inconfidência nº 199‏

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  • 1. SUPREMO TRIBUNAL FEDERALBRASIL DE LUTO Os 6 ministros que no viram a quadrilha Cai a penltima* resistncia, o Judicirio! STF institucionaliza a impunidade e a corrupo, tornando-se sucursal do partido mais corruPTo do pas.MENSALEIROS, SIM. QUADRILHEIROS, NO MAIS... Supremo absolve oito rus, inclusive ex-membros da cpula do PT, do crime de formao de quadrilhaAo apreciar os embargos infringentes - recurso garantido queles que tiveram pelo menos quatro votos contrrios condenao por algum dos delitos -, o Supremo decidiu, por seis votos a cinco, a favor da absolvio pelo crime de quadrilha. Firmada com os votos dos ministros Teori Zavascki e Lus Roberto Barroso, nomeados para a Corte depois do julgamento do mensalo realizado em 2012, a nova sentena reduz a pena dos rus e altera o modo de cumprimento dela para alguns. (Estado de Minas - 28/02)" uma tarde triste para o STF. Com argumentos pfios, foi jogada por terra uma deciso plenria slida". Ministro Joaquim Barbosa - Presidente do STF"O Brasil estaria melhor se houvesse homens de bem, com a mesma ousadia dos canalhas". Nelson Rodrigues * A ltima resistncia so as nossas Foras Armadas

2. N 199 - Fevereiro/20142O ENIGMA DA ESFINGE: DECIFRA-ME OU DEVORO-TE!TA Instituio ser maculada, violentada e conspurcada diante da lenincia de todos aqueles que no pensam, no questionam, no se importam, no se manifestam.endo em vista os eventos da Copa do Mundo a serem desenvolvidos em 12 capitais brasileiras e a possibilidade de ocorrncias de distrbios de ruas, com variados graus de violncia presente, acreditamos que estes possam se materializar segundo 3 ( trs) cenrios alternativos: Um com pouca probabilidade de ocorrer, com manifestaes destitudas de violncia, no numerosas, com baixa densidade popular e, facilmente, contidas pelas foras policiais. Um segundo cenrio, de mdia probabilidade, com manifestaes numerosas, algumas com alta densidade popular e com alguma violncia, embora, ainda, passveis de serem contidas pelas foras policiais. Um terceiro cenrio, de alta probabilidade de ocorrncia, com numerosas manifestaes, com grande participao popular e atos de violncia de grupos irregulares, que, para serem contidas, demandaro largo emprego das foras policiais e de tropas das Foras Armadas (FFAA). A tendncia de ocorrncia de manifestaes em todos os cenrios uma quase certeza, pois, j esto sendo convocadas na Web, estando o presente contaminado por ocorrncias recentes e similares, que se repetem, com atuaes cada vez mais violentas (que indicam a presena de caractersticas de guerra assimtrica de quarta gerao) por parte de grupos irregulares. A agravar, diversos fatores como o momento propcio (disputa da copa) para a obteno de grande repercusso interna e externa das manifestaes, principalmente, se prenhe de atos violentos e de, tambm, forte represso; a grande e generalizada insatisfao popular pela baixa qualidade dos servios essenciais, principalmente nas reas de sade e trans-portes, e de infraestrutura vigentes, con- setete, escudo e armas no letais, frente trastando com o alto volume de recursos a grupos mais numerosos e violentos, empregados na construo dos estdios entreg-lo a sanha assassina dos grupos padro FIFA, e a insatisfao com a cor- de irregulares. Suas armas so outras e, rupo que permeia os poderes da Repbli- caso empregada, a tropa no poder ser ca. H que enfatizar, ainda, que os preos desmoralizada. Durante o conflito no h dos ingressos so proibitivos para uma negociao. Se houver, poder ser congrande massa de torcedores, apaixona- fundida como fraqueza pelos grupos irredos por futebol, os quais, impossibilita- gulares e, em consequncia, os comandantes e a tropa arrisdos de assistir os jogos, poCOPA DO MUNDO cam-se a ser envolvidero reagir, juntando-se s O planejamento do governo dos e desmoralizamanifestaes de rua. prev o emprego de tropas dos, como aconteceu Cabe, ainda, ressaltar das Foras Armadas, em recente episdio que o prprio governo cria Permitiro que as FFAA, em com coronel da PMcaldo de cultura propenso face de sua ao, saiam SP. Mortes podero violncia, de forma containda mais prestigiadas ocorrer. Protocolos nua, apoiando o terrorismo pela populao ou faro tudo para que saiam de engajamento, forcomo arma poltica, inclusidesprestigiadas? mulados por policive usada pelos ditos moNo querem tais logos, podem ser vimentos sociais, e difunautoridades, como previstos, porm, dindo sua ideologia de dio demonstram no dia a dia, utiliz-los aps o ao pregar a luta de classes e com suas contnuas a revoluo entre a juvencampanhas de difamao e conflito j ter se torcom a srdida Comisso nado disseminado e tude. da Verdade, acolitadas por com grande abranO terceiro cenrio imprensa venal, as FFAA gncia geogrfica to provvel de ocorrer que fortalecidas junto opinio pura iluso de amao planejamento do governo pblica. dores ou propositaprev o emprego de tropas das Foras Armadas, garantindo, a qual- da m f. Trata-se de conduta do