impresso imobiliario nº70

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Opinião, política, decoração, arquitetura, saúde, música, crônica, dona adelaide, cinema, Téo & O Mini Mundo, e os melhores classificados de imóveis. Leia, baixe e compartilhe!

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  • 2 N 70 - 2014(16) 3043-6118 - 3237-3900

    EDITORIAL

    Joo Pitombeira

    a tela o time corre. Fora no.Olhares atentos, pescoos emcimbra, a cabeleira do menino

    que espera atendimento movimen-tando-se junto com a do dolo quebusca a vitria a todo custo naqueleestdio to distante. Mais distantepela realidade do que pela quilome-tragem.

    Na tela, o narrador reclama de umatendimento mdico que demoroumais de um minuto. Fora dela, ospacientes aguardam sem reclamao

    Na telapor um socorro que demora horas,e s vezes no vem como o espera-do. Na tela, o time tenta de l, tentade c, busca, corre, persiste, tudopara alcanar o objetivo. Fora dela,o time de mdicos brasileiros avan-a sem pressa, mais ansioso pelo fimda partida do que pelo fim do sofri-mento dos presentes.

    Na tela, os espectadores torcem,vibram, bebem e roem as unhas. Foradela, os espectadores, torcem, mas,sem foras pra vibrar, contentam-seem eliminar as unhas. Quando acabaa partida os jogadores e torcedores

    vo embora felizes para o hotel, oobjetivo foi conquistado. No postode sade, os mdicos vo emboratranqilos. Mais um dia se passou,

    N

    um dia a menos at a folha de paga-mento, um dia a mais no plano decarreira. Os pacientes? A maioriacontinua por l.

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    governo Dilma definha a olhosvistos. Caminha para um fim me-lanclico. Os agentes econmi-

    cos tm plena conscincia de que nopodem esperar nada de novo. Cadadeclarao do ministro da Fazenda recebida com desdm. As previsesso desmentidas semanas depois. Osplanos no passam de ideias ao ven-to. O governo caiu no descrdito. Osministrios esto paralisados. O quese mantm a rotina administrativa.O governo se arrasta como um joga-dor de futebol, em fim de carreira, aos40 minutos do segundo tempo, emuma tarde ensolarada.

    Apesar do fracasso e aspfias taxas de crescimento do PIBesto a para que no haja nenhumdesmentido , Dilma candidata reeleio. So aquelas coisas que sacontecem no Brasil. Em qualquer lu-gar do mundo, aps uma plida ges-to, o presidente abdicaria de concor-rer. No aqui. E, principalmente, ten-do no governo a mquina petista que,hoje, s sobrevive como parasita doEstado.

    A permanncia no poder a essn-cia do projeto petista. Todo o resto absolutamente secundrio. O partidonecessita da estrutura estatal para fi-nanceiramente se manter e o mesmo

    gurino de faxinei-ra, combatente dacorrupo, foi es-quecido. Na hist-ria da Repblica,no houve um quadrinio com tan-tas acusaes de malfeitos e des-vios bilionrios, como o dela. O fi-gurino de gerentona foi abandona-do com a sucesso de pibinhos. Oque restou? Nada.

    Lula est como gosta. o centrodas atenes. Acredita que pode no-vamente encarnar o personagem deDom Sebastio. Em um pas com umapobre cultura democrtica, no deveser desprezada a sua participao naseleies.

    A paralisia poltica tem reflexos di-retos na gesto governamental. Asprincipais obras pblicas esto atrasa-das. Boa parte delas, alm do atraso,teve majorados seus custos. Em trsanos e meio, Dilma no conseguiu en-tregar nenhuma obra importante deinfraestrutura. Isto em um pas com osconhecidos problemas nesta rea eque trazem srios prejuzos econo-mia. Mas quando a ideologia se sobre-pe aos interesses nacionais no cau-sa estranheza o investimento de US$1 bilho na modernizao e ampliaodo porto de Mariel. Ou seja, a ironiada histria que a maior ao admi-nistrativa do governo Dilma no foi noBrasil, mas em Cuba.

    Os investimentos de longo prazoforam caindo, os gastos para o desen-volvimento de educao, cincia etecnologia so inferiores s necessi-dades de um pas com as nossas ca-rncias. No h uma rea no governoque tenha cumprido suas metas, sedestacado pela eficincia e que o mi-nistro algum lembra o nome deao menos cinco deles? tenha setransformado em referncia, positiva,claro, pois negativa no faltam candi-datos.

    O irresponsvel namoro com o

    populismo econmico levou aoabandono das contas pblicas, dasmetas de inflao e ao desequilbriodas tarifas pblicas. Basta ver o rom-bo produzido no setor eltrico. Aao governamental ficou pautadaexclusivamente pela manuteno doPT no poder. As intervenes esta-tais impuseram uma lgica volunta-rista e um estatismo fora de poca.Basta citar as fabulosas injees decapital via Tesouro para o BN-DES e os generosos emprstimos(alguns, quase doaes) ao grandecapital. E a dvida pblica, que estprxima dos R$ 2,5 trilhes?

    No campo externo as opes es-colhidas pelo governo foram as pio-res possveis. Mais uma vez foi a ideo-logia que deu o tom. Basta citar umexemplo: a opo preferencial peloMercosul. Enquanto isso, o eixo din-mico da economia mundial est setransferindo para a regio sia-Pacfi-co.

