imobiliario 05-01-11

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  • | Quarta-feira, 5 de janeiro de 2011 |

    O presidente da Com-panhia de Habitao do Pa-ran (Cohapar), MounirChaowiche, recebeu, nestatera-feira (4), os superin-tendentes e tcnicos daCaixa Econmica Federalpara discutir o andamentode obras da empresa e acontratao de novos em-preendimentos.

    Pretendemos aumentarainda mais a relao que ogoverno do Paran temcom a Caixa e, para isso,vamos dar especial atenos obras que esto com ocronograma atrasado para,num futuro bem prximo,podermos voltar a contra-tar novos empreendimen-tos, disse Mounir.

    Para a contratao denovos empreendimentos, aempresa deve retomar asobras e dar pleno andamen-to para que a Caixa aceitereceber novos projetos. Foiacordado que a Cohapar vaiapresentar uma propostaatualizando sua atuao noestado e todas as metas aserem cumpridas.

    A nossa parceria j exis-te, e agora est ainda maisconsolidada. Esta reuniomostrou que a Cohapar es-t preocupada no s em le-vantar os problemas atuais,

    Cohapar e Caixa Econmica fazemprimeira reunio de trabalho do ano

    e sim em apresentar solu-es para cada questo. Te-nho certeza que com a li-derana do Mounir a Co-hapar, mais uma vez, vol-tar a ser referncia emtodo o Pas, disse JorgeKalache Filho, superinten-dente da regio Leste daCaixa.

    O superintendente daregional Oeste da Caixa,Claudemir Desto, afirmouque a Cohapar possui um

    Nada mais salutar nes-te incio de um novo ano- de fato, uma nova d-cada - analisarmos o temada "tica". Esse pressu-posto da moralidade como um alimento daalma, de consumo perma-nente, algo do qual nodevemos nos arredar sobpena de uma vida marca-da pela intranqilidadedos maus costumes e prin-cipalmente da violncia,em suas vrias formas.

    Se desejamos um bomano e/ou uma boa dca-da para nossos leitores,devemos ensejar que elefaa da tica a compa-nheira inseparvel; queabrace seus sonhos; queacredite na sua capacida-de e no seu poder de rea-lizar, porque "realizar" algo que cabe a ns sereshumanos neste planetado aprendizado e da cons-truo do esprito. Enfim,que tenhamos um novotempo com sade e pros-peridade, com nossoscompanheiros do setorimobilirio e das demaiscategorias profissionaisda nossa sociedade, coma graa de Deus.

    Ainda no final do anopassado, o professor JooMalheiro, doutor em Edu-cao pela UFRJ, publi-cou um artigo sobre a ti-ca no Jornal Gazeta doPovo (edio do dia 29/12/2010) intitulado A ti-ca da gratido: uma ne-cessidade.

    Entre outras verdades,ele afirma que "viver agra-decendo deveria ser umaatitude habitual, uma

    disposio de vida e ummodo de nos situarmos naexistncia". E que todosns devemos refletir sobrea nossa prpria vida; que al-gumas questes costumamemergir: Afinal, estou indobem? E para onde estouindo? E minha famlia: estindo realmente bem? Oque me (nos) falta?

    E mais: Como professoruniversitrio, tenho o hbi-to de promover esta refle-xo em sala de aula no lti-mo ms do ano. A metodo-logia utilizada a discussode dois clssicos do cine-ma, os quais recomendo atodos. So eles: Deste mun-do nada se leva e Felicidadeno se compra. Os filmesso dirigidos por um dosmaiores diretores de cine-ma de todos os tempos:Frank Capra. Pablo G. Blas-co, um dos renomados co-mentaristas desta stimaarte, salienta em um dosseus livros: "O cinema deCapra transborda bondade. uma apologia do podertransformador que encerrao carinho humano. Sua cr-tica hipocrisia, corrup-o, enfim, a todo o espec-tro da maldade humana, por isso peculiar, construti-va, crtica sem violncia,direta, franca, discretamen-te ingnua. So apelos aocorao, tentativas de de-sentocar os bons sentimen-tos, sempre presentes nointerior do homem, mesmosubmerso em falsidade e ca-lejado no dio". isso quetento realizar com os meusalunos no final de cada ano:em vez de dizer-lhes quedeveriam ter alcanado me-lhores resultados acadmi-cos, que deveriam ter cres-

    tica, com os votosde uma feliz dcada

    Artigo

    Adelino Venturi cido muito mais etica-mente, que poderiam tergalgado patamares maiselevados de solidariedadee justia. Tento desento-car neles sentimentos deagradecimento e retribui-o por tudo o que rece-beram dos pais, dos pro-fessores, dos funcionrios,dos colegas e, evidente-mente, de Deus, ao longodo ano. Esse exerccio docorao uma das formasmais eficientes de desper-tar as pessoas para a reali-dade da condio huma-na de meras criaturas fr-geis e dependentes dosdemais. De encaminh-las para os verdadeiros va-lores humanos.

    Por isso, fao questode acentuar o pensamen-to tico do professor JooMalheiro, principalmentequando afirma que "viveragradecendo deveria seruma atitude habitual,uma disposio de vida eum modo de nos situar-mos na existncia". E con-cluo com as palavras domestre: "As aes de gra-as nesses momentos se-ro sempre o melhor ant-doto para aceitar as humi-lhaes e viver uma vidamais real, mais cmica (rirde si mesmo) e muitomais rica do que aquelacom a qual costumamossonhar".

