IBGE Brasil 2010 Indicadores de Desenvolvimento Sustentvel Dimenso Ambiental.

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  • IBGE Brasil 2010 Indicadores de Desenvolvimento Sustentvel Dimenso Ambiental
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  • INTRODUO/METODOLOGIA A publicao do IBGE- Indicadores de desenvolvimento sustentvel: Brasil 2010 - d continuidade srie iniciada em 2002 e mantm o objetivo geral das edies anteriores em disponibilizar um sistema de informaes para o acompanhamento da sustentabilidade do padro de desenvolvimento do Pas. O trabalho do IBGE de construo de Indicadores de Desenvolvimento Sustentvel o Brasil inspirado no movimento internacional liderado pela Comisso para o Desenvolvimento Sustentvel - CDS, das Naes Unidas (Commission on Sustainable Development - CSD). O Instituto Jones dos Santos Neves, rgo de apoio ao planejamento territorial do Esprito Santo apresenta a edio dos indicadores de sustentabilidade disponibilizados pelo IBGE/2010, todos revistos e atualizados, possibilitando grau de comparabilidade do Esprito Santo com outros Nesta edio do IBGE, alguns indicadores relativos dimenso ambiental foram introduzidos, tais como o indicador relativo ao desmatamento da rea remanescente do Cerrado, e outros foram suprimidos por no ter havido possibilidade de atualizao recente, como por exemplo, os trs indicadores relativos destinao final do lixo, coleta seletiva do lixo e tratamento de esgoto. O IBGE dispe de numerosas informaes estatsticas, que permitiriam a construo de muitos indicadores, entretanto a concepo norteadora do trabalho a de limitar-se a um conjunto de indicadores capazes de expressar as diferentes facetas da abordagem de sustentabilidade da forma mais concisa possvel. O documento do IBGE, alm de caracterizar e subsidiar o processo de desenvolvimento sustentvel em nvel nacional, acresce- se a exigncia de expressar a diversidade caracterstica do Pas. Fonte: INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA ( IBGE ). Indicadores de Desenvolvimento Sustentvel. Brasil 2010. 2010.
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  • ATMOSFERA EMISSO DE ORIGEM ANTRPICA DE GASES ASSOCIADOS AO EFEITO ESTUFA A estimativa das emisses de origem antrpica lquidas (emisses menos remoes) dos principais gases causadores do efeito estufa, por setor de atividade responsvel pela emisso.
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  • ATMOSFERA O QUE SO GASES DE EFEITO ESTUFA? So chamados de gases de efeito estufa porque so capazes de reter na atmosfera, por algum tempo, o calor irradiado pela superfcie do planeta. Com eles, parte do calor irradiado pela superfcie terrestre fica preso na atmosfera, mantendo a temperatura em nveis timos para a existncia da maior parte da vida no planeta. A temperatura mdia da Terra de 15C, sem o efeito estufa seria de -15C. O efeito estufa , portanto, um fenmeno natural, sendo fundamental manuteno do clima e da vida na Terra. H, entretanto, fortes sinais de que as atividades humanas esto aumentando rapidamente a concentrao de alguns dos gases de efeito estufa naturais (CO 2, H 2 O, CH 4, etc.), alm de acrescentarem atmosfera outros gases de efeito estufa antes inexistentes (CFC, PFC, SF 6, etc.). Com isto, a Terra est ficando mais quente muito rapidamente.
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  • ATMOSFERA METODOLOGIA A metodologia usada para o clculo das estimativas do efeito estufa foi baseada na Conveno-Quadro das Naes Unidas sobre Mudana do Clima (Intergovernmental Panel on Climate Change - IPCC), criada em New York, em 1988, e abrangeu os seguintes gases: Dixido de carbono (CO 2 ), Metano (CH 4 ), xido nitroso (N 2 O), Hidrofluorcarbonos (HFC), Perfluorcarbonos (PFC - CF 4 e C 2 F 6 ), Hexafluoreto de enxofre (SF 6 ) xidos de nitrognio (NO x ) Monxido de carbono (CO) Gases de efeito estufa naturais (CO 2, H 2 O, CH 4, etc.)
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  • ATMOSFERA A CAUSA DA ELEVAO EFEITO ESTUFA? Alguns dos gases presentes naturalmente na atmosfera, entre eles o vapor dgua, o dixido de carbono (CO 2 ) e o metano (CH 4 ), so chamados de gases de efeito estufa porque so capazes de reter na atmosfera, por algum tempo, o calor irradiado pela superfcie do planeta. A maior parte dos especialistas considera a elevao dos teores de CO 2 na atmosfera como a grande responsvel pela intensificao do efeito estufa ou, pelo menos, por disparar este processo. Esta elevao atribuda, em termos histricos, principalmente queima de combustveis fsseis (carvo, petrleo e gs natural) para gerao de energia, e secundariamente destruio da vegetao natural, especialmente das florestas.
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  • ATMOSFERA Para cada um dos gases, foram estimadas, para os anos de 1990, 1994, 2000 e 2005, as emisses e remoes da atmosfera oriundas dos seguintes setores de atividade: produo de energia; processos industriais; uso de solventes e outros produtos; agropecuria; mudana no uso da terra e florestas; e tratamento de resduos. A unidade de medida utilizada o gigagrama (1 Gg = 1 000 toneladas).
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  • ATMOSFERA INDICADORES RELACIONADOS AO EFEITO ESTUFA: - Consumo industrial de substncias destruidoras da camada de oznio - Uso de fertilizantes - Terras em uso agrossilvipastoril - Queimadas e incndios florestais - Desflorestamento na Amaznia Legal - rea remanescente e desflorestamento na Mata Atlntica e nas formaes vegetais litorneas - rea remanescente e desmatamento no Cerrado - Populao residente em reas costeiras - Espcies extintas e ameaadas de extino
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  • ATMOSFERA INDICADORES RELACIONADOS AO EFEITO ESTUFA: - Taxa de crescimento da populao - Doenas relacionadas ao saneamento ambiental inadequado - Consumo de energia per capita - Intensidade energtica - Participao de fontes renovveis na oferta de energia - Reciclagem - Rejeitos radioativos: gerao e armazenamento - Ratificao de acordos globais - Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento - P&D
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  • ATMOSFERA VARIVEIS DO INDICADOR: COMO FUNCIONA? As variveis utilizadas neste indicador so as quantidades lquidas estimadas dos gases responsveis pelo efeito estufa, produzidas por atividades humanas.
