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Estatutos

do

Instituto Superior de Cincias Educativas

Captulo I

DA NATUREZA, OBJECTIVOS E ATRIBUIES DO ISCE

Artigo 1

(Natureza Jurdica)

1. O Instituto Superior de Cincias Educativas, adiante designado por ISCE, uma instituio particular de ensino superior politcnico.

2. O ISCE tem como Entidade Instituidora a Pedago, Sociedade de Empreendimentos Pedaggicos Lda. e goza de autonomia pedaggica, cientfica e cultural.

Artigo 2

(Entidade Instituidora)

1. Entidade Instituidora compete o seguinte:

a) Criar e assegurar as condies para o normal funcionamento do estabelecimento de ensino, assegurando a sua gesto administrativa, econmica e financeira;

b) Submeter os estatutos do estabelecimento de ensino e as suas alteraes a apreciao e registo pelo ministro da tutela;

c) Afectar ao estabelecimento de ensino as instalaes e o equipamento adequados, bem como os necessrios recursos humanos e financeiros;

d) Manter contrato de seguro vlido ou dotar-se de substrato patrimonial para cobertura adequada da manuteno dos recursos materiais e financeiros indispensveis ao funcionamento do estabelecimento de ensino superior;

e) Designar e destituir, nos termos dos estatutos, o titular do rgo de direco do estabelecimento de ensino;

f) Aprovar os planos de actividade e os oramentos elaborados pelos rgos do estabelecimento de ensino;

g) Certificar as suas contas atravs de um revisor oficial de contas;

h) Fixar o montante das propinas e demais encargos devidos pelos estudantes pela frequncia dos ciclos de estudos ministrados no estabelecimento de ensino, ouvido o rgo de direco deste;

i) Contratar os docentes e investigadores, sob proposta do rgo de direco do estabelecimento, ouvido o respectivo conselho tcnico-cientfico;

j) Contratar o pessoal no docente;

k) Requerer a acreditao e o registo de ciclos de estudos, aps parecer do conselho tcnico-cientfico do estabelecimento de ensino e do rgo de direco;

l) Manter em condies de autenticidade e segurana, os registos acadmicos de que constem, designadamente, os estudantes nele admitidos, as inscries realizadas, o resultado final obtido em cada unidade curricular, as equivalncias e reconhecimento de habilitaes atribudos e os graus e diplomas conferidos e a respectiva classificao ou qualificao final.

2. As competncias da Entidade Instituidora devem ser exercidas sem prejuzo da autonomia pedaggica, cientfica e cultural do estabelecimento de ensino.

Captulo II

DO PROJECTO CIENTFICO, CULTURAL E PEDAGGICO

Artigo 3

(Misso)

1. O ISCE como escola de ensino superior politcnico, tem por misso:

a) Contribuir para a promoo da Educao Integral e do Desenvolvimento Sustentvel, num esforo de melhoria contnua dos seus produtos e servios, orientados para as comunidades locais, regionais, nacionais e transnacionais, com as quais interage, visando a satisfao das suas necessidades e expectativas de qualidade.

b) Desenvolver as suas dinmicas em parceria, contribuindo activamente no processo de construo e desenvolvimento da sociedade da informao e do conhecimento, atravs do enriquecimento dos eixos aprendizagem, investigao, motivao intelectual e justia social.

c) Servir e promover a comunidade intercultural de acordo com uma perspectiva humanista e humanizante, preparando cidados globais e pensadores crticos capazes de desenvolverem autonomamente processos de aprendizagem ao longo da vida, num mundo global e em permanente mudana.

2. Para o cumprimento da sua Misso, o ISCE adopta permanentemente processos de introspeco, de anlise, de integrao, de inovao, de melhoria contnua e de excelncia.

Artigo 4

(Atribuies)

1. Na prossecuo da sua misso so atribuies do ISCE, nomeadamente:

a) A formao de 1 e 2 ciclos (licenciaturas e mestrados) de cursos de nvel superior, independentemente da metodologia presencial ou de b-learning, conferentes aos correspondentes graus acadmicos, nos termos da lei;

b) A realizao de aces de formao profissional e de actualizao de conhecimentos;

c) O apoio ao desenvolvimento regional, em especial atravs de actividades de extenso educativa, cultural e tcnica;

d) A investigao aplicada e o desenvolvimento experimental nos domnios da sua actividade;

e) A realizao de cursos de especializao, extenso e aperfeioamento das reas cientficas e tcnicas por ele desenvolvidas;

f) A promoo do intercmbio cultural, cientfico e tcnico com instituies congneres nacionais e estrangeiras;

g) A produo e difuso do conhecimento e da cultura;

