inconfidência nº 207‏

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News & Politics

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  1. 1. ELEIES O Governo Dilma e a Corrupo "Se os porcos pudessem votar, o homem com o balde de comida seria eleito sempre, no importa quantos porcos ele j tenha abatido no recinto ao lado." Orson Scott Card PARA ONDE VAMOS? Mais 4 anos de corrupo, mentiras, Foro de So Paulo, aparelhamentos, bolivarismo e indignidades? PETROLO ELES SABIAM DE TUDO O doleiro Alberto Youssef,caixado esquemade corrupona Petrobras,revelou PolciaFederaleao MinistrioPblico,na tera-feirapassada, que Lula e Dilma Rousseff tinham conhecimentodas tenebrosas transaes naestatal. E ento Pilatos perguntou para a multido: - Quem eu liberto? O povo clamava: A Barrabs, o ladro! E assim que por mais de 2000 anos o povo continua escolhendo os LADRES EM MEU PAS VERGONHA...
  2. 2. *MarcoAntonio FelciodaSilva *General de Brigada - Cientista Poltico, ex-Oficial de Ligao ao Comando e Armas Combinadas do Exrcito Norte Americano, ex-Assessor do Gabinete do Ministro do Exrcito, AnalistadeInteligncia E-mail: marco.felicio@yahoo.com * A. C. Portinari Greggio * Economista O MANIFESTO QUE O PET NO PUBLICA Felizmente para o pet, a elite brasileira no acredita em espectros. Instituio ser maculada, violentada e conspurcada diante da lenincia de todos aqueles que no pensam, no questionam, no se importam, no se manifestam. ELES QUE VENHAM, POR AQUI NO PASSARO! Antes de comear, a gente queramos es- clarecer porque a gente se chama pet. O nome PT, mas todos sabem que noPartido,nemagentesomosTrabalhadores. Partido aquilo que est na legislao eleitoral. Ns, do Foro de So Paulo, no somos Partido; somos um movimento chefiado pelos compa- nheiros Fidel e Raul, e o nosso negcio no o Brasil, a URSAL. E tambm no somos dos Trabalhadoresporquenenhumdensnuncatra- balhou na vida. Se no partido, nem de tra- balhadores, ento...? Nossos adversrios cha- mam a gente de quadrilha. Mas no quadrilha, porque a gente tem um ideal. Certo que a gente rouba, mata, assalta, compra, vende, mente, faz qualquernegcio,mastudoporideal.Esseideal, a gente no abre mo dele de jeito nenhum. Ento, como que fica? A gente no PT, nemquadrilha,nemtribo,nem mfia, mas a gente tudo ao mesmo tempo. Qual o nome, ento? No existe na lngua brasileira.Porisso,agentevai se chamar pet. Entenderam? Pronto. Agora pode- mos explicar nosso ideal. O Manifesto Comunista, escrito pelos companheiros Marx e Engels, comeava comumadeclaraoqueassustava:Umespectro assombra a Europa o Espectro do Comunis- mo. Todas as foras da velha Europa se uniram numa Santa Aliana para exorcism-lo. Infelizmente os companheiros Marx e Engels erraram nesse negcio de espectro. Naquela poca eles usavam barbas e roupas escuras, e conspiravam, e explodiam bombas, e achavam que s iam chegar l pela revoluo sangrenta.EmParis,em1870,foiassim.Depois, na Rssia, os companheiros mataram e pren- deram e liquidaram e expurgaram. Depois, veio o Mao, na China, pior ainda. E o Vietn. E o Camboja. E Cuba. Esses companheiros s acreditavam na revoluo. Por isso, o comu- nismo era o espectro que assustava. Quer dizer, assustava, mas no todo o mundo. Aqui no Brasil, por exemplo, o espectro assustou muita gente, mas no as Foras Arma- das. Quando os companheiros tentaram a revo- luo, os militares enfrentaram. Duas vezes a genteseferroucomeles.Centrens,atelesque foram bons demais. Eles sabiam o nosso ideal. Eles sabiam que, se a gente chegssemos ao po- der,agenteiamandarmuitagenteparaoparedo. A gente ia acabar com todo mundo que fosse contra. A gente ia confiscar tudo. E o pior que ningum ia poder fugir pra Miami. Os milita- res sabiam, porque eles estouraram nossos apa- relhos e pegaram nossos papis. Mas, surpresa, eles no castigaram a gente, eles tiveram d. Eles achavam que a gente era jovens desorien- tados e que tinha aprendido uma lio. Companheiros, a gente nunca enganou os militares. por isso que a gente no confia neles e quer eles longe da gente. Mas a gente descobriu que tinha um jeito mais fcil de vencer: em vez de guerra, e de en- frentar o Exrcito, a gente podia ganhar eleies naquele esquema da democracia. Demorou pra chegar l. Foi preciso que os companheiros nas universidades ensinassem muita sociologia, pissocologia, pedagogia e um monte de logias e gogias, muitos anos, e a gente tivesse tempo de tomar conta dos jornais, das tevs, de tudo. A, ficoufcil.Agentecomeamosaconversardireto com os capitalistas, banqueiros, empresrios, os carasdaFIESP,atmesmoosagronegcios.Foi a que a gente descobriu como fcil levar esses caras na conversa. A gente nem precisou mexer nos nossos ideais. Est tudo l. s ler os pro- gramasdopetedoForodeSoPaulo,doscom- panheiros do PC do B, e do MST, e das FARC. A gente est ligado com Cuba, Coria do Norte, oCalifado,aAl-Caida,eagenteprometeuquevai fazer tudinho igual a eles. Mas, quer saber? Os nicos que no brincam com essa histria de ideal so os militares, porque com eles no temjogoduplo:falou,tfalado. No d pra conversar. A burguesia e os