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  • ATMOSFERA SUBSTNCIAS DESTRUIDORAS DA CAMADA DE OZNIO As variveis utilizadas neste indicador so as quantidades das substncias destruidoras da camada de oznio (O 3 ), descritas nos Anexos A, B, C e E do Protocolo de Montreal, discriminadas segundo os tipos de compostos qumicos atuantes (clorofluorcabonos - CFC s, cido tricloroactico - TCA, HALON s, tetracloreto de carbono - CTC, hidroclorofluorocarbonos - HCFC s, brometo de metila, entre outros). O consumo envolve a produo nacional, acrescida das importaes e deduzida das exportaes das substncias em questo. Fonte: As informaes utilizadas para a elaborao deste indicador foram produzidas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renovveis - IBAMA e disponibilizadas pelo Ministrio do Meio Ambiente - MMA, pela Coordenao de Proteo da Camada de Oznio, que coordena as aes para a proteo da camada de oznio no Brasil O Protocolo de Montreal prope a reduo do consumo de substncias destruidoras da camada de O3 de origem artificial (criadas pelo homem), at sua eliminao ou sua substituio por compostos no danosos referida camada. Entre as SDO as principais eram os CFCs, de amplo uso industrial.
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  • ATMOSFERA POTENCIAL DE DESTRUIO DA CAMADA DE OZNIO A unidade de medida utilizada a tonelada de potencial de destruio do oznio (PDO). Usa-se como referncia o fator de converso 1 para o CFC- 11 e o CFC-12 (1t PDO = 1t de CFC-11 ou de CFC-12). O potencial de destruio da camada de O3 de cada substncia calculado a partir de modelos matemticos que levam em conta vrios fatores, tais como: a estabilidade do produto; o ritmo de difuso na atmosfera; a quantidade de tomos com capacidade para destruir o oznio por molcula; e o efeito da luz ultravioleta e de outras radiaes nas molculas. O Brasil vem reduzindo aceleradamente o consumo de substncias destruidoras da camada de O3, superando, inclusive, as metas estabelecidas para o Pas no Protocolo de Montreal. Observa-se, especialmente a partir do final dos anos de 1990, uma forte reduo no consumo de HALONs, CTC, CFCs e brometo de metila, compostos com maior potencial de dano camada de O3.
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  • ATMOSFERA CONCENTRAO DE POLUENTES EM REAS URBANAS A poluio do ar nos grandes centros urbanos um dos grandes problemas ambientais da atualidade, com implicaes graves na sade da populao, especialmente em crianas, idosos e nos portadores de doenas do aparelho respiratrio, como a asma e a insuficincia respiratria. O controle da poluio do ar realizado atravs do monitoramento dos poluentes mais relevantes. Entre eles, esto o NO 2 e o SO 2 (resultantes da queima de combustveis fsseis), o O 3 (produzido fotoquimicamente pela ao da radiao solar sobre os xidos de nitrognio e os compostos orgnicos volteis liberados na combusto da gasolina, diesel e outros combustveis), o CO, o PM10 e o PTS (poluentes que resultam da queima incompleta de combustveis em veculos e fontes estacionrias). As informaes utilizadas para a elaborao deste indicador foram produzidas pelos rgos Estaduais, Secretarias Municipais de Meio Ambiente e instituies privadas, assim discriminados: Belo Horizonte: Fundao Estadual do Meio Ambiente - FEAM; Curitiba: Instituto Ambiental do Paran - IAP; Distrito Federal: Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hdricos do Distrito Federal Braslia Ambiental IBRAM; Porto Alegre: Ar do Sul- Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar - FEPAM; Recife: Agncia Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hdricos CPRH; Rio de Janeiro: Instituto Estadual do Ambiente - INEA; Salvador (Camaari): Empresa de Proteo Ambiental - CETREL; So Paulo: Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - CETESB; e Vitria: Rede Automtica de Monitoramento de Qualidade do Ar da Regio da Grande Vitria - RAMQAr/IEMA e SEMMAM.
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  • ATMOSFERA VARIVEIS DO INDICADOR COMO FUNCIONA? As variveis utilizadas neste indicador so as concentraes mdias e mximas observadas de poluentes e o nmero de violaes dos padres primrios do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA em um determinado local, no perodo de um ano. Padres primrios de qualidade do ar so as concentraes de poluentes que, ultrapassadas, podem afetar direta e imediatamente a sade da populao. Os valores mximos anuais destacam eventos e momentos crticos de poluio (poluio aguda), as mdias anuais mostram o estado comum, normal da atmosfera, evidenciando o que podemos chamar de poluio crnica. Por conta disto, os valores crticos do padro CONAMA para as concentraes mdias anuais so bem menores que aqueles para os valores dirios.
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  • ATMOSFERA METODOLOGIA: As concentraes mdias de poluentes apresentadas foram calculadas como a mdia aritmtica dos valores mdios anuais obtidos nas estaes de medio presentes em cada cidade ou regio metropolitana. Para o PTS, o valor mdio de cada estao de medio a mdia geomtrica anual, enquanto para os outros poluentes (PM10, SO 2 e NO 2 ) a mdia aritmtica anual. Assim, a concentrao mdia geral por cidade apresentada para o PTS a mdia aritmtica de mdias geomtricas, enquanto para o PM10, o SO 2 e o NO 2 a mdia aritmtica de mdias aritmticas. A mxima concentrao anual observada de cada poluente corresponde ao maior dos valores mximos para este poluente obtido entre as estaes de monitoramento presentes em cada regio metropolitana. Assim, para um dado poluente, a concentrao mxima anual observada no necessariamente vir sempre de uma mesma estao de monitoramento.