combaquer custo, a segurana para a realizao te e cada caso um caso, dependendo a ao de decises rpidas do comando ou dos eventos previstos. A est o enigma para as Foras Ar- comandante engajado. Supondo que as FFAA garantam a madas! H que se lembrar que o soldado realizao dos eventos e o exerccio da das FFAA, em geral, no est preparado autoridade do governo: Estaro as FFAA para atuar como polcia. Mais jovem, dispostas a pagar as consequncias da no tem a maturidade, a tarimba, a malcia represso, possivelmente causando a e a experincia do soldado de polcia para morte de populares? Ganharo a repulsa enfrentar, como polcia, a turba enfure- ou fortalecero a respectiva imagem pecida. Coloc-lo apenas armado de cas- rante uma grande parcela da populao123Eles que venham! Por aqui, no passaro! O General Marco Felcio candidato presidncia do Clube Militar pela CHAPA TRADIO, COESO e AOENERGIA PARA CRESCERPara atender crescente demanda de energia eltrica do parque industrial em franco desenvolvimento, recebeu prioridade a construo de usinas hidreltricas, aproveitando o grande potencial ainda disponvel das bacias hidrogrficas brasileiras. Foram construdas as duas maiores hidreltricas do planeta Itaipu e Tucuru, alm dos complexos de Urubupung, de Furnas, de Estreito, de Paulo Afonso, Sobradinho e Boa Esperana, responsveis pelo aumento de quase 700% de capacidade instaItaip lada para a gerao de energia eltrica no Pas. A maior hidreltrica do mundoque se manifesta com plena razo, apenas *Marco Antonio envolvida pela violnFelcio da Silva cia, esta impossvel de ser isolada? E qual ser a conduta dos governantes? Permitiro que as FFAA, em face de sua ao, saiam ainda mais prestigiadas pela populao ou faro tudo para que saiam desprestigiadas? Logicamente, no querem tais autoridades, como demonstram no dia a dia, com suas contnuas campanhas de difamao e com a srdida Comisso da Verdade, acolitadas por imprensa venal, as FFAA fortalecidas junto opinio pblica. Certamente, divulgaro vdeos e fotos comprometedoras, depoimentos acusadores de manifestantes e reportagens mentirosas, denunciaro excessos e violncias ditos desnecessrios, abriro inquritos e indiciaro oficiais e graduados. A postura governamental, demaggica e nada tica, j conhecida. Assumir as reivindicaes das ruas, afirmar que as manifestaes so prprias da Democracia e garantidas pelo governo, receber alguns lderes das manifestase, negociar uma agenda de atendimento das reivindicaes e a transformar em promessas e projetos. Por fim, hipocritamente, condenar os excessos das foras de represso, punindo, exemplarmente os responsveis, isto , os militares que cumpriram o dever. Resumindo, as FFAA esto como dipo, segundo a Mitologia Grega, Rei de Sfocles, o qual diante da Esfinge, demnio de destruio e de m sorte, para no morrer, teve que desvendar o seguinte enigma: Decifra-me ou devoro-te! *General de Brigada - Cientista Poltico, exOficial de Ligao ao Comando e Armas Combinadas do Exrcito Norte Americano, exAssessor do Gabinete do Ministro do Exrcito, Analista de Inteligncia E-mail: marco.felicio@yahoo.comMARCHA DA VITRIAOpovo, exultante com a vitria do movimento democrtico, saiu s ruas para comemorar, num sinal de que havia perfeita sintonia entre as Foras Armadas e a Nao. No Rio de Janeiro, sob uma nuvem de papel picado, a marcha organizada pela Campanha da Mulher pela Democracia reuniu cerca de um milho de manifestantes, da Praa Pio X Esplanada do Castelo, pela Avenida Rio Branco, em 2 de abril de 1964. 3. jornal@jornalinconfidencia.com.brlBELO HORIZONTE, 28 DE FEVEREIRO DE 2014 - ANO XIX - N 199lFEB 70 anos de glriaO CINQUENTENRIO DE 31 DE MARO DE 1964"Conspira contra a sua prpria grandeza, o povo que no cultua seus feitos hericos."Rio de Janeiro So Paulo o prximo ms, apresentaremos mais uma Edio Histrica da Revoluo de 31 de Maro de 1964, dedicada sociedade brasileira, especialmente sua juventude. mais uma iniciativa do Jornal Inconfidncia, no sentido de difundir a verdade histrica dos fatos ocorridos naquela poca e nos tempos seguintes quele acontecimento que salvou o nosso pas da investida comunista que nos ameaava e continua a nos ameaar, cada vez mais. A exemplo da Edio Histrica sobre a Intentona Comunista de 1935, editada em 27 de novembro de 2013, as matrias e os fatos ali narrados so VERDADEIROS epodem ser perfeitamente confirmados atravs das edies dos principais jornais e revistas da poca.NCoronis Miguez e De Biasi, Generais Amaury, Rosendo e Guilherme, Veterano Taitson e Marcos Renault - LEIA NA PGINA 16"BASTA!" At que ponto o presidente da Repblica abusar da pacincia da Nao? "FORA!" Jurou e no cumpriu. No mais o presidente da Repblica!Editoriais do Correio da Manh/Rio de Janeiro de 31 de maro e 01 de abril de 1964HONRAMILITAREstaremos sempre solidrios com aqueles que, na hora da agresso e da adversidade, cumpriram o duro dever de se oporem agitadores e terroristas de armas na mo, para que a Nao no fosse levada anarquia. Braslia, 31 de maro de 1981General-de-Exrcito Walter Pires de Carvalho