sul. Em 2005, o F-rum voltou para Porto Alegre. Crescente,contou com 155 mil participantes, represen-tando 135 pases e 6.588 organizaes; 6.823jornalistas; 2.900 voluntrios, 2.580 traba-lhadores da Economia Popular e Solidria.Foram 2.500 atividades autogestionadas en-tre as quais: 130 shows; 115 filmes e vdeose 96 exposies de artes. 12345 reunies edebates. Namarcha de abertura, participarammais de 200 mil pessoas.

    Decidiu-se, ento, que o FSM seria iti-nerante, devendo ser sediado em vrias cida-des diferentes a cada ano. Em 2006, foi po-licntrico (Caracas, Karacki e Bamako) e em

    2008 foi descentralizado. Em2007 foi na frica, Nairbi(Qunia), e em 2009, em Be-lmdoPar.OFrumde2012foi realizado no Brasil, emPorto Alegre, e teve comotema central Crise Capita-lista, Justia Social e Am-biental.

    Se tudo isso j no fos-se intrigante quanto as suasfinalidades e abrangncia

    mundial, sob a direo do PT, o que exigemuito dinheiro para se manter uma estruturainternacional ativa, sem qualquer alarde daImprensa brasileira, como parte da programa-o em defesa domandato da inepta presiden-teDilma, o FrumSocialMundial ocorreu, emPorto Alegre, do ltimo dia 19 ao dia 26 deJaneiro. Estranha-se que teve o patrocnio deduas empresas controladas peloGoverno, umGoverno falido, com ndices econmicos de-sastrosos. A Petrobras que patrocina o frum,desde do seu primeiro evento, em 2001, es-tando atolada em corrupo e dvidas mons-truosas, doando 800 mil reais e a Itaipu Bi-nacional, destinando 180mil reais. Durante oevento, estava prevista mesa composta peloPresidente do PT, Rui Falco, e aliados daPresidente, para discutirem o tema Demo-cracia em tempos de golpismos. A realidadeque vivemos indica um outro tema: Demo-cracia em tempos de gesto criminosa e deintensa corrupo. Da, uma simples per-gunta: onde esto as lideranas governamen-tais que se dizem responsveis e anunciamque o Pas vive clima de estabilidade, com asinstituies funcionando perfeitamente, en-quanto a Nao sangra lentamente e o Pasdesce ladeira abaixo, impulsionado pela omis-so de uns, pela covardia de outros e pela faltade carter de uma grande maioria?

    Tudo indica que Bol-sonaro est surfan-do uma curva exponen-

    cial ascendente. Seus ndices de prefern-cia, embora inferiores a 10%, tm tudo paracrescer em rpida acelerao nos prximosdois anos, talvez suficiente para garantir-lhe, cteris paribus, um tero ou mais dosvotos, na pior das hipteses, ou a maioriaabsoluta, na melhor. H dois conjuntos defatores a apontar nessa direo: a catstro-fe interna do Brasil e a catstrofe inter-nacional. Usamos o termo catstrofe nosentido literal do grego , vira-da de cabea para baixo. isso mesmo oque acontece com o Brasil e o mundo nestemomento. Como consequncia formaram-se, em vrios pases, vcuos polticos emque a populao rejeita todos os candi-datos chapas-brancas, inclusive das fal-sas oposies. Nessas situaes, lderescarismticos e descomprometidos comoBolsonaro tm reais possibilidades de ca-valgar o tsunami e, passando por cima deesquemas, espertezas e barreiras, chegarao poder supremo.

    Haja tsunami. Se Bolso-naro continuar a crescer, todasas faces no poder se uniro empnico, desesperadas, dispostasa tudo para barrar seu caminho.Manifestaes de rua, terroris-mo, pelegada sindical, artistas,fefeleches, intelectualha,CNBB,ndios,quilombeiros,xibungos e sapatonas, ongues,todos juntos. No vai faltar di-nheiro: do Primeiro Mundo, mi-lhes de dlares dessas fundaesque financiam as ongues e aquinta-coluna aptrida; e, claro, do prprio governofederal apesar da Lava-Jato.Desnecessrio dizer que a mdia se engaja-r mit dem Hand aufs Herz nessa campa-nha: afinal, Bolsonaro representa tudo oque os currupacos odeiam e temem na vida.

    Apesar de tudo, haver limites. Osadversrios de Bolsonaro tero de respeitaras regras da Constituio de 1988. Talveztentem sadas pela tangente, como emen-das parlamentaristas ou outras improvisa-es. Mas, dividido como est, em equil-brio instvel e enrascado na crise, o sistemapoltico terdificuldadeemarticular-separapuxadas de tapete. E, claro, nem cogitarde golpe de Estado, pois no pode contarcom as Foras Armadas e as organizaespoliciais para a aventura. Semmencionarque, sendo a constituio de 1988 a suaconstituio, o instrumento criado sobmedida para garantir seu poder, o siste-

    QUE ACONTECER SEBOLSONARO FOR ELEITO

    Chegar Presidncia ser difcil.Governar ser muito, muito mais.

    mapoltico dificilmente consentir emrasg-la.

    Em vez disso, mudar de estratgia.Ao perceber que o jogo est perdido, aca-tar o resultado e, dentro das normas daconstituio, empossar solenemente SuaExcelncia,oPresidenteJairBolsonaro.Mas,enquanto isso, a conspirao para derrub-lo j ter sido articulada, de modo que onovoPresidente, cercado de inimigos e comseu governo infiltrado por agentes e infor-mantes hostis, assumir um campominado.

    Acampanhaeleitoralserdifcil,masmuitomaisdifcil sergovernar.improv-vel que Bolsonaro possa contar com