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  • ATMOSFERA NDICE DE CONCENTRAO POLUIDORA O declnio de concentraes mais acentuado e evidente para os particulados (PTS e PM10), provavelmente reflexo do controle das emisses veiculares, das mudanas tecnolgicas nos motores e da melhoria na qualidade dos combustveis. Apesar disto, os valores de concentrao anual mdia de PTS e PM10 so ainda muito elevados para algumas cidades e regies metropolitanas (Curitiba, Distrito Federal e Vitria). Estaes de monitoramento - PTS
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  • Estaes de Monitoramento PM10 Estaes de Monitoramento SO 2 Estaes de Monitoramento NO 2 Estaes de Monitoramento O 3 NMERO DE ESTAES DE MONITORAMENTO
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  • Estaes de Monitoramento NO 2 MXIMA CONCENTRAO ANUAL NMERO DE ESTAES DE MONITORAMENTO Mxima Concentrao (mg/m) - PTSMxima Concentrao (mg/m) PM18
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  • Mxima Concentrao (mg/m) SO 2 Mxima Concentrao (mg/m) NO 2 MXIMA CONCENTRAO ANUAL Mxima Concentrao (mg/m) O 3 Mxima Concentrao (mg/m) - CO
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  • Concentrao Mdia Anual (mg/m) - PTS Concentrao Mdia Anual (mg/m) PM10 Concentrao Mdia Anual (mg/m) SO 2 Concentrao Mdia Anual (mg/m) NO 2 CONCENTRAO MDIA ANUAL
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  • TERRA USO DOS FERTILIZANTES Os fertilizantes so largamente utilizados para o aumento da produtividade agrcola, estando associados : Eutrofizao dos rios e lagos; acidificao dos solos; contaminao de aqferos e reservatrios de gua; gerao de gases associados ao efeito estufa e destruio da camada de oznio. O emprego de fertilizantes no se distribui de maneira homognea por todo o territrio, variando segundo os agroecossistemas, os tipos de cultivo e as tcnicas de manejo das culturas. As informaes utilizadas para a elaborao deste indicador foram produzidas pela Associao Nacional para Difuso de Adubos ANDA, disponveis no Anurio estatstico do setor de fertilizantes, e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica - IBGE, oriundas do Levantamento Sistemtico da Produo Agrcola LSPA.
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  • TERRA CONSTRUO DO INDICADOR O QUE O INDICADOR? O indicador a razo entre a quantidade de fertilizantes utilizada anualmente e a rea cultivada, sendo medido em kg/ha/ano. A construo do indicador se adaptou s informaes disponveis sobre vendas de fertilizantes e rea plantada. A rea destinada a pastagens, que pode receber fertilizantes, no considerada no indicador.
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  • TERRA VARIVEL DO INDICADOR: COMO SE CONSTRI O INDICADOR? As variveis utilizadas na construo deste indicador so a rea plantada das principais culturas, expressa em hectares (ha), e as quantidades de fertilizantes vendidos e entregues ao consumidor final, discriminadas segundo os nutrientes (nitrognio, fsforo e potssio), expressas em toneladas de N, P 2 O 5 e K 2 O, respectivamente.
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  • TERRA ESTATSTICA QUANTO AO USO DE FERTILIZANTES 2003/2007 Em relao ao perodo entre 2003 e 2005, a queda da quantidade de fertilizantes comercializada por rea plantada pode ser explicada pela crise na agricultura, tendo como conseqncia a descapitalizao do agricultor. J o ano de 2007 registra a maior quantidade de fertilizantes comercializados por rea desde 1992, tendo contribudo para isso o setor canavieiro com grande demanda, os produtores de gros e algodo, a antecipao de compras pelos produtores, alm de maior adoo de tecnologias. As lavouras de soja, milho, cana-de-acar, caf, algodo herbceo e arroz foram as que mais consumiram esses insumos. Quanto ao ano de 2008, houve um declnio nas vendas provocado pela crise econmica, o que refletiu na quantidade comercializada de fertilizantes por rea plantada, retomando os patamares de 2006.
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  • Avaliao percentual da quantidade de agrotxicos entregues ao consumidor final no ES por tipo de nutriente (em toneladas) - 2008 UTILIZAO DE FERTILIZANTES POR UNIDADE DE REA, POR TIPO DE NUTRIENTE (Kg/ha) ESPRITO SANTO/2008
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  • TERRA USO DE AGROTXICOS COMO SO UTILIZADOS? O aumento da produo de alimentos de maneira sustentvel continua sendo o grande desafio do setor agrcola. Os agrotxicos mais intensamente aplicados so os herbicidas (mais de 50% do total), usados no controle de ervas daninhas, seguidos pelos inseticidas, fungicidas e acaricidas. COMO REAGEM? Os agrotxicos podem ser persistentes, mveis e txicos no solo, na gua e no ar. Tendem a acumular-se no solo e na biota e seus resduos podem chegar s guas superficiais por escoamento e s subterrneas por lixiviao.
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  • TERRA CONSTRUO DO INDICADOR: O QUE O INDICADOR? Expressa a intensidade de uso de agrotxicos nas reas cultivadas de um territrio, em determinado perodo. O indicador composto pela razo entre a quantidade de agrotxico utilizada anualmente e a rea cultivada, apresentado em kg/ha/ano.
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  • TERRA VARIVEIS DO INDICADOR: COMO SE CONSTRI O INDICADOR? As variveis utilizadas na construo deste indicador so a rea plantada das principais culturas, expressa em hectares (ha), e as quantidades de agrotxicos consumidos, discriminados segundo as principais classes de uso (herbicidas, fungicidas, inseticidas, acaricidas e outros, que rene os bactericidas, moluscicidas, reguladores de crescimento, leo mineral, enxofre, adjuvantes e espalhantes adesivos), expressas em toneladas por ano (t/ano).
