inconfidência 227‏

Download Inconfidência 227‏

Post on 19-Feb-2017

108 views

Category:

News & Politics

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • BELO HORIZONTE, 31 DE MAIO DE 2016 - ANO XXII - N 227

    AS FORAS ARMADAS TM O DEVER SAGRADO DE IMPEDIR,A QUALQUER CUSTO, A IMPLANTAO DO COMUNISMO NO BRASIL.

    Site: www.jornalinconfidencia.com.brE-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br

    EMBARAOSIMPOSTOS

    PGINA 9RECUO TEMEROSO

    PGINA 13PERIGOSVISTA

    PGINA 4

    PGINA 5

    DIADAVITRIA 22 ANIVERSRIO DOINCONFIDNCIA

    O General Bini, o Engenheiro Marcos Renault e o Brigadeiro Ayupe nasolenidade da ANVFEB/BH PPPPPGINAGINAGINAGINAGINA 1717171717 A palestra em defesa do Brasil, realizada no Crculo Militar /BHna noite de 24 de maio. PPPPPGINASGINASGINASGINASGINAS 30/3130/3130/3130/3130/31

    GOVERNO, CULTURAE CORRUPO

    Quando esse larpio ecorruPTPTPTPTPTo ser indiciado,julgado, preso e restituir o

    que foi furtado?

    OPERAO LAVA JATO"Quando vejo este projeto que probe a colaborao de quem est preso

    e tambm o projeto que visa restabelecer a exigncia do trnsito em julgado paraexecuo de penas, ficome indagando se no estamos vendo alguns sinais de umatentativa de retorno ao status quo da impunidade dos poderosos."

    Sergio Moro, Juiz Federal responsvel pela Lava Jato

    Diante das aes criminosas que comeam a ser praticadas pelos chamadosmovimentos sociais (MST, CUT, etc) com prejuzos marcantes e danosos paraos brasileiros que desejam apenas se deslocar para seus locai de trabalho e queferem o seu direito de ir e vir consagrado pela nossa Constituio, de se perguntarE AGORA? A sociedade vai continuar a aceitar passivamente, como at agora temacontecido, que tais prticas sejam realizadas luz do dia sem que uma reao aaltura seja determinada e executada pelos entes Federais (Polcia Rodoviria,Polcia Federal e at mesmo o Ministrio Pblico) e Estaduais ( Policias Milita-res), uma vez que tais interrupes agressivas de trnsito ferem manifestamente apaz social e a ordem de tanto necessitamos para conviver e produzir? Provas maisclaras e evidentes impossvel. A Democracia, que alardeada a cada momento poraqueles que a agridem, espera que seus princpios sejam preservados e mantidos,para "o bem de todos e felicidade geral da Nao". (O Globo - 11/05)

    Coronel Carlos de Souza Scheliga

    QUOUSQUE TANDEM...?

    NR: Para conhecimento e providncias imediatas do Governo Federal.

  • 8N 227 - Maio/2016 2

    *MarcoAntonioFelciodaSilva

    * A. C. PortinariGreggio

    *General de Brigada - Cientista Poltico, ex-Oficial de Ligao ao Comando e ArmasCombinadas do Exrcito Norte Americano, ex-Assessor do Gabinete do Ministro do Exrcito,

    Analista de Inteligncia - E-mail: marco.felicio@yahoo.com* Economista

    No ltimo artigo, di-zamos que a Direi-ta encarna a Nao Bra-

    sileira. Por que? Pela simples razo de quea Esquerda tem, como objetivo estratgico,a dissoluo das naes. Quem se ope Esquerda, portanto, defende a Nao. Ecomo a Nao no apenas uma ideia, masse materializa na forma de pessoas, segue-se que os que a defendem tambm a encar-nam. A Direita ama a certeza, a ordem, a se-gurana, a disciplina, a competncia, a lim-peza. Mas dispersa, perplexa e confusa.No porque lhe falte inteligncia. Sua deso-rientao se deve ao fato de viver em ambi-ente saturado de ideologia hostil, nas esco-las, nas universidades, na poltica, na mdia,nas artes, em todos os domnios de expres-so e comunicao.

    O que falta Direita uma coerentedoutrina cientfica que lhe permita enfren-tar e vencer a guerracultural, amais impor-tante de todas as guer-ras. Pois se a guerraclssica ato de for-a para compelir o ini-migo a fazer nossa von-tade, a guerra cultu-ral to insidiosa quepode resultar em que oinimigo se aposse denossas mentes a pon-to de substituir nossa vontade pela sua.

    No parece fantstica, essa possibili-dade de transformar pessoas, governos enaes em zumbis, a agir guiados por von-tade alheia, convictos de que o fazem porsua prpria vontade? Nem tanto. Qualquerpsiclogo que tenha efetuado experimen-tos com hipnotismo pode confirmar essefato com relao a indivduos ou pequenosgrupos. O estranho fenmeno do efeitops-hipntico, que tanto impressionava ospsiquiatras no final do sculo 19, demons-tra sem dvida quanto possvel manipulara mente e at volt-la contra os interessesdo indivduo, sem que este se d contadisso. Pois bem: o que se pode fazer compessoas, pode-se fazer com naes intei-ras. Provas? Poderamos citar tantos exem-plos dos ltimos cem anos que, no fim dascontas, concluiramos que as guerras emdefesa de legtimos interesses nacionaisforam exceo na Histria recente; e quasetodas essas excees foram guerras per-didas pelas naes vencidas. No deespantar porque foi justamente nessemesmo perodo os ltimos cem anos que surgiram os meios de comunicaese de propaganda de massas, os quaispermitiram essa anomalia, nunca antesverificada na histria da Humanidade. Foigraas a esses instrumentos de domina-o psicossocial que se constituiu a no-to-misteriosa oligarquia aptrida que

    EM POLTICA, IDENTIFICARO INIMIGO TUDOA guerra cultural est a,

    e no apenas questo de cultura.

    vem controlando o Ocidente desde o co-meo do sculo 20.