h) Acreditao de novas estratgias de ensino, bem como, de novos mtodos de distribuio caracterizados por elevados ndices de flexibilidade em torno das variveis tempo e espao que permitam implementar o modelo de distribuio flexvel do conhecimento;

i) Adopo de novas plataformas tecnolgicas de ensino/aprendizagem de modo a responder assertivamente ao fenmeno de mudana no perfil da populao acadmica, bem como, com a crescente procura das oportunidades da aprendizagem ao longo da vida;

j) Transnacionalizao, atravs da disponibilizao, no ciberespao, de produtos de graduao e ps-graduao;

k) Desenvolvimento de um ambiente pr-activo optimizado face aos objectivos previamente definidos e aceites, revisitando as melhores prticas de responsabilidade organizacional, sem nunca descurar os efeitos no mbito ensino/aprendizagem;

l) Adopo de novos paradigmas assente na capacidade que cada um dos elementos organizacionais possui em percepcionar/identificar anomalias, bem como, a metodologia de resposta a essas mesmas anomalias;

m) Estabelecer acordos de associao, cooperao e consrcios com instituies de ensino superior para o incentivo mobilidade de estudantes e docentes para a precurso de parcerias e projectos comuns, incluindo programas de graus conjuntos ou de partilha de recursos e equipamentos;

n) A formao ps-graduada em parceria com universidades, no mbito da concertao de propostas prprias ou apresentadas por terceiros;

o) O desenvolvimento e acompanhamento de estgios e de projectos de insero profissional dos estudantes, fundamentados nos objectivos da instituio, nos itinerrios pessoais e nas necessidades sociais;

p) A conexo crtica entre os esforos de especializao e de transversalidade inter e intradisciplinar de modo a alcanarem-se padres epistemologica e antropologicamente aceitveis de aprofundamento e colaborao entre professores, estudantes e investigadores.

2. Na sua actividade o ISCE deve assegurar as condies necessrias para uma atitude de permanente inovao pedaggica, cientfica e tecnolgica, bem como apoiar e promover as aces atinentes a uma adequada e eficaz insero dos seus diplomados na vida profissional.

Artigo 5

(Competncia)

No uso da sua autonomia cientfica, pedaggica e cultural, compete ao ISCE, observados os condicionamentos estabelecidos na lei, definir a sua actividade, criar e extinguir cursos, elaborar os respectivos planos de estudos e programas das unidades curriculares, estabelecer os regimes de docncia, definir os mtodos de ensino e avaliao de conhecimentos e desenvolver as aces de investigao e extenso cultural que se adequem aos seus objectivos e sua natureza de instituio de ensino superior.

Captulo III

DA ESTRUTURA ORGNICA

Seco I

rgos de Gesto

Artigo 6

(Estrutura Orgnica)

1. Para realizao da sua actividade o ISCE dispor de uma estrutura orgnica flexvel de modo a permitir os ajustamentos aconselhveis ao normal e mais eficaz funcionamento da instituio.

2. Podero ser criados departamentos, centros ou outras unidades de investigao, de actividades pedaggicas ou de fins culturais, quando tal se mostrar adequado projeco e realizao do seu projecto educativo.

Artigo 7

(rgos do ISCE)

1. So rgos do ISCE os seguintes:

a) Presidente;

b) Conselho Tcnico-Cientfico;

c) Conselho Pedaggico.

2. Os rgos do ISCE exercero as suas funes em estrita colaborao e apoio com a Entidade Instituidora do Instituto, enquanto responsvel pela gesto administrativa, econmica e financeira, indispensvel garantia do funcionamento e existncia do ISCE.

Seco II

Da Presidncia

Artigo 8

(Do Presidente)

O Presidente um rgo unipessoal, designado pela Entidade Instituidora, com um mandato de 3 anos, renovvel.

Artigo 9

(Competncia do Presidente)

1. Ao Presidente compete dirigir, orientar e superintender as actividades e funcionamento do Instituto e, em especial, assegurar a coordenao entre os vrios cursos leccionados e demais actividades, bem como submeter Entidade Instituidora todas as questes que exijam ou caream da sua deciso, nomeadamente:

a) Os planos e oramentos anuais;

b) O relatrio anual da actividade do ISCE;

c) A contratao, dispensa ou substituio do pessoal docente, ouvido o Conselho Tcnico-cientfico, bem como do pessoal no docente, de acordo com as necessidades;

d) A aquisio de equipamento e material considerado conveniente;

e) Os programas de graduao ou formao acadmica, cientfica, pedaggica ou tcnica do pessoal que presta servio no ISCE, principalmente do seu corpo docente, ouvido ou sob proposta do Conselho Tcnico-cientfico;

f) A criao de novos cursos de 1 e de 2 ciclos, quer de reciclagem, extenso, actualizao ou de formao contnua, ouvido o Conselho Tcnico-cientfico.

2. No exercci

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