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  • Consumo dos Principais Ingredientes Ativos dos Agrotxicos Brasil 2000-2006 Consumo de Agrotxicos e afins (t de ingrediente ativo)
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  • TERRA USO AGROSSILPASTORIL REAS DE ESTUDOS UTILIZADAS As informaes utilizadas neste indicador so: As reas de lavoura temporria e permanentes, As reas de pastagens naturais e plantadas, As reas ocupadas pelas florestas plantadas com essncias florestais, bem como a classe outros, que inclui, entre outras, as terras degradadas (erodidas, desertificadas, salinizadas, etc.). No Brasil, em relao s terras utilizadas, observa-se que na ocupao das reas dos estabelecimentos agropecurios, houve acentuada migrao entre algumas modalidades de uso, com registros tanto de perdas quanto de aumento de reas, considerando-se os Censos Agropecurios 1995- 1996 e 2006. [1] Assim, observou-se um aumento nas lavouras de 10,4 milhes de hectares (20,9%), distribudos por todas as regies do Pas, sendo que o maior aumento ocorreu na Regio Centro-Oeste (5,09 milhes de hectares, 68,4%), seguido das Regies Sul (1,7 milho de hectares, 12,6%) e Sudeste (1,7 milho de hectares, 15%). Entre os estados, destacam-se Mato Grosso (2,98 milhes de hectares, 86,4%) e Gois (1,3 milho de hectares, 55,6%).
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  • TERRA IMPORTANTE OBSERVAO: importante notar que a intensificao da atividade agrcola tambm significa a reduo da variedade de cultivares em uso, o que representa sria ameaa diversidade de espcies e variedades vegetal e animal em uso agrossilvipastoril. Assim, observou-se um aumento nas lavouras de 10,4 milhes de hectares (20,9%), distribudos por todas as regies do Pas, sendo que o maior aumento ocorreu na Regio Centro-Oeste (5,09 milhes de hectares, 68,4%), seguido das Regies Sul (1,7 milho de hectares, 12,6%) e Sudeste (1,7 milho de hectares, 15%). Entre os estados, destacam-se Mato Grosso (2,98 milhes de hectares, 86,4%) e Gois (1,3 milho de hectares, 55,6%).
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  • DISTRIBUIO PERCENTUAL DO USO DAS TERRAS EM RELAO REAS DOS ESTABELECIMENTOS AGROPECURIOS (%)
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  • Distribuio percentual do uso das terras em relao rea dos estabelecimentos agropecurios (%)
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  • TERRA QUEIMADAS FLORESTAIS COMO ACONTECE? O uso do fogo prtica tradicional na renovao de pastagens e preparo de novas reas para as atividades agropecurias. As queimadas so aes autorizadas pelos rgos ambientais, implicando controle e manejo do fogo para a renovao e a abertura de pastos e reas agrcolas. Observa-se que o fogo em TIs e UCs quase sempre se origina em propriedades rurais fora de seus limites, atingindo, principalmente, as bordas destas reas.
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  • TERRA CONSTRUO DO INDICADOR O indicador expressa a freqncia de focos de calor em um territrio, em determinado ano. A freqncia de ocorrncia de focos de calor em um territrio pode ser utilizada como indicador do avano das atividades agropecurias e das reas antropizadas sobre as reas com vegetao nativa, desde que associada a outros indicadores. Nmero de Focos de Calor
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  • Unidades de Conservao FEDERAL Unidades de Conservao ESTADUAL
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  • TERRA REAS REMANESCENTES E DESFLORESTAMENTOS NA MATA ATLNTICA E NAS FORMAES VEGETAIS LITORNEAS. A Mata Atlntica foi quase totalmente derrubada e substituda por reas agrcola, pastoril e urbana. De sua rea original (mais de 1 milho de km), restam hoje menos de 10% recobertos com florestas nativas, boa parte delas de formao secundria, de pequena extenso e restritas aos locais de relevo mais ngreme. Por conta disto, a Mata Atlntica considerada um dos biomas mais ameaados de desaparecimento no mundo. Alm de abrigarem muitas espcies exclusivas, ajudam a fixar os solos das reas costeiras e fornecem abrigo e alimentao para a fauna estuarina e a marinha (manguezais). Um grande esforo tem sido feito nos ltimos anos para preservar e ampliar as reas remanescentes de Mata Atlntica, inclusive com o estabelecimento de corredores biolgicos interligando os fragmentos e reas remanescentes deste bioma.
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  • TERRA CONSTRUO DO INDICADOR O indicador composto por trs valores distintos, que devem ser considerados de forma associada. O primeiro valor a rea ocupada por florestas nativas, computada de tempos em tempos. O segundo a rea total desflorestada no perodo considerado (2005/2008), a chamada taxa de desflorestamento, expressa em km ou ha pelo perodo considerado. O terceiro valor a taxa de desflorestamento qinqenal percentual, constituda pela razo, em percentual, entre a rea desflorestada no perodo considerado e a rea florestal remanescente no incio do perodo. Expressa a rea florestal remanescente e a perda de cobertura florestal em parte da rea originalmente recoberta pela Mata Atlntica, e as relaes entre o desmatamento e as reas florestais remanescente. As informaes utilizadas para a elaborao deste indicador foram produzidas pela SOS Mata Atlntica, organizao no governamental que obtm as imagens de satlite usadas no cmputo das reas florestadas do instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE.
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  • TERRA VARIVEIS DO INDICADOR: As variveis utilizadas so a rea total ocupada por florestas nativas (primrias e secundrias) em dois momentos consecutivos e a rea desflorestada neste perodo, obtida como a diferena entre as reas florestadas. As informaes utilizadas para a elaborao deste indicador foram produzidas pela SOS Mata Atlntica, organizao no governamental que obtm as imagens de satlite usadas no cmputo das reas florestadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE.