    Adelino Venturi professor, empresrio e

    membro do ConselhoDeliberativo da

    Associao Comercial,Industrial, Agrcola e

    de Prestao de Servio(Aciap), de So Jos

    dos Pinhais

    quadro funcional muitocompetente e que uma par-ceria ainda mais forte serpositiva para o Estado. extremamente importanteeste trabalho de viabilizara construo de moradiaspara famlias de baixa ren-da e, com a estrutura que aCohapar tem, um braofundamental para tantopara a Caixa quanto para ogoverno federal.

    Olides Millezi Jnior,

    gerente regional da Caixa,representando a superin-tendncia Norte, acreditana retomada de obras e emnovas contrataes. Hojepudemos perceber que asvamos desenvolver aindamais parcerias. Com estanova gesto do governo es-tadual vamos alcanar o

    objetivo maior, que aten-der cada vez mais para-naenses, destacou.

    Estamos trabalhandoem uma parceria muitoprodutiva e slida, que jrendeu muitos frutos so-ciedade paranaense. Hojevislumbramos novas con-trataes e vamos apresen-tar um plano de metas paraa Caixa. Mas isso vai de-pender do bom rendimen-to das nossas obras. Fare-mos o melhor dentro daCohapar para que mais pes-soas tenham sua cidadaniaresgatada com a conquistada casa prpria, disse Mou-nir.

    S aceitei este grandedesafio porque tinha a cer-

    teza de que podia contarcom a parceria da Caixa eestarei vigilante para quevocs tenham orgulho deserem nossos parceiros.Est nas nossas mos aju-dar a erradicar a misria eas habitaes precrias doParan, finalizou o presi-dente da Cohapar.

    Durante a reunio, Mou-nir explicou aos represen-tantes da Caixa que aCompanhia est estudan-do uma reviso nos mode-los dos projetos. Quere-mos adotar um sistemaconstrutivo mais simples,pois mais prtico e racio-nal, alm de facilitar a vidadas famlias para futurasampliaes.

    O presidente da Companhia de Habitao do Paran (Cohapar), Mounir Chaowiche, recebeu nestatera-feira (4) os superintendentes e tcnicos da Caixa Econmica Federal para discutir temas comoo andamento de obras e contratao de novos empreendimentos

    Felip

    e G

    usin

    ski

  • 2 | Quarta-feira, 5 de janeiro de 2010 |

  • | Quarta-feira, 5 de janeiro de 2011 | 3

    At o primeiro semestrede 2010, o volume de crditoimobilirio concedido pelaCaixa Econmica Federal foisuperior a todo o ano de 2009.Foram milhes de reais des-tinados ao financiamento dejaneiro a dezembro. Os da-dos refletem no s o bommomento vivido pelo setor daconstruo civil, como suge-rem o cenrio para 2011 e adiversificao do pblico con-sumidor, que vem gerandodesafios e alterando a confi-gurao dos empreendimen-tos lanados. "As pesquisasde mercado apontam umcliente exigente, que deman-da evoluo nos padres dasconstrues. Assim, as trans-formaes do produto finalficam mais evidentes", anali-sa o planejador de mercadoRodrigo Corra de Barros.

    Para ele, que atende emCuritiba diversas construto-ras, os itens opcionais sofre-ram transformaes e migra-ram de empreendimentos deluxo para compor o pacotebsico de construes de ou-tros padres. "Piscina e salade ginstica so alguns exem-plos. As tendncias surgirame foraram o setor a adequaro planejamento para executarobras que correspondam sexpectativas do pblico", con-tinua. Um exemplo nascidodesse panorama so os con-domnios-clube, projetoscada vez mais comuns noBrasil.

    Em Curitiba, o pioneirofoi o plano desenvolvido pelaIncorporadora Green VillageS.A. - o Green Village Park

    Mercado imobilirio mostra novas faces

    Condominium. Entregue emnovembro ltimo, o empreen-dimento horizontal contacom 90% das unidades ven-didas e dotado das princi-pais opes de lazer e segu-rana. "Projetos do gnero es-to surgindo em todo o pas,para os mais variados consu-midores", explica Rodrigo.

    Na capital paranaense, aimplantao do condomnionos limites do tradicionalbairro de Santa Felicidade,valorizou o entorno, alm debeneficiar sobremaneira a re-gio. "Estimamos uma valo-rizao mnima de 60% dos

    Perspectiva area do condomnio-clube Green Village Park Condominium

    terrenos nas proximidades.Foi a oportunidade que aincorporadora encontrou detransformar um espao vazioque, sozinho, equivale a 2%do bairro e era propcio a in-vases. Assim, o cenrio daregio foi alterado e revigora-do completamente", expeRodrigo.

    Logo no incio das obras,um trecho de um quilmetrode extenso na rua ngeloPianaro, que abriga o condo-mnio, foi pavimentado,arborizado e ganhou caladase meio-fio. Alm disso, hainda a instalao do Parque

    Green Village Park Condominium segue tendncia construtiva no pas - os condomnios-clube

    Muito propagado entre osprojetos comerciais e espaospblicos por todo o Pas, o aces-so de pessoas com necessi-dades especiais, como ido-sos, cadeirantes e obesos, porexemplo, ainda bastantecomplicado em muitos im-veis residenciais, principal-mente nas construes maisantigas.

    Poucos projetos contem-plam a acessibilidade comouma de suas principais pre-missas e, ao refletir sobre isso,todos ns em algum momen-to de nossas vidas passamos oupodemos pas