    Ainda no sabemos plenamente osignificado para o pas desta gesto.Mas quando comparamos os nossosndices de crescimento do PIB com osdos pases emergentes ou nossos vi-zinhos da Amrica Latina, o resultado assustador. possvel estimar que noquadrinio Dilma a mdia sequer che-gue a 2%. A mdia dos emergentes de 5,2%, e da Amrica Latina, de 3,2%.E o governo Dilma ainda tem mais seismeses pela frente. Meses de paralisiaeconmica. Haja agonia.

    Marco Antonio VillaHistoriador, autor, entre outroslivros, de Ditadura brasileira.

    1964-1985. A democracia golpeada esquerda e direita (Leya).

    Fonte: O Globo

    se aplica s suas lideranas almdos milhares de assessores.

    nesta conjuntura que o partidotenta a todo custo manter o mesmobloco que elegeu Dilma em 2010. Etem fracassado. Muitos dos compa-nheiros de viagem j sentiram que osventos esto soprando em sentidocontrrio. Esto procurando a oposi-o para manter o naco de poder quetiveram nos ltimos 12 anos. O desa-fio para a oposio como aprovei-tar esta diviso sem reproduzir a mes-ma forma de aliana que sempre con-denou.

    Como o cenrio poltico foi fican-do desfavorvel permanncia dopetismo, era mais que esperada aconstante presena de Lula como ele-mento motivador e agregador para asalianas. Sabe, como criador, que ofracasso eleitoral da criatura ser tam-bm o seu. Mas o sentimento popularde enfado, de cansao, tambm o atin-giu. O encanto est sendo quebrado,tanto no Brasil como no exterior. Hojesuas viagens internacionais no tmmais o apelo do perodo presidenci-al. Viaja como lobista utilizando des-caradamente a estrutura governamen-tal e intermediando negcios nebulo-sos custa do Errio.

    Se na campanha de 2010 era umpresidente que pretendia eleger osucessor, quatro anos depois a suaparticipao soa estranha, postia. Atentativa de transferncia do caris-ma fracassou. Isto explica por queLula tem de trabalhar ativamente nacampanha. Dilma deve ficar em umplano secundrio quando o proces-so eleitoral efetivamente comear.Ela no tem o que apresentar. O fi-

    O governo acabouOs ministrios esto paralisados. O que se mantm a rotina administrativa

    OPINIO

    O

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    aparelho de TV existe h maisde 90 anos, desde meados dadcada de 1920 quando as pri-

    meiras transmisses foram experi-mentadas no mundo. Durante todasua histria, a TV sempre fez seucharme entre a decorao de vriosespaos. Atualmente as pessoas bus-cam outras formas de entretenimen-to, mas o aparelho de TV continual, reinando em nossas salas, dormi-trios, cozinhas e at mesmo nos ba-nheiros.

    Para curtir uma boa partida defutebol, um bom filme ou uma gos-tosa novela, aqui vo algumas dicaspara voc escolher corretamente otipo e o tamanho de sua TV e ainda,posiciona-la no lugar correto.

    Telas Plasma, LCD ou LED?As TVs de Plasma foram as pri-

    meiras a terem o formato semelhan-te s telas do cinema. Os modelosque hoje encontramos alcanam aalta definio e funcionam muitobem para salas de televiso e dor-mitrios, onde voc pode contro-lar a luz natural e artificial, pois estetipo de tela emite muito reflexo.

    As TVs de LCD oferecem uma in-finidade de modelos e tamanhos epossuem um excelente custo bene-fcio. Esse tipo de tela muito inte-ressante para a TV digital com con-versor integrado. As de LCD vo seadaptar melhor na cozinha, na reade churrasco e na sala de estar, poisso telas mais opacas e que no emi-

    tem reflexos.As TVs de LED so para as pes-

    soas que prezam pelos mnimosdetalhes. Essas telas oferecemimagens com absoluta nitidez e seadaptam a qualquer tipo de espa-o. Se voc gosta de assistir TVpor um longo perodo, as de LEDso as mais recomendadas, pelobaixo consumo de energia e emis-so de calor.

    Qual deve ser o tamanho da TV?Escolher o tamanho certo da TV

    muito importante para evitar inc-modo aos olhos do telespectador.Por exemplo, ao visualizar uma TVgrande a uma distncia pequena, osolhos precisam se movimentar deum lado para o outro em busca daimagem. Por outro lado, se a TV forobservada de uma distncia alm darecomendada, haver um esforoocular exagerado, o que podegerar dores de cabea em algumaspessoas.

    Para evitar esse tipo de proble-ma, mea a distncia entre o localda TV e o sof (ou cadeira, cama,bancada de cozinha). Em seguida,utilize esta tabela:

    Qual a melhor posio paraminha TV?

    Caso a TV seja instalada sobre umrack importante levar em conside-rao a qualidade e o reforo destemvel, pois as telas de LCD/LED apartir de 50 polegadas possuem um

    optar por instalar a TV na parede,adquira um suporte adequado aotamanho do seu aparelho. Nestecaso, no se esquea de esconder osfios atrs de um painel de madeiraou gesso antes da instalao, porquestes estticas e funcionais.

    A altura ideal para a TV em tor-

    INTERIORES

    Escolher a TV para o seu espao, a bola da vez

    Tamanho da Tela Distncia Mnima Distncia Mxima26" 1,00 m 2,00 m30" 1,15 m 2,30 m34" 1,30 m 2,60 m42" 1,60 m 3,20 m47" 1,80 m 3,60 m50" 1,95 m 3,80 m55" 2,10 m 3,90 m6