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  • REMANESCENTE DE MATA ATLNTICA 4 4 Fontes: Atlas dos remanescentes florestais da Mata Atlntica perodo de 2000-2005. So Paulo: Fundao S.O.S. Mata Atlntica; So Jos dos Campos, SP: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, 2008. rea Remanescente da Mata Atlntica (Km) rea Reflorestada no Perodo 2005/2008
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  • REMANESCENTE DA RESTINGA 5 5 Devido a diferenas na metodologia de quantificao das reas remanescentes de Restinga, os resultados para o ano de 2000 no so totalmente comparveis com aqueles para o perodo 2005/2008. (2) Para o ano de 2005, o valor total de rea remanescente de Restinga no inclui os remanescentes dos Estados de Alagoas e Sergipe. Com a incluso destes, a rea total remanescente de Restinga sobe para 486 715 ha. rea Remanescente de Restinga (ha)rea Desflorestada no Perodo 2005/2008
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  • REMANESCENTE DE MANGUEZAL 6 6 Devido a diferenas na metodologia de quantificao das reas remanescentes de Restinga, os resultados para o ano de 2000 no so totalmente comparveis com aqueles para o perodo 2005/2008. (2) Para o ano de 2005, o valor total de rea remanescente de Restinga no inclui os remanescentes dos Estados de Alagoas e Sergipe. Com a incluso destes, a rea total remanescente de Restinga sobe para 486 715 ha. rea Remanescente de Manguezal (ha) rea Desflorestada no Perodo 2005/2008
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  • OCEANOS, MARES E REAS COSTEIRAS BALNEABILIDADE O banho de mar uma das formas mais difundidas de lazer entre a populao brasileira, sustentando a atividade turstica no litoral. O contato com guas contaminadas por esgoto pode disseminar doenas entre a populao. Alm disso, a poluio de guas costeiras atinge os ambientes estuarinos, como os manguezais, afetando tambm a atividade pesqueira. De forma geral, observa-se que as praias mais prximas de portos e centros urbanos, especialmente aquelas de locais mais abrigados e com menor renovao de gua (esturios, interior de baas), apresentam pior qualidade da gua (valores mdios anuais de bactrias na gua mais altos e menor percentual do tempo em condies prprias para o banho). Esta situao reflete o baixo percentual de tratamento dos esgotos coletados e lanados em corpos dgua.
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  • COMPARANDO OS RESULTADOS As comparaes entre os resultados de balneabilidade tm de ser efetuadas levando-se em conta que cada rgo ambiental adota intensidades de amostragem (espacial e temporal) diferenciadas, alm de haver variaes nos mtodos de anlise microbiolgica usados. Obs.: No houve referncia informao sobre indicadores do Esprito Santo neste item Balneabilidade. OCEANOS, MARES E REAS COSTEIRAS
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  • POPULAO RESIDENTE TOTAL E EM REA COSTEIRA E PROPORO DA POPULAO RESIDENTE EM REA COSTEIRA BRASIL 1991/2007 As zonas costeiras, em geral, e a brasileira, em particular, apresentam uma grande diversidade de situaes, coexistindo reas densamente povoadas, de intensa urbanizao, industrializao e explorao turstica de larga escala, com espaos de baixa densidade populacional e ocorrncia de ecossistemas naturais de grande significado ambiental, como reas estuarinas, manguezais, lagunas e restingas. Assim, so apresentadas a proporo de habitantes na zona costeira de cada estado e, tambm, as densidades populacionais na escala municipal. OCEANOS, MARES E REAS COSTEIRAS
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  • IMPACTOS AO MEIO AMBIENTE O grande contingente de populao na zona costeira e sua concentrao em alguns pontos da costa, associados carncia de saneamento ambiental, especialmente de coleta e tratamento de esgotos domstico e industrial, causam grandes impactos sobre o meio ambiente, com implicaes sobre a qualidade da gua no litoral, afetando a pesca e a atividade turstica. CONSTRUO DO INDICADOR 10 O indicador a razo expressa em percentual, entre a populao residente nos municpios da zona costeira e a populao total de cada estado e do Brasil, e a densidade populacional nestes municpios. 10 As informaes utilizadas para elaborao deste indicador foram produzidas pelo Ministrio do Meio Ambiente, atravs do Programa Nacional de Gerenciamento Costeiro GERCO e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica - IBGE, a partir de informaes oriundas dos Censos Demogrficos 1991 e 2000 e das Contagens da Populao 1996 e 2007. OCEANOS, MARES E REAS COSTEIRAS
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  • VARIVEIS DO INDICADOR: As variveis utilizadas neste indicador so a populao residente e a superfcie dos municpios da zona costeira, e a populao total dos estados litorneos e do Brasil. OCEANOS, MARES E REAS COSTEIRAS Populao Residente
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  • A IMPORTNCIA DA PRODUO DE PESCADO PRODUO DE PESCADO MARTIMA E CONTINENTAL No cenrio nacional, a pesca est includa entre as quatro maiores fontes de protena animal para o consumo humano. Alm da participao na nutrio humana, outros fatores apontam a necessidade do uso e manejo sustentveis dos recursos pesqueiros, destacando-se a sua importncia socioeconmica (gerador de trabalho e renda), ambiental e cultural. CONSIDERAES IMPORTANTES A sustentabilidade dos recursos pesqueiros depende de vrios fatores, entre eles o esforo de pesca, o tamanho da frota, o retorno econmico, a existncia de polticas de subsdios e incentivos, o emprego de mtodos predatrios de pesca, a degradao dos habitat, a intensidade das vrias formas de poluio aqutica (de origens domstica, industrial e decorrente do uso de insumos agrcolas). Outro fator a ser considerado na anlise dos estoques pesqueiros a destruio de manguezais e lagunas e a crescente poluio de esturios. OCEANOS, MARES E REAS COSTEIRAS
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  • AQICULTURA EXPECTATIVAS DO PESCADO A mdio e longo prazos, a aqicultura deve superar a pesca extrativa, passando a dominar a produo de pescado no Pas. Em relao produo de pescado por modalidade, enquanto a pesca extrativa, aps um perodo de estagnao, apresenta uma pequena tendncia retomada do crescimento da produo nos ltimos anos, a aqicultura est em franca expanso, sendo dominada pela aqicultura continental (de gua doce), onde as espcies mais criadas so: tilpia, carpa, tambaqui, tambacu e curimat.