capita- listas so outra coisa. A gente chega,etrataelesbem,econver- sa com eles, e eles na mesma hora acham que a gente mentiu o nosso ideal, que no fundo a gentequermesmoseenturmar comeles.Quersaberporqueelesachaqueagente no tem ideal? por causa da democracia. Na democracia todo mundo mente. Ningum dis- cute srio. marqueteiro contra marqueteiro. Ganha quem mais esperto, e todo mundo bate palma. por isso que a gente se deu bem na democracia: a gente tem ideal mas ningum acredita. Que susto que eles vo levar. Olha s. A companheira Dilma e o pet estava mais sujos que pau de galinheiro com aquele esquema da Petrobrs. Os industriais estava contra a gente. O agronegcio, nem se fala. Todo mundo achava que a gente ladro. Todo o dia aparecia mais um companheiro metido em maracutaias. Pra encurtar a hist- ria: a gente no prestava mais. A, o que que a gente fez? Nada. A gente disse: olha, esquece o queagenteera.Voltaafita.Apaga.Agentemu- dou. O pet mudou. Hoje somos outros. Acredite, companheiros e companhei- ras:namesmahoraelesficaramaliviados.Sor- riram. Que bom. Eles pensavam que a gente era comunista, s porque a gente comunista. Eles achavam que a gente queria acabar com eles, s porque o nosso ideal acabar com eles. Eles achavam que a gente scio das FARC, s porque as FARC scia da gente. Mas foi s a gente dizer que quer dilogo, fingir que vai investigar a Petrobrs e indicar uns nomes pro Banco Central e pra Fazenda, na mesma hora o dlar caiu e a bolsa subiu. Sabem qual o cmulo? Depois de doze anos e de tantas denncias, caiu a ficha dos tucanos. Hoje eles pediram uma auditoria nas urnas eletrnicas. Pediram pra quem? Pro com- panheiro Tfole. A gente morremos de rir. Companheiros,agentenoprecisamudar nada. Nossos ideais continuam os mesmos. E eles tambm continuam os mesmos babacas de sempre. Acampanha eleitoral e a reeleio da atual Presidente mostram que os 12 anos de governo Lula e de Dilma Roussef, alm de pro- vocar o que era inimaginvel, a quebra da unidade nacional, propiciaram o aparelha- mento do governo e de parte do Estado, obje- tivandoopreconizadopeloForodeSoPaulo: Pormeiodepolticasassistencialistasemanipu- lao da unio da Central dos Movimentos Sociais com as centrais sindicais, abarcando as reas urbanas e rurais, acumular foras na busca de nova correlao de poder entre a burguesia e o proletariado, possibilitando processorevolucionrio,emmarchajavanada, visando a implantao do que chamam de soci- alismo ou de socialismo bolivariano, nada maisdoqueumamascaradaditaduradenatureza marxista-gramscista. H que ressaltar que a situao de des- calabro poltico-social e moral, que hoje vive- mos, fruto de um processo que antecede e impulsionado com a criao do Partido dos Tra- balhadores, contando para o seu sucesso com a omisso daqueles que se dizem democratas e realizado, impunemente, em nome das liberda- des democrticas. Isso comprovado pelo recente e dema- ggico discurso, do ex-candidato Acio Neves, dizendo-se de esquerda, afastando qualquer tentativa que leve ao impeachment de Dilma, processolegal,democrticoeconstitucional,que seria uma prtica da Direita, segundo Ele. A enfatizar, o caldo de cultura petista, que j levou algumas de suas principais lideran- aspriso:escndaloscomooMensaloeoda Petrobras,originriosdacorrupoquepermeia a classe poltica, empresrios e grandes empre- sas, fontes de desvio do dinheiro pblico que ir- riga,noCongresso,avassalagemdamaioriaque integraabasedesustentaopolticado governo petista. Por outro lado, acusaes por pratica de crimesdiversos,noapuradasdevidamentepelo MPF,atingemLulaeaatualPresidente,algumas delas, se comprovadas, razo de processo de impeachment de Dilma. Como exemplos, estra- nhosemilionriosemprstimosexternosCuba e a outros pases, alinhados ideologicamente, ALERTA NAO com clausulas secretas e no aprovados pelo Sena- doouofinanciamentodacampanhade2010com obteno criminosa de recursos pblicos. Nodehojeaimpregnaopsicolgica, de cunho comunista, imposta juventude, nos diferentesnveisescolares,ainfiltraonamdia escrita,faladaetelevisada,possibilitandoatrans- formao de valores, at ento, perenes. A neutralizao das Foras Armadas, su- bordinadas a Ministro da Defesa, afinado ideo- logicamentecomogoverno,levamasilncio,que se torna aterrador, diante de inaceitveis fatos que j no mais indignam grande parcela da populao, anestesiada, mas que traduzem os descalabrosnumerosos,entreelesaquelescomo a ruptura do tecido social e o processo revolu- cionrio socialista, os quais apontam para a possibilidade de uma convulso social. O STF, com a maioria de seus integran- tes nomeados por Lula e Dilma, j conside- rado por um dos atuais juzes como um futuro Tribunal Bolivariano, semelhana do que j ocorre em inmeros pases componentes do Foro de So Paulo, com tribunais submis- sos ao Poder Executivo. O discurso do Presidente Maduro, sau- dando a reeleio de Dilma como um fortaleci- mento do processo revolucionrio socialista nos pasesbolivarianos,claraevidnciadoacima citado.Como,tambm,oarecentepresena,em territrio brasileiro, de ministro venezuelano, livrementefaz