    Vivemos, portanto, numa era em queos reais interesses dos povos e das naesso sistematicamente antagonizados pelaoligarquia aptrida. Raciocinemos. Qual oprincipal interesse dum povo e duma na-o? A mais bvia resposta : existir e pros-perar. Qual o principal objetivo da oligar-quia aptrida? Convencer os povos a abrirmo de sua identidade nacional ou seja, asuicidar-se como povos e a aceitar a li-quidao de suas naes, mediante a disso-luo das fronteiras e a gradativa integra-o em entidades supranacionais, at a fi-nal instituio duma s comunidade global.Prestem ateno: essa exatamente a pro-paganda que se faz por todos os meios aonosso redor. a guerra cultural contrans, feita na nossa cara, e aceita por muitosde ns como coisa nossa!

    Pense bem, caroleitor. A mera existnciadessa oligarquia no se-ria problema em si, se elaemanasse dos povos ese identificasse com asrespectivas naes. Afi-nal, o mundo sempre foidominado por minorias.Nada de mais. O proble-ma que a nova oligar-quia no se identifica

    com as naes e povos dominados (pois aptrida). uma elite hostil, inimiga, cujaexistncia exige a liquidao dos povos enaes dominados. Embora use os direitoshumanos da ONU e apregoe a democra-cia e o Estado de Direito, a elite hostildesconfia dos povos especialmente dopovo de cada pas, a camada mais refratria sua propaganda. Ela participa da poltica,adora eleies livres, mas no difunde suaagenda estratgica, a qual s se faz conhe-cida quando imposta na prtica, sem avisoprvio, de cima para baixo: aborto, homos-sexualismo, pedofilia, invaso imigratria,depravao de costumes, incivilidade, de-zenas de programas destinados a dissolveras famlias e todas as demais instituiessociais que aliceram as naes A guerracultural, portanto, no consiste apenas emdisputa sobre modos de pensar ou ideolo-gias. questo de vida ou morte.

    Repetindo o que dissemos no artigoanterior. A oligarquia internacional reale visvel, seus agentes so familiares. Amaioria age de boa-f, achando que prestaservios Humanidade. Sua agenda no anunciada, mas nem por isso secreta: re-sume-se na liquidao das naes por den-tro e pelas bases, sem que as vtimas reajamou sequer percebam o processo.

    Resta saber porque existe, como seorganiza e como atua. Fica para o prximoINCONFIDNCIA.

    REFUNDAR AS INSTITUIESE O ESTADO DE DIREITO

    Contribuir para a defesa da Democracia e da liberdade,traduzindo um Pas com projeo de poder e soberano,

    deve ser o nosso NORTE!

    A sada da Dilma pelo impeachment, legalmente, como j reconhecem inmeros ou-trospases,quemovemaes judiciaisemdefesade seus respectivos investidores, que se consi-deram lesados por crimes de corrupo, levou Presidncia da Repblica (PR), Michel Temer,do PMDB, sem o devido apoio popular, com amanchadealiadodoPT,desdeoprimeirogover-no Lula (este, ladro conhecido desde a dca-da de 80, mentor do desvio de dinheiro do FATpara enriquecimento ilcito e financiamento decampanha). Temer, co-responsvel pela situa-ovigenteemquatromandatos, formouMinis-trio inexpressivo,usandoamesmametodologiaantiga, privilegiando os interesses de grupos eindividuais, sobrepondo-os aos interesses atu-ais e nacionais. Seus ministros, como num cas-telo de cartas, caem, paulatinamente, com asacusaesdecorrupoadvindasdaLava-Jato,mostrando uma es-colha desastrada. ANao conti-nua dividida. Os poderes consti-tucionais, comalgunspontos forada curva, esto desmoralizados,noharmnicos,comcorruptose/ou ineptos, ou, ainda, petistas, nocomando. Os petistas, que noquerem perder as benesses go-vernamentais, propagandeiam ochamado golpe, mundo afora,denegrindo a imagemdoPas,mostrando umafalsa ilegalidade do impeachment. A presi-dente impedida, legalmente por crime de res-ponsabilidade e pelo conjunto da obra quelevou o Pais ao descalabro econmico, social,poltico e tico, mantm seu sqito de con-selheiros e de mordomias. A Constituio semostra inadequada ao tipo de governo e con-tinua sendo ferida a cada passo. E as ilegali-dades, aqui e ali, continuam.Medidas imedi-atas para sanar problemas existentes no sotomadas.

    Ser que a maioria da populao, eno-jada com o que sofre e assiste revoltada, gos-taria de similar continuidade, baseada pretensae cinicamente, fruto de interesses pessoais epartidrios, em falso idealismo poltico e napreservao de uma Constituio que privi-legia direitos e no deveres, comomesmo tipode moscas? No ser o caminho paulatinopara uma convulso social? Os ltimos dilo-gos mostrados na Imprensa e delaes mos-tram o descalabro que vivemos todos essesanos e que, ainda, os temos vigindo. Tal con-tinuidade incua para o Pas, pois sem asreformas estruturais profundas de que necessi-tamos em todas as reas, tendo em vista, tam-bm, impulsionarumamudanadementalidadeda populao. H que ter deciso e vontadepolticascommedidasamargas,doaaquemdoer.

    Oprocessohistricoe scio-cultural, pe-lo qual p