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  • OCEANOS, MARES E REAS COSTEIRAS PRODUO ESTIMADA DE PESCADO VARIVEIS DO INDICADOR: A varivel utilizada a produo anual estimada de pescado em toneladas, caracterizada segundo as modalidades de pesca extrativa e aqicultura, ambas subdivididas em marinha e continental.
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  • Pesca Extrativa PRODUO ESTIMADA DE PESCADO POR MODALIDADE (t) Aqicultura
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  • BIODIVERSIDADE CONSERVAR A DIVERSIDADE BIOLGICA A conservao da diversidade biolgica compreende a proteo da variabilidade em vrios nveis, como: Os ecossistemas e os habitats, As espcies e as comunidades e, Os genomas e os genes. A Conveno sobre Diversidade Biolgica, ratificada pelo Brasil em 1994, determina vrias responsabilidades, entre as quais a identificao e o monitoramento de ecossistemas e habitats, espcies e comunidades que estejam ameaadas, genomas e genes de importncia social e econmica.
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  • BIODIVERSIDADE AMEAAS S ESPCIES A DESTRUIO DE HABITATS As principais ameaas s espcies e aos biomas brasileiros so a destruio de hbitats (desmatamento e queimadas), a fragmentao dos ecossistemas, a chegada de espcies invasoras, o trfico e o comrcio de animais e plantas silvestres, e a introduo de doenas. A nova lista oficial da flora ameaada de extino bem maior que a anterior, reflexo do aumento da destruio de reas naturais e do maior conhecimento da flora brasileira. AS MAIS AMEAADAS As espcies arbreas esto entre as mais ameaadas, pois alm do desmatamento e das queimadas, sofrem tambm com a explorao seletiva de madeiras. A lista das espcies da fauna brasileira ameaadas de extino, incluindo vertebrados e invertebrados terrestres e aquticos, conta com um total de 627 espcies.
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  • CONSTRUO DO INDICADOR O indicador constitudo pelo nmero de espcies extintas e ameaadas, apresentadas em conjunto com o nmero total de espcies de cada grupo taxonmico. VARIVEIS DO INDICADOR As variveis utilizadas neste indicador so o nmero de espcies ameaadas de extino, subdivididas segundo as categorias de risco, e o nmero estimado de espcies nativas em alguns grupos taxonmicos. BIODIVERSIDADE Total Nmero das Espcies da Flora e Fauna Brasileira Ameaadas de Extino Por Grupos Taxonmicos
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  • Extinta Criticamente em Perigo Nmero das Espcies da Flora e Fauna Brasileira Ameaadas de Extino Por Categoria de Risco Em PerigoVulnervel
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  • Presumidamente AmeaadaRara Nmero das Espcies da Flora e Fauna Brasileira Ameaadas de Extino Por Categoria de Risco Regionalmente ExtintaDados Insuficientes
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  • BIODIVERSIDADE REAS PROTEGIDAS O Brasil detm em seu territrio a maior biodiversidade do planeta. Para proteger este inestimvel patrimnio, o Pas destina uma rea de mais de 750.000 km a UCs federais, aproximadamente 9% do Territrio Nacional. CRITRIOS DE CONSERVAO O Sistema Nacional de Unidades de Conservao da Natureza - SNUC, estabelece critrios e normas para a criao, implantao e gesto das unidades de conservao. As UCs federais, estaduais e municipais fazem parte do Sistema Nacional de Unidades de Conservao - SNUC. O SNUC encontra-se em implantao, havendo, ainda, indefinies e sobreposies de rea entre UCs federais, estaduais e municipais, alm de superposies entre UCs e Terras Indgenas.
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  • BIODIVERSIDADE QUAL O OBJETIVO DAS UNIDADES DE CONSERVAO ESTADUAIS? As Unidades de Conservao Estaduais so classificadas em Unidades de Proteo Integral cujo objetivo preservar a natureza, sendo admitido apenas o uso indireto dos seus recursos naturais, com exceo dos casos previstos no SNUC; e o das Unidades de Uso Sustentvel que tem por objetivo compatibilizar a conservao da natureza com o uso sustentvel de parcela dos seus recursos naturais.
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  • BIODIVERSIDADE AS UNIDADES DE CONSERVAO INTEGRANTES DO SNUC APRESENTAM CARACTERSTICAS ESPECFICAS: UNIDADES DE PROTEO UNTEGRAL: Parque Nacional PARNA Estao Ecolgica EE Parque Estadual PE Refgio de Vida Silvestre RVS Reserva Ecolgica RE Monumento Natural MN Reserva Biolgica R EBIO
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  • BIODIVERSIDADE AS UNIDADES DE CONSERVAO INTEGRANTES DO SNUC APRESENTAM CARACTERSTICAS ESPECFICAS: UNIDADES DE USO SUSTENTVEL: rea de Proteo Ambiental APA rea de Relevante Interesse Ecolgico ARIE Floresta Nacional F LONA Floresta Estadual FE Reserva de Desenvolvimento Sustentvel RDS Reserva Extrativista - R ESEX
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  • BIODIVERSIDADE APAs NO ESPRITO SANTOrea de Proteo Ambiental da Lagoa Grande, Decreto Municipal N 046/2006 Vila Velharea de Proteo Ambiental da Lagoa de Jabaet Vila Velharea de Proteo Ambiental de Setiba - Guaraparirea de Proteo Ambiental do Macio Central Vitriarea de Proteo Ambiental Ilha do Frade - Vitriarea de Proteo Ambiental do Goiapaba-Au - Fundorea de Proteo Ambiental do Vilante Serrarea de Proteo Ambiental de Praia Mole Serrarea de Proteo Ambiental da Lagoa Jacunm - Serrarea de Proteo Ambiental de Mestre lvaro - Serrarea de Proteo Ambiental de Conceio da Barra Conceio da Barrarea de Proteo Ambiental da Pedra do Elefante Nova Venciarea de Proteo Ambiental de Guanandy - Itapemirimrea de Proteo Ambiental Falsias - Marataizes
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  • BIODIVERSIDADE INDICADOR CONSTRUO DO INDICADOR: Expressa a dimenso e a distribuio dos espaos territoriais que esto sob estatuto especial de proteo. Estes espaos so destinados proteo do meio ambiente, onde a explorao dos recursos naturais proibida ou controlada por legislao especfica. VARIVEIS DO INDICADOR: As variveis so o nmero, os tipos e a superfcie das Unidades de Conservao - UCs federal, estadual e municipal, e das Reservas Particulares do Patrimnio Natural - RPPNs federais. Para as UCs federais, apresentada a distribuio por biomas brasileiros.
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  • RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMNIO NATURAL FEDERAL
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  • SANEAMENTO ACESSO A SERVIOS DE COLETA DE LIXO Informaes sobre a relao entre a quantidade de lixo produzido e a quantidade de lixo coletado so de extrema relevncia, fornecendo um indicador que pode ser associado tanto sade da populao quanto proteo do ambiente, pois resduos no coletados ou dispostos em locais inadequados favorecem a proliferao de vetores de doenas e podem contaminar o solo e os corpos dgua. CONSTRUO DO INDICADOR: O indicador se constitui na razo em percentual, entre as populaes urbana e rural atendidas pelos servios de coleta de lixo e os totais das populaes urbana e rural. O acesso coleta de lixo domiciliar constitui- se num indicador adequado de infraestrutura, principalmente para as reas urbanas.
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  • SANEAMENTO VARIVEIS DO INDICADOR: As variveis utilizadas so a populao residente em domiclios particulares permanentes e a populao atendida pelas distintas formas de coleta e destinao final do lixo, nas zonas urbana e rural. DIFERENAS DE ATENDIMENTO ENTRE REGIES Em termos regionais, existem diferenas entre os percentuais do Sul e Sudeste, com maior abrangncia no atendimento, e o Nordeste e Norte que apresentam os menores percentuais. As Regies Sul e Sudeste tm situao prxima da universalizao do atendimento. No Norte e Nordeste, apesar do grande incremento na taxa de atendimento nos ltimos anos, aproximadamente 5% dos domiclios urbanos ainda carecem desse servio. No geral, a situao da coleta de lixo na rea rural revela ineficincia no atendimento, j na rea urbana o servio atende de forma satisfatria. O estado do Esprito Santo e de Pernambuco apresentam os maiores percentuais de carncia do servio coleta de lixo na rea rural.
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  • DISTRIBUIO PERCENTUAL DE MORADORES EM DOMICLIOS PARTICULARES PERMANENTES, POR TIPO DE DESTINO DO LIXO (%) Coletado Queimado ou enterrado na propriedade Jogado em terreno baldio ou logradouro Jogado em Rio, Lago ou Mar
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  • DISTRIBUIO PERCENTUAL DE MORADORES EM DOMICLIOS PARTICULARES PERMANENTES, POR TIPO DE DESTINO DO LIXO (%) Outro Destino
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  • SANEAMENTO ABASTECIMENTO DE GUA ACESSO A SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE GUA O acesso gua tratada fundamental para a melhoria das condies de sade e higiene. Associado a outras informaes ambiental e socioeconmica, incluindo outros servios de saneamento, sade, educao e renda, um indicador universal de desenvolvimento sustentvel. Trata-se de um indicador importante para a caracterizao bsica da qualidade de vida da populao, possibilitando o acompanhamento das polticas pblicas de saneamentos bsico e ambiental.
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  • SANEAMENTO ACESSO GUA INDICADOR: O indicador se constitui na razo, em percentual, entre a populao com acesso gua por rede geral e o total da populao em domiclios particulares permanentes, discriminada pela situao do domiclio, urbana ou rural. As informaes utilizadas para a elaborao deste indicador foram produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica - IBGE, oriundas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domiclios - PNAD.
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  • SANEAMENTO VARIVEIS DO INDICADOR: COMO FUNCIONA? As variveis utilizadas so a populao residente em domiclios particulares permanentes que esto ligados rede geral de abastecimento de gua e o conjunto de moradores em domiclios particulares permanentes, segmentadas em urbana e rural.
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  • SANEAMENTO INDICADORES RELACIONADOS Qualidade de guas interiores Populao residente em reas costeiras Acesso a esgotamento sanitrio Rendimento familiar per capita Rendimento mdio mensal Esperana de vida ao nascer Taxa de mortalidade infantil Doenas relacionadas ao saneamento ambiental inadequado Adequao de moradia Existncia de conselhos municipais de meio ambiente
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  • DISTRIBUIO PERCENTUAL DE MORADORES EM DOMICLIOS PARTICULARES PERMANENTES, POR TIPO DE ABASTECIMENTO DE GUA (%) Rede GeralPoo ou Nascente Outra Forma
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  • SANEAMENTO ACESSO AO ESGOTAMENTO SANITRIO INDICADOR: O indicador a razo, expressa em percentual, entre a populao com acesso a esgotamento sanitrio e o total da populao, subdividida nos segmentos urbano e rural. As informaes utilizadas para a elaborao deste indicador foram produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica - IBGE, oriundas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domiclios PNAD. VARIVEIS DO INDICADOR: As variveis utilizadas so a populao total residente em domiclios particulares permanentes e a populao dos domiclios com algum tipo de esgotamento sanitrio: rede coletora, fossa sptica e outros tipos.
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  • DISTRIBUIO PERCENTUAL DE MORADORES EM DOMICLIOS PARTICULARES PERMANENTES EM RELAO POPULAO TOTAL (%) - 2008 Rede ColetoraFossa Sptica Fossa Rudimentar Vala
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  • DISTRIBUIO PERCENTUAL DE MORADORES EM DOMICLIOS PARTICULARES PERMANENTES EM RELAO POPULAO TOTAL (%) - 2008 Direto para Lago, Rio ou MarOutro Tipo No Tinham
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  • GUA DOCE QUALIDADE DE GUAS INTERIORES O Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA estabelece cinco classes de gua doce, cada uma com valores de qualidade de gua apropriados ao uso predominante recomendado para a mesma (abastecimento humano, recreao, irrigao, navegao, etc.). Mensuraes peridicas nas guas dos rios permitem aferir se a qualidade das mesmas apropriada aos usos que lhes so dados. Este item apresenta a qualidade da gua em alguns corpos dgua interiores (trechos de rios e represas), expressa pela Demanda Bioqumica de Oxignio - DBO e pelo ndice de Qualidade da gua - IQA. A DBO e o IQA so instrumentos fundamentais para o diagnstico da qualidade ambiental de guas interiores, sendo importantes tambm no controle e gerenciamento dos recursos hdricos. Quanto maior o valor do IQA, melhor a qualidade da gua. A partir destas variveis so obtidos dois indicadores de qualidade de guas interiores: a Demanda Bioqumica de Oxignio - DBO e o ndice de Qualidade das guas - IQA.
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  • O QUE DBO? A DBO - Demanda Bioqumica de Oxignio, mede a quantidade de oxignio necessria para degradar bioquimicamente a matria orgnica presente na gua. Quanto maior a DBO, pior a qualidade da gua. O IQA um indicador mais genrico, revelador do processo de eutrofizao das guas. Associados a outras informaes de cunho ambiental e socioeconmico tornam-se bons indicadores de desenvolvimento sustentvel. GUA DOCE
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  • CONSTRUO DO INDICADOR O QUE IQA? O IQA - ndice de Qualidade da gua, um indicador de qualidade da gua obtido a partir de uma frmula matemtica que usa como variveis (parmetros) a temperatura, o pH, o oxignio dissolvido, a demanda bioqumica de oxignio, a quantidade de coliformes fecais, o nitrognio, fsforo e resduo totais dissolvidos e a turbidez, todos medidos na gua. 11 As informaes utilizadas para a elaborao deste indicador foram produzidas por rgos Estaduais e Municipais de Meio Ambiente, assim discriminados: Minas Gerais: Instituto Mineiro de Gesto das guas - IGAM; Paran: Superintendncia de Desenvolvimento de Recursos Hdricos e Saneamento Ambiental - SUDERHSA; Pernambuco: Agncia Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hdricos - CPRH; Rio de Janeiro: Instituto Estadual do Ambiente - INEA; Rio Grande do Sul: Fundao Estadual de Proteo Ambiental Henrique Luiz Roessler - FEPAM; So Paulo: Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - CETESB. As informaes so obtidas na Internet e em relatrios anuais de qualidade das guas.
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  • GUA DOCE VARIVEIS DO INDICADOR COMO FUNCIONA AS VARIVEIS DO INDICADOR? As variveis utilizadas neste indicador so a DBO - demanda bioqumica de oxignio (mg/l), a temperatura (C), o pH, o oxignio dissolvido (%), a quantidade de coliformes fecais (NMP/100 ml), o nitrognio/nitrato total (mg/l), o fsforo/fosfato total (mg/l), o resduo total (mg/l) e a turbidez. Todos estes parmetros so medidos na gua dos rios e represas.
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  • GUA DOCE A ESCOLHA DOS RIOS APRESENTADOS NESTE INDICADOR SEGUIU OS SEGUINTES CRITRIOS: Rios que atravessam grandes reas urbanas, como o alto curso do Tiet; Rios largamente usados no abastecimento de gua, como o mdio Paraba do Sul; E rios que banham cidades industriais, como o Ipojuca.
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  • GUA DOCE ESTUDOS DOS MATERIAIS COLETADOS A seleo dos rios procurou abranger o maior nmero possvel de estados e regies do Pas. O baixo percentual de tratamento dos esgotos coletados e lanados em corpos dgua se reflete no alto valor de DBO e baixo IQA observado nos trechos dos rios que cortam grandes reas urbanas, atravessam zonas industrializadas, ou passam por muitas cidades de mdio e grande porte. A contaminao de rios por efluente domstico e industrial e resduos slidos encarece o tratamento de gua para abastecimento pblico e comea a gerar situaes de escassez de disponibilidade de gua de qualidade em reas com abundantes recursos hdricos. Obs.: No houve referncia informao sobre indicadores do Esprito Santo neste item gua Doce.
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  • MDIA ANUAL DO NDICE DE QUALIDADE DAS GUAS - IQA UNIDADES DA FEDERAO E CORPOS DE GUA PARAN SO PAULO
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  • MDIA ANUAL DO NDICE DE QUALIDADE DAS GUAS - IQA UNIDADES DA FEDERAO E CORPOS DE GUA RIO DE JANEIRO MINAS GERAIS
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  • MDIA ANUAL DO NDICE DE QUALIDADE DAS GUAS - IQA UNIDADES DA FEDERAO E CORPOS DE GUA PERNAMBUCO
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  • EQUIPE TCNICA Isabella Batalha Muniz Barbosa Elaborao Jaciana Arruda de Lima Assistente de Pesquisa Simone Souza Rodrigues Assistente de Pesquisa Sebastio Francisco Alves Colaborador Coordenao de Estudos Territoriais Isabella Batalha Muniz